De Esposa Fiel a Puta Paga



Meu nome é Laura. Tenho 30 anos e sou casada com o Carlos, meu segundo namorado, nos casamos quando eu tinha 23 anos, ele na época com 31 anos. Durante anos fui uma esposa fiel, feliz e conformada. Tinha um casamento estável, sexo bom e uma vida sexual relativamente convencional. Nunca havia traído, nunca havia fantasiado nada com outros homens, mas desejava secretamente ter uma vida com aventuras sexuais do tipo ir numa praia de naturalismo ou transar em uma ilha, coisa normais, mas sempre com meu marido nada com outros homens embora admito que tivesse uma curiosidade. Era, para todos os efeitos, uma boa esposa.
Tudo mudou depois da primeira noite com o outro macho: o Marcos.
Depois da minha primeira experiência com outro homem, algo dentro de mim despertou de forma irreversível. O que começou como uma fantasia do meu marido se transformou na minha própria jornada de libertação e prazer. Experimentei várias formas de prazer que eu nem imaginava que fosse gostar:
Descobri o prazer do exibicionismo, transando em lugares públicos e deixando outros verem. Pratiquei nudismo em praias, sentindo o olhar dos homens sobre meu corpo nu. Fomos a casas de swing, onde troquei de parceiros e participei de surubas. Experimentei dogging. E um dia, num ato de total entrega, fui sozinha a um bordel e trabalhei como puta por uma noite inteira.
Cada nova experiência me tornava mais ousada, mais safada e mais consciente do meu próprio poder sexual. Eu, que era uma esposa fiel e comportada, agora tenho experiências com muitos machos e com outras mulheres também, e me delicio em ser usada, paga, dominada e compartilhada.
Minha Jornada
Esta é a história de como tudo começo
Na época tinha 30 anos, sou uma ruivinha natural extremamente atraente. Meus cabelos são longos, volumosos e ondulados, de um tom ruivo vibrante que cai em ondas suaves até o meio das minhas costas. Tenho pele clara, macia e delicada, com sardas discretas no nariz e no colo. Meu corpo é bem torneado: cintura fina e marcada, quadris largos, coxas grossas e firmes.
Minha bunda é grande, redonda, empinada e suculenta, com pele macia e clarinha, duas bandas carnudas e bem separadas que balançam de forma hipnotizante quando ando ou rebolo. Meus seios são médios, firmes e empinados, com formato perfeito e bicos rosadinhos clarinhos que ficam durinhos e sensíveis ao menor toque.
Lá embaixo, minha buceta é deliciosamente rosada e convidativa: lábios externos carnudos e lisos, lábios internos fininhos num tom rosa intenso que brilha quando estou molhada, clitóris pequeno e bem sensível. Tenho um triangulozinho charmoso de pelos pubianos ruivos, macios e cheios. Meu cu é rosadinho, pequeno, apertadinho, clarinho— um furinho delicado com muitas preguinhas lindas e sensíveis a carícias e extremamente convidativo.
Tudo começou a mudar numa noite que saímos para um daqueles restaurantes que tem música ao vivo e pessoal aproveita para dançar, clima de festa e bem familiar.
Estávamos nos divertindo bastante, bebendo e dançando. Em determinado momento, um cara alto e bonito se aproximou e educadamente pediu ao Carlos permissão para dançar comigo. Carlos, para minha surpresa, aceitou e até me incentivou, eu sem graça, sem opção fui dançar. Enquanto dançava com o estranho, senti as mãos dele na minha cintura, me apertando contra ele, as mão dele percorria meu corpo até a base dos seios, e dançando senti um volume crescendo e o pior de tudo eu estava gostando de sentir aquele pau duro roçando na minha virilha, me senti uma mulher desejada por um homem que não era meu marido me encheu de orgulho, tesão e com a autoestima lá em cima e também notei, pelo canto dos olhos, que o Carlos nos observava com um olhar diferente — um misto de tesão, ciúme e excitação que eu há muito tempo não via nele.
Na volta para casa, dentro do carro, o Carlos ficou em silêncio por um tempo e eu perguntei se ele estava chateado porque eu tinha dançado com o aquele cara e ele, com a voz baixa e envergonhada, confessou:
— Laura, não estou chateado com isso pelo contrário eu gostei de mais ver você dançando com ele… eu quero confessar uma coisa, uma fantasia sexual que tenho muita vergonha de admitir. E emendou antes que eu pudesse dizer alguma coisa:
— Eu quero te ver transando com outros homens. Quero assistir você sendo fodida por outro pau e só de ver aquele cara te tocando, te encoxando enquanto vocês estavam dançando eu quase gozei de ver.
Eu fiquei chocada. Meu coração acelerou e um frio subiu pela minha espinha. Fiquei surpresa, com medo e até um pouco assustada. Perguntei se ele estava falando sério. Ele confirmou, visivelmente nervoso. A conversa terminou ali, mas aquela semente foi plantada.
Depois daquela noite, Carlos ficou mais à vontade para falar sobre o assunto. Começou a me mostrar vídeos de cuckold, explicando o que sentia. Passamos a olhar juntos sites de casas de swing, fóruns e relatos. Ele não me pressionava, mas falava com empolgação. Aos poucos, a ideia — que no começo me causava medo e rejeição — foi ganhando espaço na minha cabeça. O que era estranho e assustador começou a se transformar em curiosidade… e, mais tarde, em tesão, confesso que às vezes sozinha eu ia no site ver filmes e vídeos de casal onde o marido deixava a esposa com outro homem e fui gostando.
Até que um dia, sozinha em casa, comecei a me tocar fiquei imaginando um homem desconhecido me pegando com força. Não resisti. Abri vídeos de corno e tive uma explosão de orgasmo absurdamente forte, tremendo inteira. Depois daquele dia, a ideia não saiu mais da minha cabeça.
Conversei com o Carlos e confessei que também estava com vontade experimentar, sexo com outro homem, mas só uma vez mesmo, mas coloquei minhas condições: queria alguém totalmente desconhecido, fora do nosso círculo social, e que fosse um homem experiente e maduro e voltei a perguntar se ele tinha certeza se ele queria, ele disse que tinha cem por cento de convicção, o tesão de Carlos foi tão grande que ele me pegou de jeito, me judiou bastante na cama, naquela noite fizemos um sexo , tão quente e vivo, fazia muito tempo não acontecia entre nós.
A partir daí, entramos em grupos de corno na internet. Pesquisamos muito sobre o assunto, lendo relatos e conversando com vários homens. Falamos com dezenas deles, mas nenhum me interessava de verdade.
Até que apareceu o perfil do Marcos.
Marcos era um homem maduro de 48 anos, alto, musculoso, peito largo, braços fortes, barba grisalha bem aparada e um olhar dominante e sedutor. Conversamos por dias, trocando fotos e vídeos apimentados Falamos das nossas condições, medos e ele entendeu e ele aceitou tranquilamente, resolvemos marcar com o Marcos para sair.
O local foi um restaurante fino que a gente já tinha ido uma vez. Eu escolhi ir vestida com um vestido curto sensual soltinho, de tule texturizado, elegante, mas bem provocante. Por baixo, uma lingerie super sexy de tule e renda preta, que dá um contraste lindo com minha pele branquinha, que fiz meu marido comprar especialmente para essa ocasião. Não sei por que fui vestida assim, já que a ideia era apenas nos conhecermos. Só depois em casa decidiríamos se ele seria o primeiro homem que iria me comer depois de casada.
Chegamos um pouco atrasados, Marcos já estava nos esperando, sentado a mesa. Para nossa surpresa a conversa foi animada e descontraída, regada a um bom vinho e uma excelente refeição. Marcos falava firme e positivo, o que me fascinou. No final do jantar, ele me olhou intensamente nos olhos e propôs sem rodeios:
— Laura, você quer ser minha amante ou minha puta?
Explicou a diferença: ser amante significaria ele se esforçar para me seduzir e me dar prazer. Ser puta significaria ele iria me pagar para eu dar prazer a ele. Essas palavras me deixaram encharcada. Senti um jato forte escorrendo entre as pernas. Sem olhar para o Carlos, respondi, sem pensar:
— Definitivamente quero ser puta.
Afinal já que meu marido quer se corno, vou ser uma puta de verdade
Sem pestanejar ele fez o PIX de R$ 5.000,00 na hora e, com um sorriso confiante, disse:
— Agora você é minha puta e hoje mesmo vou te comer. Você terá a obrigação de me dar prazer. Vai usar todo o seu corpo para me fazer gozar.
Em seguida ordenou:
— Tire sua calcinha agora.
Eu comecei a me levantar para ir ao banheiro, para tirar a calcinha, mas ele segurou minha mão e falou firme:
— Não. Sua puta, quero que tire a calcinha aqui, sentada à mesa. Quero sentir o cheiro do seu sexo agora.
Com o rosto queimando de vergonha, mas excitada, me sentei. Com o máximo de discrição, levantei um pouco o vestido, tirei a calcinha encharcada e entreguei a ele.
Marcos abriu o tecido, viu o quanto estava molhada, cheirou profundamente e passou a língua no tecido encharcado, com uma cara de intenso tesão e guardou no bolso do blazer com um sorriso satisfeito. Em seguida, olhou para nós dois e disse com aquela voz grave firme e decidida:
— Vamos para o motel. Agora.
Não houve nem como fazer objeção. Eu estava sendo paga para dar prazer e além disso estava doida de vontade, com a buceta latejando. Meu marido, branco como leite, estava vermelho como um pimentão, visivelmente excitado e nervoso ao mesmo tempo. Simplesmente obedecemos.
Entramos no carro. Carlos dirigiu. Eu fui no banco de trás com o Marcos.
Mal o carro saiu do estacionamento do restaurante e a dinâmica do poder se estabeleceu de forma brutal, a pegação começou pesada. Marcos me puxou para perto como quem cobra o que já comprou, com firmeza pelo braço e me beijou com fome, enfiando a língua na minha boca. Sua boca era exigente, a língua invadindo a minha sem pedir licença. Senti o gosto de vinho e autoridade, enquanto suas mãos grandes subiam pelas minhas coxas macias apertando a carne com força, marcando território. O vestido curto subiu facilmente. Ele abriu minhas pernas e enfiou dois dedos grossos na minha buceta rosada a sensação foi intensa: o contraste entre a frieza do ar-condicionado do carro e o calor dos seus dedos me invadiu. Ele me dedava fundo, curvando os dedos para tocar aquele ponto que me fazia tremer, enquanto eu mordia o lábio inferior com força para não gemer alto. Meu mel escorria pela mão dele, molhando o banco de couro, eu tentava me controlar, mas era a vã tentativa, pois estava muito gostoso.
Eu rebolava devagar no banco contra seus dedos, mordendo o lábio para não gemer alto, mas meu corpo traía o tesão, mas mesmo tentava manter o controle — não era sobre o meu prazer, e sim sobre servi-lo. Mesmo assim, o tesão era avassalador. Marcos desceu a boca para o meu pescoço, mordendo e chupando, depois para os meus seios por cima do vestido, apertando-os com força, beliscando os bicos rosadinhos por cima do tecido fino. Cada aperto enviava choques diretos para minha buceta.
Eu abri o zíper da calça dele e comecei a masturbar aquele pau grosso, quente e pulsante e duro com a mão, sentindo-o pulsar na minha palma, a pele era macia, mas a rigidez era de ferro.
Comecei a masturbá-lo com movimentos firmes, sentindo cada veia latejando contra minha palma. Marcos gemeu baixo no meu ouvido:
— Isso, puta… me toca como a vadia que você é agora.
A dinâmica era clara: ele mandava, eu obedecia. Eu era a puta que tinha sido paga. Ele usava meu corpo como bem entendia, e eu entregava tudo sem resistência.
A imagem devia ser indecente: eu, de vestido curto, pernas abertas no banco de trás, sendo dedada e apalpada por um homem maduro e alisando seu lindo pau, enquanto meu marido dirigia. Não sei como o carro não bateu. Meu marido, não parava de olhar pelo retrovisor, alternando entre a rua e o banco de trás, o rosto vermelho e a respiração pesada. O carro chegava a ziguezaguear levemente de vez em quando. Carlos estava.
Em certo momento, Marcos tirou os dedos de mim e os enfiou na minha boca para eu chupar o meu próprio melado, olhando para o Carlos pelo espelho.
— Olha como sua mulher está molhada — ele provocou.
Obedeci, chupando seus dedos como se fossem o pau dele, olhando para ele com submissão. O cheiro e o gosto da minha própria excitação me deixavam ainda mais envergonhada e com mais tesão
Eu estava encharcada, o banco de trás ficando úmido, meu vestido todo amassado e os seios quase para fora. A viagem até o motel pareceu eterna e, ao mesmo tempo, curta demais. Eu mal conseguia pensar direito de tanto tesão.
Chegamos ao motel. O Carlos estacionou e nós três entramos no quarto.
Havíamos combinado que Carlos não participaria, apenas na condição de observador. Ficou estabelecido que sua única intervenção ocorreria caso alguém lhe solicitasse expressamente. Fora disso, ele permaneceria apenas assistindo. Assim que entramos no quarto, Carlos sentou-se na poltrona e permaneceu observando atentamente, sem interferir, sem falar nada. Ele já abriu a calça e começou a se masturbar. De longe eu conseguia sentir o cheiro forte do pau dele, ele estava extremamente excitado.
Eu sabia exatamente qual era o meu papel agora: fazer o Marcos ser bem satisfeito. Era a primeira vez na vida que eu era exigida assim. Com o Carlos e com meu primeiro namorado, eram eles que se esforçavam para me dar prazer. Agora eu era a puta. Eu me senti desafiada a fazer meu serviço bem feito, afinal tinha sido bem remunerada para fazer sexo com ele.
Lentamente tirei meu vestido e o sutiã, sempre olhando nos olhos de Marcos. Deixei meus seios médios e firmes à mostra, bicos rosadinhos durinhos de tesão. Ele me olhou com desejo selvagem, especialmente quando viu minha penugem ruivinha. Admirou meus pelos pubianos ruivos e elogiou baixinho:
— Que buceta linda, do jeito que eu gosto … bem ruiva, nunca comi uma buceta ruivinha, você será a minha primeira vez, confesso que fiquei muito orgulhosa em ouvir isso de um homem tão experiente e exigente.
Minha buceta já era uma baba só.
Fui até Marcos, tirei o blazer dele, desabotoei sua camisa e mordi de leve um dos seus mamilos. Depois me ajoelhei diante dele. Abri o botão da calça, baixei o zíper e desci tudo. Olhei para a cueca branca esticada pela rola dura. Quando finalmente libertei o pau dele, fiquei impressionada.
Era uma rola branca, grossa, com veias marcadas e uma cabeça rosada bem grande, ligeiramente curvada para cima. Tinha um cheiro forte e delicioso de macho: mistura de sêmen seco, suor, um toque de mijo e aquele aroma característico de pau que sempre me deixou louca. Cheiro de homem de verdade.
Com os olhos semicerrados, aproximei meu rosto e comecei a chupar devagar. De joelhos, com as mãos apoiadas nas coxas dele, eu descia a boca com devoção, sentindo a grossura abrindo meus lábios, o calor pulsante na língua, o gosto salgado e marcante invadindo minha boca. Chupava com calma e profundidade, girando a língua na cabeça, lambendo toda a extensão até as bolas, sugando devagar e com as mão os masturbava. Às vezes fechava os olhos para me concentrar apenas nas sensações: o peso do pau na minha língua, a textura das veias, o cheiro forte subindo pelo nariz.
Eu imaginava o quanto aquele pau iria me dar prazer mais tarde, mas ao mesmo tempo me preocupava em ser boa o suficiente para ele. De vez em quando abria os olhos e olhava para o Carlos. Fazia um olhar misto de safada e submissa, como quem diz “estou sendo a puta que você queria ver”.
Carlos não resistiu. Depois de poucos minutos me vendo de joelhos, chupando com tanta dedicação, ele gemeu alto e gozou violentamente. Jatos grossos de porra saíram do pau dele, sujando a própria mão e a calça. Fazia tempo que eu não via ele gozar assim — me lembrou dos primeiros meses de casados.
Marcos segurou meus cabelos ruivos com firmeza e ordenou:
— Chupa. Prova o quanto você está molhando o pau de outro macho, faz isso que seu corninho gosta de ver.
Eu assim o fiz, chupando ainda mais fundo, babando bastante, determinada a dar o máximo de prazer para o homem que em poucos minutos iria me possuir. De repente, Marcos soltou um gemido rouco e forte. Senti o pau dele pulsar violentamente dentro da minha boca e, logo em seguida, um jato forte e quente de porra explodiu na minha língua.
Ele puxou o pau rapidamente para fora e deu outro jato grosso no meu rosto, escorrendo pela bochecha, passei o dedo e recolhi o sêmen e levei a boca limpando meu dedo, o sabor era incrível, primeira vez experimentando a porra de outro macho. Eu fiquei super feliz em receber aquilo. Sorri para o meu esposo, abri bem a boca mostrando o sêmen branco e grosso do Marcos acumulado na minha língua. Olhei também para Marcos, como se estivesse apresentando o que ele havia depositado em mim. Então fechei a boca, engoli tudo com prazer, sentindo aquele sabor forte e delicioso descer pela garganta. Abri a boca novamente, mostrando que havia engolido tudinho.
— Boa puta… — Marcos elogiou, passando o polegar na minha bochecha e enfiando o resto de porra na minha boca. — Engoliu tudo como uma vadia bem treinada.
Olhei para Carlos e falei com a voz rouca:
— Viu, amor? Engoli tudo do meu macho…
Carlos gemeu baixinho, masturbando-se mais rápido.
Sem perder tempo, empurrei Marcos para a cama. Ele deitou e eu terminei de despi-lo completamente. Quando ele pegou uma camisinha, eu neguei com a cabeça e disse com a voz baixa, mas decidida:
— Não vai ter camisinha. Como a boa putinha que sou, quero que meu macho tenha o melhor prazer possível. Quero sentir você inteiro dentro de mim
Tanto Marcos quanto Carlos me olharam surpresos, pois tínhamos combinado que seria tudo com proteção. Respirei fundo e expliquei meus motivos, sentindo um misto de vergonha e excitação ao falar em voz alta:
— Eu quero sentir o calor da sua pele, a textura real do pau entrando em mim. Quero sentir você pulsando, latejando e gozando dentro de mim. Quero me sentir completamente possuída, cheia, marcada por você. Camisinha tira boa parte dessa sensação….
E continuei me explicando: Eu sempre gostei de sexo cru, intenso e sem barreiras. Gosto de sentir o pau entrando quente, a pele contra pele, a textura das veias, o pulsar latejante dentro de mim. Adoro a sensação de ser completamente preenchida, de sentir o homem gozando fundo, me marcando por dentro. Isso me dá um tesão absurdo — a ideia de ser usada de verdade, de me entregar sem proteção, de sentir o risco e a intimidade máxima. Camisinha sempre tirou um pouco dessa emoção pra mim. Hoje eu quero dar o máximo de prazer possível pro meu macho. Quero que você sinta minha buceta quente e molhada apertando você sem nada no meio, como puta, quero dar o melhor prazer pro meu macho… e quero sentir tudo.
Marcos sorriu com desejo e falou:
— Então você realmente quer ser minha puta hoje, né?
— Quero — respondi olhando nos olhos dele. — Quero sentir você gozando dentro de mim.
Carlos apenas respirou fundo, visivelmente excitado com a minha decisão
Subi em cima dele e comecei a esfregar o pau dele, ainda babado de porra, na entrada da minha bucetinha rosada. Fiquei sarrando devagar, passando a cabeça grossa entre meus lábios molhados por uns cinco minutos, provocando nós três. Finalmente, comecei a descer.
Senti a cabeça do pau dele me abrindo bem devagar. Fui subindo e descendo aos poucos, me acostumando com a grossura, sentindo cada centímetro me invadindo. Até que finalmente engoli toda aquela rola deliciosa, que tocou no fundo do meu útero causando ao mesmo tempo uma dorzinha e prazer.
— Ai, que buceta apertada… — Marcos gemeu, apertando meus quadris. — Isso, senta gostoso no pau do seu macho.
Comecei a cavalgar de frente para ele. Rebolava devagar, depois mais rápido, subindo e descendo com movimentos firmes. Meus seios balançavam no ritmo. Marcos os apertava com força e dava belisquinhos nos meus bicos rosadinhos, fazendo eu morder o lábio para me controlar.
Carlos, da poltrona, não aguentava mais:
— Porra, Laura… você está tão safada…
Eu olhei para ele com um sorriso safado e respondi:
— Tá gostando de ver sua mulher sendo puta de verdade, amor?
Marcos segurou minha cintura com mais força e ordenou:
— Rebola mais, vadia. Quero sentir essa buceta ruiva me ordenhando.
Eu obedeci, alternando entre cavalgar forte e esfregar meu grelo na pélvis dele, girando os quadris de forma que minha buceta massageasse toda a extensão do pau dele. O barulho molhado ecoava no quarto. Eu me concentrava em dar prazer a ele, apertando a buceta no ritmo certo, rebolando gostoso, usando todo meu corpo para servi-lo.
Marcos gemeu mais alto:
— Isso… boa puta. Continua assim, que não estou mais aguentado estou quase gozando.
Sai de cima dele antes que isso acontecesse e disse:
— Negativo, quero te dar ainda mais prazer, agora de 4.
Eu me posicionei na ponta da cama empinando minha bunda deixando a mostra minha xaninha já inchada e vermelha e meu cuzinho, ele ficou em pé, e encostou a cabeça do pau na minha buceta comecei a fazer o vai e vem no ritmo gostoso, empinando e recuando contra ele e para meu marido ver, fazendo o pau grosso entrar e sair da minha buceta. Rebolava devagar, depois mais rápido e depois mais devagar, controlando o movimento com minha bunda, eu o sentia passar o dedo nas pregas do meu cuzinho, ora enfiava um pouco e tirava
— Você gosta de bater na bunda? — perguntei, ofegante.
— Gosto muito — respondeu Marcos com a voz rouca.
— Então bate… bate em mim — pedi, quase implorando.
Marcos não hesitou. Deu uma tapa firme na minha bunda direita, creio ficou as marcas da mão dele na minha pele rosada, depois na esquerda. O som ecoou no quarto e a ardência gostosa se espalhou pela minha pele. Eu gemi baixo e continuei rebolando, empinando mais.
— Mais forte… — pedi.
Ele deu tapas mais fortes, alternando entre as duas bandas, deixando minha bunda vermelha. Cada tapa me fazia apertar a buceta em volta do pau dele.
Eu continuei fazendo o vai e vem, fodendo ele com minha buceta enquanto ele ficava de pé. Depois de alguns tapas, pedi novamente, com a voz manhosa:
— Você quer puxar meu cabelo?
— Quero — respondeu ele imediatamente.
— Então puxa… me usa como sua puta.
Marcos enroscou minha longa cabeleira ruiva na mão e puxou com firmeza, arqueando minhas costas. Isso me deixou ainda mais exposta. Ele começou a meter com mais força, combinando com meus movimentos. O som molhado da minha buceta ecoava junto com o barulho dos tapas.
— Isso… sou sua puta — murmurei, rebolando mais gostoso. — Puxa meu cabelo, bate na minha bunda… me fode como quiser.
Carlos, da poltrona, respirava pesado e falou quase gemendo:
— Laura… você está tão safada…
Eu olhei para ele com o rosto corado e respondi:
— É porque agora eu sou puta dele, amor… e estou adorando.
Marcos puxou meu cabelo mais forte, deu outro tapa forte e rosnou:
— Isso mesmo. Essa bunda e essa buceta ruiva agora são minhas.
Agora Marcos não se satisfazia mais somente com meus movimentos de vai e vem e finalmente ele tomou controle da penetração, com uma perna em cima da cama e a outra no chão, ele começo a meter forte e aumentando a velocidade da estocada e indo mais fundo que podia, sentia as bolas do saco batendo no meu grelo, que aumentava em muito meu prazer, ele meteu fundo algumas vezes e o nosso prazer estava quase chegando ao máximo da nossa resistência.
Marcos puxou meu cabelo com mais força, arqueando minhas costas enquanto metia fundo e ritmado. Cada estocada fazia minhas bandas da bunda balançarem e o som molhado da minha buceta encher o quarto. Eu rebolava para trás, apertando-o lá dentro, determinada a tirar o máximo de prazer dele.
De repente, ele cravou os dedos na minha cintura com força e rosnou:
— Vou gozar… vou encher essa buceta de puta!
Senti o pau dele inchar ainda mais dentro de mim, ficando ainda mais grosso e rígido. Ele deu mais três estocadas profundas e parou completamente enterrado, pressionando o corpo contra minha bunda.
Então veio o gozo dele, acompanhado de uma a gemida gutural e alta.
O primeiro jato foi forte, quente e abundante, explodindo bem no fundo da minha buceta, diretamente contra o meu útero. Senti cada pulsação poderosa do pau dele, como se estivesse bombeando porra quente e grossa em jatos longos e ritmados. Vieram jato atrás de jato — muitos, fortes e volumosos. O calor era impressionante, a pressão dentro de mim aumentava a cada descarga, me enchendo completamente. Dava para sentir o sêmen dele transbordando ao redor do pau, escorrendo quente pelas minhas coxas.
Foi exatamente nesse momento — ao sentir Marcos gozando dentro de mim, me marcando, me enchendo — que eu gozei de forma extraordinária.
Um orgasmo avassalador me atravessou como uma explosão. Começou bem no fundo da minha buceta, onde o pau dele pulsava, e se espalhou como uma onda quente por todo o meu corpo. Minhas paredes internas apertaram o pau dele em espasmos violentos e ritmados, como se quisessem sugar cada gota. Minhas pernas tremeram descontroladamente, os joelhos quase falharam. Um calor intenso subiu pela minha barriga, chegou aos seios e explodiu na cabeça, fazendo minha visão ficar turva por alguns segundos.
Senti um jato quente e forte escapar da minha buceta, molhando minhas cozas e o chão do quarto. Meu corpo inteiro convulsionava. Meus dedos se fecharam com força no lençol, eu mordi o tecido para abafar um gemido longo e profundo que escapou mesmo eu tentando me controlar, o que era impossível de segurar. O prazer era tão intenso que parecia que meu corpo inteiro estava derretendo. Ondas e ondas de orgasmo me atravessavam, sincronizadas com cada jato de porra que Marcos soltava dentro de mim. Foi um orgasmo longo, profundo e quase doloroso de tão bom — muito mais forte do que qualquer coisa que eu já tinha sentido na vida.
Quando o clímax finalmente começou a diminuir, eu ainda tremia inteira, ofegante, com a bunda empinada e a buceta latejando ritmadamente em volta do pau dele, que agora já não estava tão duro e começara amolecer dentro de mim, da minha xaninha judiada, estava escorrendo uma mistura grossa de porra e meus fluidos pela coxa.
Marcos deu um tapa final na minha bunda vermelha e falou satisfeito, ainda dentro de mim:
— Porra… que buceta gulosa. Você gozou gostoso pra mim, né, puta?
Eu, ainda recuperando o fôlego, respondi com a voz fraca e submissa:
— Gozei muito… gozei como nunca… senti você gozando dentro de mim e não aguentei…
Quando ele saiu de mim, um fio grosso e branco de sêmen escorreu lentamente pela minha coxa. Ainda tremendo, me virei de quatro e limpei o pau dele com a boca, chupando com carinho até deixar tudo impecável.
Marcos foi até a cabeceira da cama e se sentou encostado nela, relaxado e satisfeito. Eu, ainda em êxtase, instintivamente deitei de costas no meio da cama e abri bem as pernas, exibindo o estrago que ele havia feito em mim para o meu marido. Minha buceta estava inchada, vermelha e brilhando, com os lábios abertos e o sêmen grosso de Marcos escorrendo devagar pela entrada.
Carlos olhou fixamente para minha boceta gozada e, com a voz baixa e humilde, falou para Marcos:
— O combinado era só assistir…, mas eu… eu quero chupar ela. Por favor. Eu quero limpar a porra que você deixou nela.
Marcos abriu um sorriso largo de satisfação e autoridade:
— Pode ir, corno. Chupa a buceta da sua mulher que eu acabei de foder.
Carlos se aproximou rapidamente, deitou entre as minhas pernas e grudou a boca na minha buceta. Ele começou a chupar com um tesão que eu nunca tinha feito comigo antes. Lambeu todo o sêmen que escorria, enfiou a língua fundo, sugando, fazendo barulhos molhados e obscenos. Ele se masturbava com uma mão enquanto me devorava.
— Porra… que delícia… buceta cheia de porra de outro macho… — murmurava ele entre lambidas, quase sem nexo. — Tá tão quente… tão cheia… que gostoso te chupar depois dele gozado dentro…
Eu fiquei surpresa com a atitude do meu marido. Nunca imaginei que ele fosse tão submisso e excitado assim. Ainda estava me recuperando do orgasmo anterior quando senti sua língua trabalhando no meu clitóris inchado.
O prazer feminino de ser chupada é completamente diferente de ser fodida. É mais lento, mais quente, mais íntimo. A língua dele era macia, quente e molhada, circulando meu grelo com precisão, depois descendo para sugar os lábios e voltar. Cada sucção enviava ondas de prazer direto para o meu ventre. Meu corpo ainda sensível do orgasmo anterior reagiu rápido. Senti um segundo orgasmo se formando — diferente do primeiro. Esse foi mais quente, mais profundo, mais “derretido”. Começou como uma bola de fogo no baixo ventre e se espalhou devagar, fazendo minhas pernas tremerem e minha barriga contrair. Quando gozei, foi um orgasmo longo, pulsante e molhado. Soltei um gemido alto e involuntário, segurei a cabeça dele contra mim enquanto minha buceta pulsava na boca dele. Foi incrivelmente gostoso.
Pela primeira vez desde que nos casamos, meu marido conseguiu me fazer gozar só com a boca.
Carlos também não aguentou. Enquanto me chupava, ele se masturbava freneticamente e gozou pela segunda vez, jorrando porra na própria mão e no lençol.
Quando ele terminou, eu o puxei para cima e dei um beijo profundo na boca dele. Senti o sabor da minha própria buceta misturado com o sêmen forte de Marcos na língua do meu marido. Foi um beijo sujo, intenso e carregado de tesão.
Marcos, ainda sentado na cabeceira, observava tudo com um sorriso dominador e disse:
— Eu paguei caro por você, Laura. E eu vou querer prazer de todas as formas que eu desejar. Do jeito que eu quiser,
Ele pegou o celular calmamente e começou a fazer uma ligação. Colocou no viva-voz:
— Ei, Rodrigo… tô aqui com uma puta ruiva muito gostosa. Quer vir pra cá? Ela tá bem cheia e ainda quer mais…, já paguei para ela e quero dividir com você
Eu e Carlos ficamos sem reação, olhando um para o outro. Meu coração acelerou. No fundo, uma fantasia antiga minha — transar com mais de um homem ao mesmo tempo, mas vou continuar essa parte em outra oportunidade, mas adianto que teve sexo anal, dp e gozadas gostosa na minha boca. Rsrsrsrsrsrs.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


245491 - Noite de Núpcias em Nós de Dor e Prazer: O Primeira Anal da Oriental Submissa - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 7
245037 - MINHA PRIMEIRA VEZ ORGASMOS NA PRAIA NUDISTA COM UM ESTRANHO NA FRENTE DO MEU MARIDO parte final - Categoria: Cuckold - Votos: 5
244817 - MINHA PRIMEIRA VEZ : 5 ORGASMOS NA PRAIA NUDISTA COM O PAU DO ESTRANHO NA FRENTE DO MEU MARIDO - Categoria: Cuckold - Votos: 14

Ficha do conto

Foto Perfil markao68
markao68

Nome do conto:
De Esposa Fiel a Puta Paga

Codigo do conto:
266954

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
12/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0