Desde pequeno eu, Lucas, e meu primo Pedro (meu melhor amigo) éramos obcecados pela minha mãe, Ângela. Aos 42 anos, ela era uma coroa fitness absurdamente gostosa: corpo definido de quem malha todo dia, bunda grande e empinada, cintura fina, seios fartos e naturais, pele bronzeada e um rosto de quem sabe o poder que tem. Dona da academia mais chique da cidade e personal trainer, ela sempre desfilava pela casa de shortinhos e tops justos que marcavam cada curva.
Eu e Pedro batíamos punheta pensando nela desde os 14, 15 anos. Sempre que ele vinha passar as férias em casa, a gente esperava meu pai viajar e invadia o cesto de roupa suja. Cheirávamos e lambíamos as calcinhas dela, gozando enquanto imaginávamos comer aquela buceta e aquela bunda. Era só fantasia... até a viagem de negócios do meu pai.
Dessa vez ele ficaria 30 dias fora. Com ele viajando, Pedro veio passar as férias como sempre. Na segunda noite, estávamos no quarto dele com uma calcinha preta de renda da minha mãe. Eu estava cheirando enquanto Pedro batia uma punheta frenética.
De repente a porta abriu.
Ângela estava parada ali, de robe curto, olhando a cena: eu com a calcinha dela no rosto e Pedro com o pau na mão, gozando na hora do susto.
— QUE PORRA É ESSA?! — gritou ela, furiosa.
Pegou a calcinha da minha mão e nos deu a maior bronca da vida. Chamou a gente de tarados, nojentos, disse que éramos família, que aquilo era doentio. Mandou a gente tomar banho e ficar sem celular por dois dias. Eu e Pedro ficamos morrendo de vergonha, achando que ela nunca mais ia olhar na nossa cara.
Mas uma semana depois, tudo mudou.
Ângela começou a agir diferente. Usava roupas bem mais sensuais dentro de casa: tops cropped que deixavam a barriga tanquinho à mostra, shortinhos de academia tão curtos que metade da bunda ficava de fora, leggings transparentes. Andava mais devagar, rebolando, e às vezes nos pegava olhando e só sorria de canto.
Na sexta à noite, ela nos chamou:
— Meninos, vem assistir um filme comigo na sala? Só nós três. Coloca uma roupa confortável.
Eu e Pedro, ainda virgens, trocamos um olhar nervoso mas fomos. Sentamos no sofá grande, um de cada lado dela. Ângela estava com um baby-doll curto de seda preta, sem sutiã. Os mamilos marcavam o tecido fino. O cheiro dela era maravilhoso.
O filme mal tinha começado quando ela colocou as pernas sobre as nossas coxas, “sem querer”. A mão dela começou a subir pela minha perna devagar.
— Vocês dois realmente me desejam tanto assim? — perguntou baixinho, a voz rouca. — Chegaram a cheirar minhas calcinhas...
Nós ficamos mudos. Ela riu baixinho.
— Eu fiquei brava... mas depois comecei a ficar molhada pensando nisso. Saber que meus garotos batem punheta pra mim... me deixou excitada pra caralho.
Ela pegou nossas mãos e colocou uma em cada coxa dela. Subimos devagar até sentir que ela não estava de calcinha. A buceta estava encharcada.
— Eu vou realizar o sonho de vocês hoje... mas vocês vão me obedecer. Entenderam?
— Sim, mãe... — respondemos juntos, paus duros latejando.
Ângela tirou o baby-doll, ficando completamente nua. Seus seios grandes balançaram. Ela se ajoelhou no sofá entre nós dois e puxou nossos shorts. Dois paus virgens e duros pularam pra fora.
Ela começou a chupar alternadamente. Chupava fundo, babando, olhando nos nossos olhos enquanto lambia as bolas. Eu e Pedro gemíamos alto, segurando a cabeça dela.
Depois ela deitou no sofá, abriu as pernas e puxou Lucas (eu) primeiro.
— Vem, filho. Come sua mãe.
Eu entrei devagar, sentindo o calor apertado da buceta dela. Era quente, molhada e pulsava. Comecei a meter, cada vez mais fundo, enquanto ela chupava o pau do Pedro. Os gemidos dela eram deliciosos.
— Mais forte, Lucas... me fode como você sempre sonhou!
Troquei com Pedro. Ele meteu nela enquanto eu enfiava na boca da minha mãe. Depois ela pediu os dois ao mesmo tempo. Pedro deitou e ela sentou nele, cavalgando gostoso, a bunda quicando. Eu fiquei atrás e, com a ajuda dela, enfiei no cuzinho apertado.
Dupla penetração. Ângela gritava de prazer, o corpo tremendo:
— Isso! Me enchem! Me fodem juntos! Sou a vadia da família agora!
Nós metemos com força, batendo os corpos, apertando aqueles seios perfeitos. Eu gozei primeiro, enchendo o cu dela de porra quente. Pedro gozou logo depois, jorrando dentro da buceta. Ângela gozou forte, esguichando no sofá, o corpo convulsionando inteiro.
Mas não paramos. Durante a madrugada inteira nós a comemos no sofá, no chão da sala e finalmente na cama do casal. Amarramos os pulsos dela com o cinto do robe, fizemos ela mamar enquanto era comida, gozamos na boca, nos seios e dentro dela várias vezes.
De manhã, exausta, suada e cheia de porra, Ângela nos beijou e sussurrou:
— Isso vai ser nosso segredo... e vai durar enquanto seu pai estiver viajando. Ainda temos muitos dias pela frente, meus garotos. Toda noite, toda manhã, toda hora que eu quiser.
Durante os 30 dias da viagem, a casa virou nosso paraíso proibido. Ângela nos ensinava novas posições, deixava a gente amarrar e usar ela como quiséssemos, pedia pra gozarmos dentro e na cara dela. Eu e Pedro realizamos o sonho de anos... e aproveitamos cada momento possível.
dexterbp