Depois da nossa segunda transa, ele voltou para São Paulo. Diferente da primeira vez, a gente não parou de se falar. Ele namorava a Lara (nome fictício, já mencionei nos outros contos) há um bom tempo e, em junho de 2024, decidiram dizer “sim” a uma nova vida. Casaram-se, e a cerimônia foi realizada aqui na Bahia.
Vamos por partes: no dia 13 de fevereiro de 2024, ele mandou uma mensagem. Era um convite de casamento em PDF, a cerimônia estava marcada para o dia 29 de junho, um sábado. Os meses foram passando e logo junho chegou. No dia 15, eles chegaram e foram correr atrás dos preparativos finais. Faltavam ainda 14 dias, parece muito para quem está de fora e pouco para quem está vivendo o momento.
Quase tudo encaminhado, foi então que tivemos tempo de nos ver e conversar um pouco. Isso foi no dia 22, um sábado. Depois que ele saiu, fiquei pensando no quanto ele cresceu, era um adolescente quando o conheci e agora um homem feito, e que em poucos dias, iria se casar.
Senti vontade novamente de ficar com ele. Confesso que achei estranho, pois as duas vezes anteriores foram mais por vontade dele (claro que eu também quis, mas foi ele quem tomou a iniciativa). Então, pensei: “POR QUE NÃO?” Decidi tentar, mas não sabia por onde começar. Depois de um tempo criei coragem e mandei mensagem puxando assunto, perguntei como estava andando as preparações para o casório e pelo que ele disse, estava quase tudo pronto. Brinquei e perguntei onde seria a despedida de solteiro, ele disse que não ia ter.
Minha vontade era de falar logo o que eu queria, mas o medo e nervosismo eram grandes. Minutos depois, tentei uma investida:
Eu: Tá de bobeira? Bora tomar uma?
Lucas Ferreira: Onde??
Eu: Nesse barzinho aqui perto de casa!
Lucas Ferreira: Vou ver com Lara, se não tiver mais nada a fazer a gente combina, beleza?
Eu: Beleza!
Eu: Ei… Quero te falar uma coisa, mas tô sem jeito!
Lucas Ferreira: Que foi? Fala!
Eu: Bora fazer uma despedida?
Eu: [emoji: três macaquinhos tapando os olhos]
Lucas Ferreira: Ha ha ha… Eu já disse que não vai ter!
Eu: Tô falando de uma despedida eu e você. Não de solteiro!
Lucas Ferreira: Como assim?
Eu: Bora ficar novamente?
Eu: [emoji: um monte de macaquinhos tapando os olhos]
Lucas Ferreira: É você mesmo, mano?
Eu: (ÁUDIO) Sim, Lú, sou eu, Rafael!
Lucas Ferreira: (ÁUDIO) Oxi, achei que fosse outra pessoa.
Lucas Ferreira: (ÁUDIO) Se não tivesse mandado áudio eu não acreditaria, achei estranho o pedido, ainda mais vindo de você.
Lucas Ferreira: (ÁUDIO) Mas a resposta é não! Vou casar na semana que vem, não devemos falar mais disso. O que aconteceu ficou no passado.
Eu: (ÁUDIO) Desculpa, Lucas, nem sei o que dizer… Ai que vergonha!
Lucas Ferreira: (ÁUDIO) Fiquei surpreso, tomei um susto aqui, nunca passou pela minha cabeça você me fazer esse convite. De qualquer forma, a resposta é não!
Eu: (ÁUDIO) Pois é, nem eu acredito que to fazendo isso. Antes, foi você que me procurou; agora é o inverso.
Eu: (ÁUDIO) Hoje quando te vi, senti vontade de ficar novamente com você. Desculpe, viu… Mas o convite continua de pé caso mude de ideia.
Eu: (ÁUDIO) Tire uma curiosidade minha: você também não sentiu vontade quando me viu?
Lucas Ferreira: Esquece isso, Rafa!
Eu: Você não respondeu! [emoji: duas mãos apontando o dedo uma para a outra]
Lucas Ferreira: (ÁUDIO) Não, Rafa! Talvez se fosse em outra ocasião, eu não diria nada, mas agora é diferente, vou casar semana que vem.
Eu: (ÁUDIO) Nas duas vezes que transamos, você já estava com a Lara, e no ano passado, eu estava namorando.
Lucas Ferreira: Eu sei, Rafa, mas agora é diferente!
Eu: Vamos fazer uma despedida. Prometo que será a última vez!
Lucas: Não, Rafa. Melhor não!
Senti que ele estava indeciso. Lembrei de quando me cantou pela segunda vez, enviando nudes e vídeos. Estava sozinho em casa, corri para o banheiro e tirei umas fotos — embaixo do chuveiro, com as mãos na parede e com a bunda empinada — enviei para ele com a seguinte legenda: “VEM TOMAR BANHO COMIGO”. Ele disse não, e pediu que eu parasse. Mandei outra de quatro no chuveiro. Não demorou e ele entrou no jogo:
Lucas Ferreira: [três emojis com a língua de fora saboreando e uma berinjela]
Eu: Deixe eu ser seu novamente?
Lucas Ferreira: Não, Rafa. É melhor não!
Eu: Deixa de ser bobo, Lú. Vamos, só mais uma vez!
Lucas Ferreira: Não, Rafa. Para com isso!
Eu: Você não sente vontade? Nem um pouco?
Lucas Ferreira: Cara, eu não reagiria às suas fotos se não tivesse vontade, ainda assim eu não posso!
Eu: Faz o seguinte: pense com carinho, se mudar de ideia, é só chamar!
Lucas Ferreira: Tá bom, mas não vou garantir nada!
Lucas Ferreira: A gente se fala depois!
Eu: Tá bom… Boa noite lindinho! [vários emojis: rostos festivos; rostos mandando um beijo]
Lucas Ferreira: Rsrsrsrs… Boa noite, Rafa!
Isso foi sábado à noite. Domingo, dia 23, ele foi passar o São João na roça e só voltou na terça, dia 25. Passou a festa junina e voltei às atividades normais. Levantei cedo, tomei banho e arrumei para trabalhar, aproveitei e me depilei todo, se por acaso ele mudasse de ideia eu estaria pronto. Faz tempo que trabalho praticamente sozinho, o patrão presta serviço em outra cidade, fica dias sem pisar no escritório.
Trabalhei a manhã toda, fui almoçar e voltei às 14h. Assim que cheguei, recebi uma mensagem do Lucas:
Lucas Ferreira: E aí, mano. Trabalhando hoje?
Eu: Oi Lú, boa tarde!
Eu: Estou sim…
Lucas Ferreira: Vixi… Queria um favor seu, mas deixa pra depois, não quero atrapalhar!
Eu: Que nada, atrapalha não… Pode falar, aqui tá tranquilo!
Lucas Ferreira: Estou aqui no centro. Posso ir aí?
Eu: Pode, pode sim. Sabe onde é né?
Lucas Ferreira: Sei sim!
Eu: [figurinha de aperto de mão].
Vinte minutos depois, ouvi passos nas escadas. Era ele. Nos cumprimentamos, ele pediu para eu ajudá-lo nuns corres. Estava de carro, não disse aonde íamos e eu não perguntei. Pegamos a avenida principal e seguimos conversando, mais adiante entramos na rotatória sentido a uma das saídas da cidade. Pensei: “ONDE SERÁ QUE ESTAMOS INDO?”
- Eu: Vamos aonde?
- Ele: É logo ali, estamos quase chegando!
- Eu: Por que essa cara de deboche? Esse “ali” não tem nome?
- Ele: Tem sim, vamos para um motel!
- Eu: É o quê?
- Ele: Isso mesmo... Vamos ao motel, eu quero foder você!
Não consegui disfarçar, nem esconder minha cara de felicidade. Sorri e não falei nada. Chegamos no motel, pegamos a chave e fomos para o quarto. Entramos, ele fechou a porta e disse: “ESTAMOS AQUI, AGORA É COM VOCÊ”.
Estava a mais ou menos um metro de distância dele. Me atirei para cima dele e tasquei um beijo de língua. Nos agarramos e sentimos a boca um do outro. Depois, pedi que me aguardasse e fui tomar um banho. Terminei, me enrolei na toalha como se fosse um vestido tomara que caia, ele já estava deitado sem camisa.
Fui de encontro a ele, deitei ao seu lado e descansei em seu peito. Fiquei por cima, trocamos beijos, e depois, desci beijando seu corpo da caixa torácica até a barriga, tirei a calça e a cueca dele, deixando-o nu, já de pau duro.
Pus a boca, passando a língua levemente na cabeça e fazendo voltas, abocanhei por inteiro, chupando e sugando, fazendo movimento de sobe e desce e punhetando. Ele soltou seus primeiros gemidos. Eu tirava o pau da boca e sorria maliciosamente falando: “ISSH DELÍCIA”, “QUE PAU GOSTOSO”, “CARALHO, LUCAS, ELE TÁ ENORME”. Segurava firme e batia ele na minha cara. Depois subi e beijei novamente sua boca.
- Eu: Seu pau é muito gostoso, mô!
- Ele: É gostoso é?
- Eu: Demais…
- Ele: Eu estava com saudades.
- Eu: Também estava com saudades do meu lindinho.
Montei em cima, ele pôs o pau no meu rego e começou a roçar. Curvei para frente e empinei a bundinha, subia e descia enquanto ele roçava. Fiquei soltinho, como das outras vezes. Tirei a toalha, deitei de pernas abertas pedindo a rola dele:
- Eu: METE EM MIM VAI! (falei com a voz macia e dengoso)
- Ele: QUER MINHA ROLA NO SEU CUZINHO?
- Eu: SIM, EU QUERO MUITO!
Ele me arrastou pelas pernas até a beirada da cama. Dominante e com força, me virou de bruços e me deixou de bunda para cima. Segurou firme minha cintura, me levando ao seu encontro.
- Ele: Venha aqui, cachorrinha!
- Eu: Ai, amor, que pegada gostosa!
Me pôs de quatro, forçou minha cabeça para baixo e levantei a bundinha. Obediente aos seus comandos, apoiei meus antebraços e cotovelos sobre a cama. Lubrifiquei meu cuzinho, senti seu pau tocar minhas costas e descer até o rego. Pincelou no buraquinho e foi metendo. Entrou a cabecinha, tirou, lubrificou e meteu devagar. Soltei um gemido baixinho, puxando o ar para dentro fazendo: “ISSH HUUM”. Senti ele me penetrando, depois, iniciou os movimentos de vai e vem, acelerou e começou a me meter forte. Senti entrar tudo até o talo, suas coxas batiam em mim e fazia: “PLAC PLAC PLAC” ecoando o som no quarto.
- Eu: ISSO, LÚ, VAAI...
- Eu: ME FODE SEU GOSTOSO!
- Eu: HUUM, QUE DELICIA!
- Eu: SONHEI MUITO COM ISSO!
- Ele: NÃO CONSEGUE MAIS FICAR SEM MINHA ROLA, PUTINHA?
- Eu: AINH… NÃO LINDINHO…EU NÃO CONSIGO FICAR SEM ELA!
- Eu: ACABA COMIGO! METE TUDO…
- Eu: HUUM.... AAAINH... QUE ROLA GOSTOSA!
Gemia com a voz afeminada. Ele metia rápido e forte, parecia uma máquina. Me chamou de vários nomes: PUTINHA, CACHORRA, SAFADO, VIADINHO. Começou a me dar tapas e segurar com força minha bunda. Ele nunca tinha feito isso antes, eu gostei muito. Mais para frente, os tapas foram ficando mais fortes e minha bunda começou a arder.
- Ele: SEU VIADO… GOSTA DE ROLA, NÉ?
- Eu: SIM, LÚ! EU GOSTO MUITO!
- Eu: AINH… CONTINUA... MACHUCA, VAI!
- Eu: SEU PAU TÁ ENORME, LÚ… MUITO GRANDE!
- Ele: VOCÊ PEDIU… AGORA AGUENTA!
- Eu: AAINH… HUUM... ISSO MEU GOSTOSO!
- Ele: VAI, PEDE MAIS VIADINHO!
- Eu: METE, VAI… SEU VIADINHO QUER ROLA!
- Eu: AINH, LÚ... ACHO QUE NÃO VOU AGUENTAR MAIS!
Ele continuou sem parar. Quanto mais eu gemia e dizia que estava machucando, mais ele batia e metia forte. Depois de um tempo, não aguentei e dei por vencido (risos).
- Eu: AINH… HUUUM. TÁ DOENDO, LUCAS!
- Ele: VOCÊ ME PEDIU PICA... ENTÃO TOMA!
- Eu: AI, LÚ... PARA, PARA, PARA!
- Eu: AI, TÁ DOENDO MUITO… PARA!
Apoiei a mão na barriga dele e o afastei, ele parou. Tirou o pau devagar e sorriu.
- Ele: Que foi, arregou?
- Eu: Sim, a Lara é guerreira, viu! (risos)
- Eu: Vamos parar só um pouco!
- Ele: Machucou? Desculpa Rafa, acabei pegando pesado com você!
- Eu: Relaxa bobo, foi muito bom. Deixa eu me recuperar um pouco. (risos)
Acariciei seu rosto e dei-lhe um selinho. Deitei de bruços, apoiando o queixo com as mãos, ele escorou na cabeceira e ficamos jogando conversa fora. Passava das 15h30 da tarde, levantei e fui tomar banho. Assim que entrei no chuveiro, ele apareceu e banhamos juntos. Terminamos, falei:
- Eu: Vamos de novo?
- Ele: (Sorriu) Quer mais?
- Eu: Você não quer?
- Ele: Você aguenta?
- Eu: Acho que sim!
- Ele: Está bom. Vai querer como?
- Eu: Que você me coma, já é suficiente!
- Eu: Seu pau já está duro, vou dar o que ele precisa!
Fomos até a cama, ele me deitou e ficou por cima de mim. Começamos a nos beijar. Estávamos nus, senti seu pau durmo e morno contraindo, segurei firme e acariciei, ele retribuiu segurando o meu, que também estava duro. Começamos a punhetar um ao outro, não me segurei e acabei gozando, melando a mão dele e minha barriga. Nos limpamos, e continuamos de onde paramos.
Dessa vez, ele não usou força nem selvageria. Com carinho, ele foi me ajeitando e me pôs na posição para penetrar. Fiquei de barriga para cima e de pernas abertas, ele ficou entre elas, lubrificou o pau e meu cuzinho, posicionou no buraquinho e meteu devagar. Dessa vez, fizemos um sexo lento e carinhoso, com gemidos suaves e baixinhos.
- Eu: ISSH… HUUM, AMOR!
- Ele: TÁ GOSTOSO?
- Eu: HUM RUM, DEMAIS!
- Ele: É ASSIM QUE MINHA PRINCESA GOSTA?
- Eu: SIM…
- Ele: TÁ MACHUCANDO?
- Eu: NÃO, TÁ É GOSTOSO!
- Ele: DIZ PARA MIM QUEM É A MINHA PRINCESINHA?
- Eu: EU… EU SOU A PRINCESINHA DO LUCAS!
- Eu: AINH… É TÃO BOM SER SUA MULHERZINHA!
- Eu: ASSIM, VAI… METE ESSA ROLA GOSTOSA EM MIM!
- Ele: EU FICO LOUCO QUANDO VOCÊ FALA ASSIM, SABIA?
- Eu: É, VOCÊ FICA, É?
- Ele: SIM... MUITO!
- Eu: ENTÃO METE VAI… FAZ DE MIM MULHERZINHA!
- Ele: SEU CUZINHO É PERFEITO PARA MINHA ROLA!
- Eu: E SEU PAU É PERFEITO PARA O MEU CUZINHO.
- Ele: TÁ GOSTOSO ASSIM?
- Eu: MUITO, MUITO, MUITO…
- Eu: NÃO PÁRA, CONTINUA VAI!
- Ele: NUNCA IMAGINEI QUE VOCÊ SERIA TÃO SAFADO, RAFA!
- Eu: SEU PAU QUE ME DEIXOU ASSIM. SOU SAFADO POR CAUSA DELE!
- Eu: ME CHAMA DE VIADINHO, VAI!
- Ele: É… GOSTA DE SER CHAMADO DE VIADINHO?
- Eu: SIM...
- Ele: VIADINHO… SAFADO… DESCARADO!
- Eu: ISSO… EU NÃO PASSO DE UM VIADINHO SAFADO!
- Ele: MEU VIADINHO!
- Eu: SÓ SEU... SOU VIADINHO SÓ DO LUCAS!
- Ele: DO QUE VOCÊ MAIS GOSTA, VIADINHO?
- Eu: DE ROLA… DA ROLA DO LUCAS!
- Eu: DE SER O VIADINHO TODINHO SEU!
- Eu: MEU MACHO, MEU DONO!
- Ele: ISSO, EU GOSTO ASSIM… AAAH... ACHO QUE VOU GOZAR!
- Eu: VAI, AMOR, CONTINUA NÃO PARA!
- Ele: HUUM… TÔ QUASE LÁ!
- Eu: GOZA EM MIM ONDE VOCÊ QUISER!
Ele retirou rápido, deu umas punhetadas e gozou. Jatos fortes saíram e esporraram sobre mim do abdômen até o peito. Senti o líquido quente e viscoso escorrendo. Ele pediu para eu espalhar em meu corpo, e depois limpar seu pau. Espalhei me lambuzando todo, peguei a toalha para limpar seu pau, e ele disse:
- Ele: Assim não.
- Ele: Vem aqui, chupa vai!
Ele ficou de pé. Levantei, fiquei de joelhos, pus a língua para fora e lambi. Nunca tinha sentido o gosto de esperma, foi minha primeira vez. Não sei bem como explicar, mas o gosto e o cheiro revirou meu estômago. Hesitei e fiz cara de nojo:
- Eu: Desculpa, Lú, não dá!
Era quase 17h da tarde. Tomamos outro banho, e namoramos embaixo do chuveiro. Terminamos e ficamos mais uns 20 minutos dentro do quarto. Aproveitei o tempo e chupei ele novamente. Antes de fecharmos a conta, ele falou que tinha uma surpresa para mim. Pediu que fechasse os olhos e abrisse só quando ele mandasse. Minutos depois, pediu para eu abrir. Estava com uma flor na mão feita de guardanapo.
- Ele: Daquela vez, você disse que não te mimei, nem te dei flores. Esta é simples, mas é de coração!
- Eu: Que fofo, eu amei… Obrigado!
Dei-lhe um abraço e um beijo bem gostoso, era hora de irmos embora. Fechamos a conta e partimos. Chegamos no escritório antes das 18h, nos despedimos, foi nosso adeus definitivo como amantes. Fiquei e encerrei o expediente. No sábado, dia 29, ele se casou e na primeira semana de julho, voltaram para São Paulo.
Estes três contos relatam a experiência que tive com outro homem. Em 2025 e em maio de 2026, nos encontramos novamente, como eu já havia mencionado, aquela foi definitivamente a nossa última vez. Não rolou mais nada entre a gente, continuamos sendo bons amigos.
Minha vida continua normalmente e mantenho esse segredo a sete chaves. A flor de papel eu guardei, serve como marcador de páginas de um livro.
Gratidão a todos que reservaram um pouco do seu tempo e leram meus relatos. Essa foi a última parte da minha aventura com Lucas. Os fatos narrados são verídicos, e as conversas são praticamente um "copia e cola" das mensagens do WhatsApp.

