Na mesma semana foi surpreendido com um telefonema na clínica, era o Sr Julio e disse que queria falar imediatamente comigo, que era para eu ir para a academia de musculação em frente de casa, onde ele tinha o seu escritório principal.
Foi até a academia e logo recebido por ele.
- Muito bem Sr Roberto, sente-se que quero conversar. Semanas atrás eu estava saindo daqui para ir para casa, já era tarde e vi o Sr com um travesti na rua.
- Como Sr Júlio, acho que está enganado - engoliu seco.
- Não há nada nessa cidade que possa esconder de mim por muito tempo seu pervertido - jogou um envelope na mesa que continha fotos minhas com o travesti me dominando e fazendo sexo na casa da boneca.
Olhando as fotos comprometedoras, tentei falar algo e fui cortado imediatamente.
- Cala a boca seu viado, não tem vergonha, você acha que vou aceitar isso para prejudicar a imagem da minha empresa? E sua esposa? Uma gostosa e você vai dar o rabo? Ela vai ficar muito triste em saber disso também.
Naquele momento percebeu a enrascada que estava e se desesperou, pediu desculpas, começou a chorar e pediu que não falasse nada pra ela, que pediria demissão.
- Não seu viado, você não vai fazer nada que eu não mande você fazer daqui em diante.
- Mas não entendi Sr Julio, não me queria mais na empresa.
- Sim, mas tem mais coisas que quero e você vai me ajudar.
- Claro, o que seria?
Ele retirou da calça seu pau, um pau enorme e grosso e mandou eu segurar. Relutei e ele forçou me fazendo segurar.
- Imagina que é o cacete da boneca e chupa viado.
- Por favor Sr Julio...
Levou um tapa e teve de me ajoelhar e chupar ele, o pau cabia pouco na sua boca, ficou só na chapeleta.
- Então, enquanto degusta minha rola eu vou falar o que vai acontecer se não fizer o que eu te mandar. Posso segurar o segredo entre nós e não falar nada pra a sua esposa Cris, mas eu quero uma chance com ela, quero foder ela. É isso ou ela vai saber o marido que tem.
Teve de ceder e concordar com o planejamento dele. Ele esporrou na sua cara e o chamou de corno viado. Mandou ele lamber e limpar o pau todo. Foi pra casa ouvindo que aguardasse instruções, que poderia levar as fotos que ele tinha cópias.
Foi pra casa, estava realmente abalado com aquilo, Cris percebeu mas não contou a ela claro, só disse que estava meio depressivo sem motivos.
No dia seguinte, foi instruído pelo Sr Julio a marcar um jantar, que era para avisar a Cris e dizer que queria o convidar para jantar em casa.
Cris se esmerou e fez o jantar, o recebemos em casa. Ele ficou em cima de Cris, a elogiando, elogiando a comida, a tocava levemente quando ia falar, deu só atenção a ela.
Determinado momento ele começou a olhar as paredes da casa e disse que logo precisaria de manutenção, que iria fazer uma vistoria no dia seguinte, que era para Cris desmarcar os horários que tinha para o receber.
Cris achou estranho, depois comentou comigo, mas seguiu as ordens e o esperou no dia seguinte, se arrumou com um vestido até os joelhos.
Sr Julio chegou pelas 14 horas, perguntou se ela queria mudar algo na casa, se tinha algum defeito que viu e começaram a andar pelos cômodos.
Chegaram na suíte do casal e Julio falou para Cris sentar na cama ao lado dele que precisaria conversar seriamente. Disse que a Clínica não ia bem como as academias e estava pensando em fechar em breve, que teria de cortar funcionários e que o meu emprego estava em cheque.
Cris ficou nervosa, pediu por favor para não o mandar embora.
- A Sra é uma mulher bonita, isso é bom para os negócios, já o seu marido é franzino e pouco forte, que era ruim para a empresa e não sabia como ele tinha conseguido casar com uma mulher tão bonita. Entre a Sra e seu marido prefiro a Sra.
- Mas é certo isso?
- Não ainda, mas é provável.
- Se tiver algo que podemos fazer Sr Julio, só falar, disse Cris solicita.
- Bem você poderia começar me fazendo uma massagem na coluna e quadril, estou com umas dores.
Prontamente Cris falou que poderiam ir para a Clínica que era mais apropriado, mas ele disse que seria ali mesmo, que tinham a cama e poderia ser ali.
Cris não quis contrariar o chefe e falou para ele deitar de bruços e começou algumas massagens na coluna, ele tinha tirado a camisa e estava com o torso desnudo.
Ela percebeu como aquele homem era forte e bonito, mas continuou profissionalmente a massagem, até que ele se levantou e disse que o quadril também doía, retirou as calças e aquele pau dentro da cueca estava enorme.
Cris fingiu que não viu, mas foi agarrada naquele momento, tentou se livrar mas ele já estava em cima dela.
- Por favor Sr Julio, não faça isso.
- Fica quietinha que você vai gostar.
Ela começou a chorar, momento em que ele afastou a calcinha dela e começou a dedilhar a sua buceta. Ela estava molhada o que a entregou que estava gostando.
Sr Julio continuou, se posicionou e colocou a cabeça do pau enorme que devia ter uns 24 cm na bucetinha dela.
- Imagina sua gostosa que o emprego do teu marido depende disso, vai ficar mais fácil.
- Por favor Sr Julio, ela continuava chorando.
Sua boca foi tapada e ele começou a penetrá-la, dizendo como ela era uma puta gostosa. Ela aguentou o pau inteiro e depois de algumas socadas estava entregue aquele homem.
Ele a comeu em várias posições a chamando de puta vadia, que era a funcionária mais gostosa e que iria lhe dar um aumento pela buceta.
Mesmo sendo violentada Cris estava com tesão em passar por aquilo, gozou e recebeu o gozo do patrão.
Depois de se arrumarem, Sr Julio antes de ir embora disse:
- Não lhe chamo mais de Sra, agora você é minha puta, vai ser um segredinho nosso e você pode ficar tranquila que seu marido imprestável continuará empregado.
Mesmo não gostando das palavras que o Sr Julio usava para seu marido, percebeu o quanto estava excitada com a situação. pensou quinhentas vezes se contava ao Roberto o que tinha acontecido, mas preferiu também se silenciar acreditando que ele não aceitaria bem.




