O Irmão do Meu Padrasto - 3



Fala safados, como cês estão? Obrigado pelos comentários e mensagens, curto muito saber que vocês gostam dos contos e principalmente, que gozam bastante lendo eles, isso me dá um tesão do caralho!
Vamos ao que interessa…
Como disse no conto anterior, eu e Javier estávamos nos pegando a uns dois meses, encontros rápidos na hora do almoço onde eu e ele trepavamos loucamente, às vezes dávamos uns perdidos nos fins de semana para dar uma volta de carro onde pagavamos um boquete um no outro com direito a gozada na boca e tudo. Era tudo cheio de adrenalina e muito tesudo, mas era sempre algo rápido, cheio de desespero, por causa do pouco tempo que tínhamos. Tanto eu quanto ele queríamos mais tempo juntos para curtirmos um ao outro, até cogitamos ir num motel, mas logo ele desistiu com medo de algum conhecido ver e dar merda. Então nos contentamos com o que tínhamos. Mas então fomos agraciados com um presente do destino.
Era época de fim de ano, e já era um costume minha mãe e meu padrasto irem para uma chácara que um tio meu tem, onde boa parte da família da minha mãe se reúne nesta época do ano, era normal passarmos duas semanas na chácara e irmos para a praia, eu até tinha me esquecido que essa parte do ano já estava se aproximando, e então tive uma ideia. Seria o momento perfeito para mim e Javier, com minha mãe e meu padrasto fora, teríamos dois problemas a menos para nos preocupar. Havia, é claro, Cecília, mas a minha intenção era apenas ter mais espaço e tempo para curtir meu macho tranquilamente.
Falei com Javier sobre aquilo e ele me deu uma notícia ainda melhor.
“Cecília vai viajar também no mesmo período.” disse ele por mensagem.
“Sério?”
“Ela tem umas pendências para resolver desde que voltamos para o Brasil, vai passar 20 dias lá para resolver tudo, vai aproveitar e passar um tempo com a parte da família dela que ainda mora por lá.”
Aquilo tudo era bom demais para ser verdade.
“E você não vai?” perguntei.
“Por causa do trabalho não, sou recente na academia, e optei por não ir” disse ele. “E também porque tenho um puto safado que não sai da minha cabeça e não quero ficar longe dele”
O safado sabia como atiçar, sorri e respondi.
“Vou ter que inventar uma desculpa para não ir para a chácara, mas vou dar um jeito”
E foi o que eu fiz, quando a conversa sobre a viagem chegou, comecei a dizer que aquele ano não iria dar para eu ir, por causa das entrevistas de emprego que eu estava fazendo e esperando resposta. O que era mentira, desde que eu comecei a trepar com Javier, eu tinha parado de pensar em trabalho completamente, mas eles não sabiam disso.
— É fim de ano, rapaz, deixa isso pro ano que vem. — Meu padrasto falou.
— É filho, você vai ficar sozinho todo esse tempo.
Dei de ombros.
— Já sou adulto, mãe, sei me virar, vocês não precisam se preocupar comigo.
E no fim deu tudo certo. Os preparativos para a viagem começaram, e eu não via a hora de ter a casa só para mim e minhas safadezas. Nesse tempo estávamos uma semana sem nos ver por causa da correria que Javier estava tendo no trabalho. O tesão acumulado estava nos deixando loucos, o que não vou mentir, deixava tudo mais gostoso.
Cecília foi a primeira a viajar na quinta à noite, e minha mãe e meu padrasto foram no dia seguinte de manhã.
Finalmente eu estava sozinho em casa, por no mínimo 15 dias. Javier estava no trabalho, eu já sabia que ele não iria vir na hora do almoço, então tudo o que pude fazer era esperar e me preparar para a noite que viria, para todo o tempo que teríamos a sós e com total liberdade.
“Me espera na minha cama, de quatro pra mim.” Javier mandou um pouco antes de chegar.
Sorri ao ler a mensagem, meu pau já ganhando vida por finalmente chegar a tão aguardada hora. Eu já estava pelado mesmo, fui para a casa dos fundos e esperei Javier chegar. Escutei ele estacionando na garagem, me coloquei de quatro como ele havia pedido, ficando bem na direção a porta, pronto para o meu macho.
— Puta merda, isso que é vista boa — falou ele quando chegou, seu voz grossa fazendo minha pele arrepiar.
Ele se aproximou, acariciando minha bunda empinada para ele.
— Como senti falta disso, meu puto — disse, seu dedo circulando minha entrata que piscava para ele. —, caralho que delícia…
Então senti sua boca no meu cu.
Gemi com suas linguadas, seus beijos molhados cheios de desejo, com sua barba roçando em minha pele. Ele arfava e gemia grave, soltava grunhidos de prazer ao lamber minhas bolas , subindo até voltar para minha entrada onde ele se deliciava, me preparando para recebê-lo. Senti um tapa, acompanhado de uma mordida leve em uma das bandas, o safado sabia como me tratar bem, me dizer que eu era dele assim como ele era meu.
— Quer pica, puto?
— Quero…
— Quer a rola do teu macho dentro de ti? Quer, safado?
— Quero… mete essa rolona dentro de mim, por favor, mete tudo…
Outro tapa.
— Adoro quando você me pede assim, puto. Caralho você sabe como ser safado do que jeito que eu gosto, e isso me deixa louco…
Era uma das coisas que que tinha aprendido com nossas conversas, em como ele gostava de ser estimulado, de ouvir putaria.
— Fode esse rabo, fode, ele é todo seu, meu macho, come seu puto safado, come…
Mais um tapa.
Ouvi ele tirar a roupa, então suas mãos grandes me seguraram com força na cintura, e caralho, não aguentei segurar meu gemido ao sentir a grossura de seu pau roçando em mim. Fazia mais de uma semana que eu não sabia o que era ter aquele pau perto de mim, e queria tirar o atraso, e como era bom sentir a dureza dele, seu tamanho.
— Me fode…
Javier passou o lubrificante em nós dois, meteu dois dedos em mim, me estimulando ainda mais, então começou a me penetrar. Primeiro a cabeça, de maneira lenta, brincando comigo. Então, centímetro a centímetro, ele deslizou para dentro de mim. Senti seus pentelhos na minha bunda, ele latejando em meu interior. Ele suspirou de prazer.
— Delícia da porra…
No início ele bombou com calma, mas não durou muito, o tesão era tanto que logo nossos corpos se colidiram com rapidez e força. A semana de atraso nos deixou desesperados e famintos.
— Cacete… eu vou gozar…
— Leita meu macho, leita gostoso, isso mesmo, leita teu puto, ah…
Senti seu pau inchar e logo jorrar dentro de mim, ele soltando um gemido grave em meu ouvido, seus braços fortes me abraçando por trás enquanto ele ainda metia em mim.
Lentamente ele saiu de mim, beijando minhas costas.
— Tesão demais, puto. — disse ele me virando e me beijando gostoso. — Vou te comer a noite inteira…
Ele foi beijando meu pescoço, descendo pela minha barriga até chegar em meu pau duro, ainda cheio de desejo. Vi ele admirar meu pau, seus olhos brilhando ao dar uma lambida em minha cabeça babada. Ver aquele macho me mamar era uma das coisas que eu mais gostava, aquele putão safado doido por me dar prazer assim como eu era doido por dar prazer a ele. Ele me chupou por uns dois minutos e não aguentei mais e gozei em sua boca, sem avisar mesmo, já era um costume nosso já ambos gostamos de beber leite de macho.
Então ele me chamou para o chuveiro junto dele. Nunca antes havíamos feito aquilo. Javier sempre tomava uma ducha rápida em nossas transas rápidas para logo voltar ao trabalho, mas não tínhamos que nos preocupar mais com aquilo.
Molhados e ensaboados nos beijamos, sentindo o corpo um do outro com calma e devoção. Minhas mãos se deliciaram ao tocar lentamente seus músculos que ele treinava todos os dias, decolando em cada curva. Estávamos duro de novo. Esfregamos nossos paus, minhas mãos segurando as duas picas juntas enquanto eu fazia um vai e vem gostoso na gente. Depois me ajoelhei e mamei ele ali mesmo, a água quente caido nas minhas costas, ele encostado na parede, seu gemidos reverberando pelo banheiro.
— Isso safado, mostra como você gosta dessa pica, assim mesmos…ah, caralho… isso…
Eu me engasgava em seu rola, lambia e chupava suas bolas, massageando seu saco pesado. Queria ser mais ousado e subir minhas mãos, brincar com seu cu, como ele havia dito que gostava, mas eu queria que ele pedisse primeiro, então me contentei em continuar mamando meu macho até ele me puxar para cima, voltando a me beijar.
— To quase gozando de novo. — disse ele me virando, colando minhas costas contra seu peitoral firme e peludo, seu braços me segurando. Suas mãos vagando pelo meio peito, brincando com meus mamilos, então descendo pela minha barriga até chegarem em meu pau. — Tu também, pelo jeito….
Eu concordei, me deliciando em estar nos braços daquele homão molhado e tesudo. Seu pau esmagado entre nossos corpos, quente e pulsante.
— Como isso é gostoso puto…
— Bom demais…
— Goza pra mim, puto…
Ele mordiscava minha orelha enquanto sua mão me punhetava freneticamente.
— Mostra pro teu macho como ele sabe fazer você gozar gostoso, leita minha mão…
Joguei a cabeça para trás e gemi alto ao sentir o clímax. Jorrei enquanto ele continuava a me estimular, minhas pernas fraquejaram mas ele me segurou. Quando voltei a mim, Javier passou sua mão melada da minha porra em meus lábios então me beijou. Fiz que ia ajoelhar mas ele me impediu.
— Não quer gozar também?
Ele riu.
— Com você? Quero sempre, mas agora não, quero guardar para mais tarde, vou te leitar muito ainda, safado.
Ri junto dele.
Acabamos o banho e saímos para o quarto.
Ficamos em silêncio por um instante. Nunca havimso tido aquilo, aquele tempo tranquilo pós sexo, onde a nuvem de tesão baixava um pouco e só restava dois homens que havia dado muito prazer um para o outro.
— Tá com fome? — perguntou ele por fim.
Fomos ver alguma coisa para comer.
Foi estranho e muito bom aquilo. Nossas conversas eram todas por mensagens, mas agora podíamos falar tranquilamente tudo estando olho no olho. Comemos e ficamos à toa vendo TV por um tempo, recuperando as energias. Javier acho melhor ligar para a esposa para ver como estava sendo a viagem e eu aproveitar para checar como estava minha mãe e meu padrasto. Ambos já na chácara, bem longe de casa, assim como Cecília.
E eu ali com Javier, totalmente a sós.
Assim que constatei isso, olhei para ele no outro lado do sofá, que também olhou para mim, e deu um daqueles seus sorrisos safados. Estava pensando no mesmo que eu. Fui até ele e me joguei em seus braços, minha boca encontrando a dele, nossas línguas já acostumadas uma com a outra. Ele me abraçou forte, meu corpo se encaixando com o dele. Assim como eu, ele vestia apenas uma bermuda, nossos troncos nus colados e quentes. Logos estávamos ambos de pau duro.
Eu me esfregava nele enquanto sua mão adentrava minha bermuda e ia direto para meu cu, me dedando.
— Vou me acabar em você…
— Vai?
Javier assentiu.
— Vou, puto. Vou socar nesse teu rabo até eu leitar gostoso, e mesmo assim eu não vou parar, vou continuar metendo mais e mais…
— Batendo leite no meu rabo.
— Isso mesmo, safado, eu vou bater leite nesse teu rabo guloso…
Arrancamos nossas bermudas e cai de boca em sua pica. Com ele meio sentado no sofá, as pernas bem abertas e eu entre elas, admirei aquele pau com toda calma. Lindo e pulsante em minha mão. Ele babava pra caralho, o que acho um tesão danado. Sorvi uma gota de baba, me deliciando com seu gosto, então dei um chupada de leve apenas na cabeça, o que o fez estremecer e gemer. Então deu uma lambida indo de seu saco até a cabeça, lambuzando todo o pau com minha saliva, Então abocanhei tudo e comecei a mamar meu macho como ele merecia. O safado batia com o pau no meu rosto, eu todo sorridente com isso.
— Puto safado do caralho, gosta de pica mesmo…
— Eu adoro… adoro muito…
Javier me puxou para mais um beijo, então ele me envolveu com um de seus braços e se levantou. Passei minhas pernas ao redor de sua cintura, e assim ele nos levou para o quarto, onde ele me deitou na cama e mais uma vez caiu de boca no meu rabo. O jeito como ele me fazia delirar com a língua em meu cu me deixa duro pra caralho, só de lembrar.
Então ele nos preparou, lambuzou o pau de lubrificante assim como meu cu, então me pediu para eu me deitar de lado. Ele se ajeitou atrás de mim, passei meu braço ao redor de seu pescoço, para poder ver seu rosto no ato, e assim, de ladinho, Javier me penetrou.
Caralho, foi um tesão ver seu rosto a cada bombada que ele me dava. Ele estava indo devagar, prolongando o prazer.
— Você é muito gostoso, puto… caralho….
— Tá gostando?
— Pra cacete…
— Então mete, meu macho… me fode mais forte…
— Toma puto, toma essa pica…
Nossos gemidos enchiam o quarto assim como o cheiro de sexo.
— Que tesão…
— Que rabo gostoso do caralho…
— Mete gostoso, isso mete… mete no teu puto mete…
Javier socava com gosto, segurava minha cintura na posição que ele queria e mandava ver, sua pica indo e vindo deliciosamente.
— Que pica gostosa, macho… mete mais que eu gosto, mete… ah
— Toma filho da puta, toma essa pica nesse teu rabo guloso, cacete.
Nos olhávamos nos olhos, suor escorrendo por nossos corpos.
— Rebola no teu macho. — pediu ele então.
Ele se deitou de barriga para cima na cama, eu fui logo sentando em sua pica. Obedeci meu macho e rebolei como ele queria, subi e desci por ele, quicando e me deliciando em sua pica.
— Isso puto, senta pro teu macho, mostra como tu gosta desse pau dentro de você.
Me curvei e o beijei, o que deu a ele a deixa de mover o quadril para cima, metendo em mim. Gemi em sua boca.
— Caralho…
— Toma cacete, não era pica que tu queria, então toma…
Estava sendo a foda mais intesa que já tinhamso tido.
Eu sentia meu orgasmo chegando, e ao perceber isso Javier pediu para eu gozar na boca dele. Como ele ali deitado, apenas aproximei meu pau de sua boca, e ele abocanhou tudo, me engolindo inteiro até engasgar. Eu fodi sua boca enquanto ele me dedava por um tempo e logo gemi ao jorrar em sua boca safada. Ele tomou tudo, saboreando meu leite.
Quando me recuperei voltei a sentar em seu pau, agora totalmente voltando para o dar prazer para o meu homem. Javier parecia estar longe de gozar.
— Que tesão do caralho — falei quicando nele.
— Tá gostando, Romeu? Tá gostando de rebolar na pica do teu macho?
Apenas gemi de prazer como resposta.
Então Javier quis me comer de frango, um de meus pés apoiados em seu ombro enquanto ele me fodia gostoso.
— Tá gostando né? De comer o enteado do teu irmão? — falei naquela loucura do tesão.
Vi seus olhos brilharem e ele deu uma estocada mais funda.
— Tá gostando, safado? De comer meu rabo enquanto sua esposa tá num avião agora? Enquanto teu irmão tá longe, a casa só para você foder o enteado dele?
— Safado do caralho… — murmurou ele metendo mais rápido.
— Ah… caralho, isso come teu puto, come assim mesmo que ele gosta…
Sua respiração estava ficando entrecortada, seus gemidos já não tinham mais controle.
— Vai leitar?
Ele grunhiu.
— Leita, leita teu puto, me enche de leite…
Ele abriu bem minhas pernas e socou fundo, urrando de prazer enquanto seu pau latejava dentro de mim, seu jatos jorrando fartamente. Só que Javier não parou. Como havia prometido ele continuou me fudendo. Sem tirar seu pau de dentro de mim, Javier me botou de lado e continuou a me comer. Logo estávamos como mais cedo, meu braço ao redor de seu pescoço enquanto ele me comia.
Suavamos pra caralho, seus olhos vidrados de tesão, e eu sabia que os meus também. Eu estava duro de novo também. Nunca uma foda minha havia durado aquele tempo.
Javier me comia hora de maneira rápida, hora em estocadas lentas. Não falavamos mais nada, apenas gemiamos de prazer, o foco total naquele nível de tesão que tínhamos atingido. Não sei por quanto tempo ficamos naquilo, mas eu já estava quase gozando sem me tocar quando senti o pau dele latejar mais uma vez, e logo o calor de seu jatos me enchendo, seu gemido rouco no meu ouvida a cada uma das últimas estocadas que ele me dava. Ele continuou dentro de mim por mais um tempo, e quando seu pau ficou meio bomba saiu, me deixando com uma sensação de vazio. Javier ficou deitado de barriga para cima, sua respiração acelerada, ele tinha um sorriso largo no rosto.
— Fazia muito tempo que eu sonhava com isso, puto. Muito obrigado.
Ele me puxou para um beijo lento. Ao sentir meu pau duro ele disse:
— Goza pro teu macho, goza no meu peitoral.
Me sentei sobre sua barriga e comecei a me masturbar. O tesão em que eu estava era tanto que me surpreendia o fato de eu ainda não ter gozado. Eu sentia o leite de Javier escorrendo de mim, olhava em seus olhos, todo satisfeito enquanto eu me tocava para ele.
Gozei sobre ele, jatos fartos sobre os pelos escuros de seu peitoral. Desfeito me deitei sobre ele, que me acariciava em agradecimento. Voltamos a nos beijar de maneira lenta, apenas apreciando a boca gostosa um do outro. Estávamos melados e satisfeitos.
Aquela noite dormi nos braços de Javier, pelados em sua cama, sem preocupações além de curtir a presença um do outro.

Espero que estejam gostando, safados! Meu pau tá todo babado aqui só de relembrar isso. Vou continuar a relatar esses meus dias com Javier em um próximo capítulo, que está tão quente quanto esse. Até mais, espero que tenham gozado bastante (quem sabe até mais de uma vez?!) e mais uma vez, obrigado pelos comentários.

Foto 1 do Conto erotico: O Irmão do Meu Padrasto - 3

Foto 2 do Conto erotico: O Irmão do Meu Padrasto - 3

Foto 3 do Conto erotico: O Irmão do Meu Padrasto - 3


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Comentários


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loudra Comentou em 25/07/2026

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Irmão do Meu Padrasto - 3

Codigo do conto:
268214

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/07/2026

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