Olá gente. Meu nome é Maju, tenho 48 anos e sou casada com o Lino, que tem 53 anos. Temos um casal de filhos que já não moram mais com a gente. Sou baixinha e branquinha, com 1:59m de altura, um corpo natural e sem academia. Meu marido diz que sou uma falsa magra, tenho seios opulentos e uma bundinha bem avantajada. Já ele é magro, calvo, bem normal. Como eu estava contando no conto anterior, um amigo dele que é solteiro e mora sozinho, ficou internado e depois precisou passar um tempo com a gente pois não tinha quem cuidasse dele, pois não tinha familiares próximos. O nome dele é Nelson. A gente acho que não se deu conta logo de cara mas a vinda do Nelson mexeu com nossos hormônios e começamos a fazer sexo de forma mais intensa, mesmo com ele no quarto ao lado. Com o tempo, a coisa foi ficando cada vez mais escandalosa. Eu acho que nem eu nem meu marido estava pensando em fazer nada de anormal, mas saber que tinha alguém na parede atrás da gente que poderia estar ouvindo a gente gemer, parece que despertou um demoninho em nós, uma vontadezinha de provocar, ir além. No primeiro momento, nem foi exibicionismo, nem nada disso, eu continuei a se vestir normal, com cuidado, mas quando a gente entrava no quarto, puta que o pariu, parecia que perdíamos o controle. Aliás, acho que preciso explicar que nunca pensamos em abrir o casamento, essas coisas, mas eu sempre fui meio exibicionista e o Lino sempre gostou disso também, sempre gostou de me exibir. Nada forçado, apenas de vez em quando a gente gostava de dar uns beijos mais picantes em público, além do que ele sempre me incentivou a usar roupas curtas, me presenteando com vestidos, calças, leggings, shorts, camisolas que evidenciassem as minhas curvas. Mas preciso contar pra você que teve uma vez, faz uns 25 anos, que aconteceu uma coisa inesperada. A gente tinha o costume de deixar uma vez por mês as crianças na casa da minha sogra ou da minha mãe, meio que revezando entre elas. Aí a gente fazia o que desse na telha, ia no cinema, em algum motel, jantar fora, até fazer um bate e volta na praia. Uma vez fomos num restaurante e tomamos vinho. Quando bebo, fico "altinha" fácil e aí me torno mais tarada do que já sou, quase uma ninfomaníaca kkk. Era um sábado à noite e na hora de volta, não estava muito tarde e ele saiu com o carro andando devagar por umas ruas perto da Amaral Gurgel, em São Paulo. Pra quem não sabe, nessa região ficavam (ou ficam), pois não sei mais, pois mudamos de São Paulo faz bastante tempo), algumas "meninas" oferecendo seus serviços. A gente tinha o costume de às vezes passar ali sem estar procurando, apenas por curiosidade e comentar sobre as roupas minúsculas que as meninas usavam. Foi assim que passamos por algumas ruas sem nenhum interesse específico, apenas para observar o movimento. Foi então que ele virou uma rua e essa era diferente, pois tinha uns "meninos". Ele estava andando devagar, até porque tinha muito carro em fila dupla. Aí, teve uma hora que passou por um rapaz muito bonito, que impressionava mesmo. Ele estava de calça bem apertada e uma camiseta que marcava bem o seu corpo magro, mas musculoso. Talvez porque eu estivesse "levinha" de mais e no nível hard de sem noção, pedi para ele parar, dar uma rézinha e perguntei pro rapaz quanto era e "como fazia". Era pra ser só uma brincadeira. O rapaz foi bem prestativo, paciente e educado, respondeu direitinho as perguntas que fiz e eu toda acesa, mas ainda me contendo, virei pro meu marido e ia falar pra gente já ir embora, já tinha matado a minha curiosidade. Quando coloquei a mão na coxa, senti o volume e olhei. Apesar da luz que iluminava dentro do carro ser fraca, deu pra perceber que ele estava de pau super duro, então perguntei: _ Que foi? Ele, todo sem graça, só respondeu "nada" quase gaguejando. O rapaz percebeu a nossa indecisão, acho que sabia que ali estava um casal inexperiente e aproveitou e foi vendendo seu peixe, sem dar muita margem pra gente raciocinar: _ Se vocês quiserem pensar, podem dar uma voltinha pelo quarteirão, mas não garanto de estar aqui. Mas não posso ficar aqui na dúvida, entendeu? Experimenta, vai. Vocês são um casal bonito, garanto que vão gostar e vou cuidar direitinho de vocês, só vamos avançar até aonde vocês permitir. A situação era muito nova pra nós dois. Como já falei, sou tarada demais, e não estava aguentando mais a febre que estava tomando conta do meu corpo, passei a mão na coxa dele e apertei seu pau, que vibrou na minha mão. Então virei pro rapaz e falei. Entra aí. Vai, amor, destrava pra ele, e o rapaz abriu a porta mas ficou no meio termo. Então falou: _ Para onde nós vamos? O que vocês pretendem? Lino estava perdidinho e eu também. Virei pro rapaz e perguntei: _ Moço, o que o senhor indica? Podemos ir num motel? _ Podemos. Mas precisamos acertar agora o que vamos fazer. O que vocês querem? Eu tinha virado pra ele, então olhei de volta pro meu marido, que estava parado, como se fosse uma estátua. Eu não sabia o que queria, na verdade. Quer dizer, eu sabia mas não tive coragem de dizer. Ficou um silêncio pesado dentro do carro. Nisso o Lino falou com a voz baixa, como se estivesse assumindo uma culpa: _ Faz, quer dizer, ah, faz o que você quiser. Quase não acreditando no que acabei de ouvir, virei pro rapaz: _ Quanto é, tipo só comigo? Pode ser desse jeito, amor? Ele deu o preço, explicou que a gente também pagaria o motel e falou que era um prazo de duas horas. O Lino estava agoniado, só queria que ele entrasse no carro. O rapaz entrou e se apresentou. Disse que se chamava Bob. Assim que ele entrou, contei o que tinha e pedi mais um dinheiro pro Lino, que pegou an carteira e me deu e eu entreguei ao rapaz, que contou por alto. Então meu marido arrancou com o carro, quase cantando pneu, pois estava agoniado de ficar ali parado. Por um momento ficou um silêncio no carro e eu olhei de lado, só pra ver a cara do Lino, que olhava fixo pra frente, com a cara fechada. Coloquei a mão na coxa dele, e seu pau continuava mega duro. Me virei e olhei o Bob, que estava acomodado bem no meio do banco de trás. Sorri sem graça. _ Desculpe, moço. É a primeira vez. _ Tudo bem, entendo vocês. Mas vai ser bom. _ Não sei nem como, como... você acho que entende, né? _ Como o quê, Maju? _Como fazer, como me comportar, essas coisas. _ Se quiser, você pode vir aqui comigo um pouquinho. Olhei pro Lino, que continuava com o pescoço duro, só olhando pra frente. _ Posso, amor? _ Claro. Quer dizer, você que sabe. A forma rápida como respondeu foi bem direta, mesmo ele tentando corrigir depois. Eu nem perdi tempo, passei pro banco de trás com o carro andando e me sentei ao lado do Bob. Ele me pegou pelo ombro e me puxou, queria me dar um beijo. Fiquei sem graça, e acabei fazendo a pergunta mais besta pro meu marido: _ Amor, posso beijar ele, você não liga? O Lino estava tesudaço mas ainda tentando resistir e operar no modo machão, tanto que falou quase gritando: _ Você que sabe,,amor, você que sabe. Entendi que agora eu estava no domínio da situação. Então assumi minha condição e comecei a beijar o Bob sem nem me incomodar com o barulho de nossas bocas. Ele já foi descendo uma das mãos e segurou meu seio, dando umas apertadinhas. Sinalizei que tinha gostado da pegada e ele desceu até minhas coxas. Eu estava com uma bata indiana e foi facinho pra ele entrar com as mãos por baixo e já começar a esfregar o dedo na minha xereca. Como nosso carro tinha insufilme, fiquei muito à vontade e logo os meus seios já estava pra fora e o garotão chupando como se fosse manga tirada do pé. Tirei o pau dele pra fora e comecei a punhetar ele, depois abaixei e comecei a mamar com vontade. Era um pauzão de responsa, com mais ou menos uns 18 cm de comprimento e bem grosso. Fiquei entretida com aquela senhora ferramenta por um bom tempo e ele dedilhando meu cuzinho e minha boceta, pois eu estava de 4 no carro. Até tinha esquecido do maridão. Quando vi que o Bob estava ameaçando gozar, dei uma paradinha e subi pra beijar ele com vontade, então ele foi me puxando pra sentar no seu colo. Perguntei se ele tinha camisinha e ele puxou do bolso e perguntou pra mim se eu queria colocar. Falei pra ele que não tinha muita prática, que era melhor ele mesmo colocar. Ele calçou o bicho enquanto eu consegui me livrar da calcinha, então levantei o tecido e fui me ajeitando sobre o colo dele, até que me sentei na verga e desci devagar, mas com gosto. Se você ainda não trepou assim e tiver oportunidade, faça isso, é uma maravilha. Dá pra ver estrelinhas no céu de tão gostoso que é, ver o carro deslizando no asfalto e e você ali, uma vara de responsa te preenchendo, uma boca chupando suas tetas com sede e o maridão dirigindo com todo cuidado para não estragar seu delírio. Quando vi estava numa via mais movimentada, com as luzes da rua entrando e saindo de dentro do carro, era a Marginal Pinheiros e eu ali, montada como se fosse uma criança brincando. O corninho do meu marido dirigindo em silêncio e o Bob me controlando minhas quicadas em cima daquele pau delicioso. Minha xaninha gritava de prazer. A vontade de gozar veio dominando e então eu explodi por dentro, gemendo alto e com vontade. O Bob me segurava pela cintura com força e eu fiquei ali, curtindo aquilo como se estivesse na Disney. Como eu já falei, quando estou com tesão, meus seios ficam inchados, pesados e duros. E implorando por uma chupada com apetite, mas o rapaz pediu pra mim descer e ficar de 4. Fiz a vontade dele e ele atolou a pica na minha xerequinha babada. Sentou fundo me fazendo gemer e gritar como uma louca, gozando, dessa vez na Marginal Tietê. E pra meu delírio, ele gozou comigo, o pau pulsando como se tivesse um coração na ponta da cabeça vermelha. Depois que descansamos um pouco, perguntei pro meu marido onde a gente estava e ele falou que estava passando pelo Tatuapé. O Bob perguntou se a gente ainda ia querer ir para um motel e eu perguntei brincando se ainda estava no preço. Ele riu e falou que hora extra tinha que cobrar à parte, então falei que chega, ia liberar ele mas acabamos levando ele de volta lá no centro, pra depois a gente ir embora. Depois que o deixamos, ainda ficamos um pouco em silêncio dentro do carro, então olhei pro Lino, passei a mão na coxa dele, que estava com o pau meia-bomba e perguntei se estava tudo bem. Ele respondeu que sim, mas não senti muita convicção. Arrisquei comentar que estava com fome, com sede, e cansada, enfim, arrumei uma conversinha qualquer para ir temperando o homem, pois nitidamente ele estava arisco. Mas depois de um outro minuto de silêncio ele soltou essa, ainda sem me encarar: _ E você, tá bem? _ Eu? Eu tô. Esperei um pouco e como ele não comentou nada, falei meio sussurrando: _ Desculpe. E deixei a mão na sua coxa, mas sem acariciar. Ele então pigarreou e falou: _ Tá tudo bem. Se você gostou... _ Ah, amor, eu nem sei porque fiz essa loucura, você não devia ter deixado eu beber tanto vinho, sabe que eu fico acesa. Nem sei explicar o que aconteceu. _ Tudo bem, tudo bem. Eu também acho que bebi acima da conta. Acho que faz parte de nossas descobertas, né, dona Maria Julia? Vi que ele tinha recuperado um pouquinho do bom humor e estava mais à vontade, então investi nisso: _ Aaahhh, amor, mas você está bem? Sei lá, fiquei preocupa. _ Tô sim, tá tudo bem. Enquanto falava com ele, deixei minha mão boba ecorregando na sua coxa, eu estava querendo fazer o teste final. Quando subi um pouco mais, senti o tecido da calça esticado, o pau dele super duro. Aproveitei para apertar ele levemente e prometi: _ Amor, já que, digamos assim, eu fui um pouco aproveitadeira hoje, quando chegar em casa, se você quiser, vou recompensar direitinho pela sua permissão. Senti imediatamente os músculos da perna dele se contrair, então ele falou: _ Me chupa, sua vagabunda. _ Hã? _ Vai porra, me chupa. _ Você quer sua putinha chupando você agora, quer? _ Vai logo, sua piranha. Eu continuei fazendo doce, enquanto apertava a sua pica dura por sobre o tecido da calça. _ Que foi? Sua vadiazinha fez coisa errada e agora vai ter pagar, é isso? _ É, sua vaca. Vai, me chupa, caralho! E não aguentou, ele mesmo tirou a mão do volante e foi abrindo o zíper da calça. O pau saltou pra fora. Eu peguei ele na mão, apertei na base, abaixei e dei uma lambidinha de sorvete na cabeça da pica dele. Ela latejava, toda úmida, escorrendo um visgo, e então falei: _ Não dá pra chupar com você dirigindo, essa porra do câmbio atrapalha, então sua cadelinha vai bater uma bem gostosa pra você, tá bom? E comecei a punhetar ele, primeiro devagar, depois acelerando um pouco. Ele ficou louco e começou a falar descontrolado: _ Sua gostosa, tá se revelando uma vagabunda, né? Agora vai ser assim, dando pro primeiro que aparece na rua, me fala, sua vagabunda? _ Vou, meu amor. Vou, se você quiser, repito tudo de novo. Você deixa a sua mulher dar uma de putinha, de vadia? Deixa? _ Deixo. _ Você quer sua mulher bem vagabunda, quer? Ele demorou um pouquinho mais pra responder, mas acabou confessando: _ Quero! _ Você quer comer sua mulher depois dela ter rodado na mão do safado desse Bob? Mais um pouco de silêncio e novamente outra resposta afirmativa: _Quero. _ Então quando chegar em casa eu quero serviço completo, do meu machão, do meu garanhão. E nada de gozar agora, hein? Quero seu caldinho todinho pra mim. Enquanto falava assim, acelerei os movimentos para deixar ele sem reação. _ Tá entendendo? Eu quero sua porra só pra mim, só pra sua fêmea que está no cio. Nada de gozar na minha mão. Guarda tudo pra mim, vou querer na boquinha, nos peitos... Enquanto falava, eu continuava esfregando rápido e devagar, com força e com carinho. E ele claro que não aguentou, acabou gozando na minha mão, correndo o risco até de bater o carro, de tanto que estrebuchou o corpo. Depois disso, fui reduzindo os carinhos até ele se acalmar, então peguei papel higiênico no porta luva do carro e limpei ele e a minha mão. É claro que a minha noite já estava ganha.
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