Cap 6: A caminho do interior de meu pai (Gay/Incesto)

Capítulo 6: A caminho do interior de meu pai (Gay/Incesto)
Até o final do semestre eu ainda consegui ir novamente no meu tio Marcos. Como sua namorada estava lá, fizemos pouquíssimas coisas. Aposto que estava dando muita atenção para ela também. Na vez que fui, ordenhei sua rola com minha boquinha experiente, para não perder o costume. Enquanto sua namorada cochilava.
Meu tio Edson aparecia sempre no meio da semana, não sei o motivo mas ele não conseguiu mais chegar nas sextas. Porém, sempre que ele pisava aqui conversava besteira com meu pai e depois vinha me dar um cheiro no quarto. Às vezes mostrava o pau pra eu ficar na vontade mas não tivemos mais oportunidade para que ele me enterrasse a piroca.
Sobre meu pai e minha mãe, eles estavam ríspidos um com o outro fazia uma semana. Não entendi o motivo mas imagino que sejam pelos anos juntos. Começaram a namorar cedo e desde então não se separaram. Meu pai tem 39 anos. Tem o jeito de líder entre os irmãos. Era ele quem iniciava as brincadeiras com os irmãos na infância. Além disso, eu estava empolgado para finalmente visitar o interior de minha família de novo. Tirei ótimas notas e fui muito elogiado pelos professores. Como recompensa eu iria para o Sítio.
O interior de minha família ficava há 2h de onde morávamos. Não era tão distante mas era muito imersivo. O lugar é conhecido como Sítio e fica entre 2 cidadezinhas. É bem vasto, muitas fazendas, muito mato. Possui um açude enorme e deslumbrante. Durante o dia ele reflete perfeitamente o céu azul com nuvens brancas. Os trajetos no passado eram longos pois eram a pé por conta da situação financeira da família. Afinal eram 11 filhos. Hoje todo mundo anda motorizado e não enfrentam as mesmas dificuldades.
Para viajar, sairemos de manhã cedo antes mesmo do sol terminar de amanhecer. Meu pai estava dormindo na sala e eu não tinha mais como ver pornô de noite na TV. Então meu único espaço livre era na minha cama debaixo do lençol. Como eu sabia que amanhã meu pai ia me acordar eu resolvi dormir sem roupa.
Dormi profundamente.
De repente acordei com uma mão apalpando minha bunda. Eu estava deitado de bruços descoberto. Era meu pai quem mexia na minha bunda com força fazendo todo o meu corpo balançar. O dedo do meio estava bem no meu buraquinho.
– Acorda Biel, vamos sair já já – Falava meu pai baixinho, parecia até que não queria que eu acordasse pra poder continuar me apalpando.
Fingi estar dormindo para que ele continuasse a tocar em mim.
Ele se aproximou do meu ouvido sem tirar a mão da minha bunda. Agora ele apertava com toda sua palma.
– Acorda bebê.
– Hmm? – Fingi estar acordando só agora.
Abri meu olho e pra minha surpresa o pau mole do meu pai estava quase na minha cara. Meu pai estava completamente pelado. Ele nunca tinha ficado peladão na minha frente com o pau balançando na minha cara. Antes eu via algo só de relance enquanto ele passava de um cômodo ao outro.
Fingi coçar o olho pra usar o cotovelo pra encostar no pau mole dele. Meu pai se afastou pra trás na hora que meu cotovelo ia tocar. Soltou minha bundinha.
– Já vamos agora? - Perguntei.
– Sim, Biel, levanta e pega sua mochila. – Falou ele tocando na cabeça descoberta com os 5 dedos.
Não era pra me atiçar, era costume de macho.
– Só mais um pouquinho, deita comigo paizin.
– Bora logo que já já teu tio chega.
– Por favor. – Falei manhosamente enfiando o rosto na cama.
Meu pai subiu o joelho pra deitar comigo na cama. O pau dele ficou pendurado em cima de mim.
– Fasta aí.
Encostei na parede pra dar espaço para meu pai. Estávamos um de frente pro outro. Seu pau mole pertinho do meu corpo. E sua cabeça encostada na minha.
Dobrei o joelho até conseguir sentir a cabeça do pau dele. Quando encostei meu pai ficou imóvel como se tivesse voltado a dormir. Deixei meu joelho repousar ali. Senti o pau crescer e engrossar, a ponta da cabeça da rola de meu pai agora beijava meu joelho. Em alguns segundos meu pai acordou assustado e deu um pulo ficando de pé.
– Bora que tá na hora. – Seu pau ainda estava meia bomba.
Ele foi pra sala e vestiu um calção fino. Não vestia cueca. Me lembrei que no Sítio os homens da família ficam sempre sem cueca. Me vesti, não botei cueca também. Já pensando que meu tio Marcos ia gostar de descer meu calção.
Nas nossas mochilas tinham redes, cordas, lençóis, travesseiros, toalhas, roupas, sabonetes, escova, creme dental e protetor solar.
Nos últimos dias meu pai concentrou-se em costurar o galão de pesca. Para que os peixes não escapassem pelos buracos nas linhas.
Tomamos um café rápido com sanduíches. Minha mãe nem acordou pra se despedir da gente. No portão esperamos meu tio Marcos pegar a gente de carro. Meu tio Edson já tinha ido de moto e provavelmente já estava chegando no Sítio. Ele saiu mais cedo ainda.
Um carro se aproximava da nossa casa.
– É ele, me ajuda a colocar tudo lá dentro. – Ordenou meu pai.
– Certo.
– Bom dia, acordaram cedo hoje? – Tio Marcos falou do banco do motorista, puxando o freio de mão. – Até que enfim em.
– Bora, abre atrás ai. – Falou meu pai sorrindo.
Do banco do passageiro desceu um rapaz quatro anos mais velho que eu. Era o André. Ele é filho de outro tio meu. Que não veio nessa viagem. André é branquinho e magrinho. Um pouco mais alto que eu.
– Bença tio Zé. – André falou com meu pai.
– Tá um pai d’égua em André. – Meu pai abraçou ele.
Aproveitei e falei com meu tio Marcos, ele me deu a benção mas como sempre deu uma puxadinha no meu calção. Deixando meu cu a mostra.
Ele arregalou o olho quando viu que eu estava sem cueca. Dessa vez eu subi de volta o calção porque não queria passar vergonha com meu primo.
– Pai d’égua tá esse aqui viu? – Meu tio falou rindo pro meu pai.
– Aaah, aí é meu bebê! – Respondeu meu pai.
Colocamos tudo dentro do carro e no banco de trás estavam só eu e meu pai. Ele estava muito animado. Todos estavam contagiados. Faz um tempão que ninguém ia pro Sítio. Tínhamos algumas coisas também no nosso banco então eu estava sentado colado ao meu pai. No decorrer do tempo fomos relaxando e André dormiu no banco do passageiro.
Alguns minutos se passaram e notei um volume muito marcado no calção de meu pai. Era um calção preto muito fininho. O pau estava de lado e eu acompanhando. Um fogo começou a subir por dentro de mim tomando controle sobre minhas decisões.
Botei minha mão em sua coxa e ele não acordou. O pau estava virado pra porta do carro, senão eu já tinha metido a mão. O único que podia ver alguma coisa era meu primo André.
Peguei o lençol da minha mochila. Tio Marcos estava atento na estrada. Meu pai dormia de boca aberta com a cabeça no encosto. Seus braços estavam cruzados.
Cobri meu tronco e bunda com o lençol, o restante deixei no meu braço. Tio Marcos olhou para trás vendo minha movimentação.
– Tá com frio, sobrinho? – Perguntou ele.
– Só um pouquinho tio, vou deitar aqui. – Respondi.
Deitei minha cabeça no colo de meu pai. Joguei minha mão em cima do apetitoso inchaço que ele tinha dentro daquele calção. Não apertei só deixei minha mão por cima. Já estava muito gostoso assim. O lençol me protegia dos olhares de qualquer um.
O carro mexia e balançava o volume de meu pai e minha mão também. Fechei meus olhos aproveitando a sensação de encostar no seu volume protuberante.
Passaram-se alguns minutos e ficou muito duro. Minha mão já estava mais alta por ficar em cima do seu pau. Resolvi agarrá-lo. Pude investigar a cabeça e o corpo extenso pelo toque. Eram 17 centímetros com certeza. Do mesmo tamanho que o do meu tio Marcos. Meus 2 tios tinham um saco bonito e imponente, espero que o do meu pai também seja.
Enquanto examinava seu cacete pelo tecido senti seu grande e pesado braço cair entre o assento e meu corpo. Eu estava de ladinho. Com minha mão livre desci meu calção um pouquinho. Também puxei o lençol o suficiente pra expor minhas nádegas somente para a mão de meu pai.
Ainda apertando a sua chibata eu inclinei mais minha bundinha. Também subi mais meu corpo. Eu estava pressionando a mão dele contra meu traseiro.
Suspirei baixinho. Seus dedos grossos ficaram bem no centro das beiradinhas da minha bunda. O dedão se aproximava do meu buraquinho.
Por reflexo, o dedão de meu pai continuava abrindo caminho entre as beiradinhas da minha bunda. Agora ele tocava meu orifício. O toque na área mais sensível fez meu pau endurecer.
O carro balançava menos e estávamos os dois bem estáveis. Pois agora o caminho era basicamente uma linha reta.
Para minha sorte passamos por um buraco que fez meu cuzinho subir e descer. Assim atolando ainda mais o seu dedo grosso na minha fenda anal.
– Dormiu, Zé? – Perguntou meu tio olhando pelo retrovisor procurando os olhos de meu pai que tinha ficado calado até agora.
Meu pai fechou a boca e levantou a cabeça.
– Dormi não, macho. – Respondeu meu pai ficando de cara fechada. Percebi que ele tinha acordado agora.
Meu pai agarrava minha bunda com força. E seu dedão pressionava meu buraquinho que estava prestes a ceder passagem. Ele parecia tentar se conter.
– E o Bielzin? Dormiu?
Eu fingi que dormia. Deixei minha mão molenga. Ainda agarrava o piru de meu pai.
– Dormiu sim. – Disse meu pai tentando confirmar se meu primo André também dormia. – Andrézin dorme que baba.
Meu tio riu até meio alto.
– Falta uma hora de viagem ainda. Pode relaxar. – Falou meu tio pisando o pé no acelerador.
Meu pai usou a sua mão que não estava apertando meu rabo para tirar a coberta de cima do seu colo.
Ele viu como minha mão estava agarrada ao seu pau duro pelo calção.
Fiquei bem nervoso. Mas continuei “dormindo”. Em seguida ele puxou minha mão e deitou ela no banco. Tirando-a do seu pinto.
Achei que minha diversão fosse acabar por aí. Mas meu pai continuava a apertar meu cu.
Senti uma movimentação no seu colo. Abri o olho esquerdo para olhar, sabia que ele não conseguia ver esse lado do meu rosto.
Meu pai estava colocando a rola pra passar pela barra do calção. Vi sua cabeça vermelha e imoral saindo entre o tecido e a sua coxa grossa.
Meu rabinho estava arrebitado ao máximo. Meu pai apertava meu cuzinho à medida que a uretra dele babava.
Agora meu pai tirou sua mão do meu bumbum e levou o dedão pra cabeça de seu pau, com os demais dedos apertou o corpo do pau fazendo sair ainda mais baba. Lambuzou o dedão e trouxe de volta enfiando no buraco do meu cuzinho.
Ele botava muita força. Com o dedo lubrificado e sua persistência meu buraquinho começou a ceder.
Para minha surpresa senti sua mão parruda pegar minha mão do assento deixando-a sobre a cabeça do seu pau. Meu olho esquerdo estava arregalado para olhar bem para aquela glande vermelha pulsando. Meu pai encaixou minha mão direitinho e agora estava tudo acoplado onde deveria.
Meu pinto estava muito duro dentro do meu calção. Percebi que também começava a babar. Afinal estava sendo muito estimulado da cabeça até minha bunda.
Novamente meu pai cobriu seu colo e meu rosto com o lençol para esconder sua depravação. E eu continuei dormindo. De vez em quando eu apertava a sua cabecinha. A minha palma estava completamente cheia do seu melzinho. Achei um desperdício não ter aquilo na minha boca.
Meu pai tinha um dedão áspero. Afinal ele cortava cana e muito mato quando jovem. Não era fácil receber uma dedada dessas. Sua unha estava encostando na parede do meu ânus, me dava uma sensação muito gostosa. Já tinha entrado metade com a pequena lubrificada que tinha saído da rola dele.
No banco da frente meu tio parecia atento no que rolava no banco de trás. Eu ainda pressionava a cabeça rosa de meu pai, com as pontas dos meus dedos conseguia sentir as bolinhas que ficavam ao redor da base da glande. Eu apertava levemente em intervalos longos.
Meu pai fez mais força com o dedo fazendo-o entrar mais. Ele não agarrava mais minha bunda. Estava concentrado em enfiar o dedo inteiro, e ele conseguiu, a custas das minhas preguinhas. Eu já não estava mais conseguindo relaxar. Queria gemer alto.
– Vou mijar negadinha. – Falou meu tio puxando o freio de mão.
Ele parou o carro no acostamento e saiu para mijar no mato. Foi correndo mas olhou bem pro banco de trás. Ele viu o braço de meu pai esticado para meu cuzinho.
Meu pai aproveitou para começar a dar estocadinhas com seu dedo brutamontes. Ele fazia um vai e vem frenético aproveitando que meu tio tinha saído. Eu me empolguei com o ritmo e comecei a empurrar mais meu bumbum pra trás.
Ele notou. E continuou.
Eu abri minha boca, comecei a gemer enquanto ele me comia com o dedão. A unha pressionava muito a parede do meu cu. Parecia que ia me abrir por dentro. Levantei minha cabeça do seu colo. Girei a cabeça para ver meu pai fazendo o lençol descer.
Abri meus olhos. Ele estava mordendo os lábios com os dentes. Olhava firme pra mim. Papai queria me ver daquele jeito. Estava gostando tanto quanto eu. Apertei com força o pau do meu pai que soltou um gemido grave e empurrou meu braço pra longe. Ele com certeza gozaria se não tivesse feito isso.
Já eu não tive como tirar seu dedo. Ele fazia o vai e vem frenético, cada investida ele enfiava mais fundo e mais sua unha roçava dentro de mim. Agarrei o banco com força. Comecei a gozar e gemer de prazer. Meu calção já estava melado e agora estava recebendo minhas leitadas, que faziam meu cuzinho apertar o dedo grosso de meu pai.
Meu primo André começou a bocejar e acordar. No susto meu pai arrancou o dedo do meu cuzinho que piscava freneticamente. Recobrei meu juízo e senti meu calção cheio de porra. Era um calção grosso de tactel preto. Acho que ninguém notaria.
– Cadê o tio Marcos? – Perguntou André.
– Foi mijar, volta já Andrézinho. – Meu pai respondeu.
– Vou também, tô me mijando. – Abriu a porta e entrou no mato.
Me sentei no banco. Meu pai jogou o lençol no meu colo mostrando ainda o pau pelo calção. Levou o dedão ao nariz e cheirou, olhou para mim. Eu lambi lentamente a palma da minha mão ainda melada com o melzinho do meu pai. Fiz isso olhando pra ele.
Meu tio voltou apressado dando a volta no carro. Meu pai puxou o calção para cobrir de novo seu pau duro que agora estava amolecendo.
– Tudo bem ai com vocês? – Perguntou o tio Marcos.
– Ora se não, acelera que eu quero chegar hoje. – Meu pai provocou.
– Deixe comigo que eu me garanto. – Respondeu Marcos.
Agora meu pai mantinha a mão cobrindo a protuberância que queria escapar. Ele disse:
– Pelo menos não tá chovendo né Marquin.
– Tomara que na volta também não, senão vamos ficar atolados na terra.
André voltou e seguimos para o Sítio, faltavam poucos minutos para chegarmos. A estrada de terra balançava muito, comecei a pensar que na volta queria vir no colo de meu pai. De vez em quando ele levava o dedão ao nariz e cheirava com força. Tenho certeza que quando chegarmos meu pai vai arrumar um jeito de me comer. Afinal era meu pai, era muito natural que ele dormisse e tomasse banho com seu filho. Vou ajudar muito ele.
Meu pai e meu tio conversaram durante todo o longo caminho de terra. Agora já estávamos dando a volta no açude a caminho da casinha que eles moraram. De longe vi meu tio Edson esperando a gente. Ele abriu o portão de madeira que fechava com corrente e cadeado para o gado não escapar. Meu tio Marcos parou para fazer hora com o tio Edson.
Aliás, como todos os homens da família ficam, aqui no Sítio, meu tio Edson estava sem cueca e sem blusa, suado e um pouco sujo de terra, já estava arrumando as coisas desde cedo. Usava apenas uma calça de malha fria que marcava bem seu pau mole e sua bunda redonda à medida que o vento forte e frio batia nele. Eu estava no paraíso pelos próximos dois dias.
Os adultos terminaram de frescar entre si e meu tio estacionou na lateral da casinha. Eles tinham crescido ali com muita simplicidade e cumplicidade, as lembranças viam à tona para todos eles. Meu pai ainda cheirava o dedo que tinha enfiado em mim, o pau não estava duro mas ele estava de olho em mim. Todos descemos e começamos a nos acomodar no Sítio. Meu pai estava mais afastado da casa ao ar livre.
– Bielzin venha cá. – Disse ele com uma mão na cintura e outra coçando o saco.
Larguei a mochila no chão e fui correndo em sua direção.

Obs: Continua!

Foto 1 do Conto erotico: Cap 6: A caminho do interior de meu pai (Gay/Incesto)


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Comentários


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damiaogomes Comentou em 29/07/2026

Mesmo sem o sexo de penetração o conto foi bom pois sei que agora o Pai vai comer Marquinho so rtenho duvida se marquinhos vai da sozinho para os 4 ou se Andre vai ajudar ele dando o cu tambem




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Cap 6: A caminho do interior de meu pai (Gay/Incesto)

Codigo do conto:
268617

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/07/2026

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