Os dias seguintes foram de puro risco e prazer. Laura e eu transávamos sempre que possível: rapidinhas na lavanderia, sexo oral no banheiro enquanto Juliana tomava banho no quarto ao lado, e longas sessões à noite quando ela viajava. Mas a sorte não dura para sempre. Era uma quinta-feira quente. Juliana tinha dito que só voltaria na sexta à noite. Laura e eu aproveitamos. Estávamos na suíte principal — nossa cama de casal — completamente nus. Ela estava de quatro, empinando aquela bunda perfeita, enquanto eu metia fundo e forte, segurando os cabelos dela como rédea. O quarto ecoava com o som molhado de pele contra pele e os gemidos safados dela: — Isso, cunhado… mete mais fundo… me fode como sua putinha particular! Eu estava suado, as bolas batendo contra a boceta encharcada dela, quando a porta do quarto se abriu de repente. Juliana estava parada ali, mala na mão, olhos arregalados. Ela tinha voltado mais cedo para fazer uma surpresa. Por um segundo, o tempo parou. Meu pau ainda estava enterrado até o fundo na boceta da irmã dela. Laura virou o rosto, assustada, mas não tentou se afastar. Eu congelei. — Que porra é essa?! — a voz de Juliana saiu baixa, chocada. Eu comecei a me afastar, mas Laura, com uma coragem que me surpreendeu, apertou a boceta em volta do meu pau e falou: — Mana… eu… a gente… Juliana largou a mala no chão. Em vez de gritar, chorar ou sair batendo a porta, ela ficou olhando. Seus olhos desceram pelo corpo suado da irmã, pelo meu pau brilhando com os sucos de Laura, e subiram de novo. Algo mudou no rosto dela. Um misto de raiva, mágoa… e excitação. — Vocês dois… há quanto tempo isso vem acontecendo? — perguntou, fechando a porta atrás de si. — Algumas semanas — admiti, voz rouca. Juliana mordeu o lábio. Tirou o blazer do trabalho devagar, revelando a blusa justa que marcava os seios um pouco maiores que os da irmã. Então, para nossa surpresa, ela sorriu de lado — aquele sorriso perigoso que eu não via há anos. — Sabe… eu sempre soube que você olhava pra ela. E eu também notei como ela te provocava. — Juliana começou a desabotoar a blusa. — Talvez seja exatamente isso que nosso casamento precisa. Um pouco de… pimenta. Laura soltou uma risadinha nervosa, ainda empinada, meu pau latejando dentro dela. — Mana… você tá falando sério? Juliana tirou a saia, ficando apenas de lingerie preta rendada. O corpo dela era mais cheio que o da irmã: quadris largos, bunda grande e macia, seios pesados. Ela se aproximou da cama, subiu nela e segurou o rosto de Laura. — Se vocês vão foder, vão foder comigo junto. Quero ver. Ela me puxou pelo pau, tirando-o devagar da boceta da irmã. A glande estava vermelha e babada. Juliana olhou nos meus olhos e engoliu meu pau até o fundo da garganta em um movimento só, chupando com fome, lambendo os sucos da própria irmã. Laura gemeu só de ver a cena. — Deliciosa… — murmurou Juliana, soltando meu pau com um fio de saliva. — Agora deita, Laura. A irmã mais nova obedeceu. Juliana tirou a própria calcinha e sentou na cara de Laura, esfregando a boceta molhada na boca da irmã. Laura, safada como sempre, começou a chupar e lamber o clitóris da Juliana com vontade, enfiando a língua dentro dela. Eu me posicionei atrás de Laura e voltei a meter nela, agora com Juliana assistindo de cima. As duas gemiam em uníssono. Eu metia forte, fazendo os seios de Laura balançarem, enquanto Juliana rebolava na boca da irmã. — Olha como ele te fode gostoso… — Juliana gemeu, apertando os próprios mamilos. — Goza pra ele, mana. Laura gozou primeiro, tremendo, apertando meu pau. Eu não parei. Juliana desceu, beijou a irmã na boca com gosto de boceta e depois se posicionou ao lado dela, de quatro, empinando a bunda maior e mais carnuda. — Agora eu — ordenou. Troquei de boceta. A de Juliana estava mais quente, mais molhada, mais experiente. Meti fundo, sentindo ela me apertar. Laura, enquanto isso, se ajoelhou ao lado e começou a chupar os seios da irmã e, de vez em quando, lambia meu pau enquanto ele entrava e saía da Juliana. As duas se beijavam, gemiam, trocavam carinhos. Eu fodia uma, depois a outra, alternando. Em certo momento, coloquei as duas deitadas de lado, uma de frente pra outra, e metia em uma enquanto enfiava dois dedos na outra. O quarto cheirava a sexo, suor e desejo. Juliana foi quem pediu o final: — Quero gozar com você dentro… e quero ver você gozar na gente. Eu acelerei, metendo fundo na esposa enquanto Laura chupava o clitóris dela. Juliana gozou forte, apertando meu pau, gritando. Puxei para fora e as duas se ajoelharam na minha frente, línguas para fora, se beijando e me chupando juntas. Gozei com força — jatos grossos que acertaram os rostos, bocas, línguas e seios das duas irmãs. Elas se beijaram, misturando meu gozo, lambendo uma à outra. Depois, caímos os três na cama, ofegantes. Juliana passou a mão no meu peito e falou baixinho: — Isso não vai ser só uma vez. Quero apimentar nosso casamento… toda semana. Laura pode ficar mais tempo. Laura sorriu, maliciosa, e completou: — E da próxima vez eu quero os dois me comendo ao mesmo tempo.
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