O sonho!!

O elevador subiu em silêncio. Maria apertou minha mão, curiosa com o desconhecido. As portas se abriram num corredor longo, iluminado por arandelas douradas. A suíte ficava ao fundo.
— Paulo, você exagerou — ela murmurou, olhando a vista da cidade pelas janelas do corredor.
— Você merece.
Abri a porta. Velas perfumadas já ardiam sobre a cômoda e o criado-mudo. Lençóis brancos cobriam a cama king size. A poltrona de veludo bordô ficava de frente para o centro do quarto, posicionada como uma plateia privilegiada.
— Fecha os olhos — pedi, segurando a venda de seda preta.
Maria sorriu, mordendo o lábio inferior. Fechou os olhos. Passei a venda sobre eles, ajustando o nó atrás da cabeça. O tecido preto contrastava com a pele bronzeada dela. Maria ficou parada no centro do quarto, descalça, vestindo apenas o robe branco do hotel.
— Não abre, tá? — falei, beijando a nuca dela. Senti arrepios na pele dela.
— Tá bom — respondeu, voz já falhando.
Saí em silêncio. No corredor, Ana e Clara esperavam. Ana vestia um sobretudo preto sobre o corpo escultural, cabelos loiros soltos. Clara, morena de ombros largos e olhos verdes que pareciam devorar tudo, carregava uma bolsa de couro.
— Pronta? — Ana perguntou.
— Vendada. No centro. Sem saber de nada.
Clara sorriu.
— Então vamos.
Entramos. O clique da fechadura mal se ouviu. Maria ficou imóvel, cabeça inclinada, tentando identificar os passos. Três pares de pés no piso de mármore. O perfume de Ana — jasmim e baunilha — chegou primeiro. Depois o de Clara, algo mais cítrico, mais quente.
Maria respirou fundo.
— Paulo?
— Shhh — respondi, sentando na poltrona de veludo
Ana e Clara circularam Maria. Devagar. Sem pressa. O som dos passos ecoando no quarto silencioso. Maria virava a cabeça, tentando seguir o movimento. Seus dedos se abriam e fechavam, incertos.
Clara tocou primeiro. A ponta dos dedos descendo pelo braço esquerdo de Maria, da clavícula até o pulso. Maria estremeceu, puxando o braço instintivamente. Clara segurou, firme.
— Fica — Clara sussurrou. Voz grave, controlada.
Ana se aproximou por trás. Seus seios fartos, ainda cobertos pelo sobretudo, encostaram nas costas de Maria. Ana soprou no ouvido dela, morno, devagar. Maria soltou um suspiro longo, tremendo.
— Quem é? — Maria perguntou, voz fina.
Ninguém respondeu.
Ana abriu o robe devagar. O tecido branco deslizou pelos ombros de Maria, pelos braços, caindo no chão em um monte suave. Maria ficou nua. A luz das velas dourava a pele bronzeada. Seios pequenos, mamilos escuros e duros. Bunda redonda, generosa, marcando a silhueta. A buceta, depilada, com uma fina linha de pelos, já húmida.
Ana se colocou atrás de Maria. Beijou a base da nuca, descendo pela coluna vertebral. Língua traçando cada vértebra. Maria arqueou, cabeça jogada para trás. Clara, na frente, ajoelhou-se. Beijou o umbigo de Maria, língua girando no piercing prateado que ela tinha ali. Descendo.
Maria abriu as pernas, instintiva, quadril projetando-se para frente. Clara lambeu a virilha de Maria, língua quente percorrendo a dobra entre a coxa e a buceta. Maria gemeu, som alto, surpreso. Clara abriu os lábios da buceta com os dedos, polegar encontrando o clitóris. Lambeu. Língua plana, firme, passando de baixo para cima.
Maria gritou. Corpo inteiro se contraindo.
Ana, atrás, descia a boca pela coluna de Maria até chegar na bunda. Mordeu a nádega direita, forte o suficiente para marcar. Maria choramingou. Ana abriu as nádegas de Maria com as mãos e lambeu o cu, língua circulando o anel apertado. Maria nunca havia sentido aquilo.
— Ai... meu Deus... — Maria ofegou, pernas tremendo.
Clara chupava o clitóris agora, lábios sugando com força, dois dedos entrando na buceta molhada de Maria. O som molhado enchia o quarto. Maria empurrava o quadril contra a boca de Clara, desesperada. Ana enfiava a língua no cu dela, alternando entre lamber e penetrar com a ponta
Maria gozou. Rápido, intenso, corpo convulsionando entre as duas bocas. Clara não parou. Continuou chupando durante o orgasmo, prolongando. Ana lambeu o cu de Maria sem parar, sentindo o anel contraindo contra sua língua.
Clara se levantou. Beijou Maria na boca. Maria hesitou por um segundo — nunca havia beijado uma mulher — mas Clara foi firme, língua empurrando, e Maria abriu a boca, correspondendo. Provou-se nessa troca, o gosto da própria buceta na língua de Clara.
Ana se levantou também. Prendeu os pulsos de Maria atrás das costas com as algemas de pelica. O clique macio do fecho. Maria estava algemada, vendada, nua, entre duas mulheres que ela não via.
— Boa menina — Ana falou, mordendo o lóbulo da orelha de Maria.
Clara abriu a bolsa de couro. Tirou o strap-on preto — cintos de couro ajustáveis, dildo grosso com veias marcadas, realista. Calçou, ajustando as fivelas nas coxas. Ana tirou o sobretudo. Por baixo, apenas o strapless roxo — uma ponta curta dentro de sua própria buceta, a outra ponta longa e projetada para frente, curvada para cima.
Maria ouviu os sons de couro e fivelas. Respirou rápido.
— O que... o que é isso? — perguntou.
— Surpresa — Clara respondeu.
Clara se posicionou atrás de Maria. Apertou lubrificante nos dedos. Frios. Maria contraiu-se. Clara circulou o cu dela, dedo espalhando o gel. Empurrou devagar. Um dedo entrou no cu de Maria. Maria ofegou, corpo rígido.
— Relaxa — Ana sussurrou, beijando sua boca. — Respira. Deixa entrar.
Clara moveu o dedo dentro de Maria, abrindo, massageando. Adicionou o segundo dedo. Maria gemeu, mistura de dor e prazer. Clara preparou com calma, dedos entrando e saindo, lubrificante escorrendo pela coxa de Maria.
Ana se colocou na frente. Posicionou a ponta do strapless roxo na entrada da buceta de Maria. Molhada, aberta, pronta. Empurrou. O dildo roxo entrou devagar, abrindo Maria por dentro. Maria gritou, pernas falhando. Ana sustentou pelos quadris, puxando Maria contra o brinquedo até estar completamente enterrado.
Ana começou a foder. Ritmo lento, estocadas longas. O strapless movia dentro dela também, estimulando Ana, que gemia junto. Maria rebolava instintivamente, impulsionada pelas estocadas.
Clara retirou os dedos do cu de Maria. Posicionou a ponta do strap-on preto contra o ânus lubrificado. Pressionou. Maria contraiu-se.
— Não... é grande demais — Maria choramingou.
— Aguenta — Clara falou, voz firme. Empurrou.
O dildo preto entrou centímetro por centímetro. Maria gritou, som estrangulado, corpo se contorcendo entre as duas mulheres. Clara não parou até o strap-on estar completamente enterrado no cu de Maria.
As duas começaram a mover juntas. Ana na frente, fodendo a buceta com o strapless roxo. Clara atrás, enfiando o strap-on preto no cu. Ritmo coordenado, estocadas alternadas — quando Ana entrava, Clara saía, e vice-versa. Maria estava presa entre elas, algemada, vendada, sendo penetrada em dois buracos ao mesmo tempo.
Os gemidos de Maria enchiam o quarto. Sons de pele contra pele, o barulho molhado da buceta sendo fodida, o som do lubrificante no cu. Maria suava, corpo inteiro brilhando à luz das velas. Seios pequenos balançando a cada estocada.
Eu assistia da poltrona de veludo. Meu pau duro, apertado dentro da calça. A cena era surreal — minha namorada, mulher que eu conhecia há dois anos, sendo fodida por duas estranhas. Maria, que nunca havia feito anal, que nunca havia transado com mulheres, agora gemia como uma puta, corpo tomado por dois brinquedos, pedindo mais sem conseguir articular palavras.
Ana aumentou o ritmo. Clara acompanhou. Estocadas mais rápidas, mais fundas. Maria gozou — corpo inteiro travando, depois tremendo, buceta jorrando na coxa de Ana. Clara continuou fodendo o cu dela durante o orgasmo. Ana não parou também.
Maria gozou de novo. E de novo. Cada orgasmo mais intenso que o anterior. Clara puxou o cabelo de Maria, forçando a cabeça para trás. Ana beijou a garganta de Maria, sentindo o gemido vibrando na pele.
Ana retirou o strapless da buceta de Maria. Posicionou o brinquedo na boca dela. Maria abriu, engolindo o dildo roxo sem hesitar. Chupou, lambendo o próprio gosto. Clara continuava fodendo seu cu com o strap-on preto, ritmo constante.
Eu me levantei. Aproximei-me. Ana tirou o strapless da boca de Maria. Eu beijei minha namorada. Ela gemeu contra minha boca, desesperada, língua procurando a minha.
— Paulo... — murmurou. — Não para... por favor...
Apoiei Maria contra meu corpo. Ana ajoelhou-se e voltou a chupar a buceta dela, língua no clitóris, dois dedos dentro. Clara tirou o strap-on e trocou pelo plug anal — menor, com vibração. Empurrou devagar no cu de Maria. O plug entrou com um som molhado. Clara ligou a vibração.
Maria gritou. Corpo inteiro convulsionando. Eu segurei ela contra mim, sentindo cada tremor. Ana chupava com força, dedos fodendo a buceta. O plug vibrava no cu. Maria gozou de novo, líquido escorrendo na boca de Ana, nas coxas dela.
Eu abri minha calça. Meu pau saltou para fora, duro, pulsando. Posicionei na boca de Maria. Ela abriu imediatamente, engolindo. Chupou com fome, língua girando na cabeça, engasgando quando empurrei mais fundo. Segurei o cabelo dela, fodendo a boca devagar.
Ana se levantou. Posicionou o strapless roxo na buceta de Maria. Entrou. Maria gemeu com a boca cheia do meu pau. Clara ajustou o plug anal, empurrando mais fundo, aumentando a vibração.
Três pontos de penetração. Buceta, cu, boca. Maria estava completamente tomada. Ana fodendo a buceta com o strapless, o plug vibrando no cu, meu pau entrando e saindo da boca dela.
Maria gozava sem parar. Múltiplos orgasmos seguidos, um atrás do outro, corpo tremendo incontrolavelmente. Saliva escorria pelo meu pau, pelo queixo dela. A buceta jorrava na coxa de Ana. O plug vibrava no cu, mantendo cada nerva estimulada.
Ana gozou também — o strapless dentro dela vibrando com o movimento. Clara, excitada, masturbava-se enquanto observava, dedos dentro da própria buceta.
Eu senti o orgasmo subindo. Puxei Maria pelo cabelo, fodendo a boca mais rápido. Gozei. Preenchi a boca dela com espesso, quente. Maria engoliu, tossindo, gozando de novo ao mesmo tempo.
Maria desmaiou. Corpo mole entre nós. Eu a segurei. Ana e Clara retiraram os brinquedos devagar, com cuidado. Deitaram Maria na cama, lençóis brancos agora manchados de suor e fluidos. O corpo dela brilhava, respiração ofegante, braços abertos.
Eu tirei a venda. Maria piscou, olhos marejados, pupilas dilatadas. Olhou para Ana e Clara, depois para mim. Reconheceu Ana — do aplicativo, das conversas. Clara era nova.
— Mais — ela sussurrou, voz rouca. — Quero mais.
Ana sorriu. Clara já estava ajustando o strap-on novamente, lambendo os lábios.
Maria se virou de quatro na cama. Bunda redonda para cima, buceta molhada brilhando à luz das velas, olhando por cima do ombro. Olhos fixos em Clara.
— Por favor — ela pediu.
Clara se posicionou atrás. Ana se deitou na frente de Maria, pernas abertas, buceta exposta. Maria olhou para mim, sorriu, e abaixou a boca para a buceta de Ana.
Clara posicionou a cabeça do strap-on preto na entrada da buceta de Maria. Empurrou devagar. O dildo grosso abriu Maria por dentro, centímetro por centímetro, até estar completamente enterrado. Maria gemeu com a boca na buceta de Ana, vibração do gemido percorrendo a língua dela contra o clitóris de Ana. Ana arqueou na cama, olhos fechados, mordendo o próprio lábio.
— Isso, babe — Ana sussurrou, mãos segurando o cabelo de Maria, puxando contra si. — Chupa devagar. Língua assim. Perfeito.
Clara começou a foder. Estocadas longas, lentas, puxando o strap-on quase inteiro antes de enfiar de novo. A buceta de Maria estava tão molhada que o brinquedo escorregava, som molhado ecoando no quarto. Maria rebolava, empurrando o quadril contra Clara, pedindo mais sem falar.
Eu assistia da poltrona. Meu pau endurecia de novo na mão. A cena era absurda — Maria de quatro, sendo fodida por trás por uma mulher que ela conhecera há menos de uma hora, enquanto chupava a buceta de outra. O corpo bronzeado de Maria brilhava de suor. Os seios pequenos balançavam a cada estocada de Clara. A bunda generosa reverberava quando os quadris de Clara batiam contra ela.
Clara deu um tapa na nádega de Maria. Forte. Som seco estalando no quarto. Maria gritou na buceta de Ana, que gemeu alto, puxando o cabelo de Maria com mais força.
— Mais forte — Maria pediu, tirando a boca da buceta de Ana por um segundo. — Me fode mais forte.
Clara obedeceu. Aumentou o ritmo, estocadas rápidas, fundas. O strap-on entrava até a base, quadris batendo contra a bunda de Maria. Clara segurou Maria pela cintina, marcando os dedos na pele. Maria choramingou, voltando a lamber Ana.
Ana gozou. Pernas tremendo, buceta contraindo contra a boca de Maria. Líquido escorreu no queixo de Maria, que lambeu tudo, sem parar, prolongando o orgasmo de Ana. Ana se contorceu na cama, gemendo, puxando Maria contra si até o último espasmo passar.
Ana abriu os olhos. Sorriu, ofegante.
— Sua vez — disse para Clara.
Clara retirou o strap-on da buceta de Maria. Maria gemeu, sentindo o vazio. Clara se deitou na cama, strap-on apontado para o teto, brilhando com o molhado de Maria.
— Senta — Clara ordenou.
Maria subiu na cama, posicionando-se sobre Clara. Segurou o strap-on com a mão, guiando a ponta para a entrada da buceta. Desceu. Engoliu o brinquedo inteiro de uma vez, gemendo alto. Clara segurou os quadris de Maria, controlando o movimento.
Maria começou a cavalgar. Ritmo devagar no início, depois mais rápido. Bunda batendo contra as coxas de Clara, seios pequenos balançando. Clara agarrou os seios de Maria, apertando, beliscando os mamilos escuros e duros. Maria jogou a cabeça para trás.
Ana se recuperou. Pegou o lubrificante da mesa. Espalhou nos dedos. Aproximou-se de Maria por trás.
— Agora o outro buraco — Ana sussurrou no ouvido de Maria.
Maria estremeceu.
— Sim — respondeu, voz rouca.
Ana espalhou o lubrificante no cu de Maria. Dedo circulando o anel, depois entrando. Maria gemeu, ainda cavalgando Clara. Ana adicionou o segundo dedo, abrindo, preparando. Maria rebolava nos dois — buceta no strap-on de Clara, cu nos dedos de Ana.
Ana retirou os dedos. Posicionou o strapless roxo — recolocado — contra o cu de Maria. Pressionou. A ponta entrou. Maria gritou, corpo travando por um segundo.
— Respira — Clara falou, beijando os seios de Maria. — Deixa entrar. Você aguenta.
Ana empurrou mais. O strapless roxo abriu o cu de Maria, entrando devagar. Maria choramingou, mãos agarradas nos ombros de Clara. Ana não parou até estar completamente dentro.
As duas começaram a mover. Clara fodendo a buceta de baixo para cima. Ana fodendo o cu de trás para frente. Maria presa entre as duas, sendo penetrada em ambos os buracos simultaneamente. Os gemidos dela enchiam o quarto — altos, descontrolados, mistura de prazer e dor.
Eu me levantei. Aproximei-me da cama. Meu pau duro, pulsando. Subi na cama, ajoelhando ao lado do rosto de Maria. Ela abriu a boca, língua de fora, olhos marejados me encarando.
— Enfia — ela pediu.
Enfiei. Meu pau entrou na boca de Maria. Ela chupou com fome, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo. Segurei o cabelo dela, fodendo a boca no ritmo das estocadas de Ana e Clara.
Três penetrações. Buceta, cu, boca. Maria estava completamente tomada — por mim, por Ana, por Clara. O corpo dela tremia sem parar. Suor escorrendo pela pele bronzeada. Seios balançando. Bunda reverberando a cada estocada de Ana.
Maria gozou. O orgasmo explodiu dentro dela, corpo convulsionando entre as três penetrações. A buceta apertou o strap-on de Clara. O cu contraiu o strapless de Ana. A boca apertou meu pau. Eu gozei junto — enchendo a boca de Maria de novo. Ela engoliu, tossindo, gozando sem parar.
Ana gozou também. O strapless dentro dela vibrando com o movimento. Clara agarrou os quadris de Maria com mais força, fodendo mais rápido, gozando com o atrito do strap-on contra sua própria buceta.
Quatro corpos tremendo na mesma cama. Gemidos se misturando. O cheiro de sexo enchendo o quarto — suor, lubrificante, fluidos, velas.
Maria desmaiou de novo. Corpo mole. Eu a segurei. Ana e Clara retiraram os brinquedos com cuidado. Deitamos Maria de costas na cama. Respiração ofegante. Olhos feitos. Sorriso nos lábios.
Ana se deitou ao lado de Maria. Passou os dedos pelo cabelo dela, carinhosa.
— Ela é incrível — Ana disse, olhando para mim. — Você tem uma mulher de ouro.
Clara foi ao banheiro. Ouvi a água correndo. Ela voltou com uma toalha morna. Limpou o corpo de Maria com cuidado — coxas, buceta, cu, rosto. Maria suspirou no toque da toalha, ainda meio desacordada.
— Obrigada — Maria sussurrou, sem abrir os olhos.
Clara sorriu. Beijou a testa de Maria.
— O prazer foi meu. De verdade.
Maria abriu os olhos. Piscou, focando o rosto de Clara tão perto do seu. Olhou para Ana, deitada ao lado. Olhou para mim, sentado na beira da cama.
— Não acabou — ela disse, sentando devagar. — Ainda quero mais.
Maria olhou para Ana. Depois para Clara. Depois para mim.
— Quero ver vocês duas. Quero ver vocês duas se tocando. Enquanto ele fode eu.
Ana e Clara se entreolharam. Sorrisos.
Ana se levantou. Aproximou-se de Clara. Beijou. Línguas se encontrando, mãos percorrendo os corpos. Clara agarrou os seios de Ana, apertando. Ana gemeu na boca de Clara. Clara empurrou Ana contra a parede do quarto, ajoelhando-se. Beijou a barriga de Ana, descendo. Ana abriu as pernas. Clara lambeu a buceta de Ana — língua longa, devagar, do fundo até o clitóris. Ana jogou a cabeça contra a parede, gemendo.
Maria me puxou. Deitou na cama, pernas abertas. Eu me posicionei entre elas. Passei a cabeça do pau na buceta molhada dela. Maria gemeu, olhos fixos em Ana e Clara.
— Enfia — ela pediu.
Enfiei. Meu pau entrou na buceta de Maria, quente, apertada, molhada. Comecei a foder. Ritmo constante, estocadas fundas. Maria gemia, mas não tirava os olhos das duas mulheres.
Clara chupava Ana com voracidade. Dois dedos dentro da buceta de Ana, língua girando no clitóris. Ana se contorcia contra a parede, mãos agarradas nos ombros de Clara.
— Mais — Ana gemia. — Mais forte.
Clara adicionou um terceiro dedo. Enfiando fundo, fodendo Ana com a mão enquanto chupava. Ana gozou — corpo travando, depois tremendo, buceta jorrando na mão e na boca de Clara. Clara não parou. Continuou chupando durante o orgasmo, prolongando, lambendo cada gota.
Maria assistiu tudo enquanto eu a fodia. A cada gemido de Ana, a buceta de Maria apertava meu pau. Maria estava mais molhada do que nunca, excitada pela cena.
— Quero... quero lamber ela — Maria disse, apontando para Clara.
Clara se levantou. Veio até a cama. Subiu, posicionando a buceta sobre o rosto de Maria. Maria agarrou as coxas de Clara, puxando para baixo. Língua saiu, lambendo. Clara gemeu, mãos apoiadas na cabeceira da cama.
Maria lambera uma buceta pela primeira vez na vida. Hesitante no início, língua tímida. Depois mais firme. Mais confiante. Provando Clara, sentindo o gosto diferente do de Ana. Clara se abaixou mais, esfregando a buceta na boca de Maria. Maria chupou, lambeu, engoliu.
Eu continuei fodendo Maria. Estocadas mais rápidas, sentindo o orgasmo se aproximando de novo. Maria gozou — buceta apertando meu pau, corpo convulsionando, mas sem parar de lamber Clara. Clara gozou na boca de Maria, líquido escorrendo pelo queixo dela. Maria lambeu tudo.
Ana se recuperou. Veio até a cama. Posicionou-se atrás de mim. Passou as mãos pelas minhas costas, descendo até a bunda. Puxou meu quadril contra Maria, aumentando a força das estocadas. Sussurrou no meu ouvido:
— Goza dentro dela. Enche ela.
Eu gozei. Jorrei dentro da buceta de Maria, espesso, quente. Maria sentiu, gemeu alto, gozando junto. Corpos tremendo. Clara desceu do rosto de Maria, deitando ao lado. Ana se deitou do outro.
Quatro corpos na mesma cama. Suor, fluidos, respiração ofegante. Velas quase apagadas. A cidade brilhando além da janela.
Maria virou a cabeça, olhando para mim. Sorriu.
— Casamos logo — ela disse. — E fazemos isso de novo na lua de mel.
Ana riu. Clara beijou o ombro de Maria.
Eu encostei a testa na de Maria. Senti o suor dela, o cheiro dela, o cheiro de todas nós misturados.
— Tudo que você quiser — respondi. — Tudo.
Maria fechou os olhos. Desta vez, dormiu de verdade. Sorriso nos lábios. Corpo relaxado entre três pessoas que a haviam transformado para sempre.
Ana se levantou silenciosamente. Vestiu o sobretudo. Clara se vestiu também. Pegaram a bolsa de couro. Ana deixou um bilhete na cômoda, ao lado das velas apagadas.
*Próxima semana? Mesmo lugar. Beijos. — A & C*
Saíram em silêncio. A porta clicou suavemente.
Eu puxei o lençol sobre Maria e sobre mim. A cidade dormia lá fora. Maria respirava tranquila contra meu peito. Senti o corpo dela relaxar completamente, cada músculo soltando, cada respiração mais profunda.
Passei os dedos pelo cabelo dela. Maria se aninhou contra mim, murmurando algo incompreensível.

O sonho tinha acabado. Mas algo me dizia que era só o começo.

Foto 1 do Conto erotico: O sonho!!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O sonho!!

Codigo do conto:
268705

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
30/07/2026

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