O Despertar de Xaiane – Parte 2 Um ano havia se passado desde que comecei a usar as tangas da minha irmã. Aos 15 anos, meu vício já estava fora de controle. A calça jeans de lycra azul da mana virou minha nova obsessão. Era o começo da moda e as garotas usavam justamente para provocar. Justa, brilhante, sem bolsos atrás… quando vesti pela primeira vez, o tecido elástico apertou minha bunda como uma segunda pele. No espelho, minha bundona parecia enorme, redonda e empinada. Fiquei louco de tesão. Naquela madrugada, não resisti. Vesti a calça de lycra azul por cima de uma tanga fio-dental e saí pela varanda dos fundos. Caminhei até o portão da frente rebolando devagar, sentindo o tecido apertar e marcar cada curva. O vento frio na cintura me deixava ainda mais excitado. De repente, o assobio. O vigia noturno me viu. Entrei em pânico absoluto e corri para dentro. Tirei a calça às pressas e vesti o primeiro short que achei. Na correria, nem percebi que o short era curto demais. Quando saí novamente para pedir que ele parasse de assobiar antes que acordasse a casa inteira, o estrago já estava feito. O short tinha subido todo, deixando as polpas da minha bunda grossa quase totalmente expostas. A tanga fio-dental aparecia nas laterais, marcando as coxas grossas. Eu estava ridículo… e absurdamente indecente. O vigia olhou para mim com um sorriso cruel e safado: — Caralho… olha só o que temos aqui. Tá vestidinha de shortinho de puta agora, é? Rebola pra mim ver direito essa bundona. Eu tremia inteiro, voz falhando de medo: — Por favor… para de assobiar… minha mãe vai acordar… eu imploro… Ele riu baixo e se aproximou: — Implora? Então volta pra dentro, veste aquela calça jeans de lycra azul bem apertada e vem encontrar eu e meu colega na rua de cima. Quero ver você rebolando feito a vadiazinha que você é. Você é uma bichinha enrustida, né? Se não obedecer, amanhã o bairro inteiro vai saber que o garotinho da casa do meio anda se vestindo de mulher e exibindo a bunda de madrugada. O pânico me consumia. Meu coração batia tão forte que eu mal conseguia respirar. Mas meu pau estava duríssimo, babando dentro da tanga. Eu estava morrendo de vergonha… e completamente excitado. Voltei para dentro, vesti novamente a calça jeans de lycra azul, e saí. Na rua de cima, o outro vigia esperava. Os dois me cercaram. — Olha essa bunda, mano… tá pedindo pau desde os 13 anos — disse um deles, passando a mão grossa por cima da lycra, apertando forte minhas nádegas. O outro puxou meu cabelo para trás e falou no meu ouvido: — Rebola pra gente, Xaiane. Isso… assim mesmo. Que nome bonito pra uma putinha. A partir de hoje você não é mais moleque. Você é Xaiane Silva, a crossdresser safada da Vila Guaíra. Eles me fizeram ficar de quatro no capô de um carro estacionado. Passavam as mãos por toda parte: apertando, dando tapas fortes, puxando o fio da tanga por cima da calça. Um deles enfiou a mão por dentro da lycra e apertou minha rola dura: — Tá molhada toda, sua vadia. Tá gostando de ser humilhada, né? Confessa. — S-sou… sou uma bichinha enrustida… — gemi, voz tremendo de medo e tesão. Eles riram alto enquanto me apalpavam sem vergonha, me tratando como uma puta barata. Eu estava apavorado que alguém passasse e me visse, mas não conseguia parar de rebolar contra as mãos deles. Foi ali, aos 15 anos, tremendo de pânico e prazer, que Xaiane Silva nasceu de verdade. Aquela madrugada foi só o começo de tudo que eu iria viver…
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