?Ele colocou-me de quatro. Aberta, vulnerável, exposta. Senti o roçar da glande no meu rego, um jogo de vai-vem na entrada que servia de aviso. Ele cospe, lubrifica, e inicia a invasão. Movimentos curtos, lentos, quase cirúrgicos, conquistando o meu interior.
— Doeu? — perguntou, a voz quase um sussurro no meu ouvido.
— Não... continua, está ótimo.
?Quando ele ganhou confiança, a investida tornou-se plena. Senti-o invadir-me, a preencher cada centímetro, o meu cu a adaptar-se à forma daquele mastro.
— Sim... fode-me — gemi, rendida.
— Tens o cu apertadinho... dás-me tesão. Vou deixar-te todo aberto.
— Aberta, sim... lembra-te que sou a tua fêmea, a tua puta para foderes.
?Ele riu, um som satisfeito, e as investidas tornaram-se brutais. Mais fundas, mais rítmicas. O som dos testículos a baterem nas minhas nádegas era um compasso de domínio.
?— Sempre queres ser fodida junto à porta da rua? — perguntou ele, num ímpeto.
— Quero.
?
Às três da manhã, arrastou-me até ao vidro. Apoiei-me num pilar, o meu cu exposto à noite.
— Anda, vem foder-me — desafiei.
Ele não hesitou. Veio com tudo, sem cerimónia. Ouvimos vozes — um grupo de rapazes a passar. Um deles ainda olhou para a porta, mas o vidro escuro protegeu-nos.
— Por pouco não foste apanhada a levar no cu — disse ele, excitado pelo risco.
— Não pares agora! Quero a tua esporra dentro do meu cu.
?
Foi o gatilho. Ele agarrou-me com força bruta, as investidas agora frenéticas. Eu só sabia gemer, o meu cu completamente relaxado, entregue ao prazer daquele excesso.
— Estou a vir-me... toma a minha esporra no cuzinho, puta!
— Ah... que bom...
?Senti o néctar quente a inundar-me. Ainda assim, implorei:
— Fode mais um bocado com a tua esporra dentro...
?Ele continuou por mais dois minutos antes de sair. O sêmen escorreu pelas minhas pernas. Ele observou, frio e satisfeito:
— Tens esse cu todo aberto.
?Atirou-me uma toalha.
— Limpa-te, veste-te e podes ir.
Olhei para ele, atordoada.
— É assim que se tratam as putas — rematou. — Amanhã vens de novo.
?
Saí dali preenchida, satisfeita e com o corpo marcado pela posse dele. Não recebi dinheiro, mas a humilhação e o prazer que ele me deu valeram por qualquer pagamento.
havlis