Após deixar o celular gravando, avisei em voz alta que precisava ir à farmácia e ao mercado do bairro. Bati a porta da frente com força para que ele ouvisse e percebesse minha saída. Assim que voltei, anunciei em tom audível que, por causa do calor, iria direto tomar uma ducha. Tranquei a porta do banheiro social e, com o coração acelerado, peguei o celular para assistir à gravação.
O que vi no vídeo fez meu estômago dar uma guinada violenta e um calor se espalhar por todo o meu corpo, intensificando a tensão a níveis insuportáveis.
Menos de dois minutos após eu ter partido, Guilherme entrou no banheiro quase em passos de predador. Ele foi direto ao cesto de roupas; com as mãos trêmulas, pegou a peça ainda úmida. O que se seguiu na tela foi um espetáculo de pura rendição ao desejo: ele levou o tecido ao nariz, respirando fundo o meu cheiro com os olhos fechados.
"Caralho...que cheiro bom porra, Ahhh... Dona Márcia... ainda tá úmida.. que Delícia... você me deixa louco..." — murmurou ele, a voz rouca e trêmula ecoando pelo banheiro vazio enquanto apertava o tecido macio contra o rosto.
Em seguida, passou a língua com devoção pela renda molhada, quase enfiando a calcinha nas narinas, gemendo baixinho em um desespero solitário. Sem conseguir se conter, ele abaixou as calças ali mesmo, expondo um membro espesso e latejante, que ultrapassava facilmente os vinte e dois centímetros.
Fantasiando, ele resmungava:
"Eu não aguento mais apenas olhar para você fingindo ser a sogra recatada... eu preciso sentir cada centímetro seu..."
Ele encostou a peça úmida e quente contra o próprio cacete e começou a friccionar o tecido com urgência e desespero, os quadris se movendo em estocadas rápidas no ar, exibindo a força daquela carne grossa.
"Ugh... Isso... sogrinha... goza na minha mão, isso assim... por favor. Ahhh... isso... ahhh, vou gozar, Dona Márcia" — gemia ele, cada vez mais alto, totalmente perdido no transe da própria luxúria.
Até que, com um último empurrão dos quadris e um arquejo sufocado, ele gozou fartamente sobre a calcinha, sujando a renda com jatos quentes e densos do seu sêmen. Ofegante, com as pernas bambas e as mãos ainda tremendo, ele olhou para o próprio estrago, espalhou o excesso com os dedos, tratou de dobrar o tecido exatamente do jeito que o encontrara — escondendo a prova do crime no topo do cesto — e fugiu de volta para o escritório, deixando para trás o rastro confesso de sua obsessão.
Enquanto assistia àquela cena na telinha do celular, senti o mundo ao meu redor desaparecer. A culpa e a censura tentaram gritar — afinal, eu era a sogra, era proibido, era errado —, mas o peso dos anos de carência e o tesão bruto atropelaram qualquer resquício de razão. Esquecida da moral e tomada por um calor avassalador que inundava minhas pernas de fluidos, fui direto ao armário e resgatei o meu consolo de silicone, escondido no fundo sob as toalhas. Aproximei-me do cesto e peguei a calcinha — que ainda trazia o sêmen quente e denso do Guilherme — e sem cerimônia, passei por todo o comprimento do brinquedo, batizando-o com o testemunho explícito do tesão do meu genro.
Com os olhos fixos na tela, mordendo os lábios com força e gemendo baixinho, fixei a base do consolo contra a parede do box, posicionei-me e fui encaixando a minha buceta encharcada naquela espessura firme. Abri o chuveiro, deixando a água fria cair sobre o meu corpo para tentar baixar a temperatura, mas o gelo da água só fazia intensificar o contraste com o fogo do meu ventre. Voltei o vídeo e, na mesma cadência frenética e desesperada dos movimentos do Guilherme, comecei a me chocar contra o consolo, indo e vindo com força, esmagando meus próprios gemidos abafados enquanto assistia, extasiada, ao pau dele balançando na gravação até desabar em um orgasmo violento e estrondoso.
Ainda com as pernas bambas e a respiração curta, demorei alguns minutos para recuperar o fôlego. FEchei a água, enxuguei-me, vesti-me e saí do banheiro, sabendo perfeitamente que, após tudo o que vivi e descobri ali, eu nunca mais conseguiria olhar para o Guilherme do mesmo jeito.