O sol de verão açoita as ruas da aldeia, transformando o ar em uma massa viscosa e pesada. Dentro da casa paroquial, o silêncio só é quebrado pelo zumbido preguiçoso de uma mosca contra o vidro da janela. No quarto, o calor é ainda mais sufocante, um manto húmido que se agarra aos lençóis. Padre Manuel, um homem de sessenta anos cujo corpo se expandiu com décadas de boa comida e pouco exercício, revira-se na cama. A barriga, grande e macia, sobe e desce em ritmo pesado. O desejo, aquele demónio antigo que ele tenta rezar para longe, regressou com uma força que o apanha de surpresa. A mão dele, calejada e trémula, desliza sob o lençol, encontrando o caralho grosso e duro que pulsa contra a coxa. Ele não consegue parar. A imaginação dele, traída pela carne, vagueia por curvas impossíveis, por cheiros de mulher, por peitos pesados e coxas brancas, enquanto a mão aperta e sobe e desce o eixo da sua virilidade, até que o alívio quente e pegajoso mancha a barriga gorda.
A manhã seguinte chega sem piedade. Os raios de sol invadem o quarto através das cortinas mal fechadas. Rosa, a empregada de sessenta anos, uma mulher viúva com o corpo tão generoso quanto o do padre, entra na casa com a chave que guarda há anos. O habitual bater de panelas não acontece. Ela estranha o silêncio. Limpando as mãos no avental, caminha pelo corredor, os passos pesados fazendo o soalho ranger. Empurra a porta do quarto do padre. O ar que sai é quente, carregado de um cheiro a suor e a homem.
Manuel está lá, imerso num sono profundo, completamente nu. A roupa de cama está amontoada no chão. Ele está deitado de barriga para cima, expondo a totalidade da sua forma física. A barriga enorme sobe como uma colina branca e peluda, e entre as pernas grossas, repousa o seu membro, agora flácido mas impressionante no seu volume, descansando sobre o saco escrotal. Rosa para na porta, o peito a subir e descer depressa. Ela não sai. Os olhos dela percorrem o corpo do padre, a gordura que cobre as costelas, a maciez da pele. Um suspiro profundo e trémulo escapa dos seus lábios, um som que mistura a surpresa com um desejo antigo e adormecido. Ela recua devagar, fechando a porta com um clique suave, mas a imagem daquele corpo nu e pesado fica gravada na sua retina.
Minutos depois, o som do chuveiro a ecoar na casa de banho traz Rosa de volta à realidade da cozinha. Ela começa a preparar o almoço, cortando legumes com força, tentando dissipar o calor que sente no rosto e entre as pernas. O barulho da água a cair parece interminável. Quando Manuel finalmente entra na cozinha, está vestido com a batina de dia a dia, mas o cabelo ainda está húmido e penteado para trás. O cheiro a sabão chega até Rosa antes dele.
— Dormiu até tarde, Padre Manuel — diz ela, sem se virar, focando na panela de ferro no fogão a lenha.
Manuel senta-se à mesa, a cadeira a gemer sob o seu peso. Ele passa a mão pela cara, sentindo a barba por fazer.
— Sim, Rosa... Deitei-me muito tarde — responde ele, a voz rouca. Os olhos dele seguem o movimento dela, notando como o pescoço dela está corado.
No dia seguinte, o sol parece ainda mais implacável. Rosa decide vestir-se de forma diferente. Esquece os vestidos largos e soltos que costuma usar. Em vez disso, escolhe um vestido de algodão justo que não deixa nada à imaginação. O tecido aperta-se contra a sua cintura larga e realça os seios enormes e pesados que balançam ligeiramente quando ela anda. Quando chega à casa do padre, o ar parece estagnar.
Manuel já não está no quarto. Ele está na cozinha, a beber um copo de água junto à pia. O calor é demasiado para a batina. Ele veste apenas uns calções de desporto curtos, que deixam as pernas grossas e peludas à mostra, e uma camisola branca simples que se estica perigosamente sobre a barriga proeminente. Quando Rosa entra, o copo de água tremeluz na mão dele. A visão dela é um choque. O vestido justo molda cada rola de gordura, cada curva do corpo maduro dela. O decote é generoso, exibindo a pele branca e macia dos seios que se juntam para formar um vale profundo.
— Bom dia, Padre — diz ela, a voz mais baixa do que o habitual. Ela sabe que ele está a olhar. Sente o peso do olhar dele sobre o seu peito.
— Bom dia, Rosa — ele consegue articular, engolindo em seco. O calor na cozinha nada tem a ver com o sol lá fora.
O dia arrasta-se numa tensão elétrica. Cada toque acidental, cada olhar que se cruza e se desvia rapidamente, adiciona lenha à fogueira. O som da respiração de ambos enche o espaço. Quando o sol começa a pôr-se, pintando o céu de laranja escuro, o trabalho termina. Rosa enxuga as mãos pela última vez. Manuel está encostado ao balcão, os braços cruzados sobre o peito, empurrando a barriga para cima.
— Rosa... — começa ele, a voz a falhar. Ele dá um passo em direção a ela. — Eu... eu nunca fiz isto. Com ninguém.
Rosa vira-se para ele. O medo e a excitação lutam no rosto dela.
— Eu também não, Padre. São muitos anos. Desde o meu José... — A voz dela apaga-se. Ela olha para a barriga dele, depois para baixo, para o volume que se insinua nos calções.
Manuel aproxima-se mais, a sua presença física imensa e avassaladora. Ele estende a mão e toca no braço dela. A pele é quente. Rosa não recua. O instinto toma conta do medo. Manuel puxa-a devagar para si, e os corpos gordos colidem suavemente. O cheiro dele, a mistura de sabão e suor masculino, faz a cabeça dela rodar.
As mãos dele, inicialmente hesitantes, tornam-se mais firmes. Ele agarra a cintura dela, sentindo a largura dela sob o tecido justo. Rosa solta um gemido abafado quando as mãos dele sobem, apertando os seios grandes e macios através do vestido. O peso deles enche as palmas das mãos dele. Manuel baixa a cabeça e enterra o rosto no pescoço dela, cheirando-a, mordiscando a pele macia. Rosa treme, as pernas a fraquejarem. Ela sente o caralho dele, duro e grosso, a pressionar contra a barriga dela através dos calções.
— É muito grande, Padre... — murmura ela, a voz trémula, olhando para baixo com receio. — Tenho medo que me magoe.
— Vamos ter cuidado, Rosa — sussurra ele na orelha dela, a respiração quente e húmida. — Eu prometo.
Com movimentos desajeitados, Manuel puxa os calções para baixo. O membro salta para fora, grosso, vermelho e pulsante, as veias salientes na pele. Rosa olha para ele, os olhos arregalados. É muito maior do que ela se lembrava de qualquer homem ter sido. Ela levanta o vestido, expondo as coxas grossas e a cona cabeluda e húmida. O cheiro do sexo dela inunda o ar.
Manuel guia-a para a mesa, limpando os pratos para o chão com um barulho de cerâmica partindo. Rosa senta-se na borda da mesa de madeira, abrindo as pernas. Manuel coloca-se entre elas, a barriga dele a tocar nas coxas dela. Ele guia a cabeça do caralho para a entrada húmida dela. O primeiro contacto é elétrico. Rosa prende a respiração, as mãos agarrando-se aos ombros largos dele.
— Devagar... — suplica ela.
Manuel empurra os quadris para a frente. A resistência é imediata, mas a lubrificação dela ajuda. O membro grosso começa a abrir caminho, esticando as paredes apertadas da cona dela que não é usada há décadas. Rosa solta um gritinho de dor e prazer, as unhas a cravarem-se nas costas dele através da camisola. Manuel não para. O instinto reprodutor apodera-se dele. Ele entra mais fundo, sentindo o calor apertado dela a engolir o seu pau.
— Ai, meu Deus! Padre! — grita Rosa, sentindo-se a ser preenchida até ao limite. A barriga dele esmaga o monte de Vénus dela, adicionando uma pressão deliciosa e sufocante.
Manuel começa a mover-se, agora com mais confiança. Puxa quase tudo para fora e volta a entrar fundo, num ritmo cadenciado e pesado. A pele bate contra a pele com um som húmido e lascivo. O corpo deles treme com o esforço, a gordura a ondular com cada pancada. Rosa envolve as pernas grossas em volta da cintura dele, puxando-o para dentro, o medo transformado em fome desesperada. Ela aperta a cona em volta dele, sentindo cada veia, cada polegada do caralho viril que a foda com uma força que ela julgava esquecida.
— Sim! Foda-me, Manuel! Foda-me! — grita ela, esquecendo o respeito, perdida na onda de prazer que a submerge.
Manuel grunhe, o rosto vermelho e coberto de suor, a bater contra ela com uma fúria religiosa. Ele sente o orgasmo a aproximar-se, uma bola de fogo na base da coluna. Com um último empurrão violento, ele enterra-se até aos testículos e explode, libertando jorros grossos de esperma quente dentro da cona sedenta dela. Rosa sente o calor a espalhar-se, o que a despoleta o seu próprio clímax, fazendo o corpo dela contorcer na mesa, a cona a pulsar em espasmos deliciosos à volta do pau dele.
Ficam assim agarrados, colados pelo suor e pelos fluidos, peito contra peito, a respiração a acalmar devagar no silêncio da cozinha. O sol desapareceu, mas o calor permanece.
Continua...

Bom conto, bem gostoso de ler. Tema bem diferente e bem gostoso, imagino como deve ser a vida enclausurado numa igreja, cheia de medos, pecados e olhares prontos a apontar nossas falhas e ao mesmo tempo as freiras cheia de desejos, vontades e muito tesão, transbordando sensualidade, com suas bucetinhas carnudas sempre bem molhadas, suplicando por uma rola bem dura, grossa e cheia de leite quente e fresco. votado e aprovado
Interessante.