Minha esposa gostosa e o idoso morador de rua 13

Mazinho segurava o cabelo da Kelly com força e metia na boca da minha esposa sem pena. Kelly não reagia, apenas estava lá de joelhos, entregue ao baixinho. Ele tira a rola da boca dela e começa a bater na cara dela com o pau. Ela põe a língua para fora, mostrando que está gostando. Kelly segura na rola dele e começa a masturbar.

Kelly: "Tá mais calmo agora?"

Mazinho diz:
"Não, só vou me acalmar quando ver seu cuzinho com minha porra dentro."

Kelly:
"Acho bom mesmo, cachorro, safado."

Kelly segura na rola dele e começa a chupar de novo. Ao mesmo tempo em que chupava a rola do Mazinho, ela também a masturbava com a mão — uma cena linda de se ver. Mazinho pega o cabelo da Kelly e laça na mão dele, forçando a rola toda na garganta dela, fazendo minha esposa engasgar e os olhos encherem de água. Na hora, eu achei que a Kelly iria afastar o baixinho ou empurrá-lo com as mãos, mas não: ela segurou as duas pernas do Mazinho e o abraçou, fazendo a rola dele entrar no fundo da garganta dela. Ela para, fica ali por alguns segundos e vai tirando a rola da boca bem devagar, mostrando para o Mazinho que já estava experiente naquilo. Mazinho, ainda segurando o cabelo dela, puxa-a para perto e diz:

"Agora me beija como você beijou o Maranhão naquela hora."

E assim ela fez, toda manhosa, beijando aquele velho feio como se fosse um Brad Pitt da vida. A cada beijo ela gemia, a cada linguada ela se derretia de prazer; o beijo dela é diferenciado. Eu percebi que o Mazinho estava se controlando para não gozar tão rápido. A Kelly tentou chupar mais a rola dele, mas ele disse para ela parar, senão ele gozaria. Mas ela não escuta: posicionou-se de volta, agachada na frente dele, e chupou mais um pouco, engasgando-se na tora dele. Mazinho segura o cabelo dela e puxa com força, fazendo-a ficar de pé. A expressão dela naquele momento mataria qualquer um.

Eles estavam se beijando enquanto ela ainda masturbava o baixinho, quando o Maranhão aparece na sala, me assustando. Eu escondo o celular e ele pergunta pelos dois. Digo que o Mazinho saiu meio nervoso e a Kelly foi acalmá-lo. Maranhão dá uma risadinha meio irônica, e eu peço para ele ir chamar os dois porque o jogo iria começar.

Maranhão vai até onde eles estão e vê a Kelly beijando o amigo enquanto bate uma para ele.

Maranhão: "Pelo jeito, o negócio aqui tá é bom."

Kelly olha para o Maranhão daquele jeitinho dela, sorrindo, mas sem parar de beijar o baixinho.

O Maranhão vai se aproximando deles, dizendo que o jogo vai começar.

Kelly: "Foda-se o jogo."

Mazinho: "Essa mulher é muito puta."

Kelly segura a blusa do Maranhão, puxa-o para perto e beija a boca do velho também, já baixando a bermuda dele e se ajoelhando. Agora o Mazinho estava encostado na máquina de lavar, a Kelly de joelhos entre os dois, e o Maranhão do outro lado. Kelly segurou as duas rolas. E, pela primeira vez, chupou duas rolas juntas. Ela chupou primeiro o Mazinho enquanto punhetava o Maranhão; depois só virou a cabeça e engoliu o Maranhão. Ela deu uma chupada na rola dele e parou; parecia saborear alguma coisa na boca, lambeu os lábios tentando entender o gosto e perguntou:

"Tava fazendo xixi, né, cachorro?"

Maranhão confirmou com a cabeça e a puta da Kelly nem ligou: deu uma lambida na cabeça da rola do velho e engoliu novamente. Ela revezava as rolas; depois tentou engolir as duas de uma vez — claro, impossível, mas isso não a impediu de ficar tentando.

Dei um grito dizendo que o jogo tinha começado. Os velhos queriam voltar para a sala para assistir, acho que com mais medo de eu pegá-los ali, mas a Kelly não deixava. Maranhão tentou sair de perto, mas a Kelly o puxou de volta, deixando-o encostado na máquina junto com o Mazinho. Agora ela estava na frente dos dois, impedindo-os de sair, revezando entre as rolas. Kelly não estava nem aí para o jogo, queria foder, sentir duas rolas de uma vez.

Eu, da sala, chamo pelo nome dela. Kelly responde na hora, pedindo um minuto. Pela câmera, eu sinto a frustração da Kelly e também percebo o alívio por parte dos velhos, que pareciam assustados com a puta que a Kelly estava se tornando. Antes de voltar para a sala, Kelly pega na rola do Maranhão e coloca dentro da taça de vinho que estava bebendo; mexe o vinho com a rola dele, chupa o pau do velho e diz: "Tá liberado." Depois faz a mesma coisa com o Mazinho, só que, antes de liberá-lo, a Kelly diz que ainda não tinha acabado. Os dois velhos voltam e sentam do meu lado, meio desconfiados, olhando entre si. A Kelly volta logo depois, mas vai direto para o quarto bebendo o vinho, mal olhando para mim.

Voltamos a atenção para o jogo. Não demorou muito e, aos 6 minutos do segundo tempo, Arrascaeta faz mais um gol: Vasco 1 x 4 Flamengo. Mazinho estava calado; calado ficou. Maranhão comemorou de um jeito mais contido. Deu para perceber que os dois estavam curiosos com o que a Kelly estava fazendo. Alguns minutos depois, Kelly aparece, põe só a cabeça no corredor, no canto da parede, e diz que precisa da minha ajuda. Para sacanear, digo que estou tonto por causa das cervejas — Kelly sabe que sou fraco para isso — e falo para ela chamar um dos velhos. Mazinho já toma a frente dizendo que poderia ajudar, mas a Kelly escolhe o Maranhão.

Maranhão levanta arrumando o pau e some em direção ao quarto. Passam-se dois minutos e nada de eles aparecerem. Mazinho parecia mais nervoso do que eu, balançando a perna de um lado para o outro, quando o Maranhão aparece no corredor. Logo em seguida, aparece a Kelly vindo de quatro no chão: ela estava com uma coleira no pescoço, vestida em um espartilho branco e calcinha de renda que amarra do lado. Parecia uma vaca, só faltava o sino no pescoço.

Maranhão vinha na frente puxando a vagabunda, e a Kelly vinha de quatro, sorrindo com uma cara de puta descontrolada. Ela chega perto de mim e do Mazinho. O velho começou a alisar o cabelo dela, dizendo:

"Nossa, deixa eu passar a mão nessa vaca."

Kelly sorri e deixa o Mazinho alisar seu cabelo; depois ele passa a alisar o rosto dela e, em seguida, as costas. Kelly foi se virando para a gente, mostrando o rabo empinado, e o Mazinho não perdeu tempo: apertou o rabo dela na minha frente, fazendo-a gemer e rebolar a bunda.

Mazinho: "Essa vaca tem cara de quem dá muito leite."

Dizendo isso, ele dá um tapa forte na bunda dela, fazendo-a gemer e pedir mais. O Maranhão ainda segurava a coleira; viu que eu não reclamei de nada e se soltou mais um pouquinho.

Maranhão: "Não vejo a hora de tirar leite dessa vaca, kkk."

Mazinho: "Eu já tirei muito leite de vaca na roça quando era mais novo."

Kelly parecia uma vaca, mas agia como uma cadela no cio, de quatro, com os dois velhos bulinando nela, apertando o rabo da minha esposa e deixando as marcas na bunda dela. Eu levanto e vou até a cozinha pegar mais uma cerveja. Quando estou de costas para eles, escuto uns estalos de beijo. Quando olho para trás, a Kelly está sorrindo, olhando para mim, e o Mazinho mais próximo dela. Kelly está brincando comigo, me provocando, e eu estou caindo direitinho e gostando muito. Aperto meu pau duro para ela ver. Ela sorri para mim, e eu a vejo ali, de quatro, no meio de dois velhos.

Pego minha cerveja e sento no sofá. Então eu digo, dando um gole e já esperando o show:

"Mostra para a gente como você ordenhava as vacas na roça, Mazinho."

Mazinho: "Mostro sim. Me empresta essa vaca aí, Maranhão."

Maranhão ergue a coleira para o Mazinho pegar, mas ele não pega.

Mazinho: "Não, desde o início a gente tem que mostrar quem manda."

O baixinho pega nos cabelos da Kelly e sai puxando até o sofá. Kelly vai de quatro, rindo como puta. Ele senta, coloca-a de joelhos na frente dele e começa. Ele aperta os seios dela por cima do sutiã e diz:

"Ó, já aqui não é na força bruta, têm que ser movimentos suaves, de cima para baixo."

Ele diz isso apertando os dois seios dela. Kelly estufa o peito para a frente para ficar melhor para ele pegar.

Mazinho: "Claro que vaca não usa biquíni."

O velhote pega em cada alça do sutiã e puxa cada uma para o lado, revelando aqueles seios macios, apontando para ele com os biquinhos rosas e as aréolas com os carocinhos, como se estivessem toda arrepiada de tesão. A pele macia e a marquinha realçavam ainda mais a beleza da Kelly.

Kelly arfou, abrindo a boca e demonstrando o tesão que tentava controlar. Ela sorri com surpresa. Mazinho parou o que estava fazendo e ficou olhando os seios da Kelly por alguns segundos, admirando-os. Kelly, putinha, balança os seios para ele voltar a si e diz:

"Continua, por favor." — ela quase geme falando isso.

Mazinho pisca rapidamente e aperta os seios da Kelly, agora nus em suas mãos. Ele começa pelos lados e vai puxando, como se estivesse mesmo querendo tirar leite. A cada aperto forte, Kelly gemia de prazer. Kelly tem mania de olhar nos olhos, então fica encarando-o com um sorriso de puta. A maioria se intimidaria com o olhar dela, mas o Mazinho não: pegou em um dos bicos e puxou. Kelly, ainda meio sorrindo, disse: "Isso, assim." Mazinho pegou os dois bicos, puxou e soltou. Kelly soltou um "Aiiii" bem manhoso e apertou os próprios seios.

Kelly: "Gente, não aguento mais. Preciso mostrar algo para vocês."

Kelly levanta, senta no sofá e pede para a gente ficar de frente para ela. Ela abre um pouco as pernas, fazendo um charme para a gente. Alisa por cima da calcinha de renda e coloca a mão por dentro, tirando uma argola pequena de metal. Coloca o dedo dentro da argola e diz:

"Nossa, isso tá queimando aqui dentro."

Deixando a gente curioso, Mazinho senta do lado da Kelly e passa a mão nas coxas dela.

Mazinho: "O que você tá escondendo da gente, cadelinha?"

Kelly: "Ai, não sei se posso mostrar..."

Chego mais perto dela e falo:

Eu: "Mostra para a gente, meu amor."

Kelly, controlando o gemido, diz: "Ai, meu Deus... Vou mostrar só porque o Paulo pediu."

Kelly puxa a calcinha de lado, mostrando uma parte da buceta dela. Maranhão fala do meu lado:

"Que cena linda."

Concordo com ele. A cena dela mostrando a buceta com a mão da aliança em destaque era realmente linda; a aliança parecia brilhar para mim, lembrando-me sempre de que era a minha esposa que estava ali.

Kelly: "Alguém sabe o que é isso?" — ela esconde a buceta com a calcinha e deixa só a argola de fora.

Quando eu vi, já sabia na hora, mas não disse nada, deixei para os velhos.

Mazinho: "É um plug na sua buceta."

Kelly, arfando, disse: "Não."

Maranhão: "É uma chave?" — coçando a cabeça.

Kelly: "Não, idiota." — sorrindo.

Kelly puxa a argola, mas parece que a buceta dela não queria soltar.

Kelly, olhando nos olhos do Mazinho: "Nossa, tá apertando muito. Imagina uma rola aqui dentro."

Mazinho: "Tira a calcinha, aí sai melhor."

Mazinho apertava as coxas da Kelly e alisava, quase encostando na buceta dela. Kelly respirava mais forte e disse:

"Ai, foda-se."

Minha esposa desamarrou um lado da calcinha, deixando-o cair sem revelar muito. Depois desamarrou o outro lado, e aí sim revelou por completo aquela buceta maravilhosa. Kelly começa a abanar a buceta olhando para a gente e sorrindo; coloca as duas mãos para trás, apoiando-se e tentando mostrar o máximo possível daquele pedaço de carne.

Maranhão: "Olha isso."

Mazinho, sentado ao lado da Kelly, aproxima-se e assopra a buceta dela.

Kelly: "Isso, velho. Socorro!"

Kelly abriu mais as pernas para o velho assoprar mais. Não resisti e soltei um "PQP!". A situação já estava insustentável, Kelly estava acabando comigo. E eu adorando.

Kelly segura na argola e vai puxando. Os velhos, ansiosos para saber o que tinha ali, ficaram só olhando. De repente, vai saindo uma bolinha de metal de dentro da buceta dela. Quando sai, Kelly geme.

Mazinho: "Olha que delícia, parece que tem mais uma."

Kelly: "Sim, amor."

Minha esposa puxa mais uma bolinha, revelando que tem mais lá dentro.

Maranhão: "Minha filha, quantas bolinhas tem dentro da sua buceta?"

Mazinho: "Deixa ela tirar."

Kelly: "Quem adivinhar ganha uma surpresa."

Maranhão: "Não pode ter mais de 4 aí."

Mazinho: "Deve ter 5."

Kelly apenas sorri e vai puxando o resto que tinha ali, gemendo a cada bola nova. No final, tinham 5 bolinhas na buceta dela. Quando a última sai, Kelly geme de prazer e fica alisando a última bolinha na buceta.

Kelly: "Nossa, elas estão pegando fogo. Vocês já viram bolinhas tailandesas?"

Mazinho: "Acertei, cachorra! Meu presente!"

Kelly: "Abre a boca."

Mazinho abre e ela coloca a bolinha dentro da boca dele. Mazinho saboreia cada uma delas.

Kelly: "Tesão..."

Kelly olha para mim e diz que precisa beber algo. Eu vou buscar mais vinho para ela. Enquanto estou caminhando, fico imaginando que, antes disso tudo, quando a Kelly bebia, ficava mais safada comigo — imagine agora. Dou uma olhada e vejo a Kelly pedindo para o Mazinho chegar mais perto. Pego o vinho, abro a garrafa e vou olhando para eles. A Kelly deita no sofá, abre as pernas e pede para o Mazinho chupar. O velho fica de joelhos no chão e abocanha a buceta de Kelly, que gemia agora mais alto. Ela coloca a mão na cabeça dele, olhando para ele.

Kelly: "Isso, chupa, eu sei que você quer."

Ela estava linda, maravilhosa; o gemido dela deixava qualquer um excitado. O velho segurava nas duas pernas dela, fazendo-a abrir ainda mais. Da cozinha, eu escutava as chupadas na buceta dela. Kelly pede para ele parar; Mazinho para e a chama de "puta gostosa". O Maranhão olha para mim com um sorriso sacana. Ela levanta, vira para mim me olhando, e do lado dela estão dois velhos sortudos. Ela estufava os seios para os velhos. Olhou para mim sorrindo; não disse nada, apenas sorria e me olhava. Meu pau latejava e eu tentava imaginar o que ela pensava. Olhei para a TV e vi o jogo; ninguém ali ligava mais. A Kelly, praticamente nua e com muito fogo, chamava mais atenção do que qualquer outra coisa.

Olho de volta para a Kelly e ela ainda me encarava sem sorrir, agora com uma expressão mais séria. Parecia que ela olhava na minha alma. Me senti estranho, parecia que algo iria mudar. Kelly vira para o Mazinho e fala alguma coisa no ouvido dele. Mazinho sorri, e ela volta a me encarar novamente. Mazinho vai se aproximando dos seios da minha esposa e passa a língua bem rápido no bico duro; depois dá uma chupada que eu escutei nitidamente. Kelly morde os lábios, ainda olhando para mim, e agora aparece um sorriso leve no rosto dela. Kelly passa a mão no rosto do Maranhão e o puxa ao encontro de sua boca. O beijo foi molhado, babado e muito barulhento (quem já viu os vídeos sabe como ela beija). A cada beijo ela gemia, a cada chupada do Mazinho ela gemia. Ela chupa mais um pouco a língua do Maranhão e fala alguma coisa no ouvido dele.

Maranhão também vai ao encontro do seio dela e, de repente, a cena que mudou minha vida estava diante dos meus olhos: a Kelly olhando para mim — não sei se ela estava sorrindo ou se estava séria, confesso que não consegui decifrá-la naquela hora —, mas ela estava ali, na minha frente, com dois velhos chupando os peitos dela e ela me olhando. Ela movimenta a boca sem sair o som da voz; eu consigo ler nos lábios dela dizendo: "Eu te amo!".

Não foi ela mostrando a bunda para o Maranhão no início, não foi o Maranhão comendo o cu da minha esposa pela primeira vez, não foi ela chupando o Mazinho... foi essa a cena que me fez entender qual era o meu papel nisso tudo. E, para ser sincero, eu gostei — e gostei muito. A partir de agora, irei desempenhar o meu papel de corno com maestria.

Dou um sorriso para ela e levanto a taça, fazendo um sinal de positivo. Ela sorri para mim...

Foto 1 do Conto erotico: Minha esposa gostosa e o idoso morador de rua 13

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Comentários


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danns Comentou em 08/09/2026

Que delícia de conto. Que tesao lendo que o Paulo viu ao vivo a puta da esposa com outros.

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neto57sp Comentou em 08/09/2026

A buceta mais linda que já vi adoraria chupar ela, você é um corninho sortudo.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha esposa gostosa e o idoso morador de rua 13

Codigo do conto:
271715

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
08/09/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
5