A Tentação da Cunhada

Meu casamento com Juliana completava cinco anos, mas a rotina já havia transformado nossa cama em um lugar de silêncio e obrigações. Ela era uma boa esposa: carinhosa, organizada, dedicada ao trabalho. Mas o fogo tinha apagado. Eu, aos 28 anos, me sentia preso em uma vida previsível. Até que Laura, a irmã mais nova dela, veio passar as férias de verão conosco.
Laura tinha acabado de completar 22 anos. Corpo de academia, pele bronzeada de quem passava horas na piscina, cabelos castanhos longos e ondulados que caíam até a metade das costas. Os olhos verdes eram desafiadores, e o sorriso tinha um toque de malícia que me desarmava. Ela era o oposto da irmã: extrovertida, provocante, sempre usando shorts jeans curtos que mal cobriam as coxas firmes e blusinhas justas que marcavam os seios redondos e empinados. Desde o primeiro dia, notei como ela me olhava um segundo a mais do que deveria.
A casa era grande, com piscina nos fundos. Juliana viajava a trabalho três dias por semana, e foi nesses dias que tudo começou.
Na primeira tarde sozinhos, Laura apareceu na cozinha vestindo apenas um biquíni minúsculo preto. A parte de cima mal continha os mamilos rosados que se marcavam no tecido fino. Ela se inclinou sobre a bancada para pegar um copo, empinando a bunda redonda e macia bem na minha direção.
— Está calor hoje, né, cunhado? — disse ela, com voz doce e provocante, virando o rosto para me olhar.
Eu engoli seco, sentindo o pau endurecer dentro da bermuda. Tentei disfarçar, mas ela percebeu. Sorriu devagar, mordendo o lábio inferior.
À noite, depois de um churrasco, sentamos no sofá da sala para assistir um filme. Juliana tinha viajado cedo. Laura se deitou de lado, com a cabeça perto das minhas pernas, usando uma camisola fina de seda que subia pelas coxas. Fingi prestar atenção na tela, mas meus olhos não paravam de descer para a curva da bunda dela, a pele lisa, o vão entre as pernas onde o tecido marcava levemente a boceta.
— Você está tenso — murmurou ela de repente, virando o corpo e colocando a mão na minha coxa. Seus dedos subiram devagar, roçando a ereção que já pulsava. — Posso ajudar a relaxar?
Não respondi com palavras. Apenas segurei sua mão e a pressionei contra meu pau por cima da bermuda. Laura sorriu, maliciosa, e se ajoelhou no sofá. Puxou o elástico para baixo, libertando meu pau grosso e latejante. Os olhos dela brilharam.
— Caralho… maior do que eu imaginava — sussurrou, antes de passar a língua quente e molhada pela cabeça rosada, lambendo o pré-gozo que já escorria.
Ela me chupou com fome. Boca quente, lábios carnudos deslizando pelo comprimento, língua girando em volta da glande enquanto a mão massageava as bolas. Eu gemi alto, segurando os cabelos dela, empurrando devagar para dentro da garganta. Laura engasgou um pouco, mas não parou, babando, fazendo barulhos molhados que ecoavam na sala escura. Quando senti que ia gozar, puxei ela para cima e a beijei com força, provando meu próprio gosto na língua dela.
Tirei a camisola dela com um movimento rápido. Os seios saltaram livres: médios, firmes, mamilos duros como pedrinhas. Chupei um, depois o outro, mordiscando enquanto minha mão descia entre as pernas dela. A boceta estava encharcada, depilada, os lábios inchados e escorregadios. Dois dedos entraram fácil, curvando para tocar o ponto G. Laura gemeu alto, rebolando contra minha mão.
— Me fode, cunhado… eu quero você dentro de mim faz tempo — pediu, voz rouca de tesão.
Eu a deitei no sofá, abri as pernas dela bem abertas e posicionei a cabeça do pau na entrada molhada. Empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo a boceta quente e apertada me engolir. Laura arqueou as costas, unhas cravando nas minhas costas.
— Ai, que gostoso… mais fundo…
Comecei a meter com força. O som de pele contra pele, o barulho molhado da boceta dela me recebendo, os gemidos dela cada vez mais altos. Segurei os quadris dela, metendo fundo, sentindo as paredes internas pulsarem. Troquei de posição: coloquei ela de quatro, segurando os cabelos como rédea, e fodi com vontade. A bunda redonda batia contra minha barriga, tremendo a cada estocada.
— Isso… me usa… sou sua putinha agora — ela gemia, empinando mais.
Virei ela de lado, uma perna levantada, e continuei metendo. Toquei o clitóris inchado com o polegar enquanto meu pau entrava e saía, brilhando com os sucos dela. Laura gozou primeiro, tremendo inteira, boceta apertando meu pau como um punho, gritando meu nome. O aperto me levou ao limite. Puxei para fora e gozei forte sobre a barriga e os seios dela, jatos grossos e quentes marcando aquela pele perfeita.
Ficamos ofegantes, suados, colados. Ela passou os dedos no esperma, levou à boca e lambeu, olhando nos meus olhos.
— Isso vai ser nosso segredo — sussurrou, sorrindo. — E vai acontecer sempre que minha irmã viajar.
Nos dias seguintes, repetimos em todos os cantos da casa: na piscina, com ela sentada na borda e eu comendo ela de pé; na cozinha, ela inclinada sobre a mesa enquanto eu metia por trás; no quarto de hóspedes, onde ela cavalgou meu pau devagar, rebolando, os seios balançando enquanto eu apertava os mamilos.
Laura era insaciável. Jovem, molhada, safada. E eu, completamente viciado na cunhada gostosa de 22 anos que transformou meu casamento monótono em um caso perigoso e delicioso.



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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico dexterbp

Nome do conto:
A Tentação da Cunhada

Codigo do conto:
267329

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/07/2026

Quant.de Votos:
3

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