Pedi uma garrafa de vinho, e cada um escolheu um prato. Começamos a conversar primeiro sobre o nosso trabalho e depois de um tempo entramos nos assuntos pessoais. Ela disse que era casada com o Henrique, também advogado, que ele era 11 anos mais velho que ela e não tinham filhos ainda.
Nisso ela entrou no assunto do meu relacionamento aberto com a minha esposa, como eu poderia saber que ela saia com o pai dela e não ligava, e também como eu havia mudado para melhor a vida da mãe dela.
Comecei falando que eu sempre soube que a minha esposa saia com alguns homens, que não era frequente, mas eu nunca disse a ela que eu sabia. Só depois que elas estiveram na minha casa que abri o jogo com ela, que sabia algum tempo que ela saia com o Jair, mas não me importava, se ela estava feliz assim, que para mim tudo bem. Paula achou muito estranho esse tipo de relacionamento, mas que respeitava as decisões de cada um. Entrou então no assunto da mãe, querendo saber como tudo aconteceu, já que a mãe nunca tinha entrado em detalhes sobre nós.
Contei que dias após elas terem ido à minha casa, a mãe dela me enviou mensagem querendo conversar comigo pessoalmente, marcamos em um café no shopping e conversamos, contei como era o meu relacionamento aberto com minha esposa e tal, disse que ela deveria aproveitar a vida, conhecer outros homens porque se o Jair não queria mais nada com ela, era a hora dela ser feliz com outra pessoa, porque com certeza ela iria descobrir isso com o tempo. Foi aí que a convidei a ir ao motel (relato parte 03) e transamos bem gostoso, e depois de uns dias fomos ao motel novamente e comi o cuzinho dela (relato parte 04). Ela confessou que nunca tinha gozado tão gostoso na vida, e que estava realizada e satisfeita. Depois desse dia saímos mais duas vezes e que não nos falamos mais. Não disse a Paula que eu tinha transado com a Ana, irmã caçula dela (relato parte 06).
Era tarde, 22h30min. já tínhamos tomado duas garrafas de vinho e eu tinha 40 min para voltar ao meu hotel. Paguei a conta e acompanhei Paula até o elevador, no caminho ela deu uma balançada por causa do vinho, segurei ela pela cintura e a levei até o elevador. Disse que iria acompanha-la até o quarto 10º andar. No elevador, abracei ela para que não caísse e sem pensar duas vezes dei lhe um beijo na boca que fui retribuído com muito tesão, de uma mulher que parecia estar muito carente. Entramos no quarto se agarrando, se beijando, já arrancando as roupas como dois adolescentes famintos por sexo. Joguei-a na cama, tirei a sua calcinha e cai de boca naquela buceta encharcada de muito desejo, a fiz gozar duas vezes chupando ela. Ela chupou meu pau um pouco e pediu para eu comer ela como comi a mãe dela. Deitei-a de bruços, coloquei um travesseiro por baixo da barriga e coloquei meu pau bem devagar na buceta dela, para o sentir entrando deslizando. Soquei bem gostoso, bombei várias vezes, me segurando para não gozar e quando ela gozou loucamente foi a minha vez de gozar dentro daquela buceta sedenta de pau. Paula ficou esticada na cama sem se mexer, exausta com os gozos e pelo vinho. Levantei me lavei, coloquei a roupa, cobri-a com o lençol, dei um beijo no rosto dela e fui embora para o hotel, isso era meia noite.
No dia seguinte, nos encontramos na sala de embarque do aeroporto, já na entrada do portão de embarque, nos cumprimentamos, ela sentou na poltrona da executiva e eu na poltrona comum do avião. Chegamos ao nosso destino, e nunca mais nos vimos e nem nos falamos.
CONTINUA...
Como descontei uma traição em dose quadrupla (parte 09_a filha do meio)