O despertar de Tatiane (Desejos de uma esposa se descobrindo)
Nas semanas seguintes àquela noite, Tatiane ficou cada vez mais safada . Toda vez que Lauro colocava um vídeo de uma mulher com dois ou três homens, ela ficava quieta no começo… e depois molhada. Muito molhada. Passou a segurar o notebook com as duas mãos, os olhos colados na tela, a respiração falhando. As putarias começaram a sair da boca dela com mais frequência e cada vez menos vergonha: — Nossa… ela está aguentando os dois ao mesmo tempo… que delícia. — Olha o tamanho daquilo… — Imagina sentir isso dentro de mim… Lauro percebia. Cada frase era um passo a mais. Ele respondia baixo, metendo nela enquanto os dois assistiam: — Você está imaginando ser ela, não está? — Estou… e estou gozando só de imaginar. Foi numa dessas noites que a frase saiu. Estavam de lado, ele penetrando-a devagar, o vídeo mostrando uma mulher sendo comida por trás enquanto chupava outro homem. Tatiane respirou fundo, agarrou o braço dele e falou, a voz já rouca de tesão: — Lauro… eu quero que você coma meu cu hoje. Ele pegou o lubrificante na gaveta, espalhou generosamente e a virou de quatro. Tatiane ficou de quatro, o corpo tenso de expectativa. Quando a cabeça do pau dele pressiona a entrada apertada, ele empurrou com firmeza, sem hesitar demais. Ela soltou um gemido alto, misturando surpresa e dor. — Caralho… está me abrindo… — Respira — ele falou, avançando centímetro por centímetro até estar inteiro dentro do cu dela. Quando finalmente esteve fundo, Tatiane enterrou o rosto no travesseiro e soltou uma sequência de putarias que até então nunca tinha falado de uma vez só: — Ai, porra… que delícia de pau no meu cu… — Mete mais… assim… enche esse cuzinho de puta… Lauro meteu com ritmo firme. Tatiane rebolava de volta, pedindo mais, falando cada vez mais sujo: — Me come forte… usa essa putinha… — Mais fundo… eu quero sentir você todo dentro do meu cu… Ela gozou com o pau dele no cu, apertando forte, gemendo alto, a boca aberta contra o travesseiro. Dois dias depois ela mesma sugeriu, já mais corajosa: — Quero comprar um vibrador. Quero sentir os dois ao mesmo tempo. Foram juntos à sex shop. Tatiane escolheu um de silicone, médio, realista. No caixa o rosto estava vermelho, mas os olhos brilhavam. Em casa, na mesma noite, ela o tirou da embalagem, limpou e se deitou. — Me fode com ele e com você. Quero a primeira dupla penetração. Lauro a colocou de lado, introduziu o vibrador na buceta até o fundo e ligou. Depois lubrificou de novo o cu dela e foi entrando. Quando os dois estavam dentro — o pau dele no cu e o vibrador na buceta —, Tatiane arqueou as costas e soltou: — Ai, caralho… está me abrindo nos dois buracos… — Mais forte… eu quero sentir os dois batendo… — Imagina se fossem dois paus de verdade… puta que pariu, eu ia ficar louca… Ela não parava de falar. As putarias saíam soltas, sujas, cada vez mais ousadas: — Me come nos dois… enche essa puta… — Usa os dois buracos… me fode como uma putinha de verdade… Tatiane gozou duas vezes seguidas, o corpo inteiro tremendo, o vibrador ainda ligado e o pau do marido no cu. Quando finalmente se acalmou, estava suada, ofegante, o rosto vermelho e um sorriso de quem tinha atravessado mais uma porta. Naquela noite, deitada no peito dele, ela falou baixinho: — Eu estou gostando demais de falar essas coisas… de sentir essas coisas… de ser essa putinha na nossa cama. Ele passou a mão no cabelo dela. — E o limite? Ela respirou fundo e respondeu com a voz firme, mesmo ainda ofegante: — Continua só fantasia. Eu quero gozar com a ideia… quero falar putaria… quero ser comida nos dois buracos por você e pelo brinquedo. Mas nada real. Nenhuma outra pessoa. Só a gente
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