Como se sabe, eu e Lucas transamos em 2022, quando ele veio passar férias com a família aqui na Bahia. Depois que voltou para São Paulo, o clima entre nós ficou estranho, ele se afastou, e eu também. No seu aniversário, mandei mensagem, e ele fez o mesmo no meu, não estávamos brigados ou com raiva um do outro, apenas deixamos de falar um com o outro. Cogitei algumas vezes em procurá-lo, mas não o fiz por medo de piorar ainda mais a situação.
No dia 2 de setembro de 2023, sábado à noite, recebi uma mensagem no WhatsApp. Estou sendo detalhista porque ainda tenho todas as nossas conversas salvas, palavra por palavra. Nossos diálogos costumavam ser cheios de abreviações, mas vou transcrevê-los da forma correta, seguindo a ortografia padrão.
Lucas Ferreira: Boa noite!
Eu: Oi, boa noite!
Lucas Ferreira: E aí, como andam as coisas?
Eu: Tranquilo, e por aí?
Lucas Ferreira: Também... Cheguei!
Eu: Como? Não entendi!
Lucas Ferreira: Estou na casa da Vó, cheguei hoje à tarde!
Eu: Aqui na Bahia?
Lucas Ferreira: Sim, sim...
Eu: Que legal…
Fiquei surpreso e sem saber o que dizer, um pouco aliviado por ele ter puxado assunto. A conversa parou por aí. No dia seguinte, ele enviou mais mensagens.
Lucas Ferreira: Bom dia, Rafa!
Lucas Ferreira: Está tudo bem? Não quer mais falar comigo?
Lucas Ferreira: Ficou um clima ruim entre a gente, parece que perdi meu melhor amigo.
Lucas Ferreira: A gente mal se fala, parecemos dois estranhos.
Eu: Oi Lucas, bom dia!
Eu: Pelo contrário, nunca quis parar de falar contigo. Foi você que parou de falar comigo!
Eu: Nunca imaginei que ficaria esse clima entre a gente. Me sinto mal por isso!
Lucas Ferreira: Poxa, mano, achei que você não queria mais falar!
Lucas Ferreira: Quantas vezes quis mandar um “oi” e desisti por medo.
Eu: Pois é... Eu sempre quis falar contigo. Pelo visto, nós tiramos conclusões erradas!
Eu: Da minha parte está tudo bem. Você continua sendo meu amigão!
Lucas Ferreira: Mano, que bom, fico feliz em ver você dizer isso!
Lucas Ferreira: Senti tanto a sua falta.
Eu: Que bom falar com você cara, trocar essa ideia! Senti sua falta também!
Eu: Mas e aí... Como você e a Lara estão?
Lucas Ferreira: Estamos bem... Aconteceu tanta coisa, tivemos um perrengue, mas já passou!
Eu: Que bom que estão bem!
Eu: Quando puder venha me visitar!
Lucas Ferreira: Pode crer, vou sim!
Lucas Ferreira: Estou indo para a roça hoje, mas assim que chegar te faço uma visita.
Eu: Beleza, pivete!
Essa foi nossa conversa. Demos o primeiro passo, mas a situação ainda não estava resolvida. Não seria fácil encará-lo depois de tudo. Na quinta-feira, 7 de setembro, feriado da independência, ele havia voltado da roça. Conversamos um pouco por mensagem, sem muitas intimidades, um chamando o outro pelo nome e não por apelidos. Na sexta-feira, dia 8, combinamos de nos ver na casa de seus avós. Ao chegar, encontrei sua avó que estava de saída e ele veio me recepcionar. Nos cumprimentamos com um aperto de mão. Todos tinham saído, restou só eu e ele na casa. Sua namorada não pôde vir desta vez.
Conversamos bastante, depois de um bom tempo, já estávamos bem à vontade. Eu o chamava de “Lú” e ele me chamava de “Rafa”. Botamos muitos papos em dia, até de nossa transa comentamos. Essa conversa deixou tudo claro entre a gente, tiramos um peso enorme das costas. O que me incomodava era o fato dele mencionar nossa transa como “AQUILO”, isso soava como se tivéssemos cometido um crime, decidi acabar de uma vez com isso. Quando ele disse “AQUILO” mais uma vez, eu falei:
Eu: Ah Lú, para, “aquilo” o quê? (falei gesticulando com aspas)
Ele: Ah... Você sabe, né?
Eu: Para com isso moço. A gente transou e pronto! Falando assim, parece até que a gente cometeu um crime! (disse isso sorrindo).
Depois de muita conversa, tive que ir embora e continuamos por mensagem. Ele falou da crise que teve e o quase término com a Lara, ela suspeitava dele com uma colega da firma. De fato, eles tiveram um caso e para acalmar a tempestade, mudou de turno, mas não rompeu com a amante. O feitiço virou contra o feiticeiro, ele descobriu que Lara ficou com um cara no período de crise dos dois. Isso resultou num término de dois meses. Disse também que, depois que reataram, conseguiu o "cú" dela duas vezes, mas ela não libera com facilidade. Acabei soltando uma pérola totalmente sem noção:
Eu: Vish, agora você tem bastante experiência. Comeu o meu e o da Lara!
Lucas Ferreira: Kkkkkkkk. Pois é... E o da colega de trabalho também!
Não devia ter falado aquilo, o certo era deletar de vez e não tocar mais no assunto. Os dias passaram, e nossa amizade foi restaurada. Na noite de terça-feira, dia 13, fui em um churrasco na casa dos parentes dele, lá estava ele, uns tios e primos. Rolou muita resenha e cerveja gelada. Fui embora perto das 23h, tinha que acordar cedo. No dia seguinte, falamos pelo WhatsApp e em determinado momento, ele perguntou:
Lucas Ferreira: O que você sentiu quando nos vimos naquele dia?
Eu: Fiquei muito feliz, ainda mais por termos voltado a se falar!
Lucas Ferreira: Não Rafa, quero saber se você sentiu alguma coisa. A última vez que nos vimos a gente transou.
Eu: Pra que falar disso agora? O importante é que a gente está bem!
Lucas Ferreira: É sério? Não veio nada em mente?
Eu: Sim...
Lucas Ferreira: Eu lembrei de tudo, de cada detalhe!
Fiquei sem graça e desconfortável, não havia necessidade nem motivo para tocar no assunto. Para não correr o risco de ficarmos estranhos um com o outro, desconversei:
Eu: Esquece isso, moço!
Lucas Ferreira: kkkkk… Teria coragem novamente?
Eu: Para Lucas, não fala mais disso, por favor!
Dito isso, pedi que mudasse de assunto. Desse dia em diante não puxei mais conversa com ele, respondia quando ele falava, sempre em poucas palavras.
Nos encontramos domingo à tarde, dia 17, em um barzinho perto de casa e tomamos umas cervejas. Às 19h30 fui embora, e por volta das 21h, ele mandou mensagem:
Lucas Ferreira: Opa. Tá bem?
Eu: Opa… Tô sim e você?
Lucas Ferreira: Sim. Pensei de novo na gente!
Eu: Para com isso, moço!
Lucas Ferreira: É sério Rafa, vamos mais uma vez?
Eu: Para Lucas, é sério, véi!
Ficamos uns 30 a 40 minutos sem nos falar, até meu celular vibrar e pela barra de notificação vi uma foto de visualização única enviada por ele. Não visualizei, nem sabia qual era o teor da imagem. Fiquei pensando: "Se eu não responder, ele vai achar que visualizei e fingi que não vi, mas se eu visualizar e responder ele vai pensar que eu estava esperando por algo". Pus um fim nisso e toquei, abriu a imagem e lá estava ele nu da barriga até as coxas e de pau duro. Fiquei olhando hipnotizado, me recompus e ao invés de reprimi-lo respondi apenas:
Eu: Aff...
Lucas Ferreira: kkkkkkkk. Pra você matar a saudade!
Eu: Não teve graça!
Em seguida, enviou mais 4 fotos em ângulos diferentes, e sem visualização única: uma de cima para baixo, outra de lado, outra de baixo para cima e a última bem próxima da cabeça, com a seguinte legenda: “ESTAMOS COM SAUDADES”, e um vídeo de 25 segundos, alisando-o lentamente. Não respondi. Corri o dedo sobre a tela olhando as imagens, assisti ao vídeo repetidas vezes, e depois, entrei na brincadeira: respondi ao vídeo com um emoji: “carinha a espreitar". Ele enviou outro vídeo, desta vez gozando, mandei outro emoji: “com a língua para fora".
Lucas Ferreira: Quer brincar com ele mais uma vez?
Eu: Não… (Me recompus). Isso é errado, nem devíamos ter esse tipo de conversa.
Lucas Ferreira: Não é errado se a gente quiser. Vai ser nosso segredinho!
Lucas Ferreira: Me dê uma chance, só mais uma vez?
Eu: Não!
Eu: Vamos parar com isso? Não quero estragar nossa amizade!
Lucas Ferreira: É sério, Rafa. Nossa amizade não vai estragar por causa disso!
Eu: Não, Lucas, isso é perigoso!
Lucas Ferreira: Vamos! Vai dizer que você não quer? Nem um pouquinho?
Eu: Posso pensar?
Eu: Mas vou logo dizendo: não estou garantindo nada!
Eu: Boa noite, já está tarde!
Lucas Ferreira: Tá Bom. Boa noite, PRINCESA! [Emojis de coraçãozinho]
Eu: rsrsrs…
Lucas Ferreira: Te dei um "boa noite" carinhoso. Seja carinhoso também!
Eu: Há há há...
Eu: Boa noite, LINDINHO! [Emojis de macaquinhos tapando o rosto]
Lucas Ferreira: Agora sim. Boa noite!
Conversamos durante a semana inteira. Quando ele tocava no assunto, eu disfarçava e eu recuava. Sábado, dia 23, eu estava de folga em casa. Ele mandou um bom dia puxando assunto, querendo me ver. Eu sabia qual era sua verdadeira intenção, depois de muita insistência combinamos de nos encontrar em casa. Quando ele chegou, recebi-o no portão e nem o convidei para entrar, sugeri irmos ao mesmo barzinho do domingo passado. Assim a gente conversava numa boa e tomava uma cervejinha gelada.
O bar não era longe; de carro, levava uns 10 minutos. Seguimos a caminho, e logo, ele puxou conversa. Sua voz estava diferente e respirava forte, sinal de nervosismo:
Ele: Posso te fazer uma pergunta?
Eu: Pode! Aliás, isso foi uma pergunta. [Sorri]
Ele: Mas eu quero que você seja sincero!
Eu: Sim, pode perguntar!
Ele: Você disse que ia pensar, até agora não me deu resposta. Não tem vontade de ficar comigo?
Eu: (Respirei forte) Não é assim tão fácil Lucas, isso não é certo. E você sabe: querer não é poder!
Ele: Então significa que você sente vontade?
Eu: Eu não disse isso!
Ele: Podemos ir em outro lugar?
Eu: Que lugar?
Ele: Sim ou não?
Eu: Não...
Ele: Confia em mim, é rapidinho!
Eu: Não, nós combinado é irmos ao bar, e você não disse que outro lugar é esse!
Ele: Tá bom, eu falo: vamos no "TEMPO DE AMAR"?
Já imaginava que esse seria o lugar. Um dos motéis da cidade.
Eu: Não, Lucas, e pare com essa ideia louca!
Ele: Vamos, Rafa. Olha, prometo não fazer nada se você não quiser!
Eu: Não, Lú, melhor não!
Ele: Confia em mim...
Fiquei em silêncio fingindo estar pensando, sabia desde aquela noite das fotos e vídeos o que ele queria. Eu também queria e muito, fiz “cú doce” e enrolei esse tempo todo, decidi aceitar o convite, e continuei se fazendo de difícil.
Eu: Tá bom, Lucas, eu aceito. Já vou logo avisando que não vai rolar nada!
Eu: Ah, e é você quem vai pagar! (risos)
Ele: Isso é um sim?
Eu: Sim, Lucas. Já que insiste, só não reclama depois!
Mudamos o trajeto, e logo seguimos em direção à saída da cidade. Chegamos no motel, pedimos um quarto e entramos.
Ele: Aqui estamos!
Eu: Pois é, e agora?
Ele: Vamos nos divertir um pouco!
Eu: Não, eu disse que não ia rolar nada!
Ele: Qual é, Rafa, você aceitou vir e estamos sozinhos. Vai me dizer que também não quer?
Eu: Oh, Lucas, é melhor não!
Ele já estava de pau duro; era nítido o volume na calça. O meu também começou a se "animar". Ele perguntou: “TEM CERTEZA QUE NÃO QUER?”. Antes mesmo de eu falar, ele veio em minha direção, pensei que ia pegar uma bebida no frigobar ao lado. Ele pegou minha mão e a levou até seu pau, por cima da calça. Segurei uns 2 ou 3 segundos e soltei.
Ele: Que foi?
Eu: Não, não, Lucas, melhor não!
Ele: Relaxa, Rafa!
Se aproximou mais, pegou minhas mãos e pôs em seu peito por cima da camisa. Fui descendo devagar, enfiei por dentro da calça, toquei seu pau e segurei. Senti aquela sensação gostosa novamente. Apertei e ele pulsou, desabotoei sua calça e o pus para fora. Estava majestoso. Desejei chupar e lamber ele todo. Ainda assim me fazia de difícil, falei que ia chupar, mas que não íamos transar. Tirei sua roupa, deixando-o totalmente nu. Beijei seu peitoral, sua barriga e fui descendo até ficar de joelhos, cara a cara com sua rola. Aproximei e meus lábios tocaram a cabeça, pus a língua para fora e abocanhei.
Senti a mesma sensação e adrenalina da primeira vez. Chupei com vontade, e lambi da cabeça até a base. Ele sentou na cama, pôs a mão na minha nuca, acompanhando meus movimentos de vai e vem. Às vezes eu tirava ele da boca e batia na minha cara. Deitamos na cama, ele insistia em tirar minha roupa, e eu recusava. Fui cedendo aos poucos e tirei a camisa, ele beijou meu pescoço, me abraçou, deslizando a mão em minhas costas, apalpou minha bunda entre a bermuda e a cueca. Segurei sua mão recusando, ele continuou insistindo até tirar minha bermuda, e a cueca me deixando nu. Ficou entre minhas pernas com o pau colado ao meu, segurei e fiz uma leve punheta dupla. Cheio de tesão, beijei sua boca e virei, ficando por cima dele. Seu pau posicionou no meu "rego", e ele dizia que ia brincar só um pouquinho. Falei quase gemendo:
Eu: Não, nego. Não mete!
Ele: Relaxa, eu não vou meter. É só uma roçadinha!
Ele roçou no meu "reguinho", eu acompanhei, subindo e descendo. Ele ajeitou e pôs a cabeça no buraquinho. Falei baixinho:
Eu: Não… Não mete!
Ele: Relaxa, eu não estou metendo.
Continuou roçando, quando a cabeça tocava o buraquinho, ele dava uma leve forçada. Na cabeceira, havia uns apetrechos eróticos, entre eles um lubrificante. Ele abriu o frasco e derramou um pouco no meu "rego". Senti o frescor gostoso e escorrendo. Ele continuou esfregando o pau em mim, segurou firme em minha cintura e disse:
Ele: Deixa eu pôr?
Eu: Não, Lú!
Ele: Por favor. Só um pouquinho. Você mesmo coloca, vai!
Parei com o "chove e não molha". Deitei de barriga para cima e abri as pernas.
Eu: Tá bom neguinho, você venceu. Pode meter!
Ele se aproximou, fiquei assanhadinho e com a voz manhosa, como da outra vez. Lubrificou o pau e meu cuzinho novamente. Posicionou a cabecinha no buraco e forçou devagar, senti doer e entrando. Continuou forçando e fazendo movimentos leves de vai e vem. Não demorou, e entrou tudo dentro de mim. Tirou devagar e pôs novamente. Fez isso mais duas vezes e disse: “ENTROU, AMOR”.
Mais uma vez, virei "mulherzinha" do meu amigo. Me entreguei por completo, fiquei mais soltinho e comecei a gemer. Cruzei os braços por cima da cabeça, virava o rosto, mordia o travesseiro incentivando-o a me "foder" ainda mais:
Eu: AINH... VAI, LINDINHO! ME FODE!
Eu: ISSO... ME DÁ SURRA DE PICA, VAI!
Ele: QUER SURRA DE PICA, É, SAFADO?
Eu: SIM... METE ELE TODINHO EM MIM!
Ele: DIZ QUEM É A PRINCESINHA DO LUCAS!
Eu: SOU EU... EU SOU A PRINCESINHA DO LUCAS!
Eu: MEU DONO!
Eu: ESTAVA MORRENDO DE SAUDADES DESSA ROLA!
Eu: VAAIN… VAI LINDINHO! FODE MEU CUZINHO!
Ele: TAVA COM SAUDADES? POR QUE DEMOROU TANTO?
Ele deu um tapinha na minha cara, e me chamou de "puta". Achei muito bom!
Eu: ISSO, ME XINGA. SOU UMA PUTINHA SEDENTA POR SUA ROLA!
Ele: PUTINHA… CACHORRA! É ASSIM QUE VOCÊ GOSTA É?
Eu: SIM MEU NEGO, EU GOSTO ASSIM. VAI… BOTA COM RAIVA!
Ele: HUMMM… SAFADO! GOSTA DE TOMAR NO CUZINHO, GOSTA?
Eu: HUM RUM… TOMAR NO CUZINHO É MUITO BOM!
Ele: DE QUEM É ESSE CUZINHO? DIZ PRA MIM!
Eu: É SEU E DE MAIS NINGUÉM! MEU NEGO SAFADO…
Ele deu mais uns tapinhas, segurou firme meu quadril e socou rápido, continuei pedindo mais e mais. Ele estava prestes a gozar, eu queria gozar junto com ele. Lembrei quando me fez gozar gostoso da última vez, queria sentir aquela sensação novamente.
Eu: Nego… Vamos de posição?
Ele: Você quem manda!
Levantei da cama e fui para o banheiro, levei o resto do lubrificante que tinha no frasco. Ele me acompanhou, passei o lubrificante e encostei na parede, ficando na posição de enquadro, e empinei a bunda. Ele esfregou a rola no meu "rego", achou o “buraquinho” e meteu.
Eu: AIN AMOR… ENTROU GOSTOSINHO!
Eu: ISSO… ASSIM… FODE GOSTOSO MEU CUZINHO!
Ele: VOU FODER E ARROMBAR ELE TODINHO.
Eu: SIM, MEU NEGO… ME FODE, ME ARROMBA QUE EU GOSTO!
Eu: VEM NEGUINHO... DÁ BEIJINHO EM SUA PRINCESA!
Ele beijou, mordeu e chupou meu pescoço. Segurou firme meu quadril e meteu rápido, soltei umas gotinhas de "xixi" quando ele tirou e meteu novamente. Ele estava prestes a gozar, peguei sua mão e a conduzi até meu pau, ele fez carinho e "meteu" ao mesmo tempo. Sua respiração ficou ofegante, seu corpo tremeu e soltou um berro. Falei:
Eu: “ISSO, AMOR, NÃO PARA, VAMOS GOZAR JUNTINHOS.”
Senti seu pau dando contrações e gozando dentro de mim. Eu gozei em seguida, acertando a parede e melando a mão dele. Gozamos quase juntos. Ele permaneceu dentro de mim, beijou minha boca e tirou o pau devagarinho. Ficamos uns dois minutos se beijando e nos acariciando, Tomamos um banho. Após a chuveirada, fomos para a banheira de hidromassagem. Trocamos mais beijos e carinhos, depois, ele sentou na borda da banheira e eu "caí de boca" nele novamente.
Passado um tempo, ele ligou na recepção e fechou a conta. Fomos embora, a caminho de casa, seguimos por uma rua pouco movimentada. Pus o pau dele para fora e fui chupando enquanto dirigia. Os vidros eram um pouco escuros, não dava para quem estivesse de fora ver alguma coisa. Chegamos, ele pediu para entrar e beber um pouco d’água. Assim que entramos, ele me puxou e nos beijamos. Depois, sussurrou em meu ouvido dizendo: “TCHAU, PRINCESA!” E saiu. Entrou no carro, deu uma piscadinha e partiu.
Dias depois ele voltou para São Paulo, continuamos conversando normalmente. Dessa vez, a amizade não foi abalada. Sobre o que aconteceu, a gente nunca fala por mensagem, mas as resenhas ainda continuam como antigamente.
“Mais uma vez, deixo claro que estes fatos aconteceram de verdade. Enfim, essa é a parte 2 de 3 da transa que tive com meu amigo. Espero que gostem! Além de ter escrito no diário, tenho também todas as conversas salvas até hoje. Obrigado a todos!"
CONTINUA…