Capítulo 7: No interior de meu pai (Gay/Incesto)
– Bielzin venha cá. – Meu pai falou com uma mão apoiada na cintura larga. Ele tinha uma barriga grande mas muito saliente. Meu pai é todo parrudo. A outra mão coçava seu saco pesado.
Larguei a mochila no chão e fui correndo na direção dele. Conseguia ver o pau marcando no calção preto e fininho. Tomara que ele nunca tire esse calção, ou melhor, que ele fique nu.
– Oi papai, finalmente chegamos, é tão ventilado, tô ficando com frio. – Falei me espremendo entre meus próprios braços.
– Bielzin tu é viado? – Falou ele depois de uma pausa dramática.
– O que é isso pai? – Perguntei tentando ganhar mais tempo.
– Ora, tu sabe o que é, Biel. – Meu pai tirou a mão da cintura e passou o dedão de leve no nariz sentindo o cheiro do meu cuzinho discretamente.
– Eu vou apanhar?
– Biel teu rabo é de viado. Limpo e cheiroso. Tu anda dando esse teu cu pra quem?
Resolvi mentir, fiquei com medo do que poderia acontecer se eu falasse a verdade.
– Pra um amigo da escola pai.
– Como foi isso aí?
– A gente brincou de ver um o pau do outro no banheiro e na brincadeira ele botou em mim. – Falei olhando pro chão.
Ele colocou as duas mãos na cintura e olhou pra paisagem desconfiado.
Subi meus olhos o suficiente para ver o volume natural dele no calção. Ele voltou a olhar pra mim. Com uma mão ele agarrou o saco. Arregalei meus olhos. Meu pai viu minha curiosidade e disse:
– Pega lá um sabonete vamos pra água. – Ficou de costas pra mim olhando pro caminho que faríamos.
Voltei correndo pra minha mochila e tirei o sabonete. Meu tio Marcos saiu de dentro da casa e me encontrou na varanda. Ele era o menos desenrolado pra pesca e habilidades no mato.
– Gostando biel?
– Bom demais tio. – Disfarcei a tensão que sentia. – Vou tomar banho com o pai.
Levantei meu rosto pra secar meu tio Marcos. Como esperado meu tio usava um calção de futebol. Se de cueca já marcava imagine agora sem cueca, parecia que tinha um saco de areia pendurado.
– Nesse frio? Tu é doido é? E ainda vai na onda do Zé. – Disse ele coçando embaixo do umbigo.
Me levantei com o sabonete na mão. Meu tio se aproximou do meu ouvido e completou:
– Bielzin, de noite o Zé e o Edson vão colocar o galão no açude. Vou esperar eles contigo pra você não ficar sozinho.
– Tá bom tio Marcos, pode deixar. – Entendi que era um aviso pra eu me preparar pra mais tarde.
Me virei pra ir encontrar meu pai, não antes do meu tio Marcos puxar meu calção. Corri descendo os degraus da casa enquanto subia o calção.
– Num fri desse papangu? – Gritou meu tio do alpendre para meu pai ouvir.
Meu pai só levantou o braço reto pra dizer que tinha ouvido.
Tinham dois caminhos pra chegar no açude. Um deles era direto da casinha, era só descer rumo ao açude sem nada no meio. O outro caminho era por dentro dos matos, passaríamos de frente alguns estábulos e por onde o pessoal normalmente cagava.
Segui meu pai que ia na frente guiando o caminho pelos matos. A bunda dele estava bem grande naquele calção preto. Conseguia ver o contorno redondo das suas nádegas. Comecei a imaginar como ficaria tudo mais marcado ainda quando ele saísse molhado do açude.
Fiquei com o pinto meia bomba no calção duro de gala seca.
Já caminhávamos há um tempinho, meu pai realmente estava me levando para a margem mais escondida do açude. Saindo da mata fechada finalmente encontramos a água de novo. Meu cuzinho começou com uma coceirinha de vontade de levar pau.
Meu pai tirou o calção jogando ele nos matos secos e correu pra dentro do açude. Agora eu via sua bunda branca no sol.
Também entrei correndo na água ainda vestido e com o sabonete no bolso. Meu pai estava agachado ainda no raso. Dava pra ver seu pau mole flutuando e o saco imerso na água. Fui até ele.
Senti abaixo dos meus pés a terra macia e lamacenta. A sensação era muito gostosa.
Meu pai também se aproximou de mim. Eu estava de frente para ele. Tirou meu calção, assim vendo que meu pinto já estava meia bomba.
– Se vira bebê. – Ele estava me tratando normalmente. Obedeci.
Meu pai usou as duas mãos para abrir minhas nádegas. Enfiou o nariz e sugou todo o oxigênio que existia entre meu cuzinho e ele. Soltou todo o ar no meu buraco me fazendo arrepiar. Ele cafungou profundamente de novo e fez a mesma coisa.
– Se agacha. – Ordenou.
Ele não soltou minha bunda. Estava olhando o olho do meu cu esticando ao descer na água. Agora eu estava de costas para meu grande pai.
Ele largou minha bunda e tirou o sabonete do bolso do calção. Deu na minha mão e disse:
– Bielzin, vai mais pra margem e lava bem sua roupinha. Esfrega onde tá mais sujo.
Então eu fui um pouco mais pra perto da beira do açude. Coloquei o calção do avesso e estirei no chão, comecei a esfregar o sabonete onde estava gozado. Continuei de cócoras, apenas minhas pernas ficaram debaixo da água. Meu cuzinho estava frio sentindo o vento gelado.
Meu pai veio atrás de mim, senti seu pau mole encostando nas minhas bandas brancas. O seu prepúcio ainda cobria a cabeça.
– Biel eu vou te comer hoje e pro resto da sua vida.
Senti seu pau crescer. O prepúcio já não era capaz de esconder sua glande.
– Eu como cu desde meus quinze anos. – Confessou meu pai.
A rola escalava minha cintura. Em um piscar de olhos estava rígida. Escorada sobre mim.
– Se eu soubesse que você já estava sentindo prazer anal eu teria sido mais ligeiro. – Admitiu ele.
Percebi que deveria ter dado pela primeira vez ao meu pai. Ele merecia ter tirado meu cabacinho e com certeza teria sido extraordinário.
– Sério papai? – Falei olhando de canto pra ele. – E a mamãe?
Ele não respondeu. Meu pai nem olhava pros meus olhos. Concentrava-se na minha bunda redonda.
– Aqui no Sítio todo mundo comia a mesma bunda. Era raro alguém gostar de dar.
Estávamos os dois bem molhados pelo açude. Ao redor dava pra ouvir o cantar dos pássaros. A água estava morna e calma. O vento batia no bico do meu peito deixando-o durinho. Eu esfregava meu calção no completo automático.
Meu pinto pulsava com as piscadas do meu cu querendo tomar pica.
– Quem já te deu aqui no açude pai?
– O pai do Andrézinho. – Respondeu ele sem cerimônia.
Fiquei curioso, mas eu precisava ser comido pelo meu pai, mais cedo seu dedão tinha me deixado nauseado de vontade. Ele também estava de cócoras, fez a rola roçar na minha bundinha. Me arrepiei todo. Seu grande corpo me cobria inteiro por trás.
Senti seu mastro arrastar até ficar bem embaixo de mim. Meu pai não teve problema em sentar-se no chão molhado do açude. Realmente era seu habitat natural.
Com o pau apontando pra cima. Sua cobra ia dar o bote. Eu já gemia com tesão, não sabia o que meu paizão faria. Apenas o traseiro de meu pai estava submerso na água.
Ele curvou as costas pra olhar meu cuzinho de perto. Voltou a enfiar o dedão molhado. Entrou fácil.
– Ai papai. – Reagi.
– Senta pro papai Biel. – Retirou o dedão de novo.
Meu pai apoiou os braços no chão quase deitando suas costas. Ele não precisava segurar o próprio pau. Estava duro como pedra, fora da água e apontando para meu cuzinho. Parei de esfregar o calção para começar a sentar. Apoiei bem meus braços na terra macia do açude.
– Não para de lavar sua roupa Biel. – Ordenou.
Não dava pra me concentrar. Meu pai assistia meu esforço em descer minha bunda enquanto esfregava o calção.
– Pisca o cuzinho bebê.
– Tô piscando pai. – Falei manhosamente.
Expor nossa intimidade ao ar livre desse jeito fez meu corpo esquentar. Minha mente estava em conflito. Pois ao mesmo tempo sentia o medo de alguém nos flagrar. Afinal nossa casinha ficava na fazenda de algum senhor, outras pessoas moraram ao redor do açude durante muitas décadas. Também tinha o velho Antônio que cuidava do gado e das plantas, não o vi desde que cheguei.
Meu pai inclinou-se pra frente, com os braços agarrou minhas duas bandas de cu e fez o pau atolar no meu olhinho.
Meu pai pressionava meu corpo a descer. Agora meu cuzinho piscava dificultando a rola dele entrar. Pelo menos babava toda a porta do meu cu. Na próxima sentada entraria com certeza.
– E se o tio Edson aparecer papai? – Falei sofridamente. A pressão que a cabeça do seu pau fazia na portinha do meu cu estava machucando.
Meu pai subiu minha cintura. Pude relaxar.
– Senta com força. – Ordenou
Sentei com tudo no seu tronco de carne. A água ecoava ao nosso redor com o movimento brusco. A cabeçona abriu caminho pelo canal anal, estava me penetrando para valer.
– Isso! Continua Bielzin. Tá gostoso. – Disse meu pai com satisfação na voz.
Ele usou as suas grandes mãos grossas para abrir mais meu buraco facilitando o meu arrombamento. Agora a rola já estava penetrando o reto. Meu pai gemia à medida que meu rabo hospedava sua tora quente.
Gemi alto. Era dor e prazer. Meu pai só sentia prazer. Seu mastro era lindo e bruto, como ele.
Como metade da rola entrou, eu conseguia sentir a cabeça me melando por dentro. Aproveitei enquanto ainda conseguia piscar o cu. Mordi seu pau com os músculos da parede do meu cuzinho. Senti a cabeçona redonda e grossa, com certeza estava tão vermelha quanto no carro mais cedo.
Meu pai soltou um gemido calorento.
– Bora! Senta mais Biel. – Disse ele com brutalidade. – Quem gosta de pau tem que sentar até o talo meu bebê!
Tentei mas não consegui forçar mais. O atrito do corpo do seu pau mantinha meu cu bem aberto. Pelo menos a cabeça era a parte mais difícil de lidar e já estava dentro.
Não era fácil. As veias de sua rola estavam saltadas. A cabeça da sua tora de carne aproveitava cada centímetro do meu reto. Os dentes do meu cuzinho já tinham recebido metade da rola que parecia ter encontrado seu propósito, pois soltava melzinho de maneira quase emocionada. Pelo menos reduzia meu sofrimento.
– Porra Biel! Que carretel delicioso de afundar a pica. – Meu pai estava mais no cio do que eu. – Minha piroca não para de melar teu cuzão bebê.
Fiquei feliz com a aprovação dele. Soltei um riso fraco. Afinal ainda estava doendo. Então meu pai colocou as mãos na minha cintura e continuou forçando-me pra baixo.
– Eu avisei bebê, é até o talo.
Ele quer atolar seu grosso membro em mim. Agarrei com força a terra embaixo dos meus pés.
– Ai pai! – Arfei ofegante.
Conseguia sentir ele atingindo todo o meu tubo anal. Minha bunda mole era espremida na sua virilha quente. Sua barriga ficava sobre minha coluna. O seu saco pesado estava encostando na água quase verde do açude. Suas pernas estavam bem abertas pra me dar o espaço que eu precisava.
– Isso Biel, muito bem Bielzin. Desse jeitinho mesmo. – Falou ele orgulhoso.
Meu pai tinha acabado de arrombar todo meu buraco. Eu já tinha largado o calção e o sabonete.
– Vou te chamar de pau no cu agora né Biel? – Ele ficou paradinho.
– Não papai, por que?
– Ora, você tá com meu pau no seu cuzinho.
– Mas pai…– Fui interrompido pelo meu pai empurrando-me pra cima e em seguida arrancando a rola de dentro de mim e usando as mãos para pendurar meu rabo no ar.
– Tô brincando bebê. Você é meu bebezão. – Respondeu ele olhando bem pro estrago que ele tinha feito.
– Ui pai! Tirou tudo? – Falei ofegante. Sentia meu cuzinho fechar-se de novo. Os nervos do meu cu ficaram folgados.
– Eu gosto assim meu amor. Pisca mais, pra eu olhar.
Pisquei meu cuzinho que lutava pra fechar o arrombamento.
– Agora vai sentar. – Ele falou trazendo meu traseiro de encontro ao seu pau.
– Ai! – Gritei alto me queixando. – Devagar pai, tá muito duro.
Tinha entrado com tudo de novo, voltando a me preencher. Novamente minha bunda espremeu-se pela força com que fiquei sentado na sua virilha.
Agora eu estava sentado no meu pai relaxado no chão do açude. Ele beijava minha mão.
Eu comecei a subir e descer lentamente. Seu pau duro me arrombava a cada sentada. Eu estava muito lento.
– Mais rápido Bielzin!
Acelerei um pouquinho e agora a água no seu saco fazia splash toda vez que eu sentava.
Ele olhava pros dois lugares que podiam surgir gente.
Podia vir pelo mesmo caminho que nós viemos, o que era improvável. Também podia aparecer alguém que viesse da casinha contornando o açude até chegar aqui.
Meu pai passou o braço me agarrando pela barriga. Parei de sentar.
– Joga pra fora da água o seu calção e o sabonete. – Obedeci ainda com sua rola alojada em mim.
Meu pai entrou mais no açude, eu fui junto pois era segurado pelo cu e pela cintura.
Ele estava com os pés bem apoiados no chão do açude. Não completamente em pé para facilitar que eu continuasse sentado nele dentro da água. Agora a água batia abaixo dos meus ombros. Se um dos meus tios vissem a cena eles provavelmente perceberiam o que estava rolando.
Meu pai beijava minha nuca. Agora ele estava me torando dentro do açude. Fazia o vai e vem com a cintura, a água nos deixava leve mas também fazia meu pai me comer com mais lentidão, porém com muita destreza. Meu cuzinho realmente absorveu a forma da rola de meu pai.
Eu gemia baixinho. Fomos um pouco mais pra dentro do açude, agora a água batia no meu queixo. O sobe e desce do seu pau no meu cu fazia eu engolir um pouco de água na boca.
– Te arrombei bebê? – Meu pai sussurrou enquanto respirava forte na minha nuca.
– Ai pai tá tudo dentro. Enfiou todinho. – Cuspi um pouco de água e continuei gemendo baixo.
Apesar de meu pai não tirar a rola inteira, algumas botadas eram mais profundas, o que fazia parte da água do açude entrar no meu anûs. Não era o suficiente pra doer. Mas limpava a lubrificação que havia se alojado no meu rabo.
De repente vi meu primo André aparecer no horizonte, ele veio arrodeando o açude.
– Pai o André! Falei sério.
Ele parou o movimento de me comer. Tentei me afastar mas meu pai me segurou com força.
– Não não, aquieta ai que eu desenrolo. – Falou e manteve o pau cravado em mim.
Meu primo estava chegando no calção com o sabonete.
– Bora entra ai macho, tá bom demais essa água! – Pai convidou o André.
Meu primo André tirou o calção e a cueca, assim entrou pelado sem vergonha nenhuma.
– Eu queria vir com os tios na margem de frente pra casinha. Mas o Marcos tá ajeitando a cozinha e o Edson foi na casa do velho Antônio e me mandou arrodear o açude até achar vocês pra não entrar sozinho.
– Cadê teu pai mesmo André? – Meu pai perguntou, enquanto isso agarrou meu pinto duro dentro do açude com sua mão grossa.
– Quis vir não, mas deixou o tio Marcos me trazer. – Apesar de André ser mais velho, eu já vim mais vezes pro Sítio do que ele.
– Andrézin tô tentando ensinar ele a nadar, deixa Biel agarrar em você enquanto eu controlo as pernas dele? – Disse meu pai agora batendo uma pra mim. Ele teve uma ideia maliciosa.
– Na hora tio Zé. Pode pegar primo. – Falou André ficando de costas pra gente.
Lentamente coloquei meus braços em volta da sua clavícula com cuidado. Meu pai largou meu pinto e arrancou a rola do meu cu me fazendo gemer na nuca do meu primo.
– Tudo bem Biel? – Meu primo perguntou.
– De boa André. – Disfarcei.
Meu pai manteve sua ereção. Já meu cuzinho recebeu toda a água do açude pelo vácuo que ficou da falta de rola.
– Segura os braços dele Andrézinho que ele é forte nas pernas e pode te derrubar. – Meu pai falou animado.
– Certo. – André respondeu.
Meu pai agarrou minhas pernas com ferocidade. Entendi o que ele ia fazer. Fechei meus olhos e prendi a respiração.
– Vai Biel bate as pernas. – Falou disfarçando. Ele usou os pés para se impulsionar.
Com toda a força que meu pai conseguiu, ele enfiou a rola no buraco do meu cu que ainda não tinha se fechado por completo. Soltei um gemido fino. Enquanto eu e meu primo sentimos a estocada. Meu primo achou que era pelas batidas das pernas.
– Eita ele é forte mesmo. – Falou meu primo rindo.
Agora eu senti até o saco do meu pai ficar espremido nas minhas nádegas.
– Bora Biel de novo. – Meu pai estava maluco.
Ele arrancou o pau duro e enfiou todo novamente. Não tinha lubrificação nenhuma, a água levou tudo. O atrito era desconfortável agora.
– Agora pra valer Biel, até aquela ponta. Aguenta aí André. – Meu pai não estava normal.
Meu pai voltou a estocar várias vezes meu rabinho. Minhas pernas ficaram à deriva na água. A rola entrava e quase saía. Cada estocada empurrava mais água pra dentro do meu reto. Meu primo se divertia com as investidas. Eu gemia, pelo menos meu primo achava que eu estava me cansando e não tomando pau.
– Ai pai tô cansado de bater perna. – Falei ofegante sentindo a piroca rasgar tudo.
– Calma, bebezão. – Respondeu.
Meu pai continuou me comendo até chegarmos no ponto que ele queria. Eu gemia mais forte.
– Tio ele se cansou mesmo. E nem usou os braços também.
Meu pai deixou o pau alojado. Senti a água pesada por dentro. Queimava um pouco.
– André avisa lá pro Marcos tirar o galão do carro e deixar perto da casinha que eu vou pescar antes do almoço. Vou só terminar de tomar banho com o Biel.
– Beleza Tio. Até já.
Meu primo André me soltou e saiu da água, sua bunda ficou brilhando na luz do sol. Ele vestiu a roupa e foi correndo por onde veio. Ficamos a sós.
– Pai, acho que entrou água. – Falei preocupado.
– Eu sei Biel. – Ele continuou com a pica dentro de mim me levando agora pra fora da água.
Meu pai me deitou com os joelhos e as canelas apoiadas no chão macio. Fez força na mão para manter meu tronco abaixado e meu peito colado aos joelhos dobrados. Tudo isso mantendo a pressão no meu cu para que nem uma gota da água que entrou escapasse.
– Agora aguenta. – Ele disse.
Começou a puxar a rola pra trás com a força da cintura. Meu cuzinho estava ligeiramente pra baixo. Meu pai estava de joelhos com as pernas bem abertas pro pau continuar em mim. Mais uma vez ele estocou o pau pra dentro. Meu corpo todo tremeu com a estocada. Um pouco de água começou a escorrer nas beiradas do meu ânus. Ela saia quente.
Meu pai fez a mesma ação, agora ele tinha total controle da intensidade e força. O açude não impedia mais seu movimento. Mais água escorreu e mais meu buraco se expandiu. Eu gemia com a boca toda aberta.
– Porra! – Meu pai gemeu com a voz grave.
Ele puxava o quadril firmemente e impulsionava a rola cabeçuda de dezessete centímetros inteirinha no meu cu. Mais água escorria. Meu pai continuou com as estocadas. Cada pombada que ele me dava fazia a água escorrer. Eu estava com meu queixo encostando no chão de tanto abrir a boca. Eu gemia forte.
O ritmo das estocadas aumentou. A água escorrendo. Meu pai gemendo. Suas mãos seguravam meus ombros mantendo meu corpo inclinado ao máximo.
Meu pai deu uma última estocada e parou.
– Pai! – Arfei tentando entender o que acontecia com meu corpo.
– Vou deixar a água sair, mas depois disso é até eu gozar. – Ele disse.
Sem cerimônia nenhuma meu pai puxou a rola, meu cu já não tentava nem fechar, também não deu tempo. Toda a água saiu como um jato. A sensação de ardência passou e eu senti um alívio que logo foi seguido pelas estocadas de meu pai.
Ele enfiou tudo de novo e não diminuiu o ritmo. Agora meu cuzinho estava mais sensível ainda. Ele parou de novo.
– Sobe a bunda.
Tentei mas nem tinha forças nas pernas. Eu queria mas estava exausto e a foda não acabava.
– Não consigo pai.
Ele se levantou arrancando o pau. Meu pai parecia uma máquina que só queria me fuder até leitar. Subiu minha bunda, enquanto o restante do meu corpo ficou deitado na terra molhada. Às vezes o açude subia até tocar minha bochecha.
Meu pai ficou de joelhos e fincou o pau em mim e agora eu tinha certeza que era até ele gozar. Essa posição era perfeita pra eu sentir o pau por inteiro.
Tomei uma sequência brutal de estocadas. Era atrito sem lubrificação. A cabeça dele roçava no fundo do meu cu me fazendo voltar a gemer alto. Eu não disfarçava.
O homem que me deu a vida enfiava tudo fazendo o próprio saco ficar espremido na beiradinha do meu cu. Isso também me dava muito prazer. Ele estava me estocando forte. Sentia todas as botadas em toda a região anal.
Meu pai finalmente começou a gemer mais alto. Cada estocada era um alívio que eu sentia no fundinho do meu cu. Todo meu ânus sentia a carne dura roçar. Ele parou.
Meu pai tinha mais uma surpresa pra mim. Ele ficou de pé mantendo o pênis alojado. Agora passou a enfiar seu mastro diagonalmente por cima. A primeira estocada nessa posição bateu na minha próstata.
– Ai papai continua. – Supliquei.
Ele respirava como um brutamontes. Parecia com raiva. Mas era o tesão que tinha transformado ele em um animal.
Consegui contar as estocadas. A segunda estocada fez uma pressão tremenda quase me dando vontade de mijar. Eu gemia alto. Na terceira estocada eu agarrei o tornozelo de meu pai. Na quarta estocada mordi o pau de meu pai com todo o músculo anal, estava preste a gozar. Na quinta estocada minha próstata já estava inchada pelas batidas. Na sexta estocada meu pai gemia como um urso. Na sétima estocada eu fechei meus olhos ficando sem voz. E finalmente a oitava estocada que pareceu mais uma martelada no meu rabo sensível. Meu pinto que já estava vermelho leitou o chão embaixo de mim.
A sensação imensa de prazer só ia acabar quando meu pai parasse de me martelar. Então meu corpo reagiu tentando fazê-lo também gozar. Cada leitada minha fez meu orifício apertar o pênis de meu pai.
Soltei um gemido longo e agudo que durou vários segundos.
Papai martelou meu cuzinho mais algumas vezes até finalmente gozar. Gemeu com a sua voz grossa. Leitou quente, deixando meu cuzinho cheio.
– Porra caralho. Que carretel gostoso é esse que tu tem Gabriel? – Disse ele deitando sobre sim.
Como meu pai parou as marteladas, meu corpo finalmente sentiu alívio. Eu estava completamente satisfeito. Nunca tinha sentido tanto prazer que chegasse ao ponto de quase doer. Se ele continuasse com certeza meu corpo não aguentaria tanto estímulo e eu gozaria de novo tomando pomba do meu paizão. Minha próstata estava pedindo arrego.
Consegui finalmente descer minha bundinha que até agora estava arrebitada pra tomar rola e bolada. Meu rabo estava arrombado. Não sei como eu aguentaria de novo hoje.
– Pai, cansei, viu? – Falei ainda preso embaixo do seu corpo pesado.
O pau do meu pai amoleceu e saiu sozinho de dentro de mim. Ele parecia ter recuperado o fôlego já. Então essa era a energia de um comedor de cu de verdade. Entrou na água tomando banho pra se lavar da terra. Lavou o pau gozado. Estava muito sensível.
– Bora macho levanta que eu vou pescar nosso almoço.
Me levantei e fui me lavar dentro do açude, papai me ensaboou.
– Pai me ajuda a lavar minha bundinha.
Ele abriu com as mãos, jogou água do açude, ensaboou os dedos e enfiou checando se tinha saído todo o leite.
– Já tá novo de novo. – Brincou meu pai.
Fiquei me tremendo de frio depois do banho e ele me agarrou com seus braços fortes. Nos vestimos, o que não significava muita coisa pro meu pai que estava todo molhado, o calção contornava toda sua bunda mostrando exatamente seu rabo protuberante e melhor ainda apontava para o centro do seu rabo. A rola nem se fala, o volume marcava ainda mais.
Seguimos o caminho que meu primo tinha feito, contornando o açude e aproveitando a paisagem. Eu acabei arranhando meu pé em um galho pontudo que estava no chão. Meu pai teve todo o cuidado de sempre comigo. Jogou o graveto longe e beijou o arranhão.
Meu pai pegou o galão de pesca e desceu de novo para o açude. Eu fui atrás pra assistir toda sua movimentação. Ele jogava a rede no açude. Depois puxava com paciência retirando os peixes que ficavam presos. Sempre escolhia os melhores para consumo e jogava pra mim que ficava na beira do açude esperando para colocar no balde.
Obs: Continua. Pessoal me falem em qual horário vocês mais leem os contos.