Mike, com a respiração pesada e os olhos escurecidos pela luxúria, olhou-a de cima para baixo. O corpo suado dela, envolto na lingerie preta, era a visão perfeita, mas a interrupção o deixou impaciente.
— Eu te dei permissão para parar? — ele perguntou, a voz grave e autoritária ecoando na sala. — Você tem que chupar até eu mandar parar.
Um arrepio de excitação desceu pela espinha de Riley. O tom dominante dele mexia com ela de um jeito instintivo. Ela ergueu o olhar, os olhos brilhando por trás das lentes dos óculos, e sorriu com submissão e malícia.
— Sim, senhor, chefe! — ela respondeu, a voz carregada de desejo. — Eu mal posso esperar para sentir esse pau dentro de mim...
Antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, Mike afundou as duas mãos nos cabelos escuros e volumosos dela. Com um movimento firme, ele forçou a cabeça de Riley de volta contra a sua virilha. Sem hesitar, ela abriu a boca e o recebeu fundo na garganta, enquanto suas mãos ágeis e de unhas bem-feitas alcançavam a bunda dele, segurando-o com força e ajudando a ditar o ritmo.
O som do sexo ecoava pelo apartamento. Sluck, slop, sluck. Ela engolia tudo, balançando a cabeça para frente e para trás, sentindo o calor do corpo dele irradiar contra o seu rosto.
Mas a intensidade era demais. O ritmo frenético começou a roubar seu fôlego. Riley puxou a cabeça para trás, retirando a boca do pau dele novamente e suspirando em busca de oxigênio, o peito farto subindo e descendo descontroladamente.
O corpo de Mike estava tenso como um arco, os músculos do abdômen contraídos, vibrando de tensão.
— Ah, estou quase... — ele rosnou, apertando os dentes, a beira do clímax o atingindo como um raio.
Os olhos de Riley se arregalaram levemente. Ela queria ele dentro dela para esse momento.
— E- espera, Mike, es-
Ele não a deixou terminar.
— Assim mesmo, chupe, sua vadia! — ele comandou, ignorando o pedido. Com um empurrão firme nos quadris, ele a obrigou a voltar a fazer o boquete nele, empurrando o pau profundamente na boca dela enquanto ela tentava recuperar o ritmo, gemendo engasgada.
O ápice se aproximou como uma onda incontrolável. Mike sentiu o limite explodir em sua base. Em um movimento brusco, ele puxou o próprio pau para fora da boca dela, agarrando os cabelos escuros de Riley para mantê-la exatamente onde ele queria. Ele mirou diretamente no rosto dela, que estava voltado para cima, surpreso e submisso.
— Toma! — ele gritou.
Espasmos fortes atingiram o corpo dele, e jatos espessos e quentes de gozo dispararam pelo ar. O sêmen espirrou em cheio no rosto de Riley, sujando as lentes dos seus óculos, manchando suas bochechas bronzeadas e escorrendo lentamente pela lateral do nariz até pingar em seus lábios entreabertos e no decote da lingerie preta. Ela piscou, paralisada sob o aperto dele, sentindo o calor do líquido marcar o fim brutal daquela primeira vez na nova casa.