Juliana, sobrinha cadela desde sempre.


Quando conheci minha esposa Juliana era bem novinha e já demostrava muito sapeca e divertida. Desde que comecei a frequentar sua casa me pedia para andar de moto com ela sempre que chegava em sua casa, sem falhar, eu achava estranho pois ela me abraçava por trás e encostava seus peitinhos pontudos em minhas costas e apertava, eu nunca tive malícia com ela, mas conforme seus seios iam crescendo ela os apertava cada vez mais, eu ia em sua casa umas 4 vezes por ano, então dava para perceber a diferença de tamanho dos seios, até que seus seios estivessem bem grandes e pontudos, parecendo duas pêras grandes, não levou muito tempo.
Uma vez chegamos em sua casa e ela não estava, tinha ido almoçar na casa do namorado, e já estavam namorando a uns 3 meses. Logo já imaginei que estava naquela fase de molhar a calcinha.
Como iríamos almoçar e ficar a tarde toda na casa da minha cunhada, logo depois do almoço deu aquela lezera e minha cunhada me ofereceu o quarto da Juliana pra eu dar uma dormidinha.
Entrei no quarto e logo senti cheiro de buceta novinha, tinha um sexto de roupa suja e ali dentro algumas de suas calcinhas. Tinha de renda, pequenas, de algodão mais comportadas e duas mais daquelas que ficam socadinhas na raba.
Cheirei e lambi todas, inclusive uma ainda úmida de sua bucetinha, essa lambi, bati uma punheta e gozei bem no fundinho, deixei toda melada, limpei meu pau nela e a coloquei no sexto novamente.
Antes de dormir dei mais uma bisbilhotada e encontrei seu diário.
Noooooosssaaa!!! Tudo que eu queria.

Comecei a ler desde o início, coisas do dia a dia, relatou quando entrei em sua vida e ela declarando de forma singela e infantil o quanto ela gostou do tio de moto.
Ali estava escrito o meu tratamento carinhoso com ela e o quanto ela me admirava, as vezes que eu a levei pra sorveteria e as brincadeiras que eu fazia com ela.
Coisas da escola, amigas amigos, mãe e pai, vizinhos e novamente eu, e nossos passeios de moto, novamente amigas, novas amigas, novos amigos de escola e novamente eu e nossos passeios de moto mas agora com uma diferença, pela primeira vez ela sentiu um calor subindo de suas entranhas ao colar seus seios nas minhas costas e isso a fez se sentir confusa, disse que sentia uns calafrios ao sentir seus seios em minhas costas e queria continuar sentindo esses calafrios. (Agora entendi porque adorava andar de moto comigo)
Estava relatado ali sua primeira experiência de masturbacao, como suas amigas a influenciaram e ensinaram ela como fazer para sentir um prazer mais intenso, ela relatou que suas amigas se penetravam com cabos de escova e frascos de desodorante, mas ela não tinha essa coragem pois era virgem então penetrava seu cuzinho e relatou a primeira vez que sentiu tesão penetrando um dedo no cuzinho.
Relatou que teve uma vez que o tio acelerou mais a moto e ela teve que grudar mais seus peitos em minhas costas e sentiu tanto tesão que pela primeira vez melou a calcinha esfregando os peitos no tio, teve que chegar do passeio e correr pro quarto para esfregar sua bucetinha e socar dois dedinhos no cu para gozar pensando no tio da moto.
Fui sentindo um tesão descomunal em minha sobrinha, meu pau ficou durão dentro da calça, tirei novamente e comecei a bater uma punheta gostosa quando ouvi sua voz lá fora, fechei o diário, guardei o pau duro e deitei em sua cama de barriga pra cima, olhos entre abertos, fingindo dormir e ela entrou devagar em seu quarto pra não acordar o tio e deu de cara com o volume do meu pau duro dentro da calça, ela congelou e não conseguiu tirar o olho. Serrou a boca e passou a língua nos lábios de forma nervosa, mas evidenciando que ela já chupou um pau e teve essa reação de forma instintiva. Sem tirar os olhos do meu volume, foi saindo e fechou a porta. Levantei rápido, peguei novamente seu diário e continuei lendo até o final e descobri como ela conheceu seu atual namoradinho da época e como eles estavam se descobrindo sexualmente… ela adorava receber carinho no cu e morria de medo de perder a virgindade pois não queria decepcionar a mãe e o maior medo era engravidar, então como ela tinha muito tesão no cu eles estavam programando um dia pra ele a penetrar o pau (que ela mediu e tinha 15cm) ela relatou que achava seu pau enorme e tinha medo de doer. Imagina o que ela estava pensando naquele momento depois de ter visto um volume de 22cm e bem grosso??
Depois de ler todo o diário e saber de seu tesão pelo tio da moto. Saí do quarto fingindo ter acabado de acordar e a cumprimentei dando um beijo no rosto e um abraço apertado, a fazendo sentir o meu volume em suas pernas de forma bem discreta ao ponto de minha cunhada e esposa não perceberem, mas ela percebeu e sentiu, pois seu rosto ficou vermelho e logo ela foi pro seu quarto. Como minha cunhada era confeiteira e elas ficavam na cozinha industrial lá fora, eu disse que iria assistir um filme na sala. As duas ficaram na cozinha eu liguei a tv e fui pra porta do quarto da Juliana espiar pelo buraco da fechadura e o que eu vi foi um espetáculo. Ela estava deitada na cama, pelada, de pernas abertas, esfregando seu clítoris com uma mão e a outra por baixo enfiando dois dedos no cuzinho e rebolando já chegando ao orgasmo, ela gemia baixo e rebolava intensamente esfregando seu clítoris, rápido e socando os dedos conforme seu rebolado permitia ela penetrar os dois dedos profundamente… ela se tremeu inteira, esfregava o clítoris de forma intermitente conforme o gozo latejava… e eu com os olhos grudados no buraco da fechadura vendo tudo aquilo, lembra da calcinha dela que eu havia gozado? Estava ao lado dela, bem provável que havia sugado toda minha porra. Meu pau latejava dentro da calça e estava todo babado, precisava gozar. Gritei da janela para minha esposa e ela veio sem imaginar o que tava por vir, entrei no quarto da minha cunhada e a chamei ali…ela entrou com cara de preocupada sem saber o que estava acontecendo, quando baixei minha calça mostrei meu pau babado ela se assuntou sorrindo, eu segurei em sua cabeça e pedi pra ela engolir meu pau, como ela adorava essas minha fantasias ajoelhou e caiu de boca e mamou até eu descarregar toda minha porra em sua garganta que engoliu até a última gota e limpou meu pau como sempre fazia. Saiu do quarto sorrindo e feliz em me satisfazer sem imaginar que todo aquele tesão tinha sido provocado pela sua sobrinha novinha e safada.
Aquele dia acabou, fomos pra casa mas marcamos de nos ver logo na próxima semana.
Chegamos no outro fim de semana e minha sobrinha veio pedir pra andar de moto, mas agora eu sabia de seu tesão por mim e novamente disse pra ela se segurar e fui dar uma voltinha bem de vagar para curtir aqueles peitos. Ela esfregava aqueles peitos pontudos a cada curva, a cada freada, em cada acelerada e meu pau já estava estourando dentro da calça e sabia que ela tbm já devia estar com tesão pois já estava esfregando seus peitos em mim sem nenhuma cerimônia, então peguei suas mãos e coloquei dentro do bolso da minha blusa de moletom e meu pau já estava ali pois já tinha tirado pra fora e colocado minha blusa por cima, ela o segurou com as duas mãos hesitantes mas não soltou, ela o acariciou e apertou, passou sua mão de cima a baixo me fazendo ter a nítida impressão que ela estava o comparando com a do seu namorado, logo ela o pegou com uma das mãos e começou a bater uma punheta de leve, única coisa separando era o fino tecido da blusa de moletom. Sentei de lado na moto, e tirei meu pau de baixo da blusa e apresentei meu pau nu pra ela, de olhos arregalados ela pegou nele com sua mãozinha enquanto eu pilotava a moto pela lateral da BR onde estávamos, soja de um lado, soja do outro, sem ninguém por perto. Parei a moto em uma estrada vazia, e ela continuou batendo vendo o pau babar o pré gozo e olhando pra mim e pro pau ao mesmo tempo.
- quer mamar?
- Um hum…
Então desci da moto, fiquei em pé, ela se ajoelhou e colocou a cabeça que mau cabia em sua boquinha pequena e inexperiente. Passava a língua de forma tímida e voltava a chupar. Ela não cansava de passar a mao de cima em baixo o medindo, então coloquei ela pra chupar meu saco e repousei meu pau em seu rosto que atravessou desde o queixo até o final da testa e cabelo.
Eu balançava o pau e batia ele em seu rosto, ela sorria lambia e voltava a chupar o saco de forma tímida, eu ia a loucura. Ela tentava colocar a cabeça toda em sua boca e engasgava.
- o que vc quer?
- Ver seu gozo.
- Quer minha porra?
- Quero.
- O que vai fazer?
Ela batendo uma punheta o olhando fixamente.
- Ainda não sei.
- Já gozaram em sua boca?
- Não.
- Não sabe o gosto?
- Não, sempre peço pro meu namorado mas ele tem nojo e nunca fez.
- Então mama minha cadelinha que vou encher sua boquinha.
- Titio vai ser o primeiro a gozar na sua boquinha.
Ela colocou a cabeça na boca e fez um vai e vem longo e incrível e não aguentei e gozei, gozei gemendo e urrando, gozei tudo dentro da sua boca e ela derramou pela lateral tentando engolir e de forma urgente lambeu seus dedos e punhos juntando a porra que estava perdendo pela lateral da boca e voltou a chupar e engolir minha porra até estar tudo limpinho. Ficou em pé sorrindo com a boca melada, olhou no espelhinho da moto, deu aquela juntada de porra no rosto, lambendo os dedos, se limpando como pode, fomos pra sua casa.
Teve uma outra vez que estava bem frio que chegamos em sua casa e depois do almoço todos fomos pro sofá assistir um filme, nessa época ela ja tava maiorzinha e eu já havia gozado várias vezes em sua boquinha e mamado muitas vezes seus peitos, mas ainda não a tinha penetrado, só brincadeiras e gozadas na boca, nunca havia se quer a chupado a bucetinha, só seus peitos lindos, inclusive ela estava aprendendo a gozar só na mamada em seus peitos, então já tínhamos muita intimidade.
Nos aconchegamos no sofá, eu ela, minha esposa e minha cunhada. Juliana já disse, quero ficar do lado do tio, e veio, se abraçou em mim, minha esposa do meu outro lado, ela já se ajeitou de uma forma que podia acariciar meu pau e eu podia com minha mão direita acessar, peitos, barriga, buceta, pernas e bunda. Lá pro meio do filme, depois de já ter comido a pipoca minha esposa estava com total atenção no filme, minha cunhada capotada dormindo e Juliana, segurando meu pau por baixo das cobertas que já estava pulsante.
Desci minha mão por sua barriga entrei por baixo de sua calcinha e toquei em seu clítoris que estava duro e buceta totalmente melada, calcinha tava escorrendo evidenciando que ela adorava aquela sensação de perigo, de algo proibido. Não pude tocar mais pois tava muito melada e fazia aquele barulho característico de carne molhada e minha esposa poderia ouvir e dar uma merda gigante, então só coloquei o dedinho no clitoris e masturbei até ela tremer e gozar enquanto fingia dormir.
Teve uma vez que elas vieram até minha casa e na hora de irem embora ela pediu pra dormir lá em casa, pois iria ter luta na tv e ela queria assistir com o tio… e pra minha felicidade, minha cunhada deixou com a promessa que a levaria no dia seguinte.
Nem assisti a luta, assisti ela tentando engolir meu pau na sala enquanto ouvíamos a respiração profunda e um leve ronco de minha esposa no quarto ao lado que evidenciava seu sono profundo. Nesse dia pela primeira vez, ela sentou seu cuzinho no meu pau, eu sentei no braço do sofá e ela de pé colocou as duas mãos pra trás e foi ajeitando meu pau em seu cu e ela mesmo foi controlando a penetração… ofegando, sentando e gemendo a cada centímetro que entrava.
- ai que grosso tio
- Vai de vagar minha cadelinha
- É bem mais grosso que do Eduardo
Ela tirava mamava, cuspia na cabeça e tentava penetrar novamente… que delícia, que cu apertado, aquela novinha sentando em meu pau com aquela bunda perfeita, peitos lindos pontudos e perfeitos, cabelos pretos, longo e liso contrastando com sua pele branquinha, sentando e gemendo, entrava até a metade mas parecia que ela queria sentir ele inteiro até que conseguiu, sentou nele inteiro, eu estava sentindo seu anelzinho na base do meu pau eu adoro isso, ela jogou os braços pra trás e segurou meus cabelos colocou sua orelhinha na minha boca, e eu amassando seus peitos lindos disse:
- você conseguiu sentar sua puta.
- Ai que delícia tio eu desejei isso desde que vi seu pau pela primeira vez.
- Rebola gostosa, aproveita.
Ela rebolava de vagar e cavalgava lentamente eu sentia seu cu subir e descer no meu pau, da cebeça até o talo.
Ela começou a tremer, tremer e pular com mais força e mais rápido no meu pau e engasgando com sua respiração, rebolando fortemente, segurando em minha cabeça e dizendo na minha orelha que iria gozar e parecendo que levou um choque elétrico, saiu de cima do meu pau, se jogou no sofá com a mão na xoxota se contraindo e se debatendo, respirando com sofreguidão com a boca aberta como se estivesse sentindo muita dor, com prazer intenso e contrações musculares fortíssimas que dava para ver os músculos de seu corpo se contraindo num orgasmo fortíssimo, menina novinha como era e já gozava daquela forma. Que incrível.
Depois que passou aquele incrível orgasmo ela se levantou e disse cochichando em meu ouvido:
- nunca tive um orgasmo tão forte assim, todos são maravilhosos, mas nunca um tão forte como esse foi. Esgotou todas as minhas forças. Posso mamar pra te fazer gozar?
- Não!!
- Fica deitadinho de ladinho que vou comer seu cu guloso até eu gozar.
- Fiquei de joelho no sofá, soquei o pau em seu cu guloso e comecei a socar de vagar, tirando e colocando meu pau em seu cu. Sentia de vagar seu anelzinho de couro percorrer deliciosamente todo o meu pau, quando eu tirava o pau ele vinha trazendo a pele do seu cu em volta do meu pau, quando eu empurrava entrada a pele e suas nadegas fazia um movimento de entrar que me dava muito tesão. Anunciei que iria gozar e ela implorou pra eu gozar em sua boquinha, ela queria muito engolir meu leite como sempre fazia, mas eu disse que queria gozar em seu cu e assim o fiz, soquei mais rápido usando seu cu como se fosse uma buceta e soquei no fundo segurei e gozei…ahhhh que delícia de cu, gozei golfadas de porra.
Fiquei deslizando meu pau em seu cu sentindo meu pau mergulhado em porra. Fui pro banheiro tomar um banho com ela, vazou muita porra. Mamei seus peitos lindos e perfeitos e dedilhei aquele bucetinha virgem, mas ela tava muito sensível e pediu pra eu parar. Fomos dormir.
Hoje ela tem 38 anos casada e com filhos, e transamos todas as vezes que nos encontramos, inclusive temos a desconfiança que seu primeiro filho seja meu, mas nunca fizemos DNA. Ela se tornou uma mulher muito gostosa e sensual, sei que ela dá suas puladas de cerca com outros machos, ela já me disse.
Seu marido jura que ele foi o primeiro homem de sua vida, minha cunhada abre a boca de orgulho dizendo que a Juliana casou virgem, que é uma verdade, SQN…rs
Não tenho foto dela da época. Mas achei essas na internet que são muito, muito parecidas com Juliana.
Votem e até o próximo.

Foto 1 do Conto erotico: Juliana, sobrinha cadela desde sempre.

Foto 2 do Conto erotico: Juliana, sobrinha cadela desde sempre.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico adestradordecadelas

Nome do conto:
Juliana, sobrinha cadela desde sempre.

Codigo do conto:
266995

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
13/07/2026

Quant.de Votos:
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