O Despertar de Xaiane – Parte 1



Eu tinha 14 anos, lá em Curitiba, no bairro Vila Guaíra. Era o começo dos anos 80, e eu passava a maior parte do tempo preso dentro de casa. Minha mãe saía para trabalhar depois do almoço, deixando eu e meu irmão mais novo sozinhos. Era nesses momentos que o fogo que eu ainda não entendia começava a queimar forte entre as minhas pernas.
Do outro lado da rua morava Solange, a vizinha que minha mãe tanto detestava. Diziam que ela era “galinha”, mas para mim ela era a própria encarnação da safadeza. Morena, corpo bem feito para a idade, com uma bunda grande, redonda e empinada que parecia feita para provocar. Solange adorava usar saias jeans curtíssimas, daquelas que mal cobriam as coxas. Qualquer movimento mais brusco e a saia subia, revelando a calcinha fio-dental quase sempre branca ou preta, enterrada fundo entre as nádegas grossas.
Todo dia, depois do almoço, eu atravessava a rua correndo. Do lado de fora do muro da casa dela, jogávamos vôlei improvisado. Eu lançava a bola por cima e ela pulava para rebater. Cada pulo fazia aqueles peitos jovens balançarem e, principalmente, a saia voar. Eu via tudo: a bunda inteira, a forma como a tanga fina sumia entre as bandas macias, o contorno da bucetinha marcando o tecido quando ela se abaixava. Meu pauzinho de adolescente ficava duro como ferro, latejando dentro da cueca, babando pré-gozo.
Eu mal conseguia disfarçar. Ficava ali, com a bola na mão, olhando descaradamente enquanto meu coração disparava. Quando o vento soprava mais forte e levantava a saia toda, eu quase gozava só de olhar. O tesão era tanto que, assim que o jogo acabava e cada um voltava para sua casa, eu corria desesperado para o banheiro. Trancava a porta, baixava a bermuda e começava a bater punheta com fúria, imaginando que estava com o rosto enterrado naquela bunda gostosa da Solange, lambendo, cheirando, enfiando a língua bem no meio daquela risca quente.
Mas nem sempre Solange podia brincar. Em um dia quente de tarde, sozinho em casa e louco de tesão, eu não aguentei. Precisava daquela visão. Entrei no banheiro, olhei meu reflexo no espelho e tive a ideia que mudou tudo: transformei minha cueca comum em uma espécie de tanga, puxando o tecido bem fundo entre as nádegas. A pressão no meu cuzinho me fez gemer baixinho. Olhei por cima do ombro… e me excitei ainda mais. Meu pau estava babando.
Aquilo não bastou. Eu precisava sentir de verdade.
Entrei no quarto da minha irmã mais velha e abri a gaveta proibida. Peguei uma das tangas dela — uma fio-dental vermelha, minúscula, quase transparente. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Tirei toda a roupa e, devagar, vesti aquela peça.
No momento em que o tecido fino deslizou entre minhas nádegas e apertou meu buraco virgem, um arrepio violento percorreu meu corpo inteiro. A frente da tanga mal continha meu pau duro, que ficou marcando obscenamente. Olhei no espelho: minha bunda parecia ainda mais empinada, redonda, exatamente como a da Solange. Passei as mãos devagar, apertando as bandas, abrindo elas, sentindo o fio da tanga pressionando meu cuzinho sensível. Comecei a rebolar devagar, imaginando que era a Solange me olhando, ou que eu era uma garota safada me exibindo para ela.
Eu estava completamente entregue. Me ajoelhei no chão do banheiro, empinei a bunda para o espelho e bati punheta olhando minha própria imagem vestida de tanga. Fantasiava que Solange estava atrás de mim, passando a mão na minha bunda, puxando o fio da tanga para o lado e roçando algo quente e duro entre minhas nádegas. Gozei tanto que espirrou no espelho, nas minhas coxas, tremendo inteiro de prazer.
A partir daquele dia, virou vício. Sempre que Solange não aparecia para jogar vôlei, eu corria para a gaveta da minha irmã, escolhia uma tanga diferente (tinha rosa, preta, branca…) e me entregava ao prazer proibido. Eu passava a tarde toda vestida só com a tanga dela, rebolando na frente do espelho, tocando meu cuzinho por cima do tecido, lambuzando tudo de pré-gozo até gozar várias vezes.
Mais de 40 anos se passaram… e eu ainda fico molhada só de lembrar.

Enquete para os leitores:
Agora me contem com sinceridade, meus amores:
Será que eu realmente não tive coragem de dar em cima da Solange e tentar algo mais (beijo, tocar, quem sabe até transar com ela)?
Ou será que, no fundo, eu já era bichinha desde aquela época e simplesmente não gostava tanto assim de garotas?
Quero a opinião sincera de vocês:
Comente aqui: coragem ou já era CDzinha no inconsciente?

                                

Foto 1 do Conto erotico: O Despertar de Xaiane – Parte 1

Foto 2 do Conto erotico: O Despertar de Xaiane – Parte 1

Foto 3 do Conto erotico: O Despertar de Xaiane – Parte 1


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


266432 - O Despertar de Xaiane – Parte 4 - Categoria: Confissão - Votos: 1
266394 - O Despertar de Xaiane – Parte 2 - Categoria: Confissão - Votos: 0
266353 - O Despertar de Xaiane – Parte 3 - Categoria: Confissão - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil xaianecd
xaianecd

Nome do conto:
O Despertar de Xaiane – Parte 1

Codigo do conto:
266393

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
06/07/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
3