Fêmea e puta do macho

Ontem, ao chegar junto dele, encontrei-o já entregue à própria urgência: nu, com o membro pronto. Não perdi tempo. Ajoelhei-me e recebi aquele mastro com a boca, sentindo-o duro e quente.
— Estás com fome, puta? — rosnou ele.
Continuei, focada apenas em servi-lo. Ele guiou-me para o "palco" da sala, onde um colchão repousava no chão. Despi os calções e, ali, à mercê da sua autoridade, voltei a mamá-lo até ele gemer contra o meu rosto.
?— Vem para aqui — ordenou.
?
Deitámo-nos. O 69 foi um prelúdio de entrega; ele lambeu-me o cu, reclamando-o como propriedade sua.
— O teu cusinho é tão bom — murmurou, enquanto se lambuzava com o meu perfume.
— É todo teu — respondi, entregue.
?De repente, a voz dele mudou de tom, mais grave, mais decidida:
— Vou foder-te como mereces.
— Como uma puta? — provoquei.
— Sim. Vou enrabar-te esse cu todo.

?Ele colocou-me de quatro. Aberta, vulnerável, exposta. Senti o roçar da glande no meu rego, um jogo de vai-vem na entrada que servia de aviso. Ele cospe, lubrifica, e inicia a invasão. Movimentos curtos, lentos, quase cirúrgicos, conquistando o meu interior.
— Doeu? — perguntou, a voz quase um sussurro no meu ouvido.
— Não... continua, está ótimo.
?Quando ele ganhou confiança, a investida tornou-se plena. Senti-o invadir-me, a preencher cada centímetro, o meu cu a adaptar-se à forma daquele mastro.
— Sim... fode-me — gemi, rendida.
— Tens o cu apertadinho... dás-me tesão. Vou deixar-te todo aberto.
— Aberta, sim... lembra-te que sou a tua fêmea, a tua puta para foderes.

?Ele riu, um som satisfeito, e as investidas tornaram-se brutais. Mais fundas, mais rítmicas. O som dos testículos a baterem nas minhas nádegas era um compasso de domínio.
?— Sempre queres ser fodida junto à porta da rua? — perguntou ele, num ímpeto.
— Quero.
?
Às três da manhã, arrastou-me até ao vidro. Apoiei-me num pilar, o meu cu exposto à noite.
— Anda, vem foder-me — desafiei.
Ele não hesitou. Veio com tudo, sem cerimónia. Ouvimos vozes — um grupo de rapazes a passar. Um deles ainda olhou para a porta, mas o vidro escuro protegeu-nos.
— Por pouco não foste apanhada a levar no cu — disse ele, excitado pelo risco.
— Não pares agora! Quero a tua esporra dentro do meu cu.
?
Foi o gatilho. Ele agarrou-me com força bruta, as investidas agora frenéticas. Eu só sabia gemer, o meu cu completamente relaxado, entregue ao prazer daquele excesso.
— Estou a vir-me... toma a minha esporra no cuzinho, puta!
— Ah... que bom...
?Senti o néctar quente a inundar-me. Ainda assim, implorei:
— Fode mais um bocado com a tua esporra dentro...

?Ele continuou por mais dois minutos antes de sair. O sêmen escorreu pelas minhas pernas. Ele observou, frio e satisfeito:
— Tens esse cu todo aberto.

?Atirou-me uma toalha.
— Limpa-te, veste-te e podes ir.
Olhei para ele, atordoada.
— É assim que se tratam as putas — rematou. — Amanhã vens de novo.
?
Saí dali preenchida, satisfeita e com o corpo marcado pela posse dele. Não recebi dinheiro, mas a humilhação e o prazer que ele me deu valeram por qualquer pagamento.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico havlis

Nome do conto:
Fêmea e puta do macho

Codigo do conto:
266474

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/07/2026

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