Bem no Sábado de Aleluia, o filho ligou para o Henrique logo cedo. Estávamos só eu e ele em casa. Perguntei o que ele queria, e ele falou que queria conversar com o Henrique. Como são amigos de longa data, e a gente estava sozinho em casa — já que a namorada dele tinha viajado —, não fez feio. ?Ao chegar lá, o Henrique sentou e falou: — E aí, brother? ?Meio sem graça, o Júnior olhou para ele na minha frente e falou: — Ontem eu tive minha primeira experiência com o Henrique e queria ter com você. Queria você por mais tempo, quero dar para você também. ?O Jefferson deu uma risada e falou: — Porra, você deve estar todo lascado. O Henrique tem um pau enorme e grosso. Agora que ele te bagaçou, você me chama? Por que não deu para mim ontem? Eu estava cheio de tesão, cheguei em casa e até bati uma punheta lembrando desse rabo. Seu pai sabe o medo gostoso que você tem. Por que você não deu para mim? Eu fiquei sem graça nessa hora. ?Aí o Júnior olhou para ele e falou: — E aí, vai comer hoje? ?Ele olhou bem para ele e falou: — Ah, não. Hoje eu não quero, não. Já está tudo arregaçado. Eu queria ter tirado o seu cabaço ontem, agora já virou viado arregaçado. ?O Júnior parecia inquieto com a resposta negativa e, conhecendo meu filho como conheço, ele não ia desistir. Eu ainda estava assustado com tudo o que estava vendo, nunca imaginei o Júnior em uma situação dessas. ?O Júnior falou: — Tem uma coisa que eu não fiz com ele, e se você quiser, você pode fazer. Eu faço em você. ?O Jefferson perguntou: — O que foi? ?O Júnior falou: — Eu não chupei o Henrique, eu nunca chupei um pau. O seu pode ser o primeiro. E aí, vai querer comer? Estou aqui só de short, estou sem cueca, sem sunga, sem nada, com o cu piscando. Quero que você me bagace como você fez com meu pai. ?O Jefferson olhou e falou: — Pelo visto, nessa casa só tem viado. Cai de boca aqui, então, para começar a ficar duro para você. ?O Júnior imediatamente se ajoelhou na minha frente e começou a chupar. Chupava muito, parecia uma criança, um bezerro desmamado. ?O Jefferson olhou para mim e falou: — Hoje você vai assistir, coroa, seu filho fazendo papel de mulher. Se achava o garanhão, agora virou puta. ?O Júnior engolia, engasgava... O Jefferson, de maldade, segurava a cabeça dele, que não tinha muita experiência. Ele aguentava, lacrimejava e chupava. Lambia a cabeça, chupava as bolas. O Jefferson se contorcia de tesão e falava: — Chupa, sua puta! Chupa, chupa, viado! ?Ele subiu até os peitos dele, foi até o pescoço e tentou dar um beijo na boca do Jefferson. ?O Jefferson olhou sério e falou: — Eu não chupo boca de viado. ?Empurrou a cabeça dele para a pica, deixou-o ajoelhado no chão e começou a socar na boca dele como se estivesse fodendo uma mulher. Deu para perceber que o pau dele estava duro. O Jefferson ainda brincou e riu: — É, está de pau duro, né? É viado mesmo. ?O Jefferson nem tirou o short dele; puxou a beirada do short e meteu de uma vez. O Júnior começou a gemer e a falar: — Ai, está doendo! Ai, você socou tudo de uma vez! Ai, ai, meu cu! ?O Jefferson deu uma risada e falou: — Não é que está apertado ainda? O Henrique fez o trabalho, mas você ainda está apertado. Agora já era, já soquei mesmo. ?E começou a bombar. O Jefferson olhou para mim e falou: — Olha aí, seu filho, a puta. E olha que a puta puxou você, papai. ?Deu um tapa na bunda, e meu filho lá, rebolando na pica dele e gemendo, fazendo tudo o que o Jefferson mandava. — Anda, puta safada! Rebola! Vai, rebola, quica nessa rola! ?Nessa hora, o Jefferson pegou-o pelo cabelo, sentou no sofá e mandou ele sentar por cima. Ele sentou devagarzinho, e o Jefferson o puxou de uma vez só. Só escutei os gemidos do Júnior falando: — Ai, está doendo! — Vai devagar, vai devagar... — Você vai quicar agora. Eu vou parar de fazer esforço, vou ficar descansando e você rebola igual puta. Ontem eu queria te comer de boa, mas você preferiu dar para outro. Agora aguenta, puta. ?O Jefferson socava a pica e, em determinada hora, o Júnior começou a pedir: — Vai mais, vai mais... Está gostoso, está ficando gostoso! Ai, vou gozar, vou gozar! ?E reparei que o Júnior gozou sem pôr a mão na pica. Foi a primeira vez que ele gozou assim; dava para ver que ia ficar viciado igual eu fiquei. Até que o Jefferson falou que ia gozar. O Júnior falou: — Goza dentro, goza dentro! Quero sentir o jato dentro do meu corpo! ?Daqui a pouco, ele começou a gemer e gozou novamente. E o Jefferson falou: — Seu cu está piscando. Vou gozar, viado, vou gozar! ?O Jefferson começou a urrar. Quando o Jefferson tirou a pica, começou a escorrer pela perna do Júnior a porra. O Jefferson olhou bem para a cara dele e falou: — Agora limpa o pau com a sua boca, viado. ?O Júnior obedeceu ao Jefferson e limpou o pau dele todinho com a boca. Depois de terminado, ele ainda bateu com o pau na cara do Júnior, que deu um sorriso e recebeu um tapa na cara. O Jefferson vestiu a roupa e falou que tinha que ir embora. ?O Júnior olhou para ele e pediu sigilo, que não contasse a ninguém. O Jefferson falou: — Se o Henrique não falar nada, eu também não falo. Se alguém falar, eu falo. E se prepara, porque vai vir um bonde querendo comer você. Você sempre se achou o machão, se prepara. Mas eu não vou falar, não. Só se o Henrique falar. ?O Jefferson saiu, e o Júnior olhou para mim e falou que tinha aprendido o prazer. Agora ele entendia o que eu sentia quando dava para os caras. Falei, só se controla pra não se queimar.
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Votado. Assim que é bom , logo de cara ser arregaçado por um roludo, muito grosso e com muita porra gosmenta, comigo também foi assim, sem dó com um negro enorme. Quem dá não pode ser recusar a nada que os machos queiram, tem que aguentar tudo e pedir mais. Mas bom memso, é voicê ser a única puta com vários machos ao mesmo tempo, até te deixarem todo arregaçado, cuspido, esporrado e mijado, que é como eles marcam sua propriedade, não tem coisa melhor.
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