Da Mão à Carne: Quando a Punheta Não Bastava Mais (Conto anterior reescrito)



**A Descoberta**

Hoje tenho sessenta anos mas poucos meses depois de completar dezoito anos, me sentia preso num corpo que não sabia como usar. A timidez me paralisava. Não conseguia olhar nos olhos das garotas da minha escola, muito menos puxar conversa. Enquanto meus colegas contavam histórias sobre festas, beijos e transas, eu permanecia em silêncio, sentindo o calor da vergonha subir pelo pescoço.

Minha única companhia eram as revistas que encontrei escondidas numa gaveta do meu pai. Fotos de mulheres nuas, pernas abertas, bucetas rosadas e molhadas expostas para a câmera. Homens de paus grossos, veiados, enfiando até o fim naquelas mulheres que gemiam de prazer. Eu me masturbava freneticamente vendo aquelas imagens, imaginando que aquele pau entrando na buceta ou no cu apertado das modelas era o meu.

A masturbação virou rotina. Duas, três vezes por dia. Acordava com o pau duro, punheta. Chegava da escola, punheta. Antes de dormir, punheta. Mas quanto mais me masturbava, mais o desejo de sentir algo real aumentava. Queria sentir uma buceta quente e molhada envolvendo meu pau. Queria meter no cu de uma mulher e ouvir ela gemer de verdade, não em fotos.

Foi esse desejo insaciável que me levou a tomar uma decisão ousada. Ouvi falar de um cinema no centro da cidade onde passavam filmes explícitos, sem censura. Homens de verdade, paus de verdade, fodendo mulheres de verdade na tela grande. E, diziam, coisas aconteciam nas poltronas escuras e nos banheiros.

Cheguei lá num sábado à tarde. Paguei a entrada com as mãos trêmulas e entrei no escuro. O cheiro de desinfetante misturado com suor e sexo me atingiu imediatamente. Na tela, um homem de pau enorme, grosso, roxo de tão duro, metia com força numa loira de pernas abertas. O som dos gemidos ecoava pelas paredes. Meu pau pulsou na calça.

Fiquei parado por alguns minutos, os olhos se acostumando com a penumbra. Vi alguns homens sozinhos nas poltronas, mãos movendo-se discretamente sob as calças. A cena na tela mudou: agora um homem com um cacete imenso arrombava o cu de uma morena de quatro, as bolas batendo com força na bunda dela. Eu queria ser ele. Queria sentir aquela pressão, aquela entrega.

Precisava mijar. Ou pelo menos era o pretexto que eu dava para ir ao banheiro e ver o que acontecia lá.

Empurrei a porta do banheiro masculino. O som da trava ecoou. E então eu vi.

Dois rapazes, não muito mais velhos que eu, encostados na parede de azulejos sujos. Um deles, de cabelo castanho e camiseta regata, estava de pau para fora, duro, apontando para cima. O outro, mais magro, de boné virado para trás, estava ajoelhado na frente dele, a boca cheia daquela rola, chupando com vontade. O barulho úmido, sugador, preencheu o banheiro.

Fiquei paralisado. Meu coração batia no peito. Meu pau explodiu de duro instantaneamente, apertando contra a calça jeans. Eu devia ter saído, devia ter me virado, mas não consegui mover as pernas. Apenas fiquei ali, encostado na parede oposta, vendo aquela cena.

O rapaz de pé abriu os olhos e me viu. Não parou. Pelo contrário, pareceu se excitar mais. Ele segurou a cabeça do outro e começou a meter na boca dele, embalando, gemendo baixo. O som me atravessou. Minha mão desceu sozinha para a calça, massageando meu pau por cima do jeans.

Quando o rapaz de boné percebeu que estava sendo observado, ele se afastou um pouco, a boca brilhando de saliva, e sorriu para mim. Não era um sorriso debochado. Era convidativo. O outro continuou se masturbando, olhando para mim, esperando.

Minha mão entrou pela cintura da calça, encontrei meu pau duro, pulsando, a cabeça já molhada de tesão. Comecei a me masturbar ali mesmo, encostado na parede, vendo aquele rapaz chupar o outro. A cena era crua, real, nada de fotos ou filmes. Era carne com carne, boca com pau, desejo puro.

Gozei rápido. Talvez em menos de dois minutos. O orgasmo subiu forte, quente, jorrando por dentro da cueca enquanto eu mordia o lábio para não gemer alto. Fiquei ofegante, a visão embaçada, vendo os dois rapazes trocarem um olhar e voltarem ao que estavam fazendo.

Me limpei como pude com papel higiênico, ajeitei a roupa e saí apressado, o rosto em chamas, mas o corpo estranhamente leve.

Caminhava rápido pelas ruas do centro quando ouvi passos atrás de mim.

— Ei, espera!

Virei. Era o rapaz que estava recebendo o sexo oral no banheiro. Ele tinha uns vinte e poucos anos, cabelo desgrenhado, um sorriso fácil. Corri para alcançar meu passo.

— Primeira vez no cinema? — perguntou ele, sem julgamento.

Assenti, sem jeito.

— Sou o Leo. Relaxa, não vou contar pra ninguém. — Ele riu, um som genuíno. — Aquilo lá é normal. Acontece o tempo todo. Não precisa ser gay, sabe? É só... prazer. Sexo.

Conversamos. Ele falou com uma naturalidade que me desarmou. Disse que na cidade havia vários lugares onde homens se encontravam para isso, praias desertas, parques, saunas. Que muitos eram casados, tinham namoradas, mas gostavam daquela liberdade, daquele encontro sem compromisso.

— A timidez some quando você percebe que todo mundo tá ali pelo mesmo motivo — disse ele, encarando meus olhos. — Amanhã vou pra uma praia. Quer vir?

Aceitei antes que o medo pudesse falar mais alto.

**A Praia**

O dia seguinte foi o mais longo da minha vida. Acordei duro, me masturbei pensando no que poderia acontecer, gozei forte, mas o tesão voltou em minutos.

Leo me buscou de carro. Ele dirigia descontraído, falando sobre músicas, filmes, coisas normais, enquanto eu tentava controlar o coração que parecia querer sair pela boca.

Chegamos à praia no início da tarde. Era um lugar afastado da cidade, acesso por uma estrada de terra. O sol batia forte na areia clara. Leo estava certo: estava praticamente deserta. Avistamos dois rapazes distantes, nadando no mar, e mais à frente, perto de umas pedras altas cobertas de mato, dois homens sentados em toalhas, conversando.

Caminhamos pela beira da água. Meu corpo tremia levemente, não de frio. Leo parecia notar, mas não comentava. Quando passamos pelos dois homens sentados, eles olharam para nós. Um deles, mais velho, de barba grisalha, fez um sinal discreto com a cabeça para Leo.

Leo retribuiu e seguiu em direção às pedras, para uma parte mais isolada, onde o mato alto oferecia privacidade.

— Vem — disse ele, simplesmente.

Segui. Minha boca estava seca, mas meu pau já começava a endurecer na sunga.

Chegando perto das pedras, Leo parou. Olhou para trás, viu que os dois homens nos observavam, e então fez o que disse que faria: abriu a sunga e tirou o pau para fora. Ele já estava meio duro. Ele segurou e fingiu que estava urinando, apontando para a areia, mas na verdade apenas exibia aquela rola, morena, grossa, a cabeça rosa e lisa.

Fiquei parado, sem saber o que fazer. Minhas mãos suavam.

Os dois homens se levantaram. Caminharam em nossa direção, despretensiosos. Quando chegaram perto, pararam a alguns metros de distância de Leo. O mais velho, de barba, olhou para o pau de Leo, depois para mim. Ele também abriu a bermuda e tirou seu pau. Era grande, pesado, circuncidado. O outro homem, mais jovem, de óculos escuros, fez o mesmo.

O silêncio era denso, quebrado apenas pelo som das ondas distantes.

Então, o homem de barba estendeu o braço. Sua mão envolveu o pau de Leo. Começou a masturbação lenta, firme, olhando nos olhos dele. Leo gemeu baixinho, uma respiração profunda saindo de seus lábios.

— Vem aqui — Leo me chamou, a voz rouca.

Me aproximei, as pernas bambas. O homem de óculos se moveu, ficando ao meu lado. Vi de perto aquela mão experiente subindo e descendo no pau de Leo, que agora estava completamente duro, apontando para o céu, a cabeça brilhante de tesão.

Leo me puxou pelo braço, me colocou ao lado dele. Sua mão desceu para minha sunga, puxou o elástico para baixo. Meu pau saltou para fora, duro, pulsando, a cabeça roxa e molhada de pré-gozo. O calor do sol na pele exposta me deixou tonto.

O homem de barba olhou para mim, sorriu, e então fez algo que me surpreendeu. Ele soltou Leo e ajoelhou-se na areia. Sua boca abriu e engoliu meu pau todo de uma vez.

— Porra! — escapei, sem conseguir conter.

A boca dele era quente, molhada, a língua girava em volta da minha glande, sugava com força. Ele chupava com uma técnica que eu nunca poderia imaginar, indo até a base, sentindo meu pau no fundo da garganta, depois subindo devagar, a mão segurando minhas bolas, massageando.

Leo gemeu ao meu lado. Olhei para o lado e vi o outro homem, o de óculos, agora ajoelhado diante dele, fazendo o mesmo. A cena era surreal: nós dois, de pau para fora, sendo chupados por estranhos numa praia deserta.

O homem de barba alternava. Ele se afastava de mim, ia para Leo, chupava ele algumas vezes, depois voltava para mim. A saliva dele escorria pelos nossos paus, deixando tudo brilhante, escorregadio. O contraste entre a boca quente e a brisa do mar me fazia estremecer.

Então Leo se afastou. Seu pau saiu da boca do homem de óculos com um estalo úmido. Leo olhou para o homem de barba, que ainda estava ajoelhado entre nós.

— Quero comer seu cu — disse Leo, direto.

O homem mais velho sorriu, um brilho nos olhos. Ele se levantou, virou de costas, e abaixou a bermuda. Sua bunda era redonda, firme, as nádegas brancas contrastando com o bronzeado do resto do corpo. Ele apoiou as mãos numa pedra, arqueando as costas, oferecendo.

Leo cuspiu na mão, passou na cabeça do seu pau, e se aproximou. Neste tempo, não tinhamos a preocupação com camisinhas como hoje. Eu vi de perto quando ele guiou a cabeça da sua rola para o cu daquele homem. A pressão, a resistência por um segundo, e então a entrada. O homem gemeu alto, uma respiração profunda, e Leo enterrou tudo até as bolas.

— Caralho, que apertado — Leo suspirou, começando a bombada lenta.

Eu estava hipnotizado. Ver aquele pau desaparecendo naquele cu, as nádegas se abrindo, o brilho da saliva misturado com o tesão, a pele batendo na pele. Meu próprio pau pulsava, duro, dolorido de tanto tesão.

Leo metia com uma cadência constante, profunda. Ele olhou para mim, os olhos semicerrados de prazer.

— Vem aqui — ele falou, ofegante. — Troca comigo.

Meu coração parou. Depois disparou.

O homem de barba olhou por cima do ombro para mim, um convite silencioso nos olhos.

Leo saiu devagar, seu pau saindo daquele cu com um som úmido. Estava vermelho, brilhante, duro como pedra. Ele me fez sinal para tomar o lugar.

Minhas mãos tremeram quando me aproximei. Coloquei as mãos nas nádegas daquele homem, sentindo a pele quente sob meus dedos. Ele arqueou mais, oferecendo. Eu cuspi na mão, passei no meu pau, na cabeça, no corpo todo. Estava escorregadio.

Guiando com a mão, encostei a cabeça do meu pau na entrada daquele cu. O calor me atingiu primeiro. Depois a pressão. Eu empurrei.

A entrada foi lenta, o cu daquele homem era apertado, quente, uma pressão constante envolvendo meu pau por todos os lados. Ele gemeu, uma respiração profunda, e se empurrou para trás, engolindo mais de mim.

— Isso, entra tudo — ele suspirou.

Empurrei até o fim. Minhas bolas bateram na pele dele. Fiquei parado por um segundo, sentindo aquela sensação nova, avassaladora. Era melhor do que qualquer punheta, melhor do que qualquer imaginação. Era carne envolvendo carne, calor, aperto, uma umidade que me fazia querer gritar.

Então comecei a meter.

Inicialmente devagar, tentando encontrar o ritmo. Saía até a metade, sentia a pressão aumentar na cabeça do meu pau, e voltava a entrar, forte, profundo. O homem gemia a cada embate, as mãos agarrando a pedra.

— Mais forte — ele pediu, a voz rouca. — Fode esse cu, garoto.

Aumentei o ritmo. Minhas coxas batiam nas nádegas dele, criando um som seco, ritmado. O prazer subia pela minha coluna, concentrado na base do pau, explodindo em ondas. Eu estava fodendo um cu de verdade. Eu estava perdendo minha virgindade de uma forma que nunca imaginei, mas que me consumia de prazer.

Olhei para o lado. Leo estava sendo chupado pelo homem de óculos, que agora estava de quatro na frente dele. Leo metia na boca dele com força, os olhos fechados, a boca aberta em um gemido silencioso.

Enquanto isso, ouvi movimento. Os dois rapazes que estavam no mar se aproximaram. Eles estavam nus, paus duros balançando enquanto caminhavam. Pararam a alguns metros de nós, vendo a cena. Um deles começou a se masturbar imediatamente, a mão firmemente agarrada no pau, subindo e descendo.

Os dois homens que estávamos sentados na praia também chegaram. Eles se posicionaram ao redor, formando um círculo. Todos estavam de pau para fora, se masturbando, vendo eu meter naquele cu.

— Que putaria gostosa — um deles disse, ofegante.

Eu não sentia vergonha. Não sentia culpa. Sentia apenas o prazer intenso, o calor do cu daquele homem apertando meu pau, a excitação de ser observado, de estar fazendo aquilo em público, na luz do sol, sem esconder.

Aumentei mais o ritmo. Estava fodendo com força agora, sacadas profundas, rápidas. O som das nossas peles batendo ecoava entre as pedras. O homem debaixo de mim gemia sem parar, pedindo mais, pedindo para eu meter mais forte.

— Vou gozar — avisei, a voz estranha, rouca.

— Goza dentro, garoto — ele pediu. — Goza no meu cu.

Aquela permissão me detonou. As três, quatro últimas bombadas foram desesperadas, profundas, e então o orgasmo me atingiu como uma onda. Contraí, jorrei, senti o esperma quente saindo em jatos longos, enchendo aquele cu, escorrendo para fora enquanto eu continuava metendo, prolongando o prazer até a última gota.

Saí devagar. Vi meu esperma branco, espesso, escorrendo daquele cu arrombado, pingando na areia. O homem se virou, um sorriso satisfeito no rosto.

Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, Leo me puxou. Ele estava de pau duro ainda, brilhando de saliva.

— Agora quero te chupar — ele disse, ajoelhando-se na minha frente.

Levou meu pau na boca, sentindo o gosto de saliva e algo mais, talvez o gosto do cu do outro homem. Chupou com vontade, a mão massageando minhas bolas. Gemi alto, sem contenção, as mãos na cabeça dele, guiando o ritmo.

Ao meu redor, a orgia se desenrolava. Os dois rapazes que chegaram do mar estavam um de quatro, o outro metendo com força no cu dele, as bolas batendo, gemidos misturando-se. Os outros homens se tocavam, alguns se chupavam em pares, um verdadeiro festival de carne e tesão. Não acreditava que o menino tímido tava ali, prestes a gozar pela segunda vez, no meio de gente que não conhecia fazendo o que nunca tinha feito pela segunda vez.

Leo me fez gozar na boca dele. O orgasmo foi intenso, salgado, quente. Ele engoliu sem hesitar, sem nojo. Era parte daquilo tudo, daquela experiência que me transformava a cada segundo.

---

**A Transformação**

Dias depois, voltei ao cinema. Fui sozinho. Entrei no banheiro sem hesitar. Dessa vez, um estranho se ajoelhou diante de mim, chupando meu pau com a boca cheia, sentindo-o endurecer na garganta dele, recebendo meu gozo no rosto dele.

A timidez que me paralisava há anos começava a se dissolver. Eu descobrira algo fundamental: o sexo era apenas sexo. Não carregava culpa, não definia quem eu era. Era prazer, era conexão momentânea, era libertação.

Comecei a frequentar a praia regularmente. Aprendi a linguagem dos olhares, dos sinais discretos. Aprendi a sentir o desejo nos outros homens, a oferecer meu pau para ser chupado sem vergonha. Comi dezenas de cus diferentes, de todos os tamanhos e formatos. Meti meu pau na boca de homens que nunca soube o nome, gemendo de prazer enquanto eles me chupavam.

Cada encontro me tornava mais confiante. O garoto tímido que não conseguia olhar nos olhos das garotas estava morrendo. No lugar dele, nascia alguém que conhecia seu corpo, seus desejos, que não tinha medo de pedir o que queria.

E então, três meses depois daquele dia na praia, aconteceu.

Estava numa festa de aniversário de um colega da escola. Bebia cerveja, conversava com naturalidade, quando ela apareceu. Marina. Cabelos longos, olhos verdes, riso fácil. Ela se inclinou para pegar um drink ao meu lado, nosso braços se tocaram.

— Você está diferente — ela disse, encarando-me. — Não lembrava de você tão... aberto.

Sorri. Era o mesmo sorriso que Leo me ensinara, confiante, convidativo.

— As pessoas mudam — respondi.

Conversamos a noite toda. E pela primeira vez, não fugi do olhar dela. Não tremi quando nossas mãos se tocaram. Quando ela sugeriu que saíssemos dali, eu apenas assenti, já duro na calça.

No carro dela, estacionados num lugar escuro à beira da estrada, foi ela que tomou a iniciativa. Sua mão desceu para minha calça, encontrou meu pau já duro, e sorriu.

— Alguém está ansioso — ela provocou.

— Por você — respondi, e era verdade.

Beijei-a. Não foi um beijo tímido, hesitante. Foi um beijo de quem sabia o que queria. Minha língua explorou a boca dela, minhas mãos subiram pelas suas coxas, encontraram a umidade entre suas pernas.

Tiramos as roupas no banco de trás apertado. Ela se sentou em cima de mim, nua, a buceta raspada e molhada deslizando no meu pau. Segurei seus seios, chupei seus mamilos duros, gemi quando ela desceu, engolindo meu pau inteiro naquele calor úmido.

— Porra, que gostosa — grunhi, sem filtro, sem vergonha.

Ela riu, um som rouco, e começou a rebolar. A buceta dela era diferente do cu dos homens, mais macia, mais molhada, mas o prazer era o mesmo intenso. Segurei sua cintura, ajudei no movimento, metendo de baixo para cima, batendo fundo.

— Mais forte — ela pediu, as unhas cravadas nos meus ombros. — Me fode, por favor.

E eu fodi. Com toda a técnica que aprendera naqueles meses, com a confiança de quem já dera e recebera prazer de todas as formas possíveis. Mudei de posição, coloquei ela de quatro no banco, entrei por trás, vendo meu pau desaparecer naquela buceta rosada, as nádegas dela tremendo a cada embate.

Gozei dentro dela, profundamente, um orgasmo longo e intenso que me fez ver estrelas. Ela gozou junto, a buceta apertando meu pau em espasmos, um gemido alto escapando de seus lábios.

Depois, deitados no banco de trás, suados, ofegantes, ela perguntou:

— De onde veio essa confiança toda?

Olhei para o teto do carro, sorrindo. Pensei nas revistas do meu pai, no cinema escuro, no banheiro com Leo, na praia, nos homens, nos corpos, nas descobertas.

— Aprendi que não preciso ter medo — respondi. — Aprendi a me permitir.

Era isso. A timidez tinha ido embora, deixando no lugar um jovem de dezoito anos que sabia o que queria e como conseguir. Que tinha fodido homens e mulheres, que metera seu pau em bocas e cus, que fora chupado de todas as formas, e que não sentia culpa por nenhum segundo de prazer.

A jornada que começara numa gaveta escondida com revistas pornográficas me levara à minha verdade: eu era livre.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico oldmanfight

Nome do conto:
Da Mão à Carne: Quando a Punheta Não Bastava Mais (Conto anterior reescrito)

Codigo do conto:
268389

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
27/07/2026

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