Transei com um desconhecido nos EUA durante as férias

A porta do hotel bateu com um estrondo que ecoou pelo corredor de carpete grosso, deixando um silêncio pesado para trás. O ar condicionado do quarto ainda zumbia, mas o calor da discussão com Eduarda permanecia na minha pele, pegajoso como a umidade da Flórida de agosto. "Você só pensa em fuder," ela tinha gritado, e talvez tivesse razão. Mas naquele momento, o que eu queria era espaço.

Meus dedos tremiam enquanto eu apertava o elevador, o metal frio contra minhas unhas pintadas de vermelho escuro. O lobby do hotel estava quase vazio às duas da manhã, apenas um recepcionista bocejando atrás do balcão de mármore polido. Eu não peguei nada - nem bolsa, nem celular. Apenas a chave do quarto espremida na minha mão suada.

A noite externa me atingiu como uma parede úmida. O ar cheirava a cloro da piscina e a asfalto quente após uma tempestade passageira. Eu não sabia para onde estava indo, apenas que meus pés me levavam para longe daquele quarto, daquela discussão, do julgamento nos olhos da minha melhor amiga.

Caminhei sem direção pelas ruas iluminadas por néon, passando por bares que ainda exalavam música e risos abafados. Meu vestido de algodão colava nas minhas costelas, o sutiã empurrando contra meus seios a cada passo. Eu precisava de algo, não sabia bem o quê. Ar. Distância. Uma distração.

Foi quando virei a esquina e vi o parque. Escuro, com apenas alguns postes de luz espalhados como ilhas solitárias. O portão estava entreaberto, um convite. Meus saltos tocavam o concreto com cliques ritmados enquanto eu entrava, o som se perdendo no murmúrio das árvores.

Ele estava sentado num dos bancos, quase invisível na sombra. Um cigarro aceso marcava sua presença, uma pequena brasa laranja dançando na escuridão. Eu deveria ter sentido medo, mas em vez disso, senti uma curiosidade que queimava mais forte que qualquer cautela.

"Perdida?" A voz dele era grave, cortando o silêncio como uma lâmina.

Eu parei, a poucos metros do banco. "Só passeando."

Ele deu uma tragada longa, a ponta do cigarro brilhando intensamente antes de diminuir. "Nessa hora? Esse tipo de passeio geralmente termina em encrenca."

"Às vezes é exatamente isso que a gente procura."

Ele riu, um som baixo e rouco que fez algo se mexer na minha barriga. O cigarro caiu no chão, e ele o apagou com a sola da bota. Quando ele se levantou, vi que era alto - muito mais alto que meus 1,65. A luz fraca revelou ombros largos sob uma camiseta preta justa, jeans desbotados.

"Qual é o seu tipo de encrenca?" ele perguntou, dando alguns passos na minha direção.

Meu coração batia contra as costelas, um tambor selvagem no peito. "Aquele tipo que faz você esquecer por que estava brava."

Ele estava agora a um metro de distância. Eu conseguia cheirar seu perfume - algo masculino, talvez couro e tabaco. Seus olhos me examinaram, da ponta dos meus saltos até os fios escuros que escapavam do meu coque desfeito.

"Tenho uma solução para isso," ele disse, e sua mão subiu para tocar meu rosto. Os dedos dele eram ásperos, com calos, e o contraste com minha pele macia me fez estremecer. "Mas não é do tipo conversa."

Eu não respondi. Apenas encarei ele, meu peito subindo e descendo com cada respiração ofegante. Sua mão desceu pelo meu pescoço, parando na base da minha garganta onde o pulso acelerado batia como um pássaro em pânico.

"Você quer isso?" ele sussurrou, o rosto agora tão perto que eu sentia seu hálito misturado com o cheiro de fumaça.

Em vez de responder, minha mão encontrou o cós da calça dele. O tecido era rígido sob meus dedos, e abaixo dele, eu senti o calor e a dureza crescente. Ele bufou quando eu o apertei, um som de surpresa e desejo.

"Vagabunda safada," ele murmurou, mas não havia julgamento em sua voz - apenas aprovação crua.

Sua outra mão agarrou minha cintura, puxando meu corpo contra o dele. A ereção dele pressionava minha barriga através das roupas, dura e insistente. Meus seios achataram contra o peito dele, e eu senti meus bicos endurecerem instantaneamente.

Ele não beijou minha boca. Em vez disso, seus lábios desceram pelo meu pescoço, mordiscando a pele sensível. Eu gemi, minha cabeça pendendo para trás para dar acesso. Suas mãos desceram pelas minhas costas, encontrando o fecho do vestido.

"Vamos," ele disse contra minha pele. "Aqui."

O parque estava deserto, mas a possibilidade de alguém aparecer só aumentava o calor entre minhas pernas. Ele me guiou para trás de um grupo de arbustos altos, onde a escuridão era quase completa. O cheiro de terra úmida e folhas em decomposição me envolveu.

Minhas costas bateram contra o tronco rugoso de uma árvore enquanto ele me pressionava contra ela. Suas mãos eram rápidas, competentes, encontrando o zíper lateral do meu vestido. O tecido escorregou pelos meus ombros, acumulando na minha cintura.

Ele afastou o sutiã, liberando meus seios. O ar noturno fez meus bicos endurecerem ainda mais. "Caralho," ele sussurrou antes de inclinar-se e tomar um na boca. A língua dele girou em torno do bico duro, mordiscando levemente com os dentes. Minhas mãos agarraram seus cabelos, puxando-o contra mim.

Sua mão desceu pela minha barriga, deslizando sob o vestido acumulado. Eu não usava calcinha - nunca gostei delas no calor úmido da Flórida. Seus dedos encontraram minha buceta já molhada, os lábios inchados e prontos.

"Putinha," ele gemeu contra meu peito enquanto um dedo deslizava para dentro de mim. "Tão pronta."

Eu arquei as costas, impulsionando meu corpo contra a mão dele. O dedo dele se moveu, encontrando meu ponto sensível. Minhas pernas começaram a tremer. "Mais," eu pedi, a voz rouca de desejo.

Ele adicionou outro dedo, estirando meu canal úmido. "Você gosta disso, não é? Gosta de ser tratada como a vadia que é."

Sim. Eu gostava. Gostava da crudeza dele, da forma como não havia gentileza, apenas desejo animal. Sua mão trabalhava minha buceta, os dedos se movendo em ritmo rápido enquanto seu polegar esfregava meu clitóris.

Minha respiração ofegante cortava o silêncio do parque. Eu estava perto - tão perto. "Não pare," eu sussurrei. "Por favor, não pare."

Ele não parou. Seus dedos se moveram mais rápido, mais fundo. A pressão se acumulou na minha barriga, quente e insistente. Quando o orgasmo atingiu, foi como uma onda - começando nas minhas pernas e subindo pela espinha até explodir na minha cabeça. Eu gritei, o som abafado pela mão dele que cobriu minha boca.

Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ele virou meu corpo, fazendo meus braços se apoiarem no tronco da árvore. Ouvi o zíper da calça dele, o som metálico cortando o ar noturno. Um segundo depois, senti o calor duro do pau dele contra minha bunda.

Ele não perguntou. Apenas posicionou a cabeça do pau na entrada da minha buceta ainda pulsante. Eu estava molhada o suficiente para ele deslizar facilmente, mas a espessura dele me fez estremecer. Ele entrou devagar, permitindo que meu corpo se ajustasse ao tamanho dele.

"Caralho," ele gemeu quando estava totalmente dentro. "Tão apertada."

Ele começou a se mover, puxando quase completamente para fora antes de entrar fundo novamente. Cada golpe me batia contra a árvore, a casca rugosa arranhando meus seios. Suas mãos seguravam meu quadril, controlando o ritmo.

"Você gosta, não é?" ele ofegou. "Gosta de ser fudida ao ar livre como uma cadela no cio."

Sim. Eu gostava. Gostava da sujeira disso, do risco, da crudeza. Gostava de como ele usava meu corpo para seu prazer, sem consideração, sem gentileza. Apenas sexo puro e animal.

Uma de suas mãos deslizou pela minha frente, encontrando meu clitóris novamente. Ele o esfregou em ritmo com os golpes do pau, e eu senti outra onda de prazer se acumulando. Desta vez, foi mais rápido, mais intenso.

"Vai gozar de novo, sua vadia?" ele sussurrou no meu ouvido. "Vai molhar meu pau com seu gozo."

Suas palavras sujas me empurraram para o limite. Quando o segundo orgasmo atingiu, foi ainda mais forte que o primeiro. Minha buceta se contraiu ao redor do pau dele, e ele gemeu alto.

"Merda," ele gritou, e senti o calor do gozo dele explodir dentro de mim. Ele continuou se movendo, bombeando cada última gota no meu canal antes de finalmente parar, ofegando contra minhas costas.

Ficamos assim por um momento - nossos corpos suados colados, o ar noturno esfriando o suor em nossas peles. Quando ele finalmente se afastou, senti o gozo dele escorrer pelas minhas coxas.

Ele arrumou a calça em silêncio enquanto eu puxava o vestido para cobrir meu corpo. Não houve beijos de despedida, nem promessas de reencontro. Apenas um aceno de cabeça antes dele desaparecer na escuridão, deixando-me sozinha atrás dos arbustos com o cheiro de sexo e terra na minha pele.

Ao caminhar de volta para o hotel, a discussão com Eduarda parecia distante, irrelevante. O calor da raiva tinha sido substituído pelo calor residual do sexo, e pela satisfação crua de ter feito exatamente o que queria, quando queria.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


267195 - O melhor amigo da minha prima - Parte 2 - Categoria: Confissão - Votos: 7
267087 - O melhor amigo da minha prima - Categoria: Confissão - Votos: 12

Ficha do conto

Foto Perfil gatinha008
gatinha008

Nome do conto:
Transei com um desconhecido nos EUA durante as férias

Codigo do conto:
267294

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
15/07/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0