Os inquilinos Pt.4 ( a vingança de Isabela )

Continuação..

Ailton, completamente nu, com aquela tora grossa e dura latejando apontada para cima, levantou-se sem vergonha nenhuma.
— Vou pegar mais uma cerveja — disse ele, caminhando devagar até a geladeira, o pau balançando pesado a cada passo.
Isabela não conseguia tirar os olhos. Mordia o lábio inferior com força, as coxas apertadas uma contra a outra, a boceta já molhada e latejando.
Pedro e Manoel perceberam o tesão evidente dela e trocaram um olhar. Levantaram-se juntos.
— Deixa eu pegar uma bebida pra você também, filha — disse Pedro, aproximando-se.
Os dois encostaram “sem querer” suas rolas duras por baixo da cueca nos braços e ombros dela enquanto entregavam a cerveja gelada. Isabela sentiu o calor e o volume latejante roçando sua pele macia. Pensou, o coração acelerado:
Caralho… tão perto de mim… já tô fora de mim… eles vão acabar comigo hoje…
Pedro e Manoel começaram a acariciar suavemente a cabeça dela, passando os dedos pelos cabelos molhados. Aos poucos, foram forçando o rosto dela mais perto dos volumes marcados nas cuecas.
De repente, Ailton voltou por trás. Parou bem perto e encostou a cabeça grossa e quente do pau na lateral do rosto de Isabela. Ela soltou um gemido baixo, mistura de tesão, ansiedade e um pouco de medo.
Sem conseguir se controlar mais, Isabela esticou a mão direita e agarrou o pau de Ailton. Começou a punhetar devagar, sentindo a grossura e o calor latejante.
Pedro e Manoel não esperaram. Tiraram as cuecas rapidamente. Agora Isabela estava rodeada por três paus duros: o de Ailton na mão direita, o de Pedro e o de Manoel apontados bem perto do seu rosto.
— É agora, sua putinha — rosnou Manoel, segurando o pau.
— Vamos cuidar bem de você, filha… não se preocupa — disse Pedro, voz rouca.
Eles afastaram a mesa de centro, deixando Isabela sentada no sofá, no meio da sala, completamente cercada. Os três paus estavam na altura do rosto dela. Isabela, com as mãos suaves e ainda um pouco tímidas, começou a revezar, punhetando dois ao mesmo tempo enquanto olhava o terceiro.
Sem conseguir resistir, ela abriu a boca e abocanhou uma das rolas. Era a de Manoel. Ele gemeu alto, segurou a cabeça dela com as duas mãos e enfiou com força até o fundo da garganta. Isabela engasgou, os olhos lacrimejando.
— Isso, engole, putinha gostosa— Manoel deu um tapa forte no rosto dela, excitado.
Isabela tirou o pau da boca, um fio grosso de saliva escorrendo, e sorriu bem safada, os olhos brilhando de tesão.
Em seguida abocanhou o pau de Pedro, chupando com vontade enquanto punhetava Ailton e Manoel com as mãos. Os três homens gemiam, segurando a cabeça dela, revezando na boca quente e molhada da nora safada.
Isabela estava completamente entregue, babando nos três paus, alternando entre chupar um e punhetar os outros, os seios balançando a cada movimento da cabeça.

Isabela estava irreconhecível. A garota tímida e ingênua de dias atrás havia desaparecido completamente. Agora, de joelhos no meio da sala, babando nos três paus daqueles homens velhos ela parecia uma puta faminta.
— Olha só pra ela… — riu Ailton, segurando o pau grosso e batendo na bochecha dela. — Quem diria que a nora comportadinha do Pedro era uma vadiazinha assim? Se soubesse como ela era eu que tinha ido pra casa de vocês visita-los.
Manoel agarrou o cabelo dela com força e enfiou o pau até o fundo da garganta novamente, fodendo sua boca com estocadas brutas. Isabela engasgava, lágrimas escorrendo, mas gemia alto em volta do pau, a boceta pingando de tesão.
— Isso, engole tudo, putinha! Estamos só comecando — Manoel dava tapas no rosto dela enquanto fodia sua boca. — Seu marido tá trabalhando lá, dirigindo aquela sucata velha e vc aqui, de joelhos, chupando três paus de velhos, inclusive do seu próprio sogro, Que vergonha, hein?
Isabela tirou o pau da boca, cuspe escorrendo pelo queixo e pingando nos seios, e respondeu com a voz rouca de tesão:
— Me faça uma puta… me humilha.. eu mereço…
Pedro riu, surpreso com a entrega dela. Puxou ela pelo cabelo e enfiou o pau na boca dela.
— Então engole o pau do seu sogro, vadia. Isso que você merece por ser tão fácil.
Eles a trataram como uma boneca sexual. Colocaram ela inclinada na cadeira, que estava apoiada, Ailton foi o primeiro a meter. Enfiou o pau grosso na boceta molhada dela de uma vez, sem piedade. Isabela gritou de prazer e dor.
— Aaaahhh! Caralho.. pqp, assim você vai me rasgar!
Ailton segurou a cintura dela e meteu forte, batendo as bolas na bunda redonda. Cada estocada fazia os seios dela balançarem.
— Olha como essa vadia tá molhada… eu já sabia que iríamos terminar assim — debochou ele, dando um tapa forte na bunda dela.
Manoel enfiou o pau na boca dela enquanto Ailton a fodia por trás. Pedro mamava e beliscava os mamilos dela, estapeando os seios.
— Chupa o pau do tio Manoel enquanto te fodem, sua cachorra — ordenou Manoel, enfiando até a garganta.
Isabela estava em êxtase. Gemia, babava, rebolava a bunda pedindo mais. Quanto mais eles a humilhavam, mais molhada ela ficava.
Eles trocaram de posição. Pedro deitou no sofá e puxou Isabela por cima, enfiando o pau na boceta dela. Manoel veio por trás e, sem aviso, começou a forçar o pau no cuzinho dela.
— Não… aí não… faço tudo, menos ai— gemeu ela, mas empinou a bunda mesmo assim.
— Cala a boca, puta. Hoje você vai levar em todos os buracos — disse Manoel, cuspindo no cu dela e enfiando devagar.
Isabela soltou um urro forte de prazer quando os dois paus entraram ao mesmo tempo. Ailton enfiou o pau na boca dela, completando o sanduíche.
— Três paus te enchendo… isso que você merece, sua nora vadia, já queria fazer isso a muito tempo— rosnava Pedro, metendo forte por baixo.
— Santinha e virando puta de três velhos… que delícia — Ailton ria, fodendo a boca dela.
Isabela gozou pela primeira vez assim, tremendo inteira, os olhos revirando, baba escorrendo. Mas eles não pararam. Continuaram metendo cada vez mais forte, estapeando a bunda, os seios, chamando ela de puta, cachorra, vadia traída, nora barata.
Depois de foderem os três buracos dela por quase uma hora, revezando, eles colocaram Isabela de joelhos novamente no centro da sala.
— Abre a boca, puta. Vamos te marcar — ordenou Ailton.
Os três começaram a punhetar em volta dela, batendo seus cacetes duros e melados pela baba e boceta na cara dela, ela adorava e sorria maliciosamente. Isabela, com os olhos cheios de tesão, língua para fora, pedia:
— Goza na minha boca.. quero sentir vocês três… me deixa toda gozada…
Um por um, eles gozaram forte. Jatos grossos e quentes acertaram o rosto dela, os seios, o cabelo. Isabela gemia, lambendo o que conseguia, completamente coberta de porra.
Quando terminaram, ela estava destruída, suada, gozada, marcas de tapas na bunda e nos seios, mas com um sorriso safado no rosto.
— Mais… eu quero mais… — murmurou ela, ainda lambendo os dedos sujos ..
Os rapazes deram cada um um tapa na cara dela, esgotados, foram deitar assim mesmo, deixando Isabela naquela posição coberta de porra deles
-- Nosso fim de semana só está começando sua delícia!-- Disse Manoel enquanto caminhava para seu quarto..

Enquanto isso na casa de Elton no interior..

-- Droga, não devia ter deixado eles irem sozinhos, eu amo minha esposa-- pensou Elton
-- Ah que se dane, um fim de semana de falta não muda nada-- exclamou, enquanto arrumava suas coisas.
Elton pegou suas coisas, colocou o endereço da casa de praia que Isabela tinha deixado salvo no Waze e partiu, de surpresa, sem avisar ninguém, chegaria de manhãzinha na casa, como será que todos vão reagir ?

Foto 1 do Conto erotico: Os inquilinos Pt.4 ( a vingança de Isabela )

Foto 2 do Conto erotico: Os inquilinos Pt.4 ( a vingança de Isabela )

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Foto 4 do Conto erotico: Os inquilinos Pt.4 ( a vingança de Isabela )

Foto 5 do Conto erotico: Os inquilinos Pt.4 ( a vingança de Isabela )


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Os inquilinos Pt.4 ( a vingança de Isabela )

Codigo do conto:
267173

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/07/2026

Quant.de Votos:
2

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