Elaiine não apareceu na aula.
Aquilo me preocupou. Passei a aula inteira olhando, de vez em quando, para a porta, imaginando que ela pudesse chegar atrasada.
Não aconteceu.Quando a aula terminou, peguei minha mochila e segui em direção ao metrô.
Foi quando ouvi uma buzina.Olhei para o lado.Era ela.Baixou o vidro e sorriu.
— Quer uma carona?Aproximei-me do carro.
— Está tudo bem? Você não veio à aula. Fiquei preocupado.
Ela sorriu.Foi um sorriso discreto, quase de surpresa por alguém ter percebido sua ausência.
— Está tudo bem. Precisei levar meu filho ao médico.
Entrei no carro. Durante alguns minutos conversamos sobre assuntos comuns. A aula. O trânsito. O dia a dia. Relacionamentos.Em determinado momento perguntei:
— E seu marido?
Ela demorou alguns segundos para responder. Continuou olhando para a rua.
— Meu marido é um bom homem.
Fez uma pausa.
— Cuida da casa, trabalha, é um bom pai.
Respirou fundo.
— Mas faz tempo que ele deixou de me enxergar.
A frase ficou suspensa dentro do carro.
Ela não falava com revolta.Também não buscava justificar nada.Parecia apenas colocar em voz alta uma verdade que carregava havia muito tempo.Depois sorriu de leve.
— Engraçado... às vezes a gente passa tanto tempo cuidando da vida dos outros que esquece como é ser vista.
Fiquei em silêncio. Não porque tivesse uma resposta, mas porque entendi que ela não esperava conselho algum.
Esperava apenas ser ouvida.
Chegando à minha casa, brinquei:
— Se o seu marido aparecer aqui agora, acho que ele me mata.
Ela deu uma risada sincera.
— Acho que ele nem perguntaria por que eu vim.
A resposta veio leve, mas carregava um peso que não precisava de explicação.
Olhei para ela.— Então entra.
Ela me encarou por alguns segundos.
Entramos.
Seguimos para o meu quarto, onde eu costumava dar aulas particulares.
Afastei a pequena mesa.
Ela se sentou na cama enquanto eu organizava o material.
Aproximei-me e sorri.— Está pronta para a aula?
Ela levantou um dedo e o encostou de leve nos meus lábios.
Sorri de volta.
Olhei para ela durante alguns segundos. Resolvi quebrar o silêncio.
— Posso te pedir uma coisa? Vale nota na prova.
Ela riu. Fez que sim com a cabeça.Sentei-me de frente para ela
— Aqui eu não quero personagens.
Ela arqueou a sobrancelha.
— Personagens?
— É... passamos o dia representando. No trabalho representa. Em casa representa. Com os amigos representa. Uma hora a gente nem lembra mais quem é de verdade.
Ela continuava me olhando.Sem dizer uma palavra.
Sorri.
— Então vou te fazer um convite. Fiz uma pequena pausa.
— Se você entrou aqui e quiser continuar representando, tudo bem... mas não precisa fazer isso comigo.
Esperei alguns segundos.
— Eu não quero conhecer a mulher perfeita. Nem a mãe perfeita. Nem a minha aluna. Quero conhecer a Elaine. A de verdade.
A que ri sem pedir licença.A que sente medo.A que tem dúvidas.A que sonha.A que, às vezes, nem sabe direito o que está procurando.Porque, se for para conhecer mais uma personagem... a gente podia ter continuado conversando na escola., nao é?
Ela permaneceu em silêncio.Mas o silêncio já não parecia pesado.
Pela primeira vez, parecia segura.
Sorri novamente.
— Vou te confessar uma coisa.
Ela inclinou levemente a cabeça.
— Meu maior fetiche nunca foi beleza.Nem inteligência.Nem mistério.Meu maior fetiche sempre foi a verdade.Porque uma pessoa dizendo a verdade sobre si... é a coisa mais bonita que existe.
Ela abaixou os olhos .Respirou fundo. Quando voltou a me olhar, havia algo diferente.
Não era euforia. Era alívio.
Como se, pela primeira vez em muito tempo, alguém estivesse interessado nela, e não apenas no papel que ela desempenhava. Afastei a pequena mesa.
Quando me virei, ela já estava sentada na cama.Tirou os tênis.Depois o paletó.
O quarto ficou em silêncio.
Aproximei-me e perguntei, quase por hábito:
— Está pronta para a aula? kkkk rimos!
Ela levantou um dedo e o colocou delicadamente sobre os meus lábios.
— Shhh...Sorri.Ela se aproximou e me beijou.Um beijo demorado.Sem a pressa do dia anterior.Quando nos afastamos por um instante, ainda muito próximos um do outro, ela sorriu.
— Ontem você me deixou maluca.
Sorri também.
— Você também. Eu também fiquei.
Ela apontou para a bolsa.
— Eu tenho uma coisa para você. Abre.
Abri. Lá dentro havia tinha sua calcinha.
Olhei para a bolsa e meu coração quase parou !!! nossa ela sabia me provocar. Era um anucio que a Elaine havia aceitado meu convite e estava ali, querendo se conhecer.
Depois olhei para ela.
— Parece que você preparou tudo isso...
Ela deu uma pequena risada.
— Que nada Teacher, Você nem olhava para mim. Eu vivia tentando chamar a sua atenção, e você nunca dava bola.
Balancei a cabeça.
— Eu era um idiota. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer.
Ela não respondeu.Apenas sorriu.Relaxouna cama.
Os pequenos gestos, os olhares demorados e a maneira tranquila como ocupava aquele espaço pareciam continuar uma conversa que já não precisava de palavras.A distância entre nós desapareceu naturalmente.
O Beijo foi inevitável, agora sim !!! Estávamos eu e ela conectados pela verdade de que queríamos estar juntos naquele momento, no quarto o silêncio sumiu com barulhos dos nossos corpos, beijos e gemidos!
Levanto sua saia, deixando ela toda sobre a cama e beijando suas coxas e virilha, esperando ela abrir a perna como se fosse um convite para mergulhar no seu EU, no seu gosto, no seu tesão.
Logo mergulho e me delicio com aquele gosto mágico de buceta, Ela estava encharcada.
Enfio meus dedos do meio e anelar dentro dela enquanto sinto seu gosto com minha boca. Ela geme alto se entregando completamente para mim ... passo um tempo experimentando e descobrindo o que lhe dava tesão.... até que ela anuncia o gozo.
- Isso, Goza na minha boca, com minha boca.!!!!
Não existe nada mais prazeroso que uma mulher gozar com a minha boca!
Ela gozou e quase um choro ela geme e diz.
- vc é um tesão teacher. faz tempo que nao gozo assim Ela relaxa com meus dedos ainda dentro dela. Eu escorrego os dedos lentamente e fico olhando para ela.
O tempo pareceu perder a importância.
Até que ela, de repente, Elaine olhou para o relógio.Seu semblante mudou.Respirou fundo.Passou a mão pelos cabelos, como quem voltava à realidade.
— Eu preciso muito ir. Havia um misto de vontade e responsabilidade na forma como disse aquilo.A personagem estava chamando ela.
Levantou-se devagar. Arrumou a roupa. Pegou a bolsa.
Antes de sair, voltou, aproximou-se e me deu um último beijo.Sorriu.
- Posso voltar?
- Pode Elaine.
Fiquei sentado na cama por alguns minutos. O quarto ainda guardava a presença dela.
Eu tentava entender o que tinha acabado de viver. Pela primeira vez na vida, tive a sensação de que alguém havia entrado no meu mundo, mudado completamente a direção dos meus pensamentos e saído pela porta levando consigo uma parte de mim.
Naquele dia, percebi que aquela história estava apenas começando.
Deixo na cama e me masturbo imaginando como seria se ela nao tivesse ido embora.
A descoberta do professor.
bluehook