Pois bem, vou contar como foi minha primeira vez e depois vou contar outras aventuras que tive.
Como não sou bi assumido, pouca gente sabe que gosto de pica.
Sou de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, mas hoje moro em Brasilia, moro com uma tia estou estudando na UNB.
Esse relato aconteceu 5 anos atrás, quando eu ainda morava em Ribeirão.
Lá eu morava com meus pais em uma rua sem saída que só tinha casa e um único prédio de apartamentos.
Nessa rua tinha muita criança e adolescente, e cresci brincando com todos na rua até tarde, ou na casa de algum coleguinha jogando videogame.
Meus pais têm um comércio e trabalhavam o dia todo, e só chegavam em casa lá pras 20h.
Já eu tinha aula de manhã, curso de idioma à tarde e às vezes natação. Lá pras 15h já não tinha nada pra fazer e ficava em casa ou com amigos.
Em 2020 veio a pandemia e as brincadeiras na rua praticamente acabaram.
Acabei passando mais tempo em casa, e lá pro fim do ano meus pais liberaram de passar as tardes na casa do vizinho Wesley, que era um pouco mais novo que eu.
O pai dele era segurança e a mãe enfermeira. A mãe chegava em casa depois das 22h, já o pai chegava umas 18h.
A gente ficava no videogame até o pai dele chegar, depois eu ia pra casa.
Nessa de ficar a tarde toda junto, a gente começou a assistir uns videos pornô.
Eu fui mostrando os videos que via em casa pra ele e rapidinho comecei a mostrar videos de anal, de negão pirocudo comendo cu, etc.
Depois de uns dias começamos a bater punheta vendo os videos.
Um dia colocamos uns videos de boquete e eu tava louco pra sentir um boquete pela primeira vez.
Sugeri de fazermos uma troca, eu chupava ele e ele me chupava depois, e o Wesley era meio bobinho mas não era viado, disse que não queria me chupar.
Eu insisti e disse que se eu chupasse ele e fosse ruim, que ele não precisava me chupar.
Ele aceitou, e eu ajoelhei na frente dele e comecei a mamar igual já tinha visto nos vídeos.
O pau dele não era grande, era bem fino na verdade, e não me custou nada a chupar, só tava servindo de prática.
Mamei um bom tempo, mas ele não gozou. Falei que agora era minha vez, e ele não gostou da ideia mas combinado era combinado.
Ele começou a me chupar, mas fazendo zero esforço. Tava claro que ele não queria e nem jeito levava, achei péssimo.
Eu gostei mais de chupar do que dele me chupando. Acabei mamando ele de novo, e depois desse dia todo dia eu chupava ele um pouco.
Nisso, o pai dele trocou de horário na empresa e passou a trabalhar de noite, acho que foi cobrir as férias de alguém.
Ele chegava em casa de manhã, dormia até umas 16h, mandava o Wesley pro banho e eu ia pra casa.
Depois ele levava o Wesley pra casa da avó e a mãe dele trazia ele de noite quando saía do plantão.
Comecei a voltar pra casa mais cedo e nossas brincadeiras pararam por uns dias.
Mas depois rapidinho começamos a arriscar assistir uns videos no mudo e eu voltei boquetar o Wesley enquanto o pai dele dormia.
Até que um dia, óbvio, fomos pegos no flagra, Wesley na cadeira e eu ajoelhado na frente dele chupando.
Luis ficou puto, mandou Wesley pro banho na hora e xingou ele todo.
Eu, sem saber o que falar, fiquei lá com cara de choro. Assim que o Wesley entrou no banho, o pai dele veio falar comigo.
Botou o dedo na minha cara, disse que não era pra eu voltar lá mais, que o filho dele não era viado.
Falou que ia ter uma conversa séria com meus pais e eu implorei pra ele não fazer isso.
Pedi mil desculpas, disse que não ia acontecer de novo, disse que meus pais não sabiam.
Ele me levou até o portão da minha casa, mas como meus pais não estavam lá, ele disse que ia voltar mais tarde.
Fiquei morrendo de medo, não sabia o que fazer.
Meus pais chegaram e o Luis não apareceu, mas fiquei tenso a noite toda, mal consegui dormir.
No dia seguinte fui pra aula e quando voltei pra casa, começou a espera de novo.
Lá pelas 17h o Luis bateu no portão e eu abri. Perguntou dos meus pais, eu disse que eles não tavam lá.
Ele me disse que queria conversar comigo, e entrei com ele na casa dele.
Ele sentou no sofá e disse que teve uma conversa séria com o Wesley ontem. Que ele disse que não era gay e que tudo tinha sido ideia minha.
Que eu coloquei videos pornô pra assistirmos e depois insisti em fazer boquete nele. Me perguntou se era verdade.
Eu disse que sim, que o Wesley não era gay e realmente tinha sido ideia minha, mas que era só curiosidade.
Pra minha surpresa, ele disse que ficou aliviado que o filho não era viado, mas que não queria que eu convivesse mais com ele pra não ficar incentivando ele a ser viado também.
Nessa hora eu entendi que ele tinha certeza de que eu era viado. Mas também, ele me pegou no flagra mamando numa rola, como poderia negar?
Mas ele ainda tava puto, então ele me falou que não tinha jeito, que o que eu fiz foi muito errado, que apesar de ser novo eu já sabia o que estava fazendo e que meus pais precisavam saber.
Me desesperei de novo, comecei a implorar novamente pra ele não contar, disse que não ia acontecer outra vez e mais qualquer coisa que consegui pensar na hora.
Aí o esperto já devia ter tudo planejado e falou que tudo bem, que não ia contar mas com uma condição.
Que já que eu tava por aí chupando pinto escondido, ele queria um boquete também.
Eu gelei, fiquei sem resposta. Não tinha nem pensado nisso e ainda tava em choque, desesperado com a situação, quase chorando.
Nem lembro se respondi nada, aí ele levantou e apontou o dedo na minha cara e falou que se eu não quisesse, ele ia contar tudo pro meus pais e todo o mundo ia saber que eu era um viado.
Aí eu disse que não queria que ele contasse, e que tudo bem, eu faria um boquete nele também.
Achei que tava livre disso nessa hora, mas ele nem perdeu tempo. Já tava em pé na minha frente, então abriu o zíper da bermuda e ficou de cueca.
O pau dele já estava meio duro, e ele disse pra pegar.
No susto eu acabei pegando sem nem perceber, por cima da cueca mesmo.
Quando me dei por mim, já tinha tirado o pau dele pra fora e tava punhetando devagar, puxando a pele pra trás pra expor a cabeça.
Era muito diferente do pauzinho fino do Wesley era bem mais grosso e comprido.
Hoje sei que não é um pau gigante, mas era definivamente maior que o padrão normal.
O Luis era um homem comum, moreno com cabelo bem curtinho, com umas entradas já, e um pouquinho de barriga. Mas mas sem muita gordura, só aquela saliência mesmo.
Como ele era mais moreno, o pau dele era mais escuro, quase pau preto mesmo, com uma cabeçona roxa.
Não tava cheirando mal, mas tinha aquele cheiro de pica que eu não tava acostumado e hoje eu amo.
Ele guiou minha cabeça pra pica dele e eu já fui abrindo a boca e colocando pra dentro.
Luis começou a dizer que se eu contasse pra alguém, ele ia contar tudo pros meus pais, que eu era um viado que tava chupando o pau do filho dele e tal.
Eu só continuei chupando, tentando colocar o máximo que podia na boca. Uns segundos depois tirei os chinelos e ajoelhei em cima deles pra não machucar os joelhos.
Aí sim a mamada começou de verdade. Ele me segurava pela nuca e socava na minha boca. Eu me engasgava, babava e ele me chamava de viado, de boca de veludo, de puta.
Quanto mais ele falava e gemia, mais à vontade eu ficava. Comecei a gemer também e a fazer coisas que via nos vídeos e que já fazia com o filho dele.
Esfreguei no rosto, bati o pau na língua, lambi a cabeça, tudo que me lembrei eu fiz, meio sem jeito mas fiz.
Não sei quanto tempo eu mamei no Luis, mas rapidinho ele anunciou que ia gozar e me mandou abrir a boca.
Eu abri e ainda fiz "aaaahhhh" e ele gozou litros, sujou meu rosto, meu cabelo, minha camisa e caiu bastante na minha boca também.
Um gosto muito estranho, não o gosto em si, mas a sensação era esquisita. Me falou pra engolir e eu engoli. Fiquei com a sensação esquisita na boca um tempo ainda.
Ele me levantou na maior facilidade, me chamou de viadinho gostoso e me levou pro banheiro pra tomar banho.
Tirou a roupa sem cerimônia nenhuma e me mandou tirar a roupa e entrar com ele. Fiz sem nem questionar.
No banho, ele me mandou lavar o pau dele. Peguei no pau e comecei a esfregar com sabão, e rapidinho tava duro de novo.
Achei que ele ia querer mais um boquete, mas ele me perguntou se eu já tinha dado o cu.
Gelei de novo. Sempre tive curiosidade e sabia que ia acabar dando um dia, mas não achei que ia ser ali.
Disse que não e ele disse que queria ver meu cuzinho. Me colocou de costas e me fez empinar a bunda.
Ajoelhou atrás de mim e abriu bem minha bundinha, me arreganhou bastante, disse que meu cuzinho era lindo e rosinha e meteu a lingua.
Eu dei um pulo de susto, mas ele me segurou e meteu a lingua de novo. Foi me linguando e chupando meu cu, eu sentia a lingua dele forçando pra tentar entrar, uma sensação muito gostosa.
Nisso ele se levantou e começou a pincelar a pica na portinha do meu cu. Eu tava morrendo de medo, sabia que ia doer, mas também tava com tesão e com o pau duro.
Pedi pra ele não fazer isso, que ia doer, fui travando o cu no reflexo.
Aí ele fez uma coisa que me desmontou completamente. Me virou de frente pra ele, me pegou pela cintura com uma mão, me segurou pelo pescoço e me deu um beijo.
Na hora senti nojo, eu nunca tive vontade de beijar homem, até hoje não tenho. Mas ele só colou a boca na minha e começou a chupar meus lábios e minha língua.
Ele tinha um halite meio de cigarro, mas até isso ficou bom naquela hora. Hoje eu sei como as mulheres se sentem quando o cara beija e elas desmancham.
Me desmanchei tanto que até gemi. Ele me virou de costas de novo, me mandou empinar e disse que ia devagar.
Lambuzou meu cu de creme e foi enfiando o dedo devagar, depois outro dedo e foi nesse vai e vem até passar creme na pica e começar a passar na portinha do meu cu de novo.
Nessa hora eu já nem tava mais com medo, tava é com tesão. Esse macho pissudo tava me tratando igual uma mulherzinha e eu tava adorando, só queria pica.
Como ele tinha relaxado meu cuzinho com os dedos antes, ele foi forçando e cada forçada meu cu se abria mais. Doía, mas nada insuportável.
Foi forçando e tirando até que a cabeça passou e doeu um pouquinho mais. Mas assim que passou, ele continuou entrando bem devagar.
Eu achava que quando fosse dar o cu, cada centímetro tinha que ser devagar, pra ir cedendo. Mas a verdade é que depois que passa a cabeça, o resto vai.
E assim ele foi, entrando sem parar até mais da metade, tirou um pouco e fez de novo, e de novo, e de novo.
Não doía quase nada, era mais uma pressão enorme como se meu tu estivesse inchado feito um balão. Ele forçou de novo até encostar o corpo todo no meu e falou que tava tudo dentro e que meu cuzinho era uma delícia.
Aí ele começou o vai e vem mais rápido, mais longo. Tirava quase tudo e socava de novo devagar, e foi aumentando o ritmo até que eu já tava gemendo igual as putas dos videos e já tava fazendo aquele barulho "plac plac plac".
Como ele já tinha gozado, ele durou mais e com o tempo já entrava e saía fácil, quando ele tirava o pau fazia um barulhão.
O tempo todo o Luis me chamava de viadinho, de cadelinha, de puta, de menininha.
Uma hora ele me apertou muito pela cintura, meteu muito forte e gozou de novo. Depois ficou parado com o pau dentro de mim respirando forte.
Quando ele tirou a rola, me elogiou muito e confessou que depois que me viu chupando o filho dele e viu que eu era viado, ficou com tesão e até comeu a mulher dele pensando em me comer.
Nos lavamos e antes de eu ir embora ele disse que todos os dias, depois que ele levasse o filho pra casa da avó, queria que eu fosse lá. Disse que era pra eu passar por cima do muro pra ninguém da rua ver.
Achei que ia ficar muito dolorido, mas fiquei só um pouco esfolado.
Fiquei com medo de ter me machucado, dei uma pesquisada na internet mas não era nada de mais.
No dia seguinte não aguentei ir lá de novo, mas no outro dia eu fui. Chamei pelo muro e ele respondeu, e aí pulei e fui lá.
E aí ele já me recebeu me beijando, que eu gostei. Me levou pro sofá e lá ele me comeu de quatro e de frango assado.
Passei a ir lá pelo menos duas vezes por semana, menos aos fins de semana.
Luis me comeu muito, ele me ensinou muita coisa. Me fazia ver vídeos de mulheres dando o cu pra eu aprender a rebolar no pau dele, aprender a fazer boquete como ele gostava, etc.
Uma vez inclusive eu dormi lá. A mulher dele foi passar o fim de semana em Araraquara e levou o Wesley. Eu disse pros meus pais que ia dormir na casa do Wesley e ia ficar jogando videogame.
Na verdade passei a noite toda levando muita pica e porra.
Isso continuou por pelo menos uns dois meses, até o horário dele voltar ao normal.
A partir daí, eu só conseguia dar pra ele quando chegava da escola. Ia direto pra casa dele, Wesley não tava lá ainda e ele almoçava em casa.
Depois no início de 2022 eu me mudei pra Brasília pra estudar na UNB, que é onde eu moro hoje.
Hoje em dia eu visito minha família pelo menos 1 vez a cada 2 meses e sempre que vou, dou um jeito de dar pro Luis.
E poucos dias atrás numa dessas viagens acabei dando pra um desconhecido no ônibus da Buser.
Essa é minha próxima história, que vou contar em breve.