Eu beijei a testa dela, depois a boca, mais uma vez, e saí pela porta dos fundos.
Lúcia outra vez com a buceta latejando, rindo sozinha de tanto tesão — e já contando as horas para o dia seguinte.
No outro dia, cheguei e a porta dos fundos já estava aberta. Lá dentro a luz estava mais baixa, só o abajur do canto e a luz quente da vitrine desligada. Lúcia estava de pé no meio da cozinha, de costas para mim. Quando se virou, o sorriso veio imediato, safado e leve.
— Atrasado um minuto. Vou cobrar.
— Cobra do jeito que quiser.
Fechei a porta, travei, e parti pra o abraço... Eu a segurei firme pela cintura e colei seu abdome contra o meu corpo, dei um beijo cheio de tesão, entrelaçando os dedos no seu cabelo, segurando sua nuca. Levantei e sentei ela em cima da mesa. A saia subiu sozinha. Continuamos nos beijando. Ela respondeu na mesma intensidade, pernas abrindo, mãos puxando minha camisa.
— Hoje não tem “ainda não”, né? — perguntou ofegante entre beijos.
— Hoje não tem.
— Graças a Deus!
Eu abri a blusa dela de uma vez. Os seios saltaram, mamilos já duros, o corpo acesso de tanto esperar. Chupei um... depois o outro..... enquanto a mão descia e puxava a calcinha de algodão para o lado. A boceta estava encharcada. Apenas acariciei os lábios.. ela gemeu e se acomodou naturalmente, pedindo mais...
— Safado… já estou pronta desde ontem. Mete de uma vez. aiiiiii
Tirei a calça e a cueca o suficiente. O pau saltou, duro e melado. Puxei uma camisinha e Lúcia olhou, passou a língua no lábio e segurou a base e a colocou...
— Enfia. Quero sentir ele me abrindo. Vem amor... aiii que tesãoo...
Eu deslizei a cabeça entre os lábios molhados e enfiei devagar. Centímetro por centímetro. A buceta cedeu, quente, apertada, se esticando em volta do meu pau. Quando cheguei fundo ela soltou um gemido longo e enterrou as unhas nas minhas costas.
— Aiiii que pau gostoso… filho da puta… está me preenchendo inteira, mete...!!
E começou a acomodar ele dentro, enquanto eu parei com todo ele dentro. Comecei a mexer devagar no início, sentindo cada parede. Depois mais fundo, mais firme. O barulho molhado ecoava na cozinha. Lúcia rebolava no meu pau, os seios balançando, a boca aberta.
— Mais forte… isso… me fode gostoso, fode...
Acelerei. Segurei os quadris dela com as duas mãos e meti com vontade. A cada estocada o saco batia na bunda. Depois, se jogou um pouco pra tras e eu coloquei o peso do meu corpo por cima e o clitóris esfregando na minha virilha... colado, e só o pau entrando e saindo.... A exitação foi subindo, continua e aos poucos gozou.... segurei as pernas tremendo em volta da minha cintura, a buceta se contraindo forte, um grito abafado no meu ombro. Líquido escorreu farto pela minha virilha. Eu não parei.... Continuei metendo enquanto ela ainda tremia. Lúcia ria ofegante entre gemidos, rosto avermelhado, corpo quente... fazia força pra segurar mais meu pau...
— Não para… não para…me come mais... deixa eu te sentir.. Que tesao! Continuei um pouco mais...
Olhei nos olhos... beijo na boca, pausa pequena... pra eu não gozar... estava muito bommm!
A tirei da mesa, virei-a de costas e a empurrei de leve até ela se apoiar as mãos na mesa. Levantei a saia até a cintura. Ela empinou e a bunda apareceu redonda, a boceta brilhando, aberta, enxarcada. Enfiei de uma vez só. Fundo. Ela gritou baixo e empurrou o quadril para trás.
— Isso… assim… flexionando suas pernas, pra encaixar melhor, me pegou pela coxa e forcou me puxou contra seu corpo...
Meti com força. O som era de sexo intenso, molhado, real, visceral!. Eu via o pau grosso desaparecendo e reaparecendo, coberto de branco. Uma das minhas mãos desceu e encontrou o clitóris. Esfreguei ele enquanto metia. Lúcia gozou de novo... mais forte. O corpo inteiro se contorceu. Ouvi pingos no chão, escorreu pela minha mão e pela coxa dela.
Eu ri baixo contra a nuca dela e mordi de leve.
— Que delicia! Você molha a cozinha inteira, safada.
— Culpa sua… continua, vai.....
Continuei. Quando senti o limite chegando, retirei, virei-a de frente de novo e a sentei outra vez na mesa. Enfiei de novo, agora olhando nos olhos dela. Lúcia segurou meu rosto com as duas mãos, ofegante, os olhos baixo de tesao algo molhados...
— Goza dentro… quero sentir teu pau latejando.
Acelerei. O pau batia fundo. Ela gemia no meu ouvido, pedindo, xingando, rindo de tesão. Quando o gozo subiu, enfiei até o fundo e juntei dentro e gozei.... Estremeceu todo meu corpo,. Lúcia se contraiu em volta de mim e gozou mais uma vez, curta e intensa, as unhas cravadas nas minhas costas. Meu corpo começou amolecer... e senti só alegria e êxtase, pra além do cansaço... rsrs Uma delicia...
Ficamos assim alguns segundos, respirando juntos, o pau ainda latejando dentro dela. Depois eu retirei devagar.
Beijei sua a boca... nos olhamos nos olhos, arrumei seu cabelo, agradecendo em silencio aquele momento. Depois a ajudei a descer da mesa. As pernas dela ainda tremiam um pouco. Ela riu da própria instabilidade.
— Olha o estado. Não consigo nem ficar em pé direito.
— Que gostoso... eu também estou assim.
Lúcia passou os braços no meu pescoço e me beijou de novo, mais lento, mais gostoso. Depois se afastou, ajeitou a blusa o suficiente para cobrir os seios e puxou a saia para baixo. Ainda cheirando a sexo, mas já recuperando um pouco da compostura.
Foi até a pia, lavou as mãos, pegou duas garrafas de água na geladeira e me entregou uma. O gesto era simples, quase doméstico. Bebemos em silêncio por alguns segundos. Depois ela se encostou na mesa de novo, o corpo próximo do meu, o rabo de cavalo meio desalinhado, o rosto e lábios, e pescoço, avermelhados...
Eu..
— Não esperava gozar tanto assim.
— Fazia tempo que eu não me permitia...
Passei a mão na cintura dela, puxei para perto e beijei a testa.
— A chocolataria abre amanhã cedo?
— Abre. E eu vou ter que limpar essa mesa antes. Está uma bagunça gostosa.
Eu ri, ela também. O som era leve, real, ainda de tesão. Ficamos mais alguns minutos assim, sem pressa. Depois eu me vesti direito. Ela acompanhou até a porta dos fundos, ainda de blusa aberta por baixo, a saia amassada.
Na porta eu a beijei mais uma vez, longo, molhado. Ela mordeu meu lábio inferior de leve e sorriu contra a minha boca.
— Volta quando quiser chocolate. Ou quando quiser me comer de novo (sorrindo com um olhar safado)
— Vou querer as duas coisas...
Lúcia abriu a porta. Eu saí. Ela ficou na soleira, o corpo ainda quente, os olhos brilhando.
— Boa noite, Ricardo.
— Boa noite, Lúcia.
A porta se fechou devagar. Eu caminhei até o carro ainda sentindo o aperto dela, o gosto dela, o jeito que ela tinha rido enquanto pedia para ser comida.
Ricardo ainda não imaginava que aquela pequena chocolataria mudaria sua vida muito além daquela noite...
A história de Ricardo e Lúcia continua. E, a partir dela, outras histórias também começarão.
