Isabela ajustou os óculos no nariz e deu uma última olhada no espelho do quarto. O microshorts de tecido fino, quase transparente, mal conseguia conter sua enorme bunda branquinha e empinada. A cada movimento, o short subia um pouco mais, revelando a curva generosa das nádegas. Seus cabelos longos e cacheados caíam soltos sobre os ombros, e a blusinha cropped deixava à mostra a pele macia da barriga. Aos 23 anos, com seu corpo de 1,60m feito para provocar, ela se sentia poderosa. — Não troca isso não, hein? — disse Elton, encostado na porta, os braços musculosos cruzados sobre o peito moreno. Aos 30 anos, casado com ela há dois, ele já conhecia bem aquela expressão safada no rosto da esposa. — Quero ver até onde você vai com o técnico. Isabela mordeu o lábio inferior e sorriu, os olhos brilhando por trás das lentes. — Você tem certeza, amor? Ele vai ficar aqui um tempinho instalando a internet... — Tenho. E eu vou estar no quintal, escondido. Assistindo tudo. A ideia fez um calor subir entre as pernas dela. Exibicionismo sempre fora o ponto fraco dos dois. Elton deu um beijo rápido na boca da esposa e saiu pelos fundos, posicionando-se atrás de uma janela entreaberta do quintal, de onde tinha visão perfeita da sala e da cozinha. Poucos minutos depois, a campainha tocou. Gilson, o técnico de 40 anos, alto, branco, com uniforme da empresa que marcava os ombros largos, carregava uma mochila de ferramentas. Isabela abriu a porta com um sorriso inocente, mas o corpo já posicionado para o show. — Oi... você deve ser o técnico, né? Entra, por favor. Gilson parou por um segundo ao vê-la. O microshorts mal cobria metade das coxas grossas e a bunda redonda que balançava a cada passo. Ele pigarreou, tentando manter o profissionalismo. — Boa tarde, senhora. Vim instalar a fibra. Onde fica o modem? Isabela virou de costas de propósito, caminhando devagar para a sala. O short subiu ainda mais, revelando a parte inferior das nádegas branquinhas. Ela se abaixou “sem querer” para pegar um cabo no chão, abrindo as pernas levemente. A fenda entre as coxas ficou visível por um instante, o tecido fino marcando tudo. Do quintal, Elton sentia o pau endurecer dentro da calça. Ele observava cada movimento, o coração acelerado. Gilson tentou se concentrar no roteador, mas seus olhos traíam. Isabela se aproximou, inclinando-se sobre ele para “ajudar”, os seios quase roçando no braço do técnico. Seus cachos longos caíram para o lado, e ela ajustou os óculos com um gesto delicado, mas o quadril empinado para trás era tudo menos inocente. — Tá quente hoje, né? — comentou ela, passando a mão na nuca suada. Depois, sentou no sofá de frente para ele, abrindo um pouco as pernas enquanto fingia mexer no celular. O short apertado marcava o contorno da boceta, o tecido fino deixando pouco para a imaginação. Gilson engoliu em seco. Suas mãos tremiam levemente enquanto conectava os fios. Isabela se levantou novamente, passando bem perto dele, roçando a bunda “acidentalmente” na coxa do técnico ao pegar uma ferramenta que ele havia deixado cair. — Ops... desculpa — murmurou ela, com voz manhosa, virando o rosto para trás e olhando por cima do ombro. Seus olhos encontraram os dele por um segundo, cheios de malícia. Do esconderijo, Elton acariciava o pau por cima da calça, respirando pesado. Ver a esposa provocando outro homem daquele jeito, sabendo que ele estava assistindo, era insano. Gilson, cada vez mais desconcentrado, pediu para verificar a conexão na cozinha. Isabela foi na frente, rebolando exageradamente. Ao se esticar para alcançar o alto do armário, o short subiu completamente, expondo quase toda a bunda redonda e firme. Ele podia ver a marca da calcinha minúscula por baixo do tecido. — Aqui tá bom? — perguntou ela, ficando na ponta dos pés, balançando levemente o quadril. Gilson estava visivelmente excitado, o volume na calça do uniforme impossível de disfarçar. Ele murmurou algo sobre sinal bom, mas seus olhos estavam colados na visão à sua frente. Isabela virou de frente, encostando a bunda na beira da pia, e cruzou as pernas de forma que o short marcasse ainda mais sua intimidade. Ela ajustou os óculos devagar, lambendo os lábios. — Você demora muito pra terminar? — perguntou, com tom inocente, mas o olhar dizia outra coisa. Gilson limpou o suor da testa. — Já... já estou quase acabando. Elton, do quintal, não aguentou. Abriu o zíper devagar e começou a se masturbar devagar, os olhos fixos na cena. Sua esposa branquinha e rabuda estava se exibindo sem pudor, sabendo que ele assistia cada segundo. Quando Gilson finalmente terminou o serviço e se preparava para ir embora, Isabela se aproximou para “despedir”. Deu um abraço rápido, pressionando o corpo contra o dele por um instante mais longo que o necessário. A bunda empinada ficou à mostra novamente quando ela se virou para abrir a porta. Assim que o técnico saiu, Elton entrou pela cozinha, o pau duro na mão. Isabela sorriu safada, já tirando o microshorts. — Viu tudo, amor? — Cada segundo — respondeu ele, puxando-a para si. — Agora vem aqui que eu vou te foder pensando no quanto ele quis te comer. Isabela riu baixinho, gemendo quando sentiu o marido penetrá-la ali mesmo, na cozinha, ainda com o cheiro do técnico no ar. O jogo de exibicionismo e voyeurismo tinha sido perfeito. E ela mal podia esperar pela próxima instalação..
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Como não desejar ver sua esposa c exibindo?
A arte da exibição e esse prazer que nós da as vezes é muito melhor que uma foda mal dada.
Parabéns pela esposa linda que tens amigo
Oie.
Meu marido gosta muito desse jogo.
Pena que ele não está pronto pro próximo nível, que é o de me liberar ou me compartilhar com outros.
Parabéns.
Bxos.
Comentou em 12/08/2026
Belo conto curto muito exibicionismo, sua esposa é muito gostosa
Sei de varios amigos cornos que fazem o mesmo esquema com os machos da Internet.
Eu dei sorte, o técnico que foi em casa era bem abusado, deu cima da minha esposa de vestidinho curto, fodeu a buceta dela, deixou os peitos melados de porra e voltou no outro dia pra conferir o serviço, fodeu e gozou de novo e eu limpei tudo outra vez.