Masturbação Mutua com o papai

Meu pai e minha mãe não conseguiam passar nem um minuto na mesma casa. Quando ficavam, qualquer coisa era motivo de briga.

Eu, que não estava aguentando mais, fui falar com ele em um desses dias em que minha mãe saiu pra fazer a unha.

— verdade que tu traiu a mãe? — perguntei, bem direta.

Meu pai balançou a cabeça, fazendo uma cara de quem não acreditava que até a filha tava perguntando isso.

— Eu já falei pra sua mãe que não traí ela com ninguém. Ela tá ficando paranoica — meu pai logo se defendeu. — A não ser que o dia que dedei você conte, mas você não parece arrependida.

Nossa, senti meu rosto ficar quente de vergonha. Eu tinha demorado de conseguir voltar a olhar pra ele depois daquilo.

— Aff, pai — reclamei, sem saber o que dizer, mas ele se aproximou de mim, com um sorriso malicioso.

— Aff, pai o quê? Vai dizer que não gostou — ele ja estava bem na minha frente. — Vamos fazer de novo? Prometo que não conto a sua mãe.

Eu virei o rosto, com vergonha de dizer que queria repetir. Principalmente agora que estava aprendendo mais sobre meu corpo e ainda não tinha namorado ninguém.

Meu pai aproveitou minha demora de responder e já veio logo, me prensando na parede da sala e colocando a mão dentro de minha calcinha. Pelo jeito, ele já tava pensando nisso há um tempo, porque estava com pressa.

Mas não demorou de eu ficar molhadinha. Ali, de pé contra a parede, comecei a gemer baixinho, as perninhas tremendo.

— hum... ah, papai

— caralho, filha... que gemido gostoso... — ele gemeu, beijando meu pescoço e a mão girando meu grelinho.

A mão livre dele desceu e abriu a bermuda só um pouco, o suficiente pra liberar o pau dele. Não era muito grande, mas era grossinho e com veias marcando, e já estava todo babado.

Ele viu que eu fiquei sem jeito e pegou minha mão e colocou sobre o pau dele, começando a bater.

— porra, que mão boa... isso, continua assim — ele gemeu, e eu comecei a bater punheta pra ele sozinha.

— Aii — Eu gemi quando ele colocou um dedo na minha buceta.

— Que delícia apertadinha — ele gemeu, colocando e tirando o dedo devagar. — Vou comer você um dia, bebê. Anota o que eu tô falando.

Eu não aguentei e gozei ali mesmo de pé. Minha mão ficou mole e eu parei de masturbar ele.

Meu pai gemeu e começou a bater punheta e me puxou pra baixo na hora de gozar.

— Vou gozar, filha. Abre a boca

Eu abri bem na hora que ele gozou. Ainda melou um pouco meu nariz e queixo.

Depois de engolir, eu corri pro quarto e me tranquei lá, morrendo de vergonha.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico srae

Nome do conto:
Masturbação Mutua com o papai

Codigo do conto:
267776

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/07/2026

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2

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