Minha esposa gostosa e o idoso morador de rua 10

Parte 10
Mais tarde, a Kelly vai preparar o almoço. Eu ainda estou na sala agora, jogando PS5. Ela coloca uma música na Alexa e começa a cantar, bem feliz. Agora ela estava de vestidinho solto.
Eu percebo a animação dela e fico a observando. Ela olha para mim e sorri, me mandando um beijo. Meu Deus, que mulher linda, que tentação! Que tesão é a Kelly! Não posso culpar o Maranhão, a Kelly é a tentação em pessoa. Enquanto ela está de costas, eu me aproximo e a agarro por trás. Ela já tinha colocado a comida no fogão e estava lavando a louça. Eu aperto meu pau na bunda dela, como o Maranhão fez. Ela sorri, rebola a bunda e me beija.
— O que você tá querendo, hein, safado? — perguntou Kelly.
Eu faço como o Maranhão: tiro minha rola para fora, levanto uma perna dela e a coloco em cima da pia.
— Hum... déjà-vu — disse Kelly.
Nem questiono, só meto meu pau com gosto na buceta dela. A mesma buceta que o Maranhão comeu há poucas horas, mas que continuava gostosa, quente, molhada e apertada. Aquela égua estava no cio e eu não dou conta sozinho. Gozo dentro dela, e nos beijamos apaixonadamente.
— Te amo, meu amor — disse Kelly.
— Eu também, minha linda — respondi.
— Você tá doido para o Maranhão pegar a gente fudendo de novo, me comendo aqui?
— Impossível. O Maranhão saiu mais cedo com um amigo dele.
Kelly, na mesma hora, para o que estava fazendo e olha para mim, bem séria.
— Ele não fez isso.
— Fez. Disse que iria caminhar com o cara.
— E você deixou?
— O que eu podia fazer? Ele não é criança e nem está preso aqui.
— Podia ter me chamado!
— Você passou por mim correndo e se trancou no banheiro, achei que estava passando mal. O que aconteceu?
Kelly corou e gaguejou um pouco.
— Espero que ele não beba de novo ou suma, ele me prometeu.
— Será? E agora?
— Vamos esperar. Espero que ele não me engane.
Kelly continuou fazendo o almoço, confiando que o Maranhão apareceria para almoçar. Eu fui tentar matar a rapariga da Malenia, a Lâmina de Miquella.
Na hora do almoço, desliguei o videogame e me sentei à mesa junto com a Kelly, que estava bem quieta. Provavelmente furiosa com o Maranhão. Não perguntei nada; também estava frustrado porque ainda não tinha conseguido matar a Malenia.
Almoçamos e o sono bateu. Tiramos um cochilo na sala mesmo, no sofá. Umas 16h30, acordamos com o barulho do portão abrindo. Era o velho que tinha voltado. Kelly dá um pulo do sofá e o recebe na porta, de braços cruzados. Eu ainda estava meio sonolento quando escuto o velho falando:
— Boa tarde, dorminhocos, trouxe pão.
— Você me prometeu, Maranhão — disse Kelly.
— Sim. Eu prometi que não beberia e não bebi. Quer sentir meu bafo?
Eu estava deitado no sofá. Como a TV estava desligada, eu conseguia vê-los através do reflexo da tela atrás de mim, e vi quando a Kelly se aproximou da boca dele e confirmou que ele não tinha bebido. Satisfeita, Kelly pega o pão, agradece e diz que vai fazer café. Maranhão diz que vai tomar um banho; eu fico mais um pouco no sofá e acabo dormindo de novo.
Acordo com o cheiro do café bem forte e os dois na cozinha conversando e dando gargalhadas.
— Onde você vê essas coisas, safado? — perguntou Kelly.
— É fetiche, minha filha. Isso me dá um tesão da porra — respondeu Maranhão.
— E eu sou a cobaia?
Fico curioso com a conversa, levanto um pouco a cabeça e vejo os dois de costas para mim, de frente para a pia.
Kelly pega um copo e senta na mesa, e o Maranhão fica em pé ao lado dela. Percebo que ele está de pau muito duro.
— Rápido então. É cada coisa que eu faço por você, Maranhão... — disse Kelly, com uma carinha de safada.
Maranhão tira a rola para fora, cheia de veias e pulsando, a alguns centímetros do rosto da Kelly. Vejo que ela sorri e balança a cabeça negativamente. Maranhão começa a se masturbar, apontando a rola para ela. Bem rápido, ela pede para ele se apressar, se não muda de ideia.
— Tá vindo, minha filha, tá vindo — disse Maranhão.
Kelly pega o copo e o segura embaixo da cabeça da rola do velho, que aponta e começa a gozar dentro do copo vazio, que logo enche até a metade. Kelly fica vidrada olhando aquela porra sair, de boca aberta e com os olhos brilhando.
— Tudo isso para mim? Será que eu consigo? — disse ela, olhando para o Maranhão e pegando na rola dele, ainda dura e brilhando. Ela dá uma chupada bem rápida, só para não perder a oportunidade, e manda ele guardar a rola.
Ela olha para o copo cheio até a metade.
— Tá bom, vou tentar.
O velho senta do lado dela na mesa e fica de olho. Ela pega a garrafa de café e enche o copo, depois pega a colher e começa a mexer porra com café. Eu levanto bem rápido e vou em direção a eles, que se assustam quando me veem. Na verdade, ele se assustou. Kelly sorriu para mim e pediu para eu sentar para tomar café com eles. Olho para o copo: estava cheio até a borda, realmente parecia café com leite, só que um pouco mais grosso. Kelly levanta e vai pegar um copo para mim. Olho para o Maranhão; ele parecia ansioso, olhando para o copo e para a Kelly.
Kelly volta a sentar e eu preparo meu lanche. Kelly então pega o copo, olha para o Maranhão e diz:
— E você, Maranhão, não vai comer?
Dizendo isso, ela dá um gole olhando nos olhos do velho e dá uma tossida de leve, colocando a mão na boca.
— Tudo bem, minha filha? — perguntou Maranhão.
— Ah, sim, me desculpem, é que ficou um pouco grosso — disse ela, e bebeu tudo de uma vez.
Eu olho para o velho. A cada golada que ela dava, ele observava sorrindo; parecia um predador observando sua presa.
— Horrível — disse Kelly, fazendo careta.
Maranhão deu uma gargalhada, parecia que tinha escutado uma piada.
— Sr. Paulo, que sorte o senhor tem. Sua mulher é incrível.
— Eu sei, Maranhão — respondi, com o pau latejando.
Kelly parecia orgulhosa, como se tivesse vencido um desafio. Enquanto comemos, o Maranhão, com uma voz meio séria, diz:
— Eu sei que estou abusando da hospitalidade de vocês, mas queria pedir uma coisa.
Kelly olha atentamente para o Maranhão.
— Imagina, Maranhão, você pode pedir o que quiser — disse ela, passando a mão no rosto do velho.
— O meu amigo está lá fora. Vocês se importam se eu levar um pão com café para ele?
Antes que eu falasse alguma coisa, Kelly se levanta e prontamente começa a preparar um café com pão, questionando por que o Maranhão deixou o amigo esperando esse tempo todo. O velho disse que estava criando coragem para falar.
Kelly pega na mão do Maranhão e o leva para o lado de fora da casa, segurando o lanche com a outra mão. Pela janela, observo aquela cavala na rua, puxando o braço do velho até o outro lado, ao encontro do amigo do Maranhão, que estava sentado em um banco. Ele se levanta, pega o lanche e agradece à minha esposa. Ela volta sorrindo, e os dois velhos ficam sentados no banco, olhando para o rabo dela.
Depois disso, nada de muito interessante aconteceu. Mas à noite, na hora da janta, eu tinha acabado de banhar e, quando fui chegando na sala, percebi o Maranhão se afastando da minha esposa e a Kelly limpando a boca e arrumando o cabelo. Ali eu percebi que não era sempre que eu estaria por perto para ver as safadezas dos dois. Lembrei da câmera que eu mandei instalar na loja e decidi instalar na minha casa também: na cozinha, na sala, no quarto do Maranhão, no banheiro... emfim, na casa toda. Eu sabia que, se descobrissem, seria problema para mim, mas eu não queria perder nada das safadezas dos dois. Além do mais, eu podia acompanhar sem correr o risco de ser visto.
No outro dia, levamos o Maranhão para o seu primeiro dia de trabalho. Ele ajudou bastante, até: fixando mais araras nas paredes e instalando mais pontos de luz para a loja ficar mais iluminada. No meio disso, eu saí com a desculpa de pagar contas e levei um conhecido para instalar as câmeras na minha casa. Ele não perguntou nada, apenas instalou e foi pago.
Claro que, enquanto isso, eu estava de olho na loja pela câmera, mas não aconteceu nada demais. O dia foi corrido, tanto para o Maranhão quanto para a Kelly, que atendia as clientes. Foi um excelente dia para as vendas; o velho trouxe sorte. Chegamos tarde em casa e eu decidi comprar pizza. O Maranhão disse que nunca tinha comido pizza, que seria a primeira vez. A Kelly, lógico, acreditou. Eu não.
Nisso, enquanto a pizza não chegava, cada um tomou banho: primeiro eu, depois a Kelly e, por último, o velho. Eu estava na sala esperando o entregador. Sinto um cheiro de mulher vaidosa invadindo a casa quando a Kelly aparece, apenas de camisola vermelha com um decote maravilhoso; nas laterais, tinha um corte que chegava até a cintura. Como ela é uma cavala, ao mínimo movimento ela mostra a bunda e a calcinha. A pele cheirosa e brilhando, as coxas grossas, toda de vermelho, a calcinha também, e os seios quase todos à mostra, meio transparentes. Era praticamente uma daquelas súcubos, demônios do sexo; só faltavam as asas e os chifres. Eu conhecia aquele olhar, aquela expressão: ela estava no cio e queria dar de qualquer jeito.
— Tudo bem se eu ficar assim, meu amor? Está muito calor — disse Kelly.
— Só se você estiver querendo matar o velho do coração, mostrando a bunda para ele — respondi.
Ela sorriu, me chamou de idiota me beijando e saiu em direção à cozinha, se abanando como se estivesse pegando fogo por dentro.
Eu fico observando aquela deusa do sexo de costas para mim. Aquela bunda quase à mostra estava pedindo rola. Ela levanta o braço para pegar um copo de água e a camisola automaticamente sobe, mostrando completamente aquele rabo redondo e gostoso. Tinha uma calcinha ali só para dizer que tinha mesmo, porque o rabo dela engolia tudo. Pude perceber nesses segundos uma pontinha brilhante abrindo um pouco a bunda dela. Lembrei do plug, o presente que ela deu para o Maranhão. Mas como ela o achou se eu tinha escondido? Acho que ela percebeu que mostrou demais e logo voltou ao normal.
Fiquei com aquilo na cabeça e fui até o meu quarto, na gaveta onde deixei o plug, e ele não estava mais lá. Realmente, o que vi foi o plug enfiado no cu dela. Acho que hoje ela mata essa vontade de dar o cu para o Maranhão, e eu não vou perder nada. Escuto a buzina do entregador e vou pegar as pizzas. Antes, passei por ela e dei um tapa na bunda dela; ela se assustou e me chamou de safado, arrumando a calcinha ou, provavelmente, o plug.
Quando o velho aparece, as pizzas já estão abertas em cima da mesa. O velho sorri, massageando a barriga, mas logo a atenção dele muda quando ele vê a Kelly com aquela camisola. Ele estava apenas de bermuda, então logo a Kelly percebeu o pau dele crescendo, o que a deixou mais animada. Ela comia a fatia de pizza em pé, meio que dançando devagar de uma forma bem sensual. O velho comeu a pizza, dizendo que era muito gostosa.
— É a coisa mais gostosa que você já comeu, Maranhão? — provocou Kelly.
— Com certeza não, minha filha. Já comi coisas bem mais gostosas e que pretendo comer mais.
— Sério, Maranhão? — disse ela, dengosa.
— Sim, minha filha. Mas tem outra coisa que eu nunca comi que tenho certeza de que é ainda melhor.
Percebo a Kelly morder os lábios e roçar as coxas uma na outra.
— Como você sabe que é melhor se nunca comeu? — perguntou ela, demonstrando o tesão na voz.
— Ah, minha filha... Só de ver eu sei. E digo mais: quando eu comer, quero que seja inesquecível, então vou dar tudo de mim.
Kelly parou e ficou olhando nos olhos do velho, meio hipnotizada. Eu finjo que estava boiando, não entendendo nada, e continuo comendo.
Pouco depois, decido testar as câmeras para valer e digo que vou ao banheiro. Eu juro, não demorou dois minutos até eu chegar no banheiro e ligar a câmera da cozinha. Pelo celular, vejo a Kelly sentada no colo do Maranhão, toda aberta em cima dele, dando o maior beijo de língua enquanto ele abria a bunda dela. Aquela camisola estava suspensa sobre o rabo da minha mulher, e ela esfregava a buceta na rola do velho por cima da bermuda. Ela estava arreganhada em cima dele. Ele apertava aquele rabo, abria e fechava. Ela levanta e senta de costas para ele agora, esfregando a bunda no pau do velho; ela gemia e rebolava de tesão.
Ele sumia atrás dela, eu só conseguia ver o braço dele procurando a buceta, que deixou a calcinha dela toda molhada. Ela sai de cima dele, tira a calcinha e faz como da outra vez: levanta uma perna, coloca na mesa e abre o cu, mostrando mais uma vez o presente que o velho achou que tinha perdido.
— Caramba, minha filha, achei que tinha perdido de vez — disse Maranhão.
— Pois é, seu velho, se não fosse eu para achar e devolver para o dono... Anda, vem pegar — respondeu Kelly.
Ela segura a cabeça dele e a pressiona contra o cu dela, e fica rebolando, fazendo um movimento de sobe e desce na cara dele. Ele afasta um pouco e tira o plug do cu dela, deixando o oco. Agora ele enfia a língua dentro do cu dela; ela joga a cabeça para trás, ainda rebolando a bunda na cara dele.
— Será que esse cu consegue ser melhor que essa buceta carnuda? — perguntou Maranhão.
— Come primeiro, depois você me diz — respondeu Kelly.
Eu estava tremendo de tesão e tinha que parar, se não gozaria ali. Dei descarga e continuei olhando no celular. A Kelly saiu de cima da mesa e vestiu a calcinha de volta. O Maranhão pede para ela não vestir e pede a calcinha para ele. Ela dá a calcinha para ele, e o velho guarda no bolso junto com o plug.
Minha mulher estava sem nada por baixo agora.
Chego à cozinha com aquele cheiro de sexo e vejo os dois comportados na mesa, e ela sorrindo para mim com uma cara de puta pedindo pica. Ela estava sentada de pernas abertas, os braços esticados entre as pernas e a bunda empinada para trás; ela tentava, mas não escondia o tesão. Vi ela daquele jeito e não resisti: dou um tapa na cara dela a reação dela é abrir a boca sentindo tesão avanço nela e dou um beijo bem apaixonado, e ela retribui. Maranhão fica olhando para a gente com uma cara de pidão, mas não diz nada. Kelly estava bem mais safada, sempre sorrindo, passando a mão nos braços e pernas do Maranhão e na minha também. Ela estava sentindo muito calor, abriu um pouco as pernas e ficou balançando a camisola, ventilando a buceta. A cada balançada, aparecia um pouco da buceta dela. Maranhão olhava para baixo e depois olhava para mim.
A minha putinha estava com a buceta pegando fogo; tenho certeza de que, se eu pedisse para ela ficar de quatro ali para o Maranhão meter nela, ela não pensaria duas vezes. Kelly levantou e começou a guardar os restos de pizza que sobraram. Maranhão perguntou se podia pegar dois pedaços para dar para o amigo dele, que provavelmente ainda não tinha jantado. Aquilo quebra a Kelly; ouvir dizer que alguém está passando fome a comove. Kelly rapidamente pegou dois pedaços e um copo de Coca-Cola e deu para o Maranhão levar para o cara.
Maranhão pegou as coisas e saiu. Enquanto ele estava fora, fui passando a mão nas coxas da Kelly, subindo, e ela foi se abrindo conforme eu subia. Sinto aquela buceta melada nua e enfio um dedo, sentindo o fogo ali embaixo; ela solta um gemido. Olho para os meus dedos, afasto um do outro e vejo as liguinhas do mel da buceta da Kelly entre eles.
— Cadê a calcinha, safada? — perguntei.
— Por aí, meu amor — disse ela, levantando o pano e mostrando a xana dela bem na minha cara.
Eu chupo a buceta dela ali mesmo, com ela em pé na minha frente. Ela geme e rebola na minha cara. Eu, com a metade do dedo dentro dela, sei exatamente como ela gosta: acho o clitóris dela com a língua e fico movimentando a ponta do dedo para cima e para baixo dentro dela, atrás do clitóris, fazendo ela gemer e gozar na minha boca.
— Nossa, eu precisava disso — disse ela, me beijando.
Com a Kelly um pouco mais calma arrumando a mesa, chega o Maranhão só com o prato e o copo vazio, agradecendo e perguntando se pode levar mais um pouco.
— É claro que pode, Maranhão. Mais dois pedaços?
— Deixa eu ver com ele, minha filha, ele está no portão.
Pelo jeito, a rua ganhou um novo morador depois que ele descobriu que o Maranhão morava aqui. Eu olho pela janela e o velho estava lá; Kelly também aparece na janela, dando um tchau para ele, e o senhor manda um tchau de volta e agradece pela comida. Pela janela, o Maranhão apresenta o amigo dele para a gente: ele se chama Mazinho, é ainda mais feio e menor que o Maranhão, deve ter uns 1,60 m de altura. Voltamos para a cozinha para terminar de arrumar a bagunça, e o Maranhão ficou lá fora com o velho.
Sento no sofá, ligo a TV e começo a assistir a um filme que passava na Globo. Logo depois, a Kelly senta ao meu lado. Eu estava tão interessado no filme que nem percebi quando o Maranhão sentou do meu outro lado do sofá; só percebi quando ele comentou alguma coisa. Assisti a uma boa parte do filme quando percebi os dois meio travados, acho que pela minha presença. Maranhão sempre olhando para o lado da Kelly, e ela dando um jeito de abrir as pernas e mostrar um pouco da buceta para o velho. Digo que estou com sono e vou deitar, e chamo a Kelly. Ela diz que queria terminar de assistir ao filme — era a resposta que eu queria ouvir. Dei boa noite para os dois.
— Estou indo dormir, Maranhão. Cuida dela para mim. Falei isso dando um beijo demorado na Kelly que respondia meu beijos bem safada.
Kelly olha para ele, entendendo o recado.
— Maranhão, pode deixar, Sr. Paulo. Eu cuido dela.
E fui ao banheiro. Depois, fui para o quarto, deitei e tentei ficar o mais confortável possível. Tirei a rola para fora e respirei fundo. Jamais passou pela minha cabeça sentir tesão nessa situação, mas já era tarde demais.
Liguei a câmera da sala e só estava o Maranhão no mesmo canto, olhando em direção à cozinha. Liguei a câmera da cozinha e a Kelly estava bebendo água e se abanando. A cachorra não pode ficar sozinha com o velho que começa a queimar. Ela volta para a sala e, ao sentar, vira o cu para o velho e deita no sofá com a bunda para cima. A camisola caiu toda nas costas dela, deixando a bunda toda à mostra para o Maranhão. O velho apenas levanta, vai em direção àquela deusa e simplesmente deita atrás dela. Ele começa a chupar o cu da minha esposa, que empina a bunda para ele, abrindo mais as pernas pelo movimento da cabeça do velho; ele faz um excelente trabalho.
O Maranhão fica de joelhos no sofá e tira a rola para fora. Kelly vira de frente, abrindo as pernas, totalmente arreganhada. O Maranhão chupa a buceta carnuda da Kelly e depois monta nela, ela guia a rola do Maranhão até a buceta dela e ele começa a fodê-la com força. Ela laça a cintura do velho com as pernas e o força a meter mais forte. Ela gemia de uma forma que me dava mais tesão, imagine no velho.
Depois, ela jogou as pernas em direção à sua cabeça, segurando-as com os braços, deixando as pernas em volta da própria cabeça e abrindo ainda mais a buceta, liberando espaço para a rola do Maranhão. O velho apenas a observava se masturbando enquanto ela ficava na posição certa. Quando ela está pronta, ele monta em cima dela, mas reto que nem uma prancha, e mete a rola de uma vez, fazendo-a sentir a pressão. Como ele estava reto, todo duro em cima dela, apenas a rola dele encostava nela, entrando até as bolas e saindo até a ponta. Ele ficou assim por uns cinco minutos, metendo sem parar.
Kelly cuspia no dedo e masturbava aquela buceta. Eu via os pés dela por trás da cabeça, tremendo a cada estocada do velho. Confesso que eu não aguentaria, gozaria na hora. O velho cansa e para, deixando a rola completamente dentro dela. Ela olha para ele como uma puta, fazendo carinho no rosto dele e deixando-o descansar em cima dela. Depois, ele sai de cima dela, ficando sentado no sofá e ainda respirando fundo. A minha putinha corre para chupar a rola do velho, tentando engolir tudo; ela fica de quatro, chupando a rola dele com o cu lá em cima. Ele começa a passar a mão no rabo dela, procurando o cuzinho.
— Deixa que eu trabalho agora — disse Kelly.
Kelly se ajoelha em cima da rola do Maranhão e começa a quicar com a buceta. A cena da bunda dela subindo e descendo, ainda com o vestidinho, é a coisa mais linda que eu já vi. A minha esposa é maravilhosa e o velho estava saboreando aquela buceta. Ele deixou ela tomar conta da situação; o seu trabalho era apenas manter a rola dura, o resto ela fazia. Ela sentava com muita vontade, mas não movimentava o corpo todo; era um movimento controlado, apenas a cintura dela subindo e descendo. Acho que ela não queria machucar o velho, então movimentava apenas onde era necessário. É uma cena difícil de escrever para vocês, coisa de outro mundo, mas não se enganem: era um movimento rápido e forte.
De repente, alguém começa a assobiar no portão. Kelly para imediatamente.
— É o Mazinho — avisou Maranhão.
Kelly, ainda com a rola dentro dela, sussurrou:
— Fica quieto que ele vai embora.
Kelly lentamente vai roçando devagar; ela sobe e desce de novo e vai acelerando o movimento até chegar na velocidade de antes. Outra vez o Mazinho assobia, só que dessa vez a Kelly não para: ela continua sugando a rola do velho com a buceta. Ela começa a ficar ainda mais animada e vai subindo. Agora ela não está mais de joelhos no colo dele, ela está sentando com força, sem mais se importar com o velho frágil. A cada sentada, a batida ecoava pela casa. Essa é a posição preferida dela. Ninguém aguenta muito tempo. Olho para o velho e ele está de olhos fechados, de boca aberta, balançando a cada sentada da Kelly, provavelmente lutando para não gozar.
Outro assobio...
— Não acredito! — disse ela, parando e respirando cansada, mas sem sair da rola dele.
— Deve ser o prato e o copo que eu deixei com ele — explicou Maranhão. — Falei para ele que, se precisasse de alguma coisa, era só assobiar.
— Só resolve logo e vem — pediu Kelly, saindo de cima dele.
Maranhão vai para fora e Kelly vai beber mais água na cozinha. Depois de alguns minutos, Maranhão volta com o prato e o copo. Ele chega com o pau muito duro atrás dela, abraçando-a e beijando o cangote da minha esposa, que logo sorri, esfregando a bunda na rola do velho.
— Eu tive uma ideia — disse Maranhão.
Kelly sorriu e, como estava do lado da mesa, comentou:
— Hum... Eu até imagino. — Ela foi levantando uma perna, abrindo o cu para o Maranhão.
— Eu quero ver minha putinha se exibindo para o Mazinho.
— O quê? — reagiu ela, surpresa.
— Eu quero que o Mazinho veja como minha putinha é gostosa.
— Nunca.
— Por favor, minha filha, olha como eu fiquei imaginando isso.
Maranhão mostra a rola muito dura e latejando. Kelly, que ainda estava de costas para ele toda aberta, olha para a rola dele.
— Nossa, Maranhão...
Maranhão se aproxima, aponta a rola para o cu da Kelly e vai encaixando. A cabeça da rola dele vai entrando com um pouco de dificuldade. A Kelly abre a boca, fecha os olhos e rebola a bunda, procurando o melhor ângulo para a rola entrar melhor. Finalmente, o velho começa a sentir o cuzinho da minha esposa se abrindo e engolindo a rola dele. Até que o velho para e recua.
— Por favor, continua. Eu quero mais — pediu Kelly.
Ela foi jogando a bunda para trás, tentando encontrar a rola do velho, e ele foi para trás, não deixando ela encostar; quando ela voltava, ele voltava também. Kelly sorri e entende que aquilo era o troco da outra vez: agora ela era quem estava pedindo rola.
— Vai, minha filha, deixa eu ver você se exibindo para o Mazinho. Depois eu arrombo o seu cuzinho.
Kelly se tremeu toda ouvindo aquilo.
— Faz isso por mim?
— Mas como vou fazer isso?
— Ele pediu um pouco de água — explicou o velho. — Basta a senhora ficar na cozinha com essa roupa aí; eu deixo ele entrar e ele bebe água aqui na cozinha.
— Só isso?
— Só isso.
— Você e suas safadezas, não sei como eu caio nisso — disse Kelly, sorrindo. — Tá bom, vai logo. Enquanto ele bebe água, eu guardo as louças secas.
Maranhão sorri e vai saindo para chamar o Mazinho. Ele para no meio do caminho e volta em direção à Kelly.
— Eu quero você bem safada.
Maranhão segura na nuca da minha esposa, beija a boca dela com força e vai descendo até o pescoço e depois até os seios dela, que agora estão apontando para cima, arrepiados. Ela, totalmente entregue e com o fogo a mil de novo, apenas obedecia aos movimentos do velho, sem nenhum controle. Ele segura os cabelos dela e a vira de costas para ele. O velho coloca-la de frente para a geladeira; ela apoia as duas mãos esticadas na geladeira e ele, com uma das pernas, faz ela abrir as pernas e empinar a bunda, tipo baculejo de policial em bandido.
Agora ela está aberta novamente. Ele tira a rola e, ainda puxando o cabelo dela para trás, dá um tapa bem forte na bunda dela, que eu escuto do quarto. Isso faz ela quase cair de tesão. O Maranhão levanta ela de novo e mete a rola na buceta dela. O velho metia com força e ela gemia a cada estocada dele, mordendo os lábios. Aquele velho não tinha força para fazer nada daquilo com a minha esposa, mas, como ela estava no cio, facilitou para ele.
Do nada, o velho para...
— Não, não, não para, por favor! Mete mais, mete mais!
— Pronto, minha filha, eu quero você assim. Uma puta pedindo rola.
O velho sai em direção ao portão e a Kelly vai se recompondo, chamando o velho de filho da puta.
O velho retorna, agora com o Mazinho do lado. O baixinho entra pedindo licença e para na entrada da cozinha, vendo minha esposa de costas, guardando a louça. Kelly se vira naturalmente, sorrindo.
— Boa noite, Seu Mazinho — disse ela, corada.
— Boa noite, dona. A senhora me desculpa, só vim beber um pouco de água.
— Imagina, eu vou pegar para você.
Kelly vai até o armário e levanta o braço para pegar o copo, mostrando aquela escultura de bunda sem calcinha para os dois velhos. Maranhão olha para o Mazinho sorrindo; Mazinho, por sua vez, fica impressionado com a bunda da Kelly e nem olha para o Maranhão. Kelly vai até a geladeira e se inclina, sem dobrar as pernas, para pegar a garrafa de água, mostrando mais uma vez sua bunda, agora de outro ângulo, mas sem revelar mais que isso.
— Aqui, meu amor.
Mazinho não tirava os olhos da Kelly, hipnotizado com tanta beleza.
— Muito obrigado, dona. Boa noite.
Mazinho vai saindo quando o velho sacana diz:
— Peraí, Mazinho, senta aí na mesa, tá cedo.
Kelly faz uma careta para o Maranhão, tentando disfarçar, mas ele continua:
— Senta aí um pouquinho. A Kelly não se importa, né, minha filha?
— Sim, Mazinho, tudo bem — respondeu Kelly, sem graça.
Mazinho senta na mesa, meio sem graça, e a Kelly volta para terminar de guardar a louça. Maranhão senta na frente do baixinho e fica um silêncio por alguns segundos.
— Sabe, Mazinho, a Kelly foi uma pessoa que me ajudou muito desde o acidente — começou Maranhão. — Foi a pessoa que me apoiou, aturou e fez de tudo para me ver bem, não é mesmo, minha filha?
— Não foi nada demais, Mazinho. Qualquer um no meu lugar também faria.
— Qualquer um não! — Maranhão gargalhou.
Mazinho apenas ouvia e observava a Kelly.
— Foi ela quem me proporcionou situações que eu achei que passaria só nos meus sonhos. Inclusive, minha filha, eu estou com o presente que você me deu aqui; você pode fazer aquilo para mim de novo? Estou precisando. — Falando isso, ele tirou o plug do bolso e colocou em cima da mesa.
Mazinho arregalou os olhos, olhou para a Kelly e depois para o Maranhão. Kelly, ainda de costas, parou por alguns segundos criando coragem.
— Velho safado...
Ela se vira sorrindo e vai em direção à mesa.
— Claro, Maranhão. Você precisa para agora?
— Sim, minha filha.
Kelly pega o plug da mesa e o coloca na boca como um pirulito. Maranhão, ainda sentado, puxa a Kelly para o lado dele e fica acariciando a coxa dela.
— Sabe, Mazinho, a Kelly também me ajuda com uma tara que eu tenho. — O velho vira a minha esposa de costas para ele, levanta o vestidinho dela e abre o cu da Kelly para o Mazinho ver. Ele enfia o dedo do meio no cu dela, fica penetrando e continua falando: — Eu tinha um desejo de sentir o gosto desse cuzinho maravilhoso. — Ele tira o dedo e o chupa. — E a Kelly me proporcionou isso.
Kelly solta um gemido baixinho:
— Eu sou muito puta mesmo.
E quando eu acho que não podia ficar mais surpreso com aquela situação, a Kelly vai além:
— E você, Mazinho, também tem algum desejo ou tara? Me fala, vai.
— Eu... eu, eu nunca fiz isso — respondeu Mazinho, nervoso e gaguejando.
Kelly sorri e, para minha surpresa e para a do velho, ela enfia um dedo no cu dela e dá para o baixinho sentir o gosto.
— Aqui, cortesia da casa.
— Safada! — exclamou Maranhão, de boca aberta.
Mazinho, meio relutante, olhou para o velho e chupou o dedo dela uma vez, meio sem jeito.
— É bom, né? Perguntou Kelly
— Sim — admitiu Mazinho.
— Melhor ainda é da fonte.
Maranhão enfiou a língua no cu da Kelly, chupando com força e fazendo barulho, enquanto ela gemia bem gostoso.
— Era isso que você queria, me mostrar para o seu amigo? Seu cachorro!
Kelly aproveitou que ele parou e encaixou o plug no cu. Ela ficou de frente para eles e levantou o vestido, abanando a buceta pingando.
— Gente, que calor é esse?
Kelly viu que deixou o tesão tomar conta e passou dos limites. Meio sem jeito, voltou para a pia, ficando de costas para os velhos; ela sabia que não tinha mais volta. O Mazinho, ainda lambendo os beiços, olhou para o Maranhão e pediu para ele fazer de novo.
— Minha filha, mostra para a gente, mas daquele jeito.
Kelly estava visivelmente excitada. Sem questionar, ela levantou uma perna, abrindo o cu com o plug e se inclinando para a frente. A buceta dela, vermelha e inchada, estava pingando; parecia uma torneira mal fechada. O Maranhão levanta e se posiciona atrás dela, abrindo ainda mais o cu da minha esposa para o Mazinho ver.
— Mazinho, pronto para ter a melhor visão da tua vida?
Mazinho já começou a massagear a rola por cima da bermuda e balançou a cabeça positivamente. Maranhão, já experiente, puxa o plug de uma vez, fazendo a Kelly ter um espasmo.
— Ai, caralho!
Maranhão abre o cu da Kelly, mostrando o rombo em direção ao Mazinho.
— Olha esse cu, Mazinho. — Ele enfia dois dedos da mão direita de um lado no buraco do cu dela e dois dedos da mão esquerda do outro lado, e abre ainda mais.
Kelly olha para trás e percebe que o Mazinho não tinha uma visão de frente; ele ainda estava sentado, olhando da mesa meio de lado. Ela, então, vira a bunda para o lado do Mazinho para ele ter uma melhor visão do cu dela. Ela estava muito puta.
Maranhão pergunta no ouvido da Kelly:
— Ainda quer que eu coma seu cuzinho?
— Sim, eu quero — respondeu ela, mordendo os lábios.
— Vai ter que deixar o Mazinho ver.
— Não, assim não... — disse ela, se entregando de novo.
Maranhão tira aquele monstro para fora; parecia ainda maior e mais grosso. Kelly olha aquilo e não resiste: pega na rola do velho e vai guiando para trás dela. O velho se posiciona, ela lubrifica a rola dele com o mel da buceta dela e aponta para o cuzinho. Ela solta a rola dele e abre a bunda com as duas mãos. O velho força contra o cu dela e ela força contra o pau dele; a rola dele vai entrando sem muita dificuldade. Conforme a rola vai entrando, o cu dela vai se abrindo e ela vai tendo uns espasmos, mas sem reclamar, sem gritar, sem gemer; ela vai rebolando a bunda para a rola do velho entrar toda.
Quando entra a rola quase toda, ela segura o braço dele, pedindo para ele não se mexer; ainda faltava um pedaço. Ela começa a piscar o cu como se estivesse mordendo o pau dele, e ele consegue enfiar o resto que faltava.
— Nossa, o que é isso? — disse Kelly, sorrindo em êxtase. Ainda sorrindo, ela pediu para ele não se mexer.
Ela, então, começa um vai e vem devagar, meio controlado. Ela tenta aumentar a velocidade, mas para.
— Nossa, é mais difícil do que eu imaginei.
Mas Kelly não desiste: ela se movimenta um pouco mais forte, agora gemendo um pouco mais alto, chamando o velho de gostoso e safado. Maranhão estava com as duas mãos na cabeça, ainda sem acreditar que finalmente estava comendo aquele cu; ele deixava ela no controle por enquanto. Kelly agora se movimentava mais rápido, sorrindo enquanto sentia a rola do velho no cu. Ela olha para trás e lembra do Mazinho, ainda sentado, tentando ver o cuzinho dela ser arrombado.
— Consegue ver daí, Mazinho? — perguntou ela, com uma voz de dor e tesão. — Consegue ver esse velho comendo meu cuzinho?
Mazinho diz que não consegue ver porque o Maranhão estava na frente.
A puta da Kelly reagiu:
— Maranhão, sai da frente para o seu amigo ver o estrago que você tá fazendo. Calma, cachorro, sai devagar. Sai devagar para eu sentir sua rola saindo toda. Mete de novo até o fundo e tira devagar, saindo da frente do seu amigo.
Maranhão, então, mete até as bolas e segura por alguns segundos, forçando para a frente e fazendo a Kelly sair do chão um pouco.
— Hum... nossa... isso, cachorro, assim mesmo, é assim que eu gosto — disse ela, rebolando a bunda.
Maranhão agora vai saindo lentamente. A Kelly, de olhos fechados, sorri sentindo cada centímetro da rola do velho saindo. O velho sai da frente e, de novo, o Mazinho tem total visão do cu da Kelly aberto. Ela faz questão de virar o cu e olhar para o Mazinho para ter certeza de que ele está tendo uma boa visão. Ela abre o cu com uma mão e diz:
— Tá vendo aí, Mazinho, o que o seu amigo faz comigo? Eu dou casa, comida e roupa lavada e olha só como ele me agradece, olha o buraco que ele deixa no meu cu.
Mazinho apenas se tremia na cadeira. Kelly sai da pia, segura na rola do velho e o puxa em direção à mesa onde o baixinho estava.
— Vem, Maranhão, aqui ele vai poder ver melhor.
Kelly ficou do lado do Mazinho e o Maranhão não perdeu tempo: foi para trás da minha esposa e meteu a rola no cu dela. Agora era o velho quem metia, e com força, fazendo a mesa tremer. Kelly olhou para o Maranhão e ficou sorrindo, admirando o velho trabalhar no cu dela. Ela balançava a cabeça positivamente enquanto incentivava o velho a meter.
— Vai, vai, vai, mete, mete...
Depois, Kelly olha para o Mazinho e abre a banda do cu em direção ao baixinho.
— Consegue ver agora como ele trata alguém que ajudou ele?
Mazinho tinha uma visão privilegiada a menos de 30 centímetros, vendo o Maranhão comer o cu da minha esposa. O Maranhão agora começa a pingar de suor; Kelly, percebendo isso, pede para ele ir devagar.
— Calma, Maranhão, vai devagar, mas não para de meter, por favor. Mete até o fim e volta. Vai, mostra para o seu amigo como faz.
O velho obedeceu. Metia a rola até as bolas e voltava bem devagar, apreciando a bunda da minha esposa. Mazinho criou coragem e encostou a mão nas coxas grossas da Kelly. Ela, por sua vez, estava com os olhos no Maranhão e não desviou o olhar; percebendo isso, Mazinho foi alisando ainda mais, apertando as coxas dela e subindo devagarinho enquanto o Maranhão metia no fundo do cu da Kelly.
— Isso, Mazinho, aproveita e abre minha bunda para o cachorro do seu amigo comer — incentivou Kelly.
Mazinho prontamente abriu a nádega direita da Kelly, apertando bem forte. Kelly fez um biquinho e sorriu, olhando para o baixinho.
— Isso. Agora tira, Maranhão, para a gente ver como tá.
Maranhão tira aquela tora e o Mazinho abre ainda mais o cu da Kelly. Mazinho até levanta da cadeira para ver melhor o rombo, e o Maranhão fica orgulhoso, ainda batendo punheta. Kelly vê os dois velhos admirando seu cuzinho e tenta piscar o cu, mas o buraco era grande demais. Maranhão se aproxima e ela empina a bunda, mas ele enfia na buceta dela. Kelly fica surpresa e pergunta:
— Então, Maranhão, qual é mais gostoso: minha buceta ou meu cuzinho?
— Ainda estou na dúvida, minha filha — respondeu ele.
Dizendo isso, ele tira da buceta dela e enfia no cu; depois, tira do cu e enfia na buceta dela.
— Nossa, que maravilhoso! Continua.
E assim o velho fez por alguns segundos, até voltar a comer a buceta dela, que agora fazia aquele barulho de melado bem excitante. Enquanto tudo isso acontecia, o Mazinho continuava segurando a bunda da minha esposa e viu uma oportunidade quando o velho começou a comer a buceta da Kelly, deixando o cuzinho dela livre. Ele foi se aproximando devagar até encostar o dedo do meio no cu dela. Ele alisou o cuzinho por algum tempo. Ela olhou para ele, mas nada disse; ele foi forçando o dedo até entrar um pouco. Mazinho para e olha para a Kelly; ela balança a cabeça permitindo, e ele então enfia o dedo todo, fazendo o movimento de vai e vem. Agora, o Maranhão comia a buceta dela e o Mazinho enfiava o dedo no cu da Kelly.
— Nossa, já vi que ajudar o próximo só sobra para o meu cu, literalmente — comentou Kelly.
O Mazinho sorriu, ficou em pé e, com a mão esquerda, abria a bunda dela e metia o dedo do meio da mão direita no cuzinho da minha esposa com movimentos suaves, como se estivesse conhecendo o local. O baixinho se animou e enfiou mais um dedo. Kelly olhou para o Mazinho mordendo os lábios de baixo, balançando a cabeça negativamente, mas sem reclamar. O Mazinho percebeu e acelerou os dedos, fazendo-a revirar os olhos.
Enquanto os dois abusavam da Kelly, ela começou a ter espasmos mais fortes, querendo gozar de novo. O Maranhão pediu para o baixinho tirar a mão porque ele queria o cu da Kelly; o Mazinho negou. Enquanto os dois discutiam, a Kelly sorria olhando aquilo, vendo dois velhos brigando pelo cuzinho dela.
— Calma, meninos, eu dou um jeito.
Kelly troca de posição e deita de costas para a mesa, ficando na posição de frango assado. Maranhão encaixa no cu dela de novo, entrando devagar, mas até o talo.
— Nossa, foi tudo!
Ouvindo isso, Maranhão foi acelerando. Kelly não gemia; sorria pedindo mais e mais, acho que ela gostou dessa posição. Ela vê o Mazinho olhando aquilo de lado, apertando o pau.
— E você aí, hein, parado? — disse ela, batendo na buceta. — Olha aqui, ó, raspadinha. Vem cá, vem brincar.
Mazinho passou a acariciar a bucetinha da Kelly. Ele apertava dos lados, fazendo a buceta dela fazer bico; abriu, meteu o dedo enquanto a outra mão a masturbava.
— Você falou que ia dar tudo o que tinha, Maranhão. Cadê? Vai, me mostra, estou aqui abertinha para você esperando.
— Essa é puta — murmurou Mazinho.
Maranhão, começando a suar de novo, mete ainda mais forte. Eu conseguia escutar as batidas do quarto. A cada metada, a mesa foi se afastando até encostar na parede; agora ele arrombava aquele cu de verdade.
— Finalmente, Maranhão, soca tudo!
Kelly começou a tremer as pernas, dizendo que iria gozar. Ela tira o Mazinho da buceta dela e se abre mais ainda.
— Sai, Mazinho! Olha o seu amigo me comendo que eu vou gozar. — Ela incentiva o velho a meter forte. — Vai, cachorro, mete, mete...
Ela se masturba e começa a gozar bem forte, esguichando um pouco e molhando o pau do Maranhão. Nunca tinha visto ela fazer isso. Ela sorri surpresa e dá três tapas na buceta. Ela, ainda tremendo, fecha as pernas tentando tirar o Maranhão; ele vai saindo aos poucos, mas queria continuar comendo minha esposa.
— Calma, calma, safado, deixa eu respirar um pouco.
Kelly tira a camisola. Mazinho olha aquele espetáculo de mulher nua na frente dele e a única reação é tirar a rola para fora e ficar batendo punheta, olhando aquela deusa indo em direção ao sofá da sala. Ela chama o Maranhão com o dedinho e pede para ele senta
Maranhão senta. Kelly começa um boquete majestoso, babando toda a rola do velho, lambendo as bolas, subindo até a ponta, engolindo até onde conseguia...
— É muita rola, Maranhão.
Mais ela não desistia: forçava a boca e voltava, se engasgando e rindo, impressionada com ela mesma. Ela deixou a rola do velho toda babada. Ela senta de costas para ele, engolindo a pica do velho com a buceta; ela fica parada um pouco com o pau do velho lá dentro e chama o Mazinho.
— Mazinho, meu amor, pega meu celular ali em cima do rack.
Mazinho entrega o celular para ela, que coloca na câmera e pede para o Maranhão gravar um vídeo.
— Aqui, Maranhão, me filma sentando no seu cacete.
Ela se inclina para a frente e começa a sentar com muita força enquanto o Maranhão gravava por uns 3 minuto Maranhão para de gravar, Kelly pega o celular e o joga no canto do sofá. Ela senta de novo na rola do Maranhão e chama o Mazinho:
— Vem cá, Mazinho, vou mostrar como se faz.
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Comentários


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come-cu-de-casada Comentou em 04/08/2026

Deixa o Maranhão engravidar ela.

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adrianosantospv- Comentou em 04/08/2026

Que loiraça cavalona olha o tamanho dessa sua bundona grande muito gostosona.

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sou-eu- Comentou em 04/08/2026

Essa mulher é perfeita Puta gostosa e e essa bunda perfeita Velho sortudo do kralho Meu sonho Kelly

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ffsafadao Comentou em 04/08/2026

Muito gostosa que safada




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha esposa gostosa e o idoso morador de rua 10

Codigo do conto:
269070

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
04/08/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
5