Esta é uma história sobre a descoberta do limite entre o medo e o prazer, um relato de quando a vergonha deixou de ser um peso para se tornar o combustível do meu êxtase. Tudo começou após eu ter me mudado para uma casa em um condomínio fechado. Eu havia passado um tempo em abstinência de minhas aventuras, querendo que a sensação de vulnerabilidade voltasse a ser aguçada. Eu queria sentir aquele choque elétrico de ser vista, aquele pânico delicioso de estar exposta. A confirmação veio em um dia banal: saí para ir à padaria usando apenas um short curto, chinelos, camiseta e meus óculos de grau. Enquanto caminhava, senti olhares nas minhas pernas e, para minha surpresa, senti uma onda de vergonha subir pelo meu pescoço. Pensei imediatamente: “Se senti isso com roupas, o que aconteceria se eu estivesse completamente nua?” A ideia me perseguiu o dia todo. Quando a meia-noite bateu, a tensão tornou-se insuportável. Tomei um banho lento, sentindo a água deslizar por cada curva, e, ao sair, ignorei todas as roupas. Vesti apenas meias, tênis e meus óculos de grau. Nada mais. Nem calcinha, nem sutiã. Apenas a pele nua e a frieza dos calçados. O suspense antes de cruzar a porta da casa foi torturante. Eu tremia tanto que, ao trancar a porta, mal conseguia acertar a chave na fechadura. Num gesto de entrega total ao risco, joguei a chave para longe, em um ponto distante do jardim, onde teria que buscá-la mais tarde. O vento da noite, cruel e gelado, atingiu meu corpo sem piedade. Senti o ar beijar meus bicos, que endureceram instantaneamente, e a sensação de estar desprotegida fez minha buceta pulsar e ficar instantaneamente úmida. Agora, eu estava do lado de fora. Pelada. E sem saída. Me senti ridícula, se me pegassem totalmente nua e descalça, sem nada poderia dizer que tinha sido roubada, ou que estava no banho e tinha perdido a toalha, mas como eu poderia explicar estar pelada, com meus bicos duros e buceta molhada, usando meias, tênis e óculos? Ao me sentir ridiculamente, a vergonha veio de um jeito avassalador, fazendo eu ficar muito mais consciente de estar pelada e intensificando violentamente minhas sensações corporais. Cada passo pelo condomínio era um jogo de azar. Eu caminhava tentando evitar as câmeras, sentindo minhas tetas balançarem livremente, era como se elas tivessem vida própria e estivessem debochando de minha nudez, o atrito do ar contra a pele me deixava em um estado de alerta máximo. A respiração estava tão forte que eu temia que o silêncio da madrugada traísse minha presença. Ao caminhar pelas ruas desertas do condomínio, o pânico se transformou em luxúria. Um homem estacionou o carro e começou a caminhar na minha direção. O terror me atingiu: como eu explicaria estar ali, peladona, usando apenas meias, tênis e óculos? Não havia desculpa possível. Corri para me esconder atrás de uma árvore frondosa, cujas folhas me davam uma falsa sensação de abrigo, mas, ao fazer isso, percebi que estava exposta para a avenida movimentada do condomínio. Qualquer carro que passasse poderia me ver ali, encostada no tronco áspero, totalmente nua. Para piorar — ou melhorar — outro homem veio de outro lugar e encontrou o primeiro. Eles começaram a conversar, e eu fiquei ali, presa entre os dois, escondida pela árvore, mas aberta para o mundo. A vergonha era tanta que meu corpo entrou em colapso de tesão. Comecei a bater siririca igual a uma louca tarada, tocando minha buceta encharcada e apertando meus bicos. Então comecei a gozar, meu orgasmo veio intenso, duradouro, e eu lá, morrendo de vergonha por estar gozando ali naquele lugar tão público. O início foi um tremor que começou na base da coluna e subiu como uma corrente elétrica. A consciência de que dois homens estavam a centímetros de mim, e que carros passavam à minha frente, transformou o prazer em algo violento. No meio, a sensação tornou-se avassaladora; minha buceta começou a fazer barulhos enxarcados, contraindo-se em espasmos que eu não conseguia controlar. Eu conseguia sentir minha buceta acariciando meus dedos. O fim foi uma explosão sonora. Tentei segurar meu gemido, mas não deu certo e o esforço fez com que minha voz saísse mesmo assim, só que fina, esquisita, parecia até um miado de gato. — O que é isso? Uma mulher gemendo? — perguntou um dos homens. — Para de ser bobo, são gatos transando... — respondeu o outro. — Para mim parece uma mulher... Já pensou que tesão? Uma mulher peladona, gozando aqui no estacionamento? Eles ouviram o gemido, será que ouviriam o barulho enxarcado de minha siririca? Isso me fez ficar louca, aquelas palavras foram como combustível. Eu nem tive tempo de recuperar o fôlego; a menção à minha nudez me lançou em um segundo orgasmo, ainda mais intenso que o primeiro. Desta vez, durou o que pareceu ser uma eternidade. Cada pulsação da minha buceta era acompanhada pelo medo de ser descoberta. Eu estava travada no prazer, incapaz de parar ou de fugir mesmo que eles dessem um passo para o lado. A tensão de estar exposta por tanto tempo, rendida a um gozo que eu não conseguia interromper, amplificou a vergonha a níveis insuportáveis e deliciosos. Afinal se me vissem gozando daquela maneira, com aquela cara de louca, tarada envergonhada, com as tetas balançando, tenho certeza de que eu não conseguiria parar de gozar, mesmo sendo flagrada. Quando eles finalmente foram embora, eu ainda estava gozando. Mas agora vinha o verdadeiro desafio: recuperar a chave. O problema é que o segurança do condomínio havia iniciado a ronda noturna justamente naquela área. Eu o vi passar com a lanterna, o feixe de luz cortando a escuridão e varrendo as árvores. Eu me encolhi contra o tronco, sentindo a buceta latejar de medo e tesão, enquanto a luz passava a poucos centímetros da minha bunda nua. Ele não foi embora; parou logo ali perto para checar o celular, iluminando a calçada com a luz da tela. Eu estava presa. Para pegar a chave, eu teria que cruzar o gramado totalmente pelada, sob a luz da lua e com o segurança a poucos metros de distância. Passei quase uma hora ali, escondida, me acabando na siririca, e mexendo em meus bicos, mas em silêncio absoluto, gozando repetidamente enquanto observava cada movimento dele. O suspense de ser pega a qualquer segundo transformou cada toque em meus bicos em um choque elétrico. Só quando ele finalmente partiu para a outra extremidade do condomínio é que eu aproveitei a brecha. Corri, nua e desesperada, tateando o chão do jardim até sentir o metal frio da chave. O alívio foi tão intenso quanto o prazer; entrei em casa batendo a porta, exausta, mas completamente preenchida. Semanas depois, soube que houve uma reunião extraordinária no condomínio. O tema? "Nudez proibida nas áreas comuns". Meu coração gelou; com certeza me viram pelas câmeras. Será que conseguiram me identificar? Vou ser repreendida? Denunciada? Já faz uma semana que isso aconteceu, e faltei na reunião com medo da revolta das pessoas. Até agora nenhum recado, nenhuma multa, nenhum comentário de nenhum vizinho. Ao escrever este relato agora, sinto cada detalhe voltando. A lembrança da pulsação da minha buceta atrás do o tronco da árvore, o frio do vento nas minhas tetas que balançavam com a siririca intensa, a vergonha de ser vista... Tudo isso me excitou muito e me trouxe uma certeza: A vergonha é a única coisa que me faz sentir verdadeiramente viva.
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