SEGREDOS SEGREGADOS - final



Giovanna chega ao apartamento, para na porta, dá uma puxada no vestido para expor mais o busto e toca a campainha. Assim que a porta se abre, Rienzo toma um susto ao ver a sogra daquele jeito. Seu corpo todo se arrepia ao ver a mãe de sua esposa com aquela produção toda. Ele respirou fundo, tentou se acalmar e convidou a sogra para entrar. Ela passa por ele, e o mesmo confere toda aquela produção que Giovanna se encontrava. Sua excitação desperta, quando ele vê que a mesma está usando uma minúscula calcinha fio-dental, lembrando-se que nem a Pietra usa uma calcinha dessas.
Ela senta-se no sofá, cruza as pernas exibindo um pouco as coxas, olha para Rienzo, que está apenas de bermuda, camiseta e fala:
- Sente aqui Rienzo, pois quero conversar algo realmente sério com você – disse a jovem senhora.
- Sim senhora – disse Rienzo com uma obediência dominical – vai para alguma festa?
- Porque a pergunta? – Falou Giovanna, ajeitando os cabelos e com um sorriso malicioso nos lábios – Está estranhando o meu visual?
- Sim – disse o jovem rapaz, sentando-se rapidamente no sofá – eu nunca tinha visto a senhora nessa produção toda.
Os olhos de Rienzo brilhavam ao ver sua sogra bem-arrumada, pois desde que ele se dá por gente, que houve sua mãe Gioconda falar sobre a bela mulher que era a sua amiga Giovanna. O que, aliás, era um fato que ele nunca havia revelado para sua esposa Pietra: o de que sua mãe e ele sempre tiveram uma enorme cumplicidade. Tanto que ele sabia quem eram as irmãs da igreja que mantinham casos com os genros, e até irmãos que mantinham casos com as noras. Ele sabia também que sua sogra viria visita-lo qualquer dia desses, para “conversar” sobre o relacionamento dele com Pietra, pois sua mãe havia ligado para ele e avisado, no mesmo dia que em que Giovanna havia conversado com ela. Por isso ele tentava não demonstrar a ansiedade que se encontrava, ao ter tirado a “sorte grande” de ter uma sogra tão sensual, mesmo depois dos quarenta.
- Vim aqui saber o que foi que você disse de tão grave para Pietra – disse Giovanna pegando na mão de Rienzo, olhando-o nos olhos – agora pela manhã. Pois ela chegou lá em casa não tem nem meia hora, aos prantos e desesperada.
- Eu falei que não ia voltar atrás com a minha decisão – disse ele, fingindo raiva – e que ela não atende às minhas expectativas, como mulher.
- Mas o que está faltando no relacionamento de vocês? – perguntou Giovanna, colocando a mão a perna de Rienzo, dando uma leve pressionada, fazendo o mesmo se arrepiar.
Para não perder a compostura, o jovem respirou fundo, soltou o ar devagar, olhou a futura ex-sogra nos olhos e disse:
- Sinto falta de uma mulher que seja dama na sociedade e puta na cama. Que apesar da postura na frente dos outros, não meça esforços para me satisfazer entre quatro paredes. Quero uma assim: não o contrário.
- Então porque você não me disse isso antes? Eu poderia ter arrumado as coisas do meu jeito, sem que você precisasse chegar a esse ponto – disse Giovanna subindo a mão até o meio das pernas de Rienzo e tocando o sexo dele, fazendo-o ficar sem ar – e ainda posso fazer isso, se você quiser.
Rienzo respira mais fundo ainda e, mesmo fingindo o nervosismo, tenta manter o teatro, apenas para ver até onde aquela situação toda vai dar:
- Dona... Dona... Dona Giovanna! A senhora é minha sogra. Não estou entendendo nada disso!
- Relaxe meu genro, esqueça o Giovanna, me chame de sogrinha e vamos rever essa sua decisão sobre o divórcio.
- Mas isso é errado! – disse o jovem rapaz, tentando se levantar do sofá, impedido por Giovanna – E a senhora endoidou de vez!
Giovanna, subindo a mão até o meio das pernas de Rienzo, toca-lhe o sexo e admira-se com o tamanho e a excitação em que ele se encontra. Seu corpo se arrepia por inteiro, causando um calor extremamente excitante e a mesma fica ainda mais empolgada com seu genro.
- Nossa! Pietra está deixando de lado, todo o potencial desta ferramenta? Ela tem um prato cheio dentro de casa, e fica só comendo pelas beiradas. Que desperdício!
- A... A senhora... A senhora acha... “Sogrinha”?
Rienzo, assustado, excitado e com o corpo reagindo por instinto, abre mais as pernas e deixa sua sogra à vontade para fazer o que bem quiser. Ela então abre a bermuda dele, joga-a longe, e deixa-o apenas de cueca. Ao ver o volume na cueca do genro, os olhos dela brilham, revelando ainda mais a sua fome de sexo e sua devassidão.
- Meu Deus! Esse pacote é bem maior do que eu pensava! É um belo cajado!
Sem esperar que o genro esboce algum tipo de reação contrária a toda aquela situação, e sem saber também que o mesmo já sabia de tudo e estava apenas fingindo não saber de nada, Giovanna enfia a mão na cueca de Rienzo e saca o pênis dele para fora, masturbando-o automaticamente, enquanto olha para o mesmo, com o antigo olhar devasso que possuía nos tempos de casada.
Enquanto olhava para o membro duro e rijo de seu genro, sua mente viaja até a época em que era dividida pelo marido com os amigos dele e com os rapazes que descolavam nas saídas e viagens de férias que faziam, antes de pensarem em ter filhos. Por um momento ela imaginou Carlo, seu falecido marido, sentado ao lado de Rienzo, assistindo a toda aquela cena, sorrindo e elogiando a esposa em ação. E com sua mente viajando, pensando nele, foi que se empolgou ainda mais: caiu de boca no pênis de Rienzo e começou a mamá-lo com fome, sugando com vontade.
- Sogrinha... Que boca deliciosa a senhora tem – disse o jovem com os braços e pernas abertos no sofá – a Pietra, nem de longe, mama desse jeito tão gostoso!
- E se... Manter esse segredinho só entre a gente – disse Giovanna masturbando Rienzo enquanto conversa – prometo ensinar a Pietra, como ela pode mamar desse jeito em você.
- Faça do jeito que a senhora quiser, sogrinha – disse o jovem genro com os olhos vidrados em Giovanna – e se essa festinha se repetir sempre, nunca vou abrir a boca pra dizer nada pra ninguém.
Ela então suga o pênis dele com mais força, deixando Rienzo louco de excitação. Tanto que o rapaz já não controlava mais os gemidos dentro do apartamento. E não resistindo mais a todas aquelas sensações, ele sem avisar, esporra forte na boca de sua sogra Giovanna. Ela engole todos os jatos quase se engasgando, olha para ele, dá um sorriso, mostra a língua como prova de que engoliu tudo e volta a mamá-lo, para impedir que o pênis do genro amoleça, deixando-o ainda mais louco.
Com o pênis do rapaz inchado de tão duro, ela para de mamá-lo, se levanta, fica de costas para ele, e solta o vestido que estava usando, ficando apenas de calcinha e sapatos de salto alto. Rienzo toma o segundo susto e quase goza ao ver a sogra de costas, toda cheirosa, vestindo uma minúscula calcinha fio-dental e,mesmo com curvas avantajadas, mostrando ser bem mais sexy e poderosa do que a própria filha com o qual ele se casou.
- E então – disse Giovanna dando uma volta para que Rienzo possa apreciar ainda mais o seu corpo – vai largar isso tudo à sua disposição, por causa de um divórcio?
Antes que ele pudesse responder, ela coloca a calcinha de lado, se abaixa, segura o ainda enrijecido pênis de Lobato e coloca-o na entrada de sua bunda. Ela usa o peso do corpo para se abrir e receber o membro duro de seu genro no meio de suas nádegas. Assim que vai entrando, ela fecha os olhos e vai sentindo cada centímetro do membro de Rienzo invadindo suas carnes. Nesse momento, sua mente vaga até a época em que era casada com Carlo e lembrou-se do fim de semana que passou num sítio com alguns amigos dele, onde a bunda dela foi apostada num jogo de cartas, e ela teve que passar três dias sendo fodida por trás, pelos amigos do marido. Ela lembra-se também de que foi nesse fim de semana que aprendeu a gostar de anal, de tanto dar a bunda.
Quando Giovanna sentiu suas coxas encostarem-se às de Rienzo, ela começou a rebolar no pênis dele, sentindo aquele membro inteiro dentro dela. Aquela sensação fez com que a excitação explodisse num frenesi de sensações e ela, devassamente começou a rebolar e pular com força no pênis de Rienzo, enquanto masturbava o grelo loucamente. Rienzo enlouquecia com as reboladas que recebia, e não demorou muito para que ele gozasse pela segunda vez, ficando com o corpo todo suado e com uma sensação prazerosa de cansaço que há muito tempo ele não sentia.
- Nossa! Sogrinha... – disse Rienzo bufando e olhando para Giovanna com um grande sorriso no rosto – Nesses dois anos de casado, a Pietra nunca fez nem metade do que a senhora fez hoje.
- E ainda não acabou – disse Giovanna dando um leve beijo nos lábios de Rienzo – esqueça essa ideia maluca de separação, faça as pazes com Pietra e eu prometo que vou amenizar sua situação, sempre que precisar e sempre que tivermos oportunidade.
- Vou ligar para ela ainda hoje e conversar –disse Rienzo ainda com o corpo sem forças – juro que depois da experiência de hoje, separação nunca mais!
- Era isso o que eu queria ouvir – disse Giovanna com um belo sorriso no rosto e abrindo as pernas para Rienzo – agora vem meter gostoso na xota da sogrinha, porque eu não gozei ainda.
Rienzo, ao ver Giovanna de pernas abertas, fica excitado de novo. Ele então se posiciona e começa a meter bem devagar na xota de sua sogra. Ela puxa os grandes lábios expondo o grelo para ver o pênis de seu genro entrando em sua vulva e quando mais uma vez eles se encaixam, Rienzo, na sua fome de sexo, começa a socar forte em Giovannaque gemia alto com as estocadas.
- Isso meu genrinho... – dizia ela mordendo os lábios – Fode gostoso sua sogrinha, fode!
Ele, enquanto socava ferro na sogra, não acreditava que uma filha puritana como sua esposa Pietra, tivesse uma mãe tão devassa e tão safa. Nunca em toda a sua vida, mesmo antes de se casar, ele havia gozado mais de uma vez em uma mesma relação sexual, pois apesar das mulheres que ele já tinha se relacionado terem sido belas e quase perfeitas, nenhuma delas se comparava àquela mulher.
Os corpos de ambos suavam e se derretiam como velas perto do calor. Giovanna se masturbava enquanto Rienzo metia fundo em suas carnes. O jovem genro já se esquecia de que fora a própria mãe Gioconda, que deu a ele todas as informações sobre a visita da sogra à sua residência, e só se preocupava em tirar o atraso dos vários meses que passou, comendo a insossa da Pietra. A mente dele já estava sem distinguir o eu era certo ou errado, pois sua mente dizia “não”, e seu corpo dizia “não pare”.
As estocadas continuaram por mais alguns minutos, quando ele avisou que iria gozar de novo. Giovanna urrava, dizendo que queria tudo dentro dela, dessa vez. Ele não demora muito e começa a gozar como um louco dentro dela. Ela, quando sente o esperma escaldante dentro de sua vulva, goza de forma estonteante. Sua visão quase escurece tamanha era a intensidade do orgasmo que estava tendo naquele momento. Rienzo tomba por cima dela por alguns segundos. Abraçam-se, fazem juras de fidelidade entre genro e sogra; Rienzo reforça ainda mais a promessa de não mais se separar de Pietra, caindo de lado no sofá.
Giovanna vai até o banheiro, se ajeita, retoca a maquiagem, borrifa um pouco de perfume em seu busto, dá um leve beijo nos lábios de Rienzo e sai do apartamento. Enquanto está se dirigindo até o carro, uma sensação de poder toma conta de seu corpo. Mas não é uma sensação qualquer: é a mesma sensação que possuía quando era jovem e tinha todos os homens a seus pés. Essa sensação refletia novamente no mundo à sua volta, pois parecia que todos os homens a notavam, a comiam com os olhos e a devoravam pelos pensamentos, igual a predadores famintos quando se veem de frente à caça desejada.
E enquanto dirigia até sua casa, Rienzo liga para Pietra e pede que ela volte ao apartamento, para poderem se acertar. A jovem deixa um bilhete para a mãe e toma um táxi, indo direto para os braços de seu amado esposo, que pediu a ela mil e um perdões por ter pensado em algo tão estúpido. Assim que chegou, Giovanna leu o bilhete da filha e se dirigiu até o banheiro para tomar uma bela e demorada ducha. Tirou os sapatos, desceu o vestido, tirou a calcinha, admirando-a toda suja do esperma do genro, como quem admira um troféu que acaba de ter nas mãos, entra no banheiro, liga o chuveiro e deixa a água passear pelo seu corpo, como um bálsamo purificador.
No domingo, na hora do crepúsculo, enquanto pensava na roupa que iria vestir para ir ao culto, o telefone toca. Era Pietra. Disse que iria passar para pegá-la para irem todos ao culto, e que fora Rienzo que dera a ideia. Ela então põe uma calcinha boxe, um vestido longo preto, com detalhes dourados, sapatos de salto alto pretos, uma maquiagem leve e um belo rabo-de-cavalo. Assim que Pietra e Rienzo chegaram a casa dela, o jovem rapaz fica excitado só de olhar para a sogra, mas disfarça até o momento em que Giovanna aproveita a distração da filha e passa a mão no pênis do genro por cima da calça.
Quando chegam à igreja e entram, todos percebem a mudança em Giovanna, cumprimentando-a. Algumas jovens ao verem o novo modo que Rienzo e Pietra se sentam juntos, percebem que o casal parece inabalável e fazem o que mais fazem de melhor: suspiram de inveja. Até mesmo Gioconda, a mãe de Rienzo nota a diferença e o novo brilho no olhar que irradia dos olhos de Giovanna e a usa como exemplo em sua pregação da noite, que falou da influência que os aderentes podem fazer para manter os casais unidos.
E enquanto Gioconda pregava, Giovanna deu uma olhada nas outras irmãs da igreja que assim como ela, satisfazem os genros, para que os casamentos continuem firmes como rocha. Ela viu o olhar de aprovação das outras, viu o brilho no olhar que elas tinham e os demais nem sonhavam que existia ali dentro, uma cumplicidade extremamente forte. Ela não tinha percebido, mas naquele instante em que observava os olhares e sorrisos das outras irmãs, que havia entrado para um poderoso círculo fechado. O poderoso círculo das mães, que amam suas filhas ao extremo, movendo céus e terras para que elas sejam sempre felizes.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
SEGREDOS SEGREGADOS - final

Codigo do conto:
267896

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
22/07/2026

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