Segredos Sob o Mesmo Teto: A Confissão

O texto a seguir é a continuação do conto "Segredos sob o mesmo teto". Se você ainda não leu a primeira parte, sugiro que confira o conto anterior para entender melhor essa tensão proibida...

Nos últimos tempos, comecei a perceber que havia pequenas coisas fora do lugar na rotina da casa: objetos trocados de cômodo no meu quarto, algumas roupas dobradas de um jeito diferente que me deixavam intrigada, a ponto de eu me perguntar se já estava ficando senil ou se era apenas coisa da idade. Até que um dia vi algo que realmente me incomodou e acendeu o alerta: notei que a minha gaveta de lingeries estava mexida e um detalhe específico chamou a atenção. Uma calcinha que eu não usava há muito tempo e da qual nem me lembrava mais — um fio-dental minúsculo que sequer me servia — havia reaparecido bem no meio das calcinhas novas. Aquilo me encucou de verdade, pois era a prova física de que alguém andava vasculhando minhas intimidades. No início, a simples ideia de que o Guilherme pudesse ser o autor daquilo me parecia um absurdo total; custava a acreditar que o marido da minha filha — alguém que eu via quase como um filho — fosse capaz daquilo.

Decidida a tirar a limpo, passei a prestar muito mais atenção. E foi aí que os sinais sutis começaram a aparecer, transformando a rotina em um campo minado de tensão. Passei a notar o modo como os olhos dele me mediam discretamente na mesa do café da manhã, o calor do seu olhar pesado quando eu usava alguma roupa um pouco mais justa, ou a forma como ele pigarreava e desviava o rosto toda vez que nossos corpos se cruzavam no corredor estreito.

No começo, aquilo me causava uma repulsa misturada com culpa, um peso moral sufocante por se tratar de algo absolutamente proibido e inaceitável. Porém, contra todas as minhas convicções, a sensação de ser desejada daquela maneira por um homem jovem e atraído por mim a essa altura da vida começou a mexer perversamente com a minha libido. O profano batia à porta da minha mente.

No entanto, vivíamos em uma constante e angustiante alternância entre o desejo avassalador e a voz da razão. Eram dias em que eu oscilava violentamente: ora provocava, instigava e fazia questão de circular perto dele, exibindo-me com roupas mais curtas e decotadas, deixando a porta do quarto semiaberta ao me trocar na esperança secreta de que ele avançasse o sinal; ora, tomada pelo medo e pela culpa, a prudência falava mais alto. Ao menor sinal de que a situação pudesse sair do controle, eu recuava bruscamente. Nesses momentos de pânico racional, passava a usar blusas largas e calças compridas que cobriam totalmente o meu corpo, evitava a todo custo ficar no mesmo cômodo que ele e me trancava no quarto.

Curiosamente, percebi que ele também vivia o mesmo conflito silencioso. Quando eu me afastava e vestia o recato, o Guilherme parecia notar a minha fuga e passava a adotar uma postura mais à vontade em casa, circulando de bermudas leves e camisetas cavadas, como se estivesse testando os limites da minha paciência e implorando sutilmente para que eu voltasse a reparar nele. Quanto mais eu tentava resistir, recriminando-me por tais pensamentos, mais o meu corpo traía minha razão, inundando-me de um tesão denso e incontrolável. Aquela dinâmica secreta intensificou minhas masturbações solitárias, transformando cada tarde em que ele ficava em casa trabalhando no escritório em uma verdadeira tortura prazerosa. Eu gemia abafado no travesseiro, imaginando o que ele faria se me pegasse, e minhas fantasias deixaram de ser com atores distantes para focar inteiramente no meu próprio genro. Voltei a usar as calcinhas minúsculas e passei a deixá-las estrategicamente à mostra — estendidas no varal em pontos visíveis ou penduradas discretamente no registro do chuveiro —, tudo para testar os limites daquela obsessão e ver até onde ele teria coragem de ir. A armadilha exigia provas irrefutáveis, algo que transformasse a suspeita em uma confissão impossível de negar.

Numa daquelas tardes em que o silêncio da casa era cortado apenas pelo som rítmico e abafado do teclado do Guilherme no escritório, decidi dar o passo mais ousado do meu plano. Deitada na cama, vestindo apenas a calcinha vermelha de renda cavada, fechei os olhos e deixei minha mente se encharcar de desejos proibidos, sentindo a presença dele logo ali, do outro lado da parede. Minhas mãos tremiam de um tesão bruto e incontido. Afastei o tecido fino para o lado e, sem hesitar, massageei o meu clitóris antes de afundar dois dedos na carne quente e inchada da minha buceta encharcada. Entreguei-me a toques acelerados e urgentes, sentindo os meus seios fartos subirem e descerem em arfadas profundas, com os mamilos duríssimos e entumecidos implorando pelo peso de uma mordida. Enquanto me esfregava, levei a mão livre direto à minha boca, lambendo com voracidade os meus próprios dedos melados de suco, saboreando o gosto da minha própria buceta misturado ao calor daquele pecado.

— Ahhh, que delícia, humm... olha o que você faz comigo... gemia alto, com a voz embargada pela luxúria.

Sem parar de me masturbar, virei de bruços na cama e apalpei a minha própria bunda farta, apertando e esmagando as nádegas com desespero, imaginando que fossem as mãos pesadas do Guilherme me pegando. Guiando os meus dedos numa batida frenética e barulhenta, deixei escapar gemidos escancarados, intensificando o som na certeza absoluta de que ele capturaria cada ruído do outro lado, aparecendo no quarto para me flagrar totalmente vulnerável, pingando e entregue. Era tudo o que eu queria: ser pega no flagra. Entreguei-me ao gozo com tanta força que o meu corpo inteiro arqueou num espasmo violento, inundando o tecido da calcinha com jatos abundantes dos meus fluidos.

Ainda ofegante, com as pernas bambas e o coração disparado, retirei a calcinha e passei o tecido encharcado diretamente na fenda da minha xoxota, arrastando-o com firmeza e malícia para recolher todo o sulco dos meus lábios abertos, besuntando o forro com o restante do meu mel e o meu cheiro mais devasso. Dobrei a peça de um jeito específico e a coloquei bem no topo do cesto de roupas do banheiro, totalmente à mostra, implorando para ser encontrada. Mas desta vez, fui muito além: decidi registrar cada segundo daquela perversão suja. Posicionei estrategicamente o celular de forma escondida sobre a pia, ajustando o enquadramento com precisão milimétrica para que a lente englobasse exatamente o cesto de roupas sem levantar suspeitas, e ativei a gravação de vídeo.

Pronto. A isca definitiva estava armada. Restava apenas aguardar o peixe morder a linha e cair na armadilha.

Peço que deixem suas opiniões e comentários abaixo.

Obrigado...

continua....
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Comentários


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lozo Comentou em 29/07/2026

Qual o homem, morando sob o mesmo teto, vivendo o dia a dia com uma deliciosa mulher madura como você e não desejasse, não tivesse vontade e tesão? Com certeza todos adoraria ter o prazer e cheirar e lamber sua calcinha bem babadinha do mel gostoso da sua bucetinha carnuda e bem lisinha, que delicia. Aguardo o desenrolar ok? Votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Segredos Sob o Mesmo Teto: A Confissão

Codigo do conto:
268574

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
29/07/2026

Quant.de Votos:
2

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