Sentamos no sofá e já aviso logo o que estava acontecendo para ele não se assustar. Ele pergunta se eu desejava que ele saísse; eu disse que não, que ele podia ficar e dar a opinião sincera dele. O baixinho sorriu e agradeceu. Enquanto a Kelly não aparecia, eles dois começaram a falar sobre o jogo. Deu para perceber que o Mazinho é bem fanático pelo Vasco, dizendo que o time iria golear, que seria passeio, que estava confiante... e que até apostaria com o velho.
Percebi também que, assim como eu, o Maranhão estava ansioso olhando para o corredor até escutarmos os passos do salto alto ecoando. "Lá vem", pensei eu. Os velhos pararam de conversar e a Kelly aparece vestida de aluna, com uma saia xadrez, uma blusinha amarrada na barriga, cabelos soltos e gravata. Quando vê o Mazinho, ela para imediatamente.
— Ops! Temos visita?! — disse Kelly.
Mazinho se surpreende com a vista daquela deusa e sorri, dando boa-noite a ela. Eu tento falar algo:
— Pois é, amor, esqueci que o Maranhão tinha chamado o Mazinho mais cedo para assistir ao jogo, mas tudo bem, já é uma opinião a mais, né?
— Se para você está tudo bem, para mim também — disse ela, se aproximando com um caminhar bem sexy. Penso na cachorra que a Kelly se tornou.
Kelly fica em frente à TV, de frente para a gente, e, mordendo uma caneta, dá uma voltinha.
— Então, Mazinho, estou experimentando umas fantasias que vamos vender na loja. Me diz o que você achou.
O Mazinho olha para mim meio que pedindo permissão, e eu aceno com a cabeça. O velho dá uma golada na cerveja.
— Dá mais uma voltinha para eu ver melhor --pede Mazinho.
A cachorra sorriu e deu mais uma voltinha, agora parando de costas para a gente.
— Agora dá uma reboladinha para eu ver.
Kelly parece gostar da atitude do Mazinho e rebola suavemente, bem sexy, o rabo fazendo a saia movimentar, mas sem mostrar a bunda.
— Tá muito gostosa, mas a saia poderia ser menor — opina Mazinho.
— Calma, querido, é só o começo — responde Kelly.
Kelly foi saindo para trocar de fantasia quando o baixinho pede para ela parar:
— Dona Kelly, e a calcinha?
Kelly para e levanta a saia, mostrando uma calcinha vermelhinha, tipo cortina, que ajusta o tamanho. Ela passa a mão na buceta sobre a calcinha; deu para ver que ela apertou a bucetinha dela naquela hora.
— Veio essa no conjunto. Bonitinha e bem confortável, ela ajusta o tamanho que você quiser. — Kelly aproveita e diminui o tamanho da calcinha na frente, levantando um pouco o quadril para a gente ver; por pouco a buceta dela não aparece. Depois diz: — Atrás é só um fiozinho.
Minha esposa se vira, levantando a saia e mostrando aquele rabo maravilhoso.
— Parece que não tem nada, né?! Mas olha aqui.
Kelly laça o fio da calcinha com o dedo e vai tirando de dentro do rabo dela, revelando o fio-dental escondido. Ela solta o fio de uma vez e ele some dentro do rabo dela de novo. Kelly sorri e volta para o quarto.
Eu, Maranhão e Mazinho damos, cada um, uma golada na cerveja.
— Tudo bem, né? O senhor disse que eu poderia dar minha opinião. Espero não ter exagerado — disse Mazinho.
Sorri e disse que estava tudo bem. Vi no Mazinho a oportunidade que eu queria. O Maranhão é mais travado na dele, já o Mazinho parece ser mais para a frente. Vou aproveitar.
De repente, Kelly aparece e me chama no quarto. Quando chego, ela já pede desculpas sorrindo e diz que se animou com o Mazinho dando ordens para ela. Digo que está tudo bem, beijo aquela deusa e aperto o rabo dela. Dou total liberdade para ela e digo que também vou aproveitar. Kelly diz que está com tesão e vai descendo a mão, apertando meu pau. Ela percebeu que fiquei de pau duro, se ajoelha e começa a chupar meu pau. Kelly estava só com a saia xadrez e os peitos de fora.
Com aquele boquete gostoso, não percebi quando o Maranhão aparece na porta me chamando, dizendo que o jogo tinha começado. Eu me assustei com o velho, mas a Kelly olhou para ele, ainda de joelhos, e voltou a chupar meu pau com mais força; parecia que ela queria se exibir para o velhinho. Digo para ele que já vou. Ele ainda dá uma olhada na Kelly me chupando e sai. Kelly sorri para mim com as safadezas dela e me beija. Quando vou saindo, ela me chama:
— Posso te surpreender?
— Pode sim — respondo.
Vou à cozinha e pego mais cerveja para a gente. Começou o jogo. Aos 5 minutos do primeiro tempo, Kelly aparece com aquele babydoll vermelho que os velhos já conheciam. Que mulher maravilhosa. Com ela, trazia uma bolsa.
Kelly se ajoelhou na nossa frente e revelou que tinha vários vibradores e plugs de todos os tamanhos dentro da bolsa. De forma extremamente sexy, com uma voz de safada, ela foi mostrando cada um deles. Pegou um preto enorme e disse que aquele era o que ela mais tinha gostado, porque era cheio de veias. Falava isso sorrindo; depois pegou um gel e jogou um pouco no cassete de borracha, ficando quase a masturbar o negócio, olhando nos olhos dos velhos e sorrindo, mordendo os lábios, claramente se exibindo para eles na minha frente.
O jogo, claro, ficou em segundo plano. Agora ela mostrava os plugs anais de uma forma bem natural. Mazinho era o mais interessado, sempre pegando os objetos da mão dela e mostrando bastante interesse, e ela gostando da atenção dele.
— Bem que você poderia usar um desses para a gente dar nossa opinião — disse Mazinho.
Vi na hora que a Kelly ajeitou o cabelo e deu uma olhada bem rápida para mim.
— Então, Mazinho... — ela deu uma risada meio sem graça, mas bem linda.
Kelly põe a mão para trás, se inclina um pouco e suspira, tirando um plug do cu.
— Tem esse também, meu amor. É o maior que eu comprei.
Com certeza aquilo me surpreendeu.
— Olha que maravilha. Eu posso ver? — perguntou Mazinho.
— Claro — respondeu Kelly.
Kelly entrega o plug para o Mazinho, e o baixinho pega bem onde entra no cuzinho dela.
— Nossa, bem quentinho.
Ele entrega para o Maranhão sentir o calor do cuzinho dela. Nessa hora, olho para a Kelly e ela está com uma expressão de desejo, de safadeza, de luxúria. Meu pau começa a crescer de novo.
Mazinho pega o objeto de novo e diz:
— Caramba, esse é o maior mesmo, né? Bem pesado, deve ser difícil de colocar.
— Com jeitinho entra tudo e até mais — responde Kelly.
Kelly começou a alisar minha coxa, meio que para dizer que não tinha esquecido de mim enquanto os dois flertavam.
— Acho que a senhora devia colocar ele para a gente ver como fica — sugeriu Mazinho.
— Jura?... Digo, vocês acham? — perguntou Kelly.
— As clientes precisam de feedback. Você vai vender uma coisa sem usar? — interferi.
Acho que era o que a Kelly queria ouvir.
— Ai, você jura, meu amor? — disse ela, quase gemendo de tesão.
— Sim.
— Ok.
Kelly estava de joelhos e pegou no plug. Nesse momento, o narrador começa a falar mais alto e, aos 8 minutos, o Vasco abre o placar com Vegetti, um golaço. Vasco 1 x 0 Flamengo.
Mazinho levanta bem rápido comemorando o gol; Kelly também, e os dois se abraçam pulando agarrados. Era engraçado porque a Kelly é bem maior que o Mazinho. Ele aproveitou e enfiou a cara no meio dos seios dela; ela apertou mais o abraço. Ele ainda conseguiu apertar o rabo da Kelly na minha frente, por cima do babydoll. Como ela estava quase nua com aquele babydoll, quando pulou, mostrou que estava sem calcinha. Não sei se os velhos perceberam na hora, mas como ela estava bem na minha frente, pude ver a bucetinha lisinha dela. O Maranhão não viu porque estava puto, reclamando.
Os dois se afastaram e o Mazinho não fez questão nenhuma de esconder a ereção. Pelo contrário, apertou o pau olhando para ela e dizendo:
— Que mulher cheirosa!
Kelly estava se abanando, não sei se de calor ou de tesão. Pelo jeito, ela se tornou ninfomaníaca, porque sentir tesão em duas pessoas horríveis (digo de aparência)... Acho que por ser uma pessoa bondosa e caridosa ela blinda esse tipo de julgamento, enfim. Mazinho e Kelly começaram a zoar o Maranhão, que estava puto, mas não dizia nada. Mazinho dizia coisas do tipo que seria goleada, passeio, para apostarem...
— Chupa, Maranhão! Chupa! — Kelly dançava e mandava o Maranhão "chupar".
— Calma, ainda tem muito jogo. Uma coisa que eu aprendi é não comemorar antes da hora — disse Maranhão.
Mazinho continuou zoando:
— Vai chorar? Vai ser goleada! Se o Flamengo virar esse jogo aí no primeiro tempo, eu faço o que você quiser.
— Chupa, Maranhão! Eu também entro nessa — completou Kelly.
— Combinado — fechou Maranhão.
Com o povo mais calmo, alguns goles de cerveja e o Mazinho secando a Kelly com aquela roupa, ele diz:
— E a senhora não vai colocar o negócio para a gente ver?
Mazinho entrega o plug para a Kelly e senta junto com a gente; o foco voltou para ela.
— Vocês não deixam passar nada — disse Kelly.
Ainda em pé, sem se virar, põe a mão para trás e fica tentando enfiar o plug no cuzinho. Parecia que o bicho não queria entrar. Usava uma mão para abrir a bunda e a outra tentava enfiar o plug.
— Ai, gente, acho que secou. Maranhão, pega esse gel que está na sacola.
— Dá uma chupadinha que também funciona — sugeriu Mazinho.
— Ótima ideia!
Kelly colocou na boca, mas o plug era maior do que o que dera para o Maranhão, então ela não conseguia colocar todo na boca. Começou a lamber e olhar para o Mazinho, que nessa hora já apertava o pau bem do meu lado.
— Agora dá uma cuspida dele, cadelinha — ordenou Mazinho.
Kelly sentiu o "cadelinha" e gemeu, bem manhosa:
— Mazinho, você é o único que está me ajudando...
Kelly se aproxima do Mazinho e se ajoelha entre as pernas do baixinho. Ele abre mais as pernas para ela ficar bem próxima. Kelly segura o plug para o velho cuspir; Mazinho cospe devagarinho e a Kelly vai rodando o objeto para pegar o máximo de saliva possível. Ela abre a boca sentindo prazer enquanto roda o plug. Agradece, mas não sai do lugar: fica entre as pernas dele, de joelhos, tentando enfiar o plug no cuzinho. Fica encarando-o com uma expressão de prazer, abrindo a boca.
Mazinho não perde tempo e começa a alisar o cabelo dela, depois o rosto. Como ela estava de boca aberta, Kelly aproveitou e engoliu o polegar do velho. Ela não soltou; fez uma expressão de puta, fechou os olhos e ficou chupando o dedo do baixinho, fazendo um movimento de vai e vem com a cabeça. Abre os olhos, sorri e vai afastando a cabeça para trás, mas ainda chupando o dedo dele até o dedo sair da boca e fazer um estalo.
O velho a chama de vadia e dá um tapa no rosto dela. Nessa hora ela geme. Pela expressão, o plug entrou. Nem eu nem ela esperávamos por isso, mas a Kelly vira o rosto para ele bater do outro lado, e ele bate.
— Desse jeito entra até um braço no meu cu — disse Kelly, se apoiando nos joelhos do velho para levantar. — Querem ver?
Parecíamos três alunos respondendo à professora: "Simmm!", os três juntos.
Kelly, para não mostrar demais e provocar muito, fica de lado. Tira o vestido da frente e, mostrando apenas uma nádega, abre o rabo. A gente consegue ver uma parte de fora do plug. Ela pisca o cuzinho, fazendo o plug se mexer e deixando a gente doido.
— Bem que podia ficar de quatro para a gente ver melhor — comentou Mazinho.
— Para, seu bobo! Meu marido está aí do seu lado, ó — brincou Kelly.
Eu apenas sorri, mas estava tremendo de tesão.
Para fazer a vontade do velho, em um movimento rápido, Kelly fica de costas e abre o cu com as duas mãos, revelando por completo o plug naquele cuzinho rosa. Ela dá um tapa bem forte no rabo e sorri, vindo em minha direção. Senta no meu colo e me beija. Eu, claro, vou com a mão direto no rabo dela.
Os velhos ficam olhando e me chamando de sortudo; eu digo que sou mesmo e sinto a buceta dela encharcada. Enfio meu dedo e ela tem um espasmo. Nessa hora, Mazinho percebe que eu estava dedando a buceta dela e aperta o pau pelo short, mostrando o formato da rola para ela. Eu tiro meu dedo e mostro ele todo melado.
— Paráaa, eu tenho vergonha — diz Kelly, e chupa meu dedo na frente deles.
Maranhão finalmente diz alguma coisa e chama a Kelly de puta, fazendo a gente sorrir. Eu nem lembrava do jogo quando, aos 27 minutos, o narrador começa a falar mais alto: gol do Cebolinha! Vasco 1 x 1 Flamengo.
Maranhão saltou do sofá e comemorou na cara do Mazinho. Kelly fechou a cara e cruzou os braços enquanto o velho zombava deles.
— Eu falei! Eu falei: não comemora antes...
Eu apenas sorri com aquela deusa no meu colo. Falo que vou ao banheiro e a Kelly diz que vai pegar mais cervejas para a gente e vinho para ela. Concordei e fui ao banheiro, com o pau durasso, quase sem conseguir mijar dentro do vaso. Imaginei que minha esposa iria aprontar sem minha presença, então ligo a câmera e sento no vaso.
Kelly estava entregando as cervejas para os velhos. Ela fica em pé ao lado do Maranhão, com uma taça de vinho na mão, e pergunta se está tudo bem, porque ele não disse quase nada e ela estava preocupada. O Maranhão disse que estava tudo bem, só que era difícil se soltar comigo olhando.
— Pois parece que o Mazinho não tem esse problema, né? — provocou Kelly.
— Dona Kelly, depois daquele dia eu não paro de pensar na senhora. Só esperando a oportunidade de ver esse corpo lindo, esse rabo gostoso e sentir de verdade esse cuzinho. E ainda estou cumprindo a promessa que fiz à senhora — disse Mazinho.
— Jura?
— Sim, cadelinha. O que tem de porra grossa aqui acumulada para o seu cuzinho...
Dizendo isso, Mazinho tira a rola para fora, cheia de veias, dura feito pedra.
— Confesso que foi difícil, porque eu não como ninguém e a única coisa que eu tinha era a punheta.
— Então tem tempo que você não transa? — perguntou Kelly.
— Muito tempo.
— Se fosse eu, estaria louca.
— Louca vai ficar a mulher que sentir toda essa vontade aqui.
Kelly olha para o cassete do baixinho, inclinando a cabeça para o lado, e dá um gole no vinho. Ela levanta o vestido vermelho, mostrando a buceta lisinha, inchada e vermelha de tesão. Kelly enfia dois dedos na buceta e tira; quando tira, cai muito mel no chão. A puta estava pronta para levar rola. Ela mostra os dedos babados, separando-os com a liga entre eles.
— Ultimamente só fico assim, cheia de fogo na buceta.
Mazinho começa a bater punheta. Kelly chega perto dele e passa os dedos melados na rola do velho, como se estivesse limpando os dedos nela, deixando a rola com mel de buceta.
— Meu Deus, parece rocha! — exclamou Kelly.
Kelly aproveita e senta no colo do Maranhão. Bebe mais vinho e, para provocar o Mazinho, beija o Maranhão de língua como sempre, chupando toda a boca do velho banguelo. Cada beijo era um gemido dela.
Nesse momento, aos 33 minutos do primeiro tempo, o Flamengo vira com gol do Pedro. Vasco 1 x 2 Flamengo. Maranhão quase derruba a Kelly na comemoração. Foi minha deixa para voltar para a sala.
Quando apareço, Maranhão estava em pé comemorando, e Mazinho e Kelly sentados, frustrados com a virada. Agora foi o Maranhão quem não perdoou: já foi lembrando da aposta, olhou para o Mazinho e disse que, a partir dali, ele tinha que usar o conjunto do Flamengo que o Maranhão tinha até o jogo acabar, para o baixinho aprender.
Mazinho resmungou bastante, mas no final teve que pagar a aposta. Era um conjunto azul, talvez de treino, não sei. Maranhão foi até o quarto dele pegar e entregou para o Mazinho.
— Mazinho, antes de você usar, é melhor tomar um banho, já que a roupa está limpa — sugeriu Kelly.
Mazinho concordou e foi ao banheiro. Nesse momento ficou bem claro para mim que ela tinha intenção de dar para ele. Meu pau já cresceu de novo.
Maranhão sentou no sofá vitorioso e a Kelly ficou do lado dele bebendo vinho.
— E você, minha filha? — perguntou Maranhão.
— O que tem eu? — disse ela, confusa.
— Você entrou na aposta também, lembra?
— Que droga... O que eu faço?
Maranhão pensou um pouco, pegou na bolsa que estava no chão o cassete de borracha que a Kelly disse que gostava, colocou sobre o pau dele e disse:
— Chupa, minha filha, chupa!
Kelly olhou para mim e deu uma gargalhada, chamando o velho de cachorro. Ela deu um gole no resto de vinho que tinha na taça, prendeu o cabelo, se ajoelhou entre as pernas do velho e fez o que ele queria.
Sugava aquele negócio com maestria, deixou ele todo babado. Olhava para mim e depois para o velho, e ficou nisso. Era o velho que segurava o consolo; ela tirou da mão dele e ficou segurando, mas na verdade queria mesmo era apertar o pau dele discretamente.
Quando, de repente, aos 41 minutos, o Flamengo quase faz mais um, conseguindo o escanteio. Olhei para a TV e depois para a Kelly: nessa olhadinha rápida, ela conseguiu colocar a mão dentro do short dele pela perna e ficou apertando o pau do velho enquanto chupava o consolo.
E na cobrança do escanteio, aos 43 minutos, o Flamengo faz mais um gol, com David Luiz. Vasco 1 x 3 Flamengo.
Kelly, de quatro, olha para a TV e diz:
— É sério!?
Ela para de chupar o brinquedo e senta no sofá para ver o replay do gol. Claro, o Maranhão mais feliz que nunca.
Mazinho volta do banho usando o conjunto azul do Flamengo, muito puto. Ele tinha escutado o Maranhão comemorando, então já sabia do terceiro gol. Não disse nada, apenas sentou mais afastado. O coitado mal sentou e, aos 48 minutos, um jogador do Vasco é expulso. Aos 49 minutos, quase que o Flamengo faz mais um, e assim termina o primeiro tempo.
Mazinho estava muito bravo, ficou calado e disse que esperaria o segundo tempo lá fora para pegar um ar. Maranhão apenas sorria e disse que iria ao banheiro. Ficamos só eu e Kelly na sala. Ela parecia inquieta, sempre olhando lá para fora, onde Mazinho estava.
— Nossa, o Mazinho leva a sério mesmo — disse Kelly.
— Sim, ele parecia confiante e do nada leva uma virada dessas contra o maior rival. Ele deve estar puto — respondi.
— Nossa, coitado. Será que ele precisa de alguma coisa?
— Quer ir lá ver?
— Eu quero, já volto!
Kelly saiu rebolando a bunda, pegou mais vinho e foi em direção à área de casa. Fiquei sozinho na sala olhando os comerciais. Passaram dois, três minutos e nada de ela voltar. Eu não queria olhar na câmera, mas a curiosidade falou mais alto. Depois de cinco minutos, olho pelo celular e a putinha estava agachada na frente dele, com as duas mãos para trás, e o Mazinho segurando a cabeça dela e metendo a rola na boca dela como se fosse uma buceta.
Galera, um aviso rápido.
A Kelly gosta de ler os comentários de vocês; ela disse que fica com tesão! Então comentem aí, porque os autores dos 5 comentários que ela mais gostar vão receber um vídeo exclusivo da Kelly, do Maranhão e do Mazinho. E aguardem, que vêm novidades por aí!
Outra coisa: no álbum de fotos, estou sempre contando algo que acontece entre eles e que não falo por aqui. Então fiquem de olho e comentem lá para eu saber se vocês estão gostando ou não.
Um abraço!




Feito. \o/ finalmente a continuação dessa história tão boa.