Nos últimos dias não tive oportunidade de experimentar o pau de mais ninguém. Fiquei mais contido também. Durante a noite aqui em casa eu gosto de testar quantos dedos eu aguento enfiar no meu rabinho. Meu quarto ainda não tem porta e nem banheiro próprio, por isso eu tenho que fazer muito escondido e prestando atenção nos arredores.
Ontem mesmo, depois de tomar banho e me lavar bem, meus pais foram dormir. Fiquei na sala assistindo TV e vi alguns pornôs no mudo pra ninguém ouvir. Depois disso fui pra minha cama, apaguei as luzes, me deitei de lado, lembrando como o meu tio Marcos tinha me comido da última vez. Debaixo da coberta eu abaixei minha cueca e comecei enfiando o dedo do meio, estava sendo muito difícil. Apesar disso consegui enfiar meu dedo, doía um pouco mas eu consegui fazer meu pau ficar duro assim.
Conseguia sentir como era dentro das paredes do meu cuzinho. Enfiei no seco então o meu dedo lá dentro estava exatamente assim, num buraco seco e muito apertado. Como eu aguentei um pênis durão como o do meu tio? Até imaginei como deve ter sido bom me penetrar. E entendi melhor porque meu tio Marcos ficou tão maluco. Mexi meu dedo indo e voltando bem de leve.
Ouvi alguns passos na sala e parei de mexer. Retirei o dedo rapidamente do meu cu. Meu pai chegou na porta do quarto me olhando. Fiquei de olhos fechados. Senti ele se aproximar da cama. Levantou o lençol bem de leve. Ele viu minha bunda descoberta. Segurou o lençol por 1 minuto e ficou olhando para meu bumbum descoberto, não tinha dado tempo de subir a cueca novamente. Depois ele só soltou o lençol e foi beber água. Em seguida voltou pro quarto dele para dormir. Após esse momento de adrenalina resolvi também dormir.
No restante da semana meu tio Edson apareceu várias vezes, mas meu pai nunca mais tinha nos deixado a sós. Exceto pela quinta e sexta-feira. Já eu não tinha coragem ainda pra secar meu pai descaradamente, ele também não flertava comigo então me comportei.
Na quinta eu estava no sofá bem deitado de bruços. Já meu tio chegou logo depois do almoço, porém meu pai estava de saída porque ia fazer uma corrida rápida para um passageiro.
– Fica aí que eu volto já, 16 minutos. – Disse meu pai apressado e subindo na moto.
– Dá não que eu tenho que sair já já.
– Ah! Pra cima de mim? Aguenta aí que é rapidão.
Meu pai saiu voado. Meu tio Edson fechou a portinhola e veio no rumo da sala.
– Auuuu! – Tio Edson imitou um uivo canino na área antes da porta da sala.
Eu sorri olhando pra porta esperando ele aparecer. Ele não apareceu.
– Tio? – Perguntei.
Tio Edson é homem do mato, gosta de levar cachorro pra caçar. Não tem medo de nada. Tem muitas habilidades úteis para a mata. Só trabalha como entregador de supermercado pra se sustentar mesmo. Mas a vida dele é no interior.
De repente ele apareceu atrás do sofá me dando um grande susto. Ele veio por trás da casa caladinho e entrou pela cozinha. Escondi meu rosto pelo susto. Ele aproveitou para dar a volta no sofá e jogou-se sobre mim. Ele era muito pesado, mas eu achei bem maliciosa essa atitude dele.
– Ai! Vai me esmagar tio Edson. – Falei mexendo minha cintura.
Tio Edson levantou a parte superior do corpo dele me permitindo respirar novamente. Ele prendeu meus dois braços nas minhas costas com umas de suas mãos.
– Me solta! – Entrei na brincadeira.
Meu tio colocou a região da virilha bem em cima do meu bumbum. Fiz força mexendo a bunda pra roçar na calça dele.
– Você tá falando demais pra quem não me pediu a bença ainda.
– Verdade tio, – Parei de fazer força com os braços e abri minha mão. – Bença, tio Edson.
Ele livrou meus braços para segurar minha mão.
Mas eu fui mais rápido e agarrei a dobra da calça dele. Não era o pau mas ele ia entender o que eu queria. Ele levou um susto mas não saiu. Deixou minha mão apalpar ele.
– Caba safado. – Falou ele subindo mais a cintura pra minha mão descer pro pau que estava de lado. – Pega mais pra baixo que tem uma surpresa pro Bielzin.
Agora o pau dele já fazia volume e ia crescendo na minha mão.
Tio Edson se curvou pra cheirar minha cabeça.
– Deus te abençoe, sobrinho, – disse ele enquanto cafungava meus cabelos. – Cheirinho de sempre.
Quando senti que seu pau crescia mais, meu pai chegou buzinando e tivemos que parar nossa brincadeira. Meu tio levantou-se rapidamente para abrir o portão me deixando cheio de vontade. Depois disso eles foram conversar e só vi ele no dia seguinte. Ainda mais safado que hoje.
Na sexta depois do almoço resolvi brincar um pouco com meu cuzinho no banheiro. Ensaboava minha mão e enfiava no meu cuzinho. Consegui colocar 2 dedos. Como eu demorei no banheiro meu pai me perguntou se estava tudo bem. Pra falar a verdade eu até queria que ele abrisse a porta para me flagrar com os dedos atolados no meu buraquinho. Mas ele não fez isso. Respondi que estava tudo bem e já já saíria. Consegui colocar 3 dedos e finalmente finalizei meu banho.
Ainda naquele dia meu tio Edson chegou no final da tarde, estrategicamente porque meu pai sempre vai buscar minha mãe no trabalho. Ficamos os 3 sentados na área de casa. Até que deu a hora e meu pai saiu às pressas para buscar minha mãe no trabalho dela. Comecei a planejar o que faria para ver a rola do meu tio Edson. Com o tio Marcos tinha sido muito fácil, quem fez tudo foi ele. Mas ontem foi um sinal verde pra continuar tentando com o tio Edson.
De frente para meu tio eu comecei a secar seu volume propositalmente, sem disfarçar. Ele não estava duro, mas fazia volume mesmo assim. Hoje ele estava de calção.
– Você gostou do banho? – Perguntou ele.
– Do quê tio Edson? – Não tinha entendido.
– Tomou banho de mangueira naquele dia no Marcos. Não foi? – disse ele abrindo mais as pernas. – Foi bom?
– Foi sim tio, muito bom, o senhor foi lá né? Eu estava dormindo, mas o tio Marcos me contou que o senhor veio pegar manga aqui em casa e como não tinha ninguém, foi pegar lá.
Eu acho que o tio Edson acreditou que eu estava realmente dormindo quando ele chegou. Pois desde então ele nunca falou sobre ter enfiado o dedo no meu cu e nem me perguntou se eu me lembrava de algo. Mas como ele viu meu cuzinho cheio de leite, será que ele pensava que meu tio Marcos tinha abusado de mim sem meu consentimento enquanto eu dormia?
– Mas eu tive uns sonhos estranhos naquele dia. – Resolvi fazer referências e ver no que dava.
– Sonhos de que? – Falou meu tio apertando o saco. Eu olhei na hora.
– O senhor vai rir de mim.
– Vou nada, Bielzin, pode falar.
– Como se algo muito molhado tivesse entrado em mim, acho que no sonho vi o papai, o tio Marcos e o senhor. Mas não entendi muito bem.
– Que história é essa Biel. – Ele disse rindo com deboche.
Mas notei o volume aumentando na calça, ele não disfarçava, queria que eu olhasse. Acho que ele também tinha medo de me constranger.
– Mas foi só um sonho muito bom. Acho que fomos viajar pro interior. – Completei.
Meu tio estava lambendo os beiços.
– Vou mijar Bielzin já volto. – Disse meu tio Edson.
Eu também estava com a bexiga cheia e pensei até em ir ao banheiro com ele.
Mas ele não foi pro banheiro da sala, ele foi pro quintal. Quando chegou no meio do quintal ele começou a mijar. Ouvi o barulho do mijo forte. Resolvi me virar para olhar como ele estava mijando.
Quando eu vi, na verdade ele já tinha virado-se pra mim, tinha abaixado a calça só o suficiente para soltar o xixi. Assim mostrando o pau quase completamente duro mijando no chão. Depois que ele terminou de urinar foi que eu lembrei de checar seus olhos. Ele estava olhando pra mim desde o começo. Armou uma armadilha e viu que eu olhei. Não restavam dúvidas pra nenhum de nós dois. E se seu pau estava duro daquele jeito, ele estava com mais malícia do que eu.
Era muito comum que os homens da família mijassem no mato ou na areia, afinal eram todos nascidos e criados no interior.
Me levantei e fui até o começo do quintal com meu pau já ficando duro de ver essa cena.
Ele perguntou balançando o pau duro.
– Chupou muita manga lá no Marcos? – Ele segurava o pau com a ponta dos dedos.
– Chupei sim, inclusive aqui também tem bastante. O senhor quer?
– Pega pra mim. – Falou ele indo pra trás e ficando pertinho da parede onde estava a vara improvisada de pegar manga que tínhamos em casa.
Tio Edson estava com o pau duro pra baixo paralelamente a vara que usávamos para pegar manga. Eu finalmente fui caminhando e vendo a cabeça do pau dele soltar as últimas gotas de mijo. Sua bexiga devia estar muito cheia para ele conseguir mijar de pau duro. Eu já tinha esquecido que também queria mijar.
Quando cheguei ao seu encontro eu fiquei de frente. Não peguei em nenhuma das varas, queria provocar mais ele.
O muro da nossa casa era até alto, porém as conversas poderiam ser ouvidas pelos vizinhos. Principalmente no quintal que é um espaço aberto. Então eu estava sendo bem cauteloso no que eu falava.
– Se eu pegar a manga, o senhor me deixa chupar também? – Falei olhando de baixo pra cima com meu olhos nos dele.
Meu tio sorriu de canto, aquele sorriso cafajeste que toda a família tem.
Finalmente tio Edson tomou a iniciativa. Com as duas mãos ele empurrou minha cabeça na direção de seu pau. Eu já estava treinado e abri toda a minha boca. Me curvei e engoli a cabeça do pau dele por inteiro.
– Nunca vi ninguém que olhasse tanto pra manga quanto você. – Disse ele suspirando.
Ainda com o pinto na boca eu disse:
– Pai volta já já.
– A gente termina antes dele chegar. – Disse meu tio fazendo-me sentar no banco de cimento no fundo do quintal.
Esse meu tio era o mais escurinho dos irmãos, seu pau era ainda mais preto que sua pele. Senti o gosto do mijo mas não tirei da boca. Sugava, lambia, beijava e engolia seu pintão. Acho que ele percebeu que eu sabia fazer coisas demais, mas não perguntou. Afinal ele só queria gozar.
– Molha ele todo que eu vou botar dentro de você igual no sonho que você teve. Neném.
Fiquei preocupado com algum vizinho ouvir. Mas fiquei mais preocupado comigo, não tinha nada pra facilitar o mastro dele me penetrar. Só minha saliva e a do meu tio. Então babei bem muito, meu tio não enfiava fundo na minha boca, ele queria mesmo era enfiar no meu buraquinho.
– Tá bom já homi. – Disse ele tirando da minha boca e subindo minhas pernas.
Com o banco de cimento tinha também a mesa redonda de cimento. Usei ela pra apoiar minhas costas e braços. Assim meu tio conseguiu levantar minhas pernas com as duas mãos. Fiquei de frango assado. Completamente vulnerável. Nessa posição não tinha como ele errar a botada, ia doer na primeira tentativa eu sabia. O pau dele não babava tanto quanto o do tio Marcos, então eu me preparei pra dor.
– Segura essa perna. – Ordenou ele.
Assim sua mão ficava livre pra mirar sua rola no olho do meu cu. Meu tio era acostumado a cuspir, então preparou um bom e acertou bem no meu buraquinho.
– Segura a outra perna. – Disse ele, agora só minhas costas me impediriam de me desequilibrar. Com a mão livre ele tampou minha boca.
Pensei que, pelo menos mais cedo eu tinha enfiado 3 dedos, acho que vai doer menos por eu ter estimulando meu cu há uma horinha atrás.
Como parecia que nunca ia acontecer, meu tio enfiou tudo pra dentro de mim. Ele se impulsionou pra frente fazendo o pau dele entrar com tudo. Meu cu abriu como nunca. Parecia se rasgar. Fez parecer que meu tio Marcos tinha me penetrado até que devagar no outro dia. Dei um grito de dor que foi abafado pela palma da sua mão grossa. Ardia como nunca mas eu aguentei.
Meu tio foi muito compreensivo e esperou meu cuzinho se acostumar.
– Passou a dor, Biel? – Perguntou ele tirando a mão da minha boca.
– Melhorou um pouco. – Respondi.
Ele fez um movimento de jogar a cintura pra trás.
– Ai pera, tá doendo, devagar!
– Relaxa. – Disse ele parando.
Passaram-se alguns minutos e ele voltou a se mexer.
– Ainda tá doendo, tio Edson!
– Se eu não mexer nunca vai parar de doer bebê. – Falou ele se mexendo ainda mais.
Fiz uma careta de dor mas fui relaxando. Meus joelhos estavam dobrados e minhas pernas abertas. Eu parecia o homem aranha, a diferença é que eu tinha uma tora de carne no meu cu.
Minha cueca estava escancarada cobrindo meu pauzinho duro. Meu tio passou a se apoiar na mesa de cimento pra me bombar como ele queria. Ele fez movimentos para trás e para frente com a cintura. O pau abria cada vez mais caminho no meu reto. Eu estava gemendo de prazer. E meu tio estava só começando.
À medida que ele fazia o vai e vem eu conseguia imaginar como o cu do meu tio contraia e abria a medida que ele me tacava a pomba. Isso me excitou ainda mais.
Um homem forte como o tio Edson fazendo tudo o que queria comigo. Eu gemia baixinho para não ficar na cara pros vizinhos. Mas eu estava sentindo seu pau por inteiro. Dessa vez meu cu não ficou dormente, eu sentia cada estocada.
Agora meu tio passou a tirar o pau por completo e enfiava todo de uma vez. Pra ele era uma brincadeira prazerosa. Pra mim era o ápice do prazer. Comecei a sentir uma sensação estranha e desconfortável. Meu pau ficou mais mole apesar do meu intenso tesão. As botadas do meu tio estavam batendo na minha bexiga cheia enquanto batiam também na próstata.
– Tio Edson vou mijar tira tira.
– Não bebê vou tirar não. – Disse ele aumentando a frequência das estocadas.
Se estivéssemos na cama ela estaria fazendo um som de tek tek tek muito frenético. Ainda bem que estava no banco de cimento.
Eu já não sabia se eu ia gozar, mijar ou cagar. Meus sentidos estavam atordoados com as estocadas. Seu pau encostava em tudo dentro de mim.
Senti um jato de mijo chegando então segurei com minha mão pra não mijar meu corpo todo.
– Deixa eu pelo menos trocar de posição, tio Edson, por favor. – Supliquei, assim meu pau apontaria pro quintal.
– Se vira rápido macho. – Ordenou.
Meu tio tirou o pau e parou de me atolar a rola. Mas foi só por esse segundo. Tirei a cueca e fiquei com os joelhos dobrados em cima do banco, meu tronco se apoiava na mesa. Meu tio voltou a enfiar tudo de novo. Ele não diminuía o ritmo, na verdade aumentava.
Minhas terminações nervosas estavam todas sendo estimuladas. Não era vontade de cagar, era minha próstata sendo pressionada pela cabeça do pau de meu tio. As pombadas não paravam e eu suspirava forte.
Finalmente começou a sair um líquido transparente do meu pau, era pré-gozo que saía agitado de mim pelas botadas frenéticas do meu tio.
Enquanto meu tia me comia eu já nem sabia o que acontecia ao redor. De tanto me penetrar meu pau finalmente parou de soltar esses esguichos.
– Porra Biel tu nasceu pra levar rola em? – Falou meu tio apertando os meus dois mamilos e me puxando pra perto dele.
Eu agora estava em pé de joelho no banco. Estava escorado nos peitos do meu tio Edson. Percebi que comecei a soltar alguns jatos de mijo. Eu estava mijando enquanto era comido pelo seu pau.
Quanto mais meu tio via minha perturbação mais fundo e forte ele tentava me penetrar. Mijei por inteiro o pé da mesa de cimento. Meu pau tinha ficado mole pra permitir a passagem do xixi. Mas eu estava em êxtase.
Agora meu tio podia me bombar a vontade. Minha bexiga havia se esvaziado. Meu pau voltou a ficar duro, estava muito gostoso. Meu tio continuava me penetrando com muito vigor. Há quanto tempo será que ele não transava?
O pau dele pressionou novamente bem na minha próstata, as botadas pareciam ser iguais mas sempre batiam em diferentes pontos no meu cuzinho, agora era gozo mesmo. Comecei a gozar onde antes eu tinha mijado. Meu tio ficou mais frenético e bufando atrás de mim.
Tio Edson gemeu como se fosse a primeira gozada dele, esvaziou todo o saco dentro de mim, meu cu estava novamente cheio de leite. Seu saco estava todo apertado entre o corpo dele e as beiradas do meu cuzinho. Recebi toda sua carga. Estava extremamente satisfeito. Finalmente dei pro meu tio Edson.
Quando ele arrancou o pau de mim eu gemi ainda mais. Saiu um pouco do leite dele e fui correndo pro banheiro da sala me limpar. Passei sabonete e água.
Enquanto isso meu tio puxou o calção e a cueca guardando a rola suja de sexo dentro da roupa. Pegou uma bacia com água e jogou onde eu havia expelido tudo. Pegou minha roupa e deixou dentro do banheiro.
– Pega minha toalha, tio Edson, por favor.
Ele foi pegar e jogou-a na pia.
– Aqui Bielzin. Tá tudo certo com seu carretel? – Perguntou ele meio sem jeito.
– Tá sim tio Edson, gostei muito. – Falei sorridente.
Meu tio saiu sério e nem esperou meus pais chegarem. Se mandou pra casa batendo a portinhola pra eu poder terminar de me lavar. Me enxuguei e logo depois meus pais chegaram. Parecia tudo em ordem então ficou tudo bem.
O engraçado é que nessa noite eu sonharia exatamente sobre o que eu tinha inventado pro tio Edson. Sonhei com meu pai e meus dois tios. Estávamos no interior. Acordei de pau duro no meio da noite.
Então estava decidido a não ficar de recuperação para assim ficar de férias e ir com meu pai e meus tios pescar no açude que fica no interior que a família de meu pai passou a infância.
Obs: Continua.

Elogiar mais seus contos é bater na mesma tecla cada um melhor que o outro agora to ansioso pela pescaria seu pai vai te castigar na pica