O sabor que não se consegue esquecer: O leite do pai!!! segunda parte
Espero que gostem dessa segunda parte, tanto quanto gostaram da primeira... leiam, curtam, comentem e gozem bastante!!! A terceira parte ja está pronta e em breve ja estará postada!!!!
Durante a aula, os pensamentos estavam dispersos... colegas e professores perceberam o quanto eu estava distante e sem conseguir prestar atenção na aula... Cheguei em casa, minha mãe como de costume ja estava dormindo.. No micro-ondas, um prato feito com todo carinho, apenas precisando ser aquecido.
- O sono não chegava, peguei minha cueca ainda melada com a porra do Jairo e comecei a cheirar, sentir aquele aroma daquele macho, fez meu pau pulsar .. lembrar daquele gosto e imaginar o que realmente poderia ter acontecido no passado, me fazia ter calafrios..Medo do que poderia descobrir, mas ao mesmo tempo, uma excitação que não era normal eu sentir... a sensação de descobrir algo tão profundo, mexia realmente com meu tesão... Esfregava aquela cueca em meu rosto enquanto batia uma punheta forte... Gozei muito e limpei minha porra naquela mesma cueca... Olhei pro tecido melado e decidi, que aquela, seria a cueca que limparia a porra de todas as minhas punhetas.
Na sexta feira, cheguei no mercado no horário normal.. não havia dormido direito e me sentia cansado.. Jairo quis saber porque não fui cedo, estava me esperando e me mostrou o pau inchado dentro da calça. Ja Ao meio dia mamei aquela rola com gosto... Aquele sabor ja estava impregnado no meu paladar e o cheiro daquele macho, invadia minhas narinas, me fazendo arrepiar e querer sentir mais... o safado ja havia percebido que eu gostava e então, nas noites se excitava, deixando a testosterona aflorar e melar a cueca e o odor de macho impregnar em seus pelos, em sua pele, no tecido de sua roupa e a rola produzia o mais puro mel da safadeza e se alojava em volta da cabeça da pica...
Jairo queria me comer, mas tanto ele quanto eu, sabíamos que pra isso acontecer, precisaríamos de bem mais tempo e de um local mais apropriado... Como ele mesmo dizia, eu era um guri de ouro e merecia tudo de melhor... Queria muito foder com ele, mas não tinha certeza, se queria que ele fosse o homem que viesse a tirar o cabaço do meu rabo..
. A sexta passou demoradamente... saí do trabalho as 16 horas e decidi, que naquele dia não iria a aula...
Na expectativa da vinda do meu pai, comprei cerveja, umas pizzas e uma torta de pêssego que era a sua favorita..Eu já sabia que minha mãe não voltaria pra casa... meu coração estava aos saltos, na expectativa da chegada do meu pai... Desde que nos mudamos pra cidade, ele vinha sempre as sextas a noite pra casa... E naquele dia, não seria diferente.
. Aquela não era uma sexta normal... me sentia excitado por dentro, como se estivesse febril... Tomei um banho, coloquei um calção fino, desses de jogar futebol, branco e uma camiseta vermelha.. Uma cueca branca por baixo... Desde que começara a trabalhar, comecei a comprar umas roupas que gostava e uma das peças que eu gostava de comprar, eram cuecas.. Gostava de me olhar no espelho usando as peças... Realçava minha bunda, meu caralho.
A noite foi caindo, e eram quase 20 horas, quando ouvi o barulho do carrinho do meu pai... parou em frente ao portão, desceu, abriu o portão e colocou o carro em uma área coberta que tínhamos ao lado da casa... Fechou o portão e entrou... Eu estava na cozinha, colocando a pizza no forno, imaginando que ele devia estar com fome..
_Oi filho!!!
Disse ele se aproximando e me dando um beijo na testa!!
Ele ja sabia que minha mãe não estava, ela o havia avisado sobre o trabalho.
_Que vai sair de bom ai moleque??? Esse final de semana, vai ser o final de semana de os homens irem pra cozinha então!!
_Ah pai!!! Comprei umas pizzas e umas cervejas... Tu não ta acostumado a comer pizza lá fora né... e corta essa de os homens irem pra cozinha, porque , se eu depender de tu cozinhar pra eu comer, eu morro de fome né!
_Moleque atrevido!!! pois fique sabendo que eu sei cozinhar e muito bem!!! Ele disse dando uma risada..
_E essa de tu comprar cerveja??? Vai dizer que anda bebendo moleque?
_Capaz pai!!! até tomo uma cervejinha, mas tu sabe que não sou de beber e a mãe detesta bebida... Comprei pra tomar contigo, ja que a mãe não vai estar em casa!
_Bora lá tomar essa cerveja então filho!
Peguei a cerveja na geladeira e sentei em frente a ele, um de cada lado da mesa da cozinha... servi a cerveja e começamos dar umas bicadas, claro que eu bem devagar, pois realmente não era acostumado a beber e não tinha a menor intenção de ficar bêbado... queria que meu pai bebesse pra tirar as dúvidas que rodeavam minha mente...
Enquanto tomava a cerveja, observava meu pai e pela primeira vez, olhava pra ele com outros olhos... Via em minha frente um homem alto, barba ficando grisalha, pele bronzeada, cabelos começando a criar entradas nas laterais... Braços bastante fortes com músculos bem definidos, escondidos embaixo de uma camiseta branca que ficava bastante justa, realçando além dos braços, o peitoral forte e a barriga um pouco saliente..bem típica dos paizões de família...Além da camiseta, ele usava uma bermuda de tecido bege, que ao sentar, ficava colada nas coxas grossas e peludas, deixando mais da metade das coxas, livres da perna da bermuda...
Cada vez que ia até o forno pra ver se a pizza estava pronta, aproveitava pra observar meu pai, e pela primeira vez, olhei pra o volume que se formava embaixo daquele tecido em meio as suas pernas.... me lembrou bastante o volume que Jairo também ostentava e por um breve momento, me lembrei do sabor da porra do meu patrão e lembrei do mesmo sabor que ja havia sentido antes.., Sem me dar conta, meu pau cresceu dentro da cueca e como era grosso, ficava difícil disfarçar.. Em um determinado momento, ao observar o volume entre as coxas do meu pai, ergo meus olhos e encontro os dele também me observando, com um risinho de canto de boca... Fiquei meio desconcertado e ele então bebeu um gole grande de seu copo e disse:
_Tem mais cerveja ai filho?
_Tem sim pai!!! comprei uma dúzia!!
_Ta afim de me dar um porre moleque?
_Não pai!!! tem o fim de semana inteiro né!!
_Bah filho!!! Em outros tempos, uma dúzia, eu bebia sozinho em uma noite!!! _Bons tempos aqueles!!! Ele sussurrou mais baixo, acho que imaginando que eu não ouviria..
_Bons pai??? Se me lembro, teve noites que nem dormir com a mãe tu dormiu!!! Ela não achava bom não!!
Ele riu e baixou a cabeça, dando uma sacudida de leve, como quem nega uma situação!
_E essa pizza, fica pronta ou não??? Se demorar mais, tu vai furar esse calção guri!
Ele riu alto dessa vez, me deixando meio encabulado e então completou:
_Anda precisando comer umas bucetas moleque, ou uns cuzinhos... também serve!
Com certeza fiquei vermelho... ainda bem que a pizza ficou pronta... retirei do forno e coloquei sobre a mesa, pegando mais uma cerveja.
Durante janta, conversamos sobre meu trabalho, a escola, a minha mãe... Sobre como ele estava se virando sozinho na fazenda... Confessou que as vezes era cansativo, mas ele gostava... O mais difícil, era ficar sem um rabo pra meter.
Após a janta, me ajudou a recolher os pratos e enquanto eu lavava a louça, sentia minha pele queimar e com certeza, ele me observava... minha bunda era redonda e naquele calção branco de tecido fino, com certeza o desenho da cueca por baixo, realçava mais e na sede por uma foda que ele estava e sem a minha mãe em casa, devia estar observando e imaginando coisas.
Sabia que uma das coisas que ele mais esperava ouvir de minha boca, era sobre namoradas, ou com quantas gurias eu ja havia fodido... mal sabia ele, que a única coisa em mim que não era virgem, era a boca, pois o Jairo ja havia enchido de porra e fodido várias vezes...Nos sentamos na sala, tomando mais uma cerveja... ja passava das 22 horas.. as risadas ja vinham mais fáceis, as piadas de duplo sentido, as histórias do passado... Eu encostava os lábios no copo, quase sem ingerir a cerveja, já meu pai, parecia que estava matando a saudade dos velhos tempos, tomava com gosto e ja estava na quarta garrafa... Eu perguntava sobre a juventude dele, sobre como era pra namorar, como ele e a mãe faziam... Eram assuntos que jamais tivemos oportunidades de conversar e pra falar a verdade, nunca me interessei também em saber, mas nesse dia era diferente, queria saber, queria fazer ele lembrar e mais que isso, queria que ele bebesse mais um pouquinho...Ele contava sobre as putarias que fazia quando solteiro e como foi difícil pra comer minha mãe, que queria dar apenas depois de casada.... Contou até sobre o cuzinho de um moleque que morava na rua dele, que aliviava a gurizada toda... Percebia que ele alisava o pau, e por várias vezes, percebo um volume maior se formar dentro daquela bermuda...
Ja passava das 23 horas... Sabia que ele dormia cedo e também ja havia bebido sete garrafas de cerveja... Várias vezes foi ao banheiro mijar e em alguma delas, voltava fechando o zíper da bermuda, deixando perceber os respingos de urina sobre o tecido e também, que usava uma cueca azul clara... Era hora de ver o que iria acontecer e tirar qualquer dúvida que existisse me minha mente... Na verdade nem eu sabia qual era a dúvida, pois as únicas certezas que eu tinha, era das noites que meu pai saía pra beber, de algumas que eu acordava com ele dormindo em minha cama e de ter a certeza que o sabor da porra do Jairo, me lembrava um sabor que eu ja conhecia, mas que não sabia de onde.
_Pai!! eu vou dormir... to cansado!!!! Trabalhar e estudar me deixa pouco tempo de sono, aproveito os finais de semana pra por o sono em dia e tu também, deve estar louco pra descansar!
_Vai lá filho!!! Dorme bem!!! o pai ainda vai terminar essa cerveja aqui, desperdiçar esse líquido precioso, chega a ser crime!!!! e não é todo final de semana que posso beber... tu sabe que dona encrenca não gosta!
_Ta bom pai!!! Boa noite!
_Boa noite filho!
Nossa casa tinha um corredor que dava acesso a parte íntima... De um lado, o banheiro e meu quarto mais ao fundo, do outro, um quartinho pequeno de hóspedes e o quarto dos meus pais, que ficava em frente ao meu....
Meu coração parecia que ia saltar pela boca... Não sabia porque, mas tinha expectativas que aquela noite ainda reservaria algumas surpresas.... Fechei a porta, mas não tranquei... Tirei a camiseta e o calção, ficando apenas de cueca.. Não conseguia fechar os olhos, no escuro imaginava vultos, lembrava do sabor da porra de Jairo e lembrava do volume na bermuda do meu pai... Me cobri apenas com um lençol e virei de bruços, com a cabeça voltada para o lado da entrada do quarto..
Não podia dormir, não antes de ter certeza que meu pai ja estava dormindo... Passaram-se uns vinte minutos, quando ouço movimento dele na cozinha... O barulho dos passos andando pela sala e depois o som do mijo no vaso do banheiro... Mais uns passos e então,o som sessou...
Naquele momento, tinha certeza que ele estava no corredor, em frente a porta do meu quarto, pois não ouvira ele abrir a porta de seu ... Alguns minutos devem ter se passado, mas que pra mim, pareceram horas intermináveis... O som da minha respiração forte e das batidas do meu coração, eram os únicos sons a romperem aquele silêncio que pra mim, parecia ensurdecedor,. Até que ouço a maçaneta do meu quarto se movimentando lentamente... fecho os olhos e finjo dormir... a porta se abre bem devagar e então, ouço os passos lentos, que andam em direção a minha cama...Meu corpo estremece sem sentir frio... Se a luz estivesse acesa, com certeza ele teria percebido... Sinto meu pai se aproximando da minha cama e de repente, sua mão grande e calejada, toca em minha testa suada... Não pelo efeito do calor, mas pelo nervoso que a situação estava me impondo... Ele então acaricia meus cabelos, passa a mão pelo meu rosto quente e úmido e então ouço seu sussurro:
_Filho!!! ta dormindo?
Não respondi... permaneci em silêncio, pois queria que ele pensasse que estava realmente dormindo e então, mais um sussurro, como se fosse um pensamento sendo dito em voz alta:
_Saudade de ti meu guri... saudade dessa boquinha!
Naquele momento, precisei conter o impulso de demonstrar que eu estava acordado e que estava ouvindo as coisas que Ele estava dizendo, me fazendo ter a a certeza que o sabor que a porra do Jairo me trouxe a lembrança de ja conhecer, com certeza era dele!!! Uma nuvem de sensações se formou dentro de meu cérebro... Meu pai!Então o sabor que minha mente lembrava, era de sua porra!!! Ele que fez isso várias enquanto eu dormia!!! E porque eu não estava furioso ao saber disso?
Novamente senti sua mão acariciar minha face e mais uma vez, ouço sua voz, como se quisesse se certificar de que realmente eu estava dormindo:
_Filho! Ta dormindo moleque?
Novamente não respondi... Me mantive em silêncio , na mesma posição. Tentando fazer ele acreditar, que realmente eu estava envolto em um sono pesado! Precisava agir daquela forma, pra poder saber qual seria a sua próxima atitude... e ela não demorou muito a acontecer... Então, ouço o som de seu zíper se abrindo e mais alguns segundos e sinto o cheiro da sua rola, bem próxima a meu rosto... Ouço ele cuspir na mão e começar a movimentar a pele que envolvia sua pica... Ouço o barulho de sua bermuda escorregando por suas coxas e caindo ao chão e ele retirando-a, deixando a peça de lado e novamente se aproximando de mim...
Uma mão acariciava a pele de meu rosto enquanto a outra, fazia um som molhado, fazendo a pele deslizar sobre o corpo e a cabeça de sua rola, exalando ainda mais aquele cheiro almiscarado misturado com urina, que exalava do seu caralho e tomava conta de todo o ambiente do meu quarto... Ele estava batendo punheta, bem próximo ao meu rosto... eu conseguia sentir o calor de seu corpo, o calor que emanava de seu cacete..
Em determinado momento, sinto ele aproximando a rola de meu rosto e a cabeça completamente melada tocar em meus lábios... Sinto a baba quente e de cheiro forte, tocar em minha boca e lentamente, ele passa aquela cabeça como se fosse um batom! Deslizando a uretra melada pelos meus lábios carnudos..
_Que delicia essa tua boca moleque!!!! Ah se fosse naquele tempo, ja estava com ela toda dentro dessa boquinha linda e quente!!!!Que coisa boa era gozar nessa boquinha!!!Te dar leitinho pra beber e tu bebia tudo, parecia um bezerrinho!!!
Não sabia o que pensar nem como agir...Ouvia tudo que ele falava, ainda sem acreditar que aquilo tudo pudesse ter acontecido e jamais ter lembrado de nada! Ele masturbava seu caralho a menos de cinco centímetros de minha face e seguidamente, quando a baba começava a escorrer, ele passava em meus lábios... Com certeza, tinha certeza que eu não iria acordar..
Não sabia o que em era mais rápido, se meus pensamentos ou os meus batimentos cardíacos... Imaginava o que ele faria na hora que fosse gozar... Imaginava e se ele Gozaria em meus lábios ou se mais uma vez, colocaria a cabeça dentro de minha boca e me encheria a boca com sua gala... E o que eu faria, qual seria a minha reação??? Queria entender o porque eu estava ali, me submetendo a aquilo tudo sem deixar claro pra ele que eu estava acordado e que agora eu sabia sobre o que ele havia feito comigo??? Nesse momento, me dei conta, que meu pau pulsava dentro de minha cueca e ensopava o tecido, melando também meu lençol...Ouvir tudo que ele falava e sentir o cheiro e o calor daquela rola melada em meus lábios, estava me dando tesão!!! Na verdade, estava me deixando doido de desejo e eu não entendia o porque!! Deveria sentir nojo, raiva, ódio, mas estava ali, de pica dura, fingindo dormir, sentindo todas as coisas que não deveria sentir...
Percebo que a respiração de meu pai, estava cada vez mais forte.. Sabia que ele estava próximo de ter um orgasmo e eu ali, deitado, sem me mexer, sentindo o cheiro de sua rola... Sem me dar conta, talvez por instinto, passei a língua em meus lábios, sentindo o sabor do mel de sua pica...O quarto estava uma penumbra, apenas a luz que entrava pelas frestas da janela iluminavam o ambiente, portanto ele não conseguia ver claramente meu rosto, mas com aquele meu ato, ele parou imediatamente a punheta... Fiquei imóvel, esperando pra ver qual seria a próxima reação dele... ouço então a mão voltar a alisar o próprio pau e a outra mão a acariciar meu rosto... Sinto seu dedo grosso deslizar sobre a minha pele, até encontrar meus lábios e fazer o mesmo caminho, que a cabeça melada de sua rola havia feito... Naquele momento, foi o momento que o chão pareceu se abrir sob minha cama e me engolir por inteiro, pois então, ouvi sua voz, e dessa vez não foi um sussurro,foi uma voz clara, grave, e com atitude:
_Gostou do sabor filho??
Permaneci em silêncio, ainda tentando fingir que dormia profundamente..mas com certeza ele percebeu que fingia e mais, o tremor de meu corpo sobre a cama, não deixava dúvidas, de que eu estava acordado!!!... e então, ele continuou:
_Pode responder filho!!! O pai sabe que tu ta acordado e o pai sabe que sentiu o sabor da minha rola... E então, gostou do sabor do melzinho da rola do pai?
Eu engoli seco, e nesse momento, ele levou o dedo até o interruptor da luz e a acendeu.. Com a claridade que machucava os olhos, mesmo fechados, não tive como me manter imóvel e ele então teve a certeza de que eu estava consciente do que estava acontecendo o tempo todo!
Abro meus olhos e vejo ele com a cueca na altura do meio das coxas... a rola ainda dura entre seus dedos e a cabeça que escorria a baba de sua uretra... olho pra seu rosto e encontro um rosto sério, que estava em uma situação que não podia ser negada, que precisava ser encarada de frente, acontecesse o que tivesse e acontecer!
_Pai!!! O que tu ta fazendo??? Eu perguntei, querendo sair daquela situação, daquele quarto... na verdade, tentando achar a maneira correta de agir.
_Não te faz de bobo João!!! Tu não tava dormindo!!!! Na verdade, desde a compra da cerveja...Caralho moleque!!! O que tu tava planejando?
_Planejando??? Nada pai!!! mas quero entender o que tu tava fazendo? E porque ta com a cueca arriada dentro do meu quarto?
_Se tu planejou isso, tu sabe o que eu tava fazendo!!! Tu sabe porque estou assim aqui dentro!!!!O que eu quero entender, é o que tu vai fazer, o que tu pretende fazer??? Tu deve estar me odiando!!
_Não pai!!! Não to!!! Respondi no ímpeto de tranquiliza-lo, sem me dar conta, do que aquela resposta assim tão rápida, poderia significar!!!! Ele me olhava direto dentro dos olhos... e mesmo com aquela situação toda que se formara, a sua rola não havia baixado... continuava dura e um fio de baba escorria de sua uretra, ligando a cabeça da pica até o chão, sendo acompanhado, por meu olhar...
_Precisamos conversar João!!! O pai perde a cabeça quando bebe e acaba fazendo essas merdas!!!! Depois, de nada adianta se arrepender!!!
_Naquele momento, as respostas começaram a brotar em minha mente... Nenhuma lembrança visual, mas aquele cheiro, e aquele sabor, se acentuaram ainda mais em meus lábios e em minha mente... de alguma forma, aquela foi a lembrança que meu cérebro guardou, pra que em algum momento, eu pudesse revisitar meu passado.
_Conversar pai??? Sobre o que??? Sobre o sabor que eu lembrei que ja conhecia e hoje eu confirmei, que era o sabor de tua rola e de tua porra em minha boca, enquanto eu dormia?é sobre isso que tu quer conversar??? sobre quantas vezes tu gozou na minha boca e me fez beber tua porra???
Ele me olhava firme, mas no fundo de seu olhar, encontrei medo, dor...enquanto eu tentava manter uma postura firme e questionadora, não me dei conta, que ao falar sobre ter lembrado, que ja conhecia aquele sabor, eu acabara de afirmar, que havia voltado a experimentar novamente!
Seu olhar então mudou e o medo, a dor, deram lugar a um outro tom, a um outro sentimento, e a pergunta que se seguiu, me fez gaguejar e tremer antes de responder, me dando conta da besteira que havia feito...
._Quer dizer então, que tu andou chupando rola e bebendo porra de outro macho??? é isso filho??? e quando sentiu o sabor, o gosto do leite de macho, lembrou do sabor que o meu leite deixava em tua boca?? É isso que tu ta me dizendo ?
Meu corpo estremeceu diante daquela pergunta... Mas ele não tinha o direito de me cobrar qualquer resposta!!! Não tinha condições morais de exigir nada de mim...Mas ele havia bebido e quem bebe, nem sempre age com a razão...Então, o melhor seria ser cauteloso com a situação
_Eu não disse isso pai!
_E disse o que então?? acabou de dizer que lembrou que ja conhecia esse sabor!!! João, desde quando tu desconfia disso??? Quem mais sabe dessa tua desconfiança e dessas lembranças??? O macho que tu ta chupando????isso?? e agora que tem, vai fazer o que? e quem é o cara que tu anda chupando??? Naquele momento, era o meu pai que falava... Não mais o cara que a poucos minutos tentava meter o caralho na minha boca.
. Eu não havia planejado nada daquilo!! Na verdade, eu não havia planejado nada, além de tentar descobrir a verdade, mas em momento algum, eu imaginei que rumo tudo isso poderia tomar... Precisava naquele instante, tomar uma atitude e fosse ela a que fosse, eu não queria brigar com ele... Não sentia raiva, mágoa, nada disso... Me sentia péssimo por não conseguir rebater as palavras de meu pai, da maneira que ele merecia> Queria brigar, mas não conseguia e apesar da conversa difícil que estávamos tendo, minha rola continuava melada e dura dentro da cueca... E foi isso que ele percebeu... a mancha melada que ultrapassou o tecido da cueca e melou também o lençol que me cobria... Ele então, com um gesto rápido, puxou o lençol, me deixando descoberto e pode perceber a minha ereção e a cueca ensopada pela baba que meu pau produzia
. Eu até tentei me encolher e me esconder, mas era impossível...
Ele me olhou com admiração no olhar... pela primeira vez, ele via meu corpo nú, com pelos, com forma, com músculos
_Tu puxou ao teu pai guri!!! Caralhudo e babão!!! agora me responde, quem mais sabe disso???
_Ninguém pai!!! Não contei isso pra ninguém!
_Porque filho??? Porque não veio falar comigo??? Porque precisava deixar o pai fazer isso?
_Pra ter certeza pai! Eu sabia, mas não conseguia lembrar e nem acreditar! Precisava descobrir...
_como desconfiou disso? aliás, eu já sei...
_embora eu não me sinta na obrigação de te contar nada, vou te responder pai! Se te satisfaz saber, eu nunca transei!!! Apenas conheci um cara e aconteceu o que tu ja sabe... e nesse dia, me dei conta, que aquele sabor, que deveria ser totalmente novo pra mim, na verdade não era... eu ja havia experimentado sabor parecido antes... Não tinha memória de fatos, de imagens, de acontecimentos, mas o sabor, ainda conseguia sentir o sabor impregnado em minha boca, amargo, ácido...
Comecei então a puxar pela minha memória e o que me feio a mente, foram as noites de tuas bebedeiras no boteco, das manhãs em que tu acordava deitado em minha cama e a cara emburrada da mãe por vários dias.. Foi a partir disso, que a suspeita me veio a mente e eu não poderia dividir isso com ninguém... Quando a mãe me disse que ia trabalhar esse final de semana, imaginei, que se tu bebesse e sem sexo, poderia tentar algo, e foi o que aconteceu.. se eu tivesse te perguntado, tu teria me falado a verdade?
_Não filho!!! Claro que não!
E agora que sabe a verdade??? Vai fazer o que???
_Não sei pai!!!
_Me responde mais uma coisa filho, que não me respondeu: Tu gostou? Gostou do sabor da rola do pai?
Eu baixei os olhos naquele momento, pois me senti constrangido, envergonhado em responder, mas precisava falar a verdade
_Se eu disser que não gostei, estaria mentindo!
Meu rosto corou ao admitir isso!!!! Meu pau pulsava ao falar com ele e melava o lençol e a minha própria perna... a baba escorria e em minhas narinas, eu sentia meu próprio cheiro, forte, que exalava de cada poro do meu corpo... Jamais em momento algum de minha vida, eu lembrava de ter me sentido assim...
Ele sorriu e se aproximou da minha cama... percebi que havia puxado a cueca e ela cobria a rola ainda dura, mas a cabeça ficava completamente a mostra, pois o tecido da cueca, azul clara, ficara transparente devido a baba que escorria da sua uretra.
. _Filho!!! Eu nunca quis te fazer mal!!! Eu sempre te amei mais do que qualquer coisa nessa vida... Nunca duvida disso!!! Mas quando bebia,assim como aconteceu hoje... algo em mim aflorava e tua mãe brigava comigo... eu olhava pro teu rosto, tão inocente e sentia o desejo mais profundo, de te dar meu amor, de fazer tu provar todo o amor que eu tinha por ti e não podia ser de outra maneira,que não fosse te dando pra provar a fonte da tua vida..Sempre que eu fazia isso, tu abria a boca e sugava meu cacete, como se fosse um pirulito, até o pai te dar leitinho e tu bebia tudo! Parecia um bezerrinho faminto! Não acordava... depois, se aconchegava em meu peito e dormia..
Cada vez mais próximo de mim, eu podia sentir o calor de seu corpo... Então me puxou pra um abraço... Pude sentir pela primeira vez o corpo quente e suado do meu pai, de uma maneira que jamais senti antes.
A camiseta estava úmida, ele estava suando e seus pelos começavam a se infiltrar em meio as fibras do tecido... as mãos grandes e calejadas tocaram minhas costas e pude sentir o calor e a aspereza daquela pele deslizar sobre a minha, me provocando um arrepio que percorreu toda a minha pele, ouriçando meus pelos e ele percebeu..Meus lábios liberam um gemido baixo, e um misto de tesão de vergonha, se apossou de mim...
Minha rola pulsou, minha uretra expeliu mais líquido e então, eu resolvi deixar as coisas acontecerem ao acaso do destino e de seus caprichos... Só tinha certeza que eu queria... não sabia o que , mas sentia que que queria...
Ele afastou o rosto e me olhou dentro dos olhos, então me perguntou:
;_Tu confia no pai?
Eu balancei a cabeça afirmativamente e respondi:
_Confio pai!
!_O pai promete que não vai te machucar!!!! nem te fazer sofrer!
_Eu sei pai!!
Ele então, aproximou o rosto do meu.. senti a sua barba roçar em minha pele e sua língua quente percorreu meu pescoço, me provocando um tremor e um arrepio na espinha... Seus dentes arranharam minha pele e seus lábios sugaram o lóbulo de minha orelha... eu gemi entregue...
Meu corpo estava entregue a ele e com certeza, ali eu assinava o atestado de que ele poderia fazer comigo o que tivesse vontade!
As mãos grandes e fortes dele, desceram mais um pouco, entrando por baixo do tecido de minha cueca e segurando firme a carne e a musculatura de minha bunda... senti seus dedos apertando e depois, deslizando até encontrar minha rola dura e pulsante... Seus dedos se fecharam em torno de meu cacete e começaram a deslizar a pele que cobria e descobria a cabeça, espalhando mais a seiva do meu tesão, sobre meu caralho e também em sua mão... Já não continha meus gemidos... mesmo inexperiente, minhas mãos seguraram a barra de sua camiseta e a puxaram pra cima, deixando exposto aquele peito largo e aquela barriga levemente saliente, cobertos por uma camada de pelos que começavam a ficar grisalhos; úmidos pelos suor que escorria sobre a sua pele...
Pela primeira vez, vi os pelos das axilas de meu pai e senti o odor que um macho rústico, exalando testosterona, podar produzir... Aquele cheiro penetrou em minhas narinas e eu sorvi, como se fosse o melhor dos perfumes, esmo sem entender porque, mas sabia que gostava do cheiro dele... era másculo, viril, cheiro de macho que me fazia sentir protegido , sentir desejos e esquecer de tudo... Só não esquecia, que aquele homem que estava me provocando todas aquelas sensações, era meu pai...
Minha mão fez o mesmo caminho que a sua e pela primeira vez, segurei em seu cacete!! Grosso, quente, com veias salientes que pulsavam ao meu toque... A cabeça melada, liberava mais pré gozo e eu adorava sentir aquele líquido pegajoso tocar em minhas mãos... e foi nesse momento, quo meu pai, aproximou seu lábios dos meus... Senti o toque e a maciez dos lábios dele... meu primeiro pensamento foi em me afastar, pois estaria beijando o homem da minha mãe... mas em seguida, deixei o pensamento hipócrita de lado, afinal, estava segurado seu cacete em minhas mãos e se fosse pra sentir culpa, que fosse em outro momento. Pois do contrário, eu teria de mudar todo o curso da história de minha vida e isso seria impossível, pois ainda sentia aquele sabor amargo da porra dele em meus lábios. que voltava sempre em minhas memórias.. e em hipótese alguma, eu sequer estava cogitando revelar isso a alguém.
Abri meus lábios e recebi sua língua dura e quente, que invadiu minha boca, explorando cada espaço vazio... Sugando cada gota de saliva que eu produzia, lambendo meus lábios e depois mordendo, sugando, até eu sentir o o gosto de sangue na boca...
Suas mãos percorriam meu corpo, acariciavam minha pele, seguravam minha cintura, me fazendo ficar colado ao seu corpo... Aos poucos, fui sentindo meu corpo deslizar sobre aquele lençol que se fazia umedecido, e sobre mim, senti o peso do corpo de meu pai... Suas coxas grossas e peludas se alojavam entre as minhas e sentia seu cacete duro, pulsar junto ao meu... minha cueca foi sendo abaixada e retirada, juntamente com a sua, dando lugar a nossa nudez plena e a sensação de sentirmos as nossas peles, os nossos pelos e a nossa baba se misturando... o calor da cabeça de sua rola encontrava o calor da minha, pulsavam juntas, sentindo e compartilhando as as mesmas sensações .
Seus lábios ainda colados aos meus, abafavam nossos gemidos, que rompiam o silêncio da noite em meio a madrugada, sendo sufocados pelo beijo ardente que queimava e acendia ainda mais nossos desejos.
Minha
Minha coxa levemente erguida, se encaixava sobre a dele, que se mantinha entre as minhas.. sentia seu corpo se mover lentamente, pressionando o meu, em um balanço cadenciado, como se estivesse me acariciando com seu ventre... sentia seu caralho deslizar sobre o meu, me fazendo sentir uma sensação parecida com cócegas, mas que me fazia arrepiar e ter vontade de acompanhar seu movimento... Minhas unhas, riscavam suas costas largas e peludas, deslizavam por seus músculos ,até chegarem em suas nádegas grandes e firmes.. acariciava uma região, que jamais imaginei tocar em meu pai; sua bunda.... Ele roçava a barba em meu rosto, fazendo minha pele queimar... Com certeza, a fricção faria minha pele ficar vermelha... Ele então, afastou o rosto do meu, sorriu e me perguntou:
_Quer sentir o sabor do caralho do pai??
Sem titubear, e com certeza, com os olhos brilhando, eu respondi que sim, que queria muito... Na verdade, minha boca salivava só em imaginar sentir aquela rola entrando nela e eu podendo sorver aquele caldinho que ela expelia..
Ele então, montou sobre meu peito, me fazendo mais uma vez, ver de perto aquela rola dura, cabeça rosada, melada e pingando... me vez vir seus pentelhos fartos, encaracolados, emoldurando aquele cacete e subindo como uma mata que se estende até se umbigo e depois se espalhando por toda a sua barriga e peito... Suas bolas grandes e peludas, penduradas, balançavam com seus movimentos... Pude sentir, aquele cheiro de macho dominador... aquele aroma almiscarado, misturado com suor e urina, que ao mesmo tempo era ácido e amadeirado, penetrava em minhas narinas, chegando ao meu cérebro e me fazendo perder, qualquer resquício de juízo que ainda poderia ter...
Meu pai então, segurou meus cabelos e impulsionou pra frente minha cabeça, me deixando mais perto daquele rola que pulsava, como se tivesse vida própria... Com a outra mão segurou seu cacete e trouxe de encontro a meus lábios, tocando a cabeça quente em minha boca. Espalhando sua baba em toda a extensão, como se fosse um batom ou um lubrificante labial.
_Pode lamber filho!!! Sente o sabor do amor que o pai tem por ti!!
Continua...
espero que gostem da segunda parte, tanto quanto gostaram da primeira... deixem seu voto, seu comentário!! Isso da motivação, pra que passe as horas da madrugada em frente ao computador escrevendo pra vocês!!!
A Terceira parte ja está pronta, em breve, ja estará postada também...