Virei fêmea no ônibus da Buser

Este é o meu segundo conto, e foi o que me motivou a vir aqui contar minhas experiências porque foi uma das mais loucas da minha vida e aconteceu há menos de um mês.
Esse vai ser maior, com mais detalhes porque foi recente e me lembro de muita coisa direitinho, além de que quero descrever o máximo que puder.
Desculpem se ficar longo demais.

Vou me descrever brevemente pra quem não me conhece, mas tem mais detalhes sobre mim no meu primeiro conto.
Sou homem, tenho 20 anos e sou bi, mas não me assumi, portanto só sabe disso quem já me comeu.
Sou baixinho e branquinho, não chego a 1,70m e sou magro, mas não magricela. Herdei o biotipo da minha mãe e como sempre pratiquei algum esporte, tenho um pouco de coxa e uma bundinha redondinha.
Sou de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, e hoje moro em Brasilia.
Me mudei pra cá pra estudar na UNB e moro com uma tia, irmã do meu pai.

Uma das condições pra vir morar aqui foi de que eu iria visitar meus pais frequentemente. Então uma vez a cada 2 meses no mínimo eu vou passar uns 3 ou 4 dias por lá.
Como viajo com frequência, não tenho condições de ficar pagando avião e vou de Buser.
Tem bastante ônibus daqui pra São Paulo, então eu compro com antecedência e viajo à noite que assim vou dormindo, e quase sempre consigo comprar poltronas do tipo leito ou cama.
São mais caras, mas faço questão pois a viagem demora umas 13 horas, e assim pelo menos eu vou confortável e durmo bem.

Eu entrei de férias da faculdade na metade de Julho e decidi passar uns dias com minha família em Ribeirão.
Comprei uma passagem de Buser saindo de Brasília tarde, às 22:15h. Eu costumo ir mais cedo, mas o único com poltrona cama naquela data era esse.
Saindo de Brasília, o ônibus supostamente ia parar em Cristalina (GO) pra jantar, depois passar em Caldas Novas (GO), Uberlândia (MG), Uberaba (MG) e Ribeirão Preto, que é onde eu desço.
Provavelmente depois disso seguiria pra São Paulo mesmo.

Eu sempre pergunto pro motorista que hs mais ou menos são as paradas, só pra saber se durmo ou espero a parada de jantar.
O motorista me disse que o ônibus tava indo um pouco vazio e que ia parar umas 00:30h pra jantar em Cristalina, depois ia direto pra Uberlândia pois não haveria embarque nem desembarque em Caldas Novas, pararia pra embarque e desembarque em Uberlândia e depois só em Ribeirão Preto.
Achei ótimo, pois assim chegaria mais rápido.

Pra quem não viajou de ônibus nos últimos anos, alguns deles têm mais de um tipo de poltrona, e têm 2 andares.
Esse tinha poltronas tipo cama em baixo e semi-leito em cima. A parte de baixo é menor, cabem menos poltronas e tem uma portinha com uma cortininha.
Eu adoro viajar ali pois dá uma sensação de privacidade por ter uma porta e ter menos poltronas, logo, menos gente.
Me ajeitei em minha poltrona e o embarque seguiu. Não tinha ninguém em baixo além de um homem numa poltrona individual que me cumprimentou quando entrei.
Achei que ia entrar mais gente, mas não entrou. Todos os outros passageiros foram na parte de cima, o que achei maravilhoso, e assim o ônibus iniciou viagem.

A poltrona do homem estava ao lado da minha, mas não era literalmente a do meu lado. Estava do outro lado do corredor, na outra janela.
Eu reparei bem nele. Tinha cara de ter uns 40 anos, porte físico bom sem barriga, barba curta mas que cobria o rosto todo, cabelo curto já com alguns poucos fios brancos, começando a ficar grisalho.
Bonito, pensei. Um coroa bonito. Me levantei pra pegar água e trocamos um olhar, ele sorriu. Tinha um sorriso bonito também, um sorriso sereno, de paz. Quando peguei meu copinho de água, ele comentou que sempre tinha água nesses ônibus e pegou um pra ele também.
O ar condicionado costuma ser frio nessas viagens e eu sempre levo um cobertor por causa disso, mas essa empresa era boa e eles distribuíram uma mantinha pra cada passageiro.
Me ajeitei com o cobertor e fui assistir uma série no celular até a próxima parada que seria daí a umas 2hs. Assim que o ônibus pegou estrada, apagou as luzes e ficou bem escuro, e eu aproveitei pra ficar reparando no homem.
Ele não reclinou a poltrona e não se cobriu, só mexia no celular e a luz da tela dele me deixava ver um pouco dele.

Eu, sempre a praga safada que sou, comecei a imaginar mil coisas. Comecei a pensar que um coroa desses deve ser comedor de novinha, ele tinha esse ar de coroa que anda de carrão e pega novinha, de véio da lancha rs
E aí comecei a fantasiar. Rapidinho imaginei ele me comendo numa lancha e já comecei a ficar com tesão. Como tava tudo escuro e eu tava com cobertor, levei uma mão no meu pau e fui punhetando devagarinho, pensando mil safadezas.
Não tinha intenção de fazer nada, óbvio. Era só imaginação pra passar o tempo, ainda mais no escurinho, mas depois de um tempo nisso meu tesão tava alto já e daí ou eu batia uma punheta forte mesmo ou eu parava.
Decidi parar porque fiquei com medo de ele reparar e fui ver minha série.

Chegando em Cristalina, é um restaurantezinho que já parei algumas vezes. Mas esse dia eu já tinha jantado pois a viagem começou tarde, então só comprei um refrigerante e umas balinhas que gosto de comer em viagem.
Voltei rapidinho pro ônibus e logo depois o homem voltou também, começou a puxar assunto. Perguntou se eu não ia jantar, e eu expliquei que já tinha jantado. Ofereci umas balinhas e ele aceitou.
Ele disse que não jantava tarde assim e que não gostava muito de comer ali. Me perguntou pra onde eu ia, de onde eu era, e fomos conversando. Depois ele me contou sobre ele.
Seu nome era Cícero, ele era de Brasília mas trabalhava em Campinas como treinador de futebol de uma academia de futebol de lá, treinando adolescentes.
Comentei que a boa forma dele tava explicada, que ele trabalhava com esportes. Ele disse que se exercitava bastante pra manter o ritmo pois os moleques davam muito trabalho, mais trabalho que mulher.

Eu vendo a oportunidade de flertar, comentei que achava difícil ele ter mais trabalho com meninos do que com mulheres, pois tinha cara de que pegava muitas mulheres.
Ele riu bem à vontade e disse que pegava mais quando era mais novo, mas que apesar de ser divorciado, ele focava demais no trabalho e às vezes ficava na seca por um bom tempo.
Eu, não querendo perder o assunto, disse que pelo menos o trabalho que as mulheres davam compensava pois resultava em sexo.
Ele novamente numa boa respondeu que nem sempre, que era muito esforço e pouca recompensa muitas vezes. E aí ele disse o que eu queria ouvir: disse que sexo por sexo, os meninos que ele treinava faziam mais do que ele e ele até sentia inveja.

Eu concordei gente mais nova é assim mesmo, sempre pensando em sexo. Ele tava me olhando já, mas aí deu uma boa olhada mesmo, me analisando, e disse que eu era novinho também, que não parecia ser muito mais velho que os meninos que ele treinava.
Eu contei que tinha 20 anos, e ele prontamente respondeu que pra ele era a mesma coisa. Eu entendi que ele quis dizer que ele era bem mais velho e que pra ele eu era só mais um novinho, mas gente, eu adoro flertar. Especialmente quando estou com tesão, minha mente fica afiadíssima.
Eu disse que tem uma enorme diferença: que com 20 eu já posso transar com quem eu quiser, até com pessoas bem mais velhas que eu. E antes de ele responder, eu disse que preferia coroas inclusive, pois tinham mais experiência.
Hora nenhuma eu tinha dado nenhum sinal de que era bi ou que preferia HOMENS coroas, mas claro que falei de um jeito que se ele fosse esperto, perceberia.
Eu nem estava esperando que nada fosse acontecer, sou bem safado mas não tinha planejado uma pegação ali, ainda mais num ônibus. Era só um flerte mesmo.
Acho que ele percebeu onde eu queria chegar e começou a me perguntar mais sobre mim. Perguntou se eu tinha namorada, eu disse que não. E perguntou se eu focava em pegar coroas ou se era só por acaso que pegava, e eu disse que não focava, mas que minhas melhores experiências tinham sido com um coroa.
Deixei claro o "um coroa" e não "uma coroa". Ele perguntou se eu tinha dito um coroa mesmo, homem.

Aí eu disse que sim, que pegava meninas também, mas que a melhor tinha sido com um coroa (esse coroa era o Luis, pai do meu vizinho que foi minha primeira vez. Eu não tinha mentido, ele tinha sido minha melhor experiência mesmo, e quando eu chegasse em Ribeirão ia dar pra ele mais umas vezes, já tinha combinado).
Ele continuou numa boa e disse que parece que era bem comum isso hoje em dia, que quando ele não ficava de olho nos meninos que treinava acabava pegando um dando pro outro nos vestiários.
Fiquei curioso, perguntei mais e mais coisas sobre o trabalho dele. O ônibus começou a andar de novo e ele foi contando mais histórias. Quando a luz apagou outra vez ele já tava contando sobre como lá no centro de treinamento tinha natação também, e que o vestiário do futebol ficava mais isolado.
Aí nos horários vagos as pessoas iam pra lá se pegar às vezes e que não eram só os alunos. Eu perguntei se ele mesmo já tinha ido lá pegar alguém. Ele disse que sim, algumas vezes.
Eu já tava num tesão enorme de novo, e como tava escuro eu já tava pegando no meu pau por baixo do cobertor. Perguntei se ele já tinha ido lá pegar algum aluno dele e ele riu e disse na hora que não, meninos não, mas que já tinha pegado umas da natação. Mas que tinha que ter cuidado porque maioria ali era menor de 18 e era difícil saber. Eu pensando no que mais ia perguntar, mas ele mesmo continuou, falou que alguns viadinhos lá já deram em cima dele, que eram descarados, ao contrário das mulheres.

Gente, ali eu tava no auge do tesão, de pau duro e melecado já e com vontade de chupar uma rola. Nem pensei duas vezes e perguntei se ele não tinha vontade de pegar um. Ele disse que vontade tinha, porque adorava fazer anal e mulheres costumam não gostar, que a esposa dele não dava inclusive. Mas que era perigoso se descobrissem, pois mesmo se fosse algum maior de 18 anos ele no mínimo perderia o emprego. Aí eu falei que se ele tinha vontade, era só combinar pra encontrar fora de lá, num motel por exemplo, ou então com alguém que não tivesse risco.
Ele não falou nada por uns segundos e eu fiquei pensando se não tinha forçado a barra, até que ele disse que nunca fez porque não tinha encontrado ninguém pra dar pra ele no sigilo, mas quem sabe.
Eu decidi que não fazia sentido ficar enrolando mais, esse cara deveria tar louco pra comer um cuzinho e o máximo que ele poderia fazer é dizer não.
Me levantei, fui saindo do banco indo pro lado dele e falei que se ele quisesse, tinha encontrado. Ele entendeu e já falou "Olha, tu não pode contar pra ninguém não, hein!?"
Eu disse que não ia falar nada se ele não falasse e cheguei do lado do banco dele.
Ele começou a falar "Que loucura... que loucura.." toda hora, repetindo isso. Eu nem tava enxergando nada direito por causa do escuro, mas já fui tirando o cinto dele e tirando o pau pra fora. Nem vi o tamanho, até hoje não sei direito. Sei que não era gigante, mas era bem grande, maior que o do Luis, grande o suficiente pra me arrombar.

Eu nem esperei ele acabar de tirar a calça e já fui caindo de boca de lado mesmo. Ele repetindo "Nossa, que loucura... que loucura" enquanto tentava tirar a calça e eu tentando chupar.
Finalmente ele tirou a calça inteira e a cueca junto, eu me posicionei melhor na frente do banco dele e comecei a mamar gostoso.
Fiz com ele tudo que eu sabia fazer de melhor. Eu adoro cheiro de pica, e o cheiro do pau dele tava uma delícia. Preguei o nariz na cabeça do pau dele e dei aquela cheirada gostosa, fazendo barulho de fungada pra ele ouvir.
Depois babei bastante, chupei forte rodando a lingua na cabeça, fui engolindo até o fim e voltando pra dar a sensação de que ele tava fodendo minha boca, mamei igual uma bezerra faminta.
O motor do ônibus fazia muito barulho, então nem me preocupei de alguém lá de cima ouvir. Eu gemia, chupava sofrido e ele ia cadenciando, fodendo minha boca, me elogiando muito e repetindo o tal "Que loucura" igual cd arranhado.
Passou um pouquinho, eu já queria sentar, não queria que ele gozasse ainda.

Eu costumo sempre me limpar bem antes de dar, aprendi a duras penas com o Luis que se não fizer uma chuca antes, pode dar ruim. Mas logo antes da viagem eu tinha tomado um bom banho e, claro, feito o número 2 pra viajar tranquilo.
Além de que tenho sempre o cuzinho bem limpinho e sem pelinhos, pois faço depilação antes de viajar pra Ribeirão pra ficar bem feminina pro Luis. Na maioria das vezes eu faço unha dos pés, colo umas unhas de gel e uso uma peruquinha quando vou dar pra ele, depois tiro as unhas de gel da mão e tiro o esmalte dos pés, o Luis adora. E uma coisa que sempre faço é passar um pouco de óleo corporal ao redor do meu cuzinho durante todo o tempo que estou por lá, que assim fico sempre com o cuzinho cheiroso. Então eu tava bem limpinho, lisinho e cheiroso.

Me levantei, falei pra ele ajustar a cadeira, tirei meus tênis e minha calça e fiquei só de camiseta e de meia. Ele deitou o banco dele, eu fui por cima, fiquei agachado em cima dele, de frente pra ele, porque ajoelhado não tinha espaço. Passei um pouco de saliva no meu cuzinho, ajeitei o pau babado na portinha e fui sentando, fiquei naquela posição de quicar mesmo. O ônibus se balançava um pouco e dificultava, mas eu fui me segurando com uma mão e ajeitando a rola no meu cu com outra. Ele me segurando forte por baixo das minhas coxas, me dando apoio. Fui quicando devagarzinho, uma sentadinha de cada vez na portinha sem entrar pra ir abrindo meu cu, até que senti que meu cu tinha relaxado o suficiente e a cabeçona ia entrar. Encaixei e fui soltando o peso até a cabeça passar. Doeu, como sempre dói com rola grande, mas a cabeça já tinha passado. Agora era só ir sentando e me acostumando. Continuei quicando pouquinho, movimentos curtos pra ir me acostumando, e descendo cada vez mais. O Cicero, impaciente de tesão, começou a me foder. Me segurou pra eu não conseguir subir mais e foi puxando pra baixo, eu dizendo que tava doendo, pra ele ir com calma, mas ele não tava nem aí.
Foi metendo e socando até que minha bunda encaixou no colo dele por completo. Eu tava todo atolado no pauzão de um desconhecido, todo desequilibrado dentro de um ônibus de viagem. Realmente era uma loucura igual ele ficava falando.
Ele me jogava pra cima com a cintura, empurrando a rola fundo, e quando eu subia ele descia, quase tirava o pau de dentro de mim, só pra socar fundo de novo quando eu descia. Eu amo sentir que estou sentado no colo de um macho, sentir minha bunda encostar toda na virilha do homem com o pau dele todo dentro, é tipo uma conquista pra mim.

Depois de uns minutos disso, meu cu já tava arreganhado pra ele e não doía mais, aí eu virei uma puta entregue. Eu adoro fazer uma coisa quando o pau começa a entrar mais fácil, que é forçar o cu (como se quisesse expulsar o pau dele) quando metem, e quando vão tirando eu aperto, fazendo o cu piscar, como se quisesse segurar a rola dentro. Isso eu comecei a fazer com o Luis, do meu primeiro conto, quando ele me disse pra "morder" o pau dele. Depois que eu peguei o jeito de fazer isso, era só fazer uns minutos que o Luis gozava rapidinho.
Com o Cicero não foi diferente. Comecei a fazer isso enquanto ele me fodia e ele começou a gemer.
Foi aumentando o ritmo e eu tentando acompanhar, mordendo a pica dele com o cu. Não deu 2 minutos ele falou que ia gozar, me segurou forte sentado no colo dele e foi gozando. Eu fiquei sentindo os espasmos dele comigo atolado na pica, delícia de sensação.
Ele disse que nunca tinha comido um cu assim, que eu dava gostoso demais, que eu chupava melhor que a ex-mulher dele. Disse que sabia que viado dava o cu melhor que mulher e pediu desculpa por ter sido muito rápido.

Eu tava feliz com tanto elogio, mas a pica dele ainda tava atolada no meu cu e meu pau tava babando de tão duro. Então eu só comecei a sentar de novo e disse pra ele me comer mais.
Ele começou a meter de novo, mesmo com o pau meia bomba ainda tava gostoso. Agora a porra dele tava servindo de lubrificante e tava deslizando fácil. Fiquei nisso mais um pouquinho mas minhas pernas não aguentavam mais.
Falei pra trocarmos de posição que minhas pernas tavam queimando e ele se levantou sem me tirar do colo dele. A pica saiu e eu senti escorrer porra pela minha bunda, ele me colocou de frango assado no banco. Acho que o que me dá mais tesão em dar pra homem é o fato de ficar submissa, igual uma vadiazinha mesmo. Quando me tratam assim é quando eu sinto mais tesão. Ele veio por cima, encaixou o pau de novo e começou a meter.
O espaço em cima do banco é curto, e ele tinha colocado as minhas pernas nos ombros dele. Gente, eu sou magro mas não sou muito flexível não, acho que mulheres são bem mais rs
Então ficou meio ruim, ele queria deitar em cima e minhas pernas não cediam. Pedi pra ele soltar as minhas pernas, tentei levantar mais minha bunda pra encaixar melhor nele, mas sem uma almofada em baixo ficou difícil.
Abracei ele com as pernas, puxando pra mim, adoro fazer isso, mas mesmo assim ainda tava entrando meio mal, só até a metade parece, e ainda tava meia bomba de ele já ter gozado.

Eu queria ficar de quatro, mas queria ele de pau bem duro. Ficamos assim uns minutos, depois achei melhor sentar nele pra dar um descanso pra ele dessa posição desconfortável. Ele se sentou na poltrona e me pediu pra sentar nele de costas pra ele, pra ele ver minha bunda. Me segurei no banco da frente, fiquei entre as pernas dele, ele encaixou a pica e eu sentei até o fundo. Ele ligou a luz que fica em cima do banco dele e fiquei com medo de alguém em algum carro da estrada ver a gente, então fechei a cortina.
Fui fazendo aquele vai e vem, esfregando a bunda no colo dele com a pica toda atolada no cu. Ele me segurava pela cintura e ia me guiando e ajudando a rebolar. Com eu tava apoiado no banco da frente, rebolar tava fácil, e fiquei assim por um tempo, até sentir que ele deu uma descansada e já tava pronto pra meter com força de novo.

Aí eu decidi ficar de quatro pra ele. Essa é a minha posição favorita, adoro empinar bem a bunda, arreganhar bastante e deixar o macho me montar como ele quiser. E foi isso que eu fiz, empinei bem, ele encaixou e meteu.
Ele me comia e eu dizendo pra ele meter na puta dele, chamando ele de meu macho, tudo que eu sabia de putaria eu usei nele. Esse cara devia estar louco de tesão, eu sentia o pau dele inteiro, me cutucando fundo.
O tecido da poltrona tava esfolando meus joelhos, mas tava uma delícia a posição, acho que se ele continuasse assim por muito tempo eu ia gozar sem me tocar, coisa que ainda não aconteceu comigo.
Eu já tava louco pra gozar, então comecei a bater uma punheta enquanto ele me fodia e não deu 30 segundos gozei igual louco. Cada onda de prazer era um jato de porra que eu esguichava e um espasmo violento da minha bunda.
Ele viu que eu tava gozando e parou de meter no ritmo rápido, só socou fundo e segurou o pau lá, depois quase tirou tudo e meteu fundo de novo e segurou o pau por uns segundos, ficou repetindo isso.
Me fez gozar totalmente engatado nele, com a bunda colada na virilha dele e com o pau dele atolado no meu cu, parecia que ele tava gozando tentando me engravidar.

Quando acabei de gozar, ele continuou metendo mas eu tava esgotado, nem conseguia mais empinar a bunda como antes. Ele viu e disse que agora queria gozar de novo, mas que tava difícil com o ônibus balançando.
Saiu de dentro de mim e eu senti meu cu aberto, sensação deliciosa de estar totalmente arrombado. É um vazio como se meu cu tivesse sentindo falta da pica, como se estivesse errado sem ela lá rs
Não tinha como ele se sentar no banco dele porque tinha uma poça de porra minha lá. Ele se sentou no banco de trás e me pediu pra chupar novamente.
Fui com o maior prazer e comecei a mamar como fiz no início, mas agora sem parar. Meu medo era o pau dele estar sujo, se é que me entendem. Mas não tava, só tinha gosto de cu e porra, que eu amo.
Chupei muito, gemendo e punhetando enquanto chupava. Quando vi que ele ia gozar, aumentei o ritmo e fui engolindo cada jato que vinha na minha boca.
Não deixei escapar nada e quando terminei falei que ele tinha uma delícia de pica pra chupar e que adorei engolir a porra dele.

Ficamos assim um pouco pra nos recompormos, eu brincando com o pau meia bomba dele, batendo um pouco de punheta e chupando as bolas, ele respirando ofegante e me dizendo o quanto tinha sido uma loucura, que eu chupava gostoso, que dava melhor que muita mulher.
Quando me levantei senti as pernas bambas do esforço, e senti que estava completamente ensopado de suor. Agora com o sangue esfriando o ar condicionado estava maltratando.
Liguei a lanterna do celular e vi o estrago. Uma mancha enorme de porra (minha porra) na poltrona dele e diversas outras menores que pingaram de quando ele gozou em mim da primeira vez. Nossas calças e sapatos no chão, eu e ele molhados de suor.
A camisa polo dele parece que tinha acabado de sair da máquina de lavar, toda úmida. Nos vestimos rapidinho e como ficou frio por causa das camisas molhadas, eu e ele tiramos as camisas pra cobrir com o cobertor. A poltrona dele tava impossível de sentar, mas não fazia sentido ele ficar longe de mim agora.
Afinal tinha literalmente porra dele no meu cu e no meu estômago. Falei pra ele sentar ao meu lado e usamos os 2 cobertores, logo logo caí no sono. Acordei em Uberlândia só pra ir ao banheiro e depois voltei pro ônibus e dormi mais, e eu só acordei mesmo quando chegamos em Ribeirão. Peguei o contato dele e disse pra ele me avisar sempre que fosse passar uns dias em Brasília, que tinha adorado ser a puta dele e queria que ele me comesse mais vezes.
Ele disse que nunca tinha comido alguém igual me comeu e queria repetir a dose em um lugar melhor rs
A hora que cheguei em casa meus pais não estavam em casa, mas eu tenho a chave, então fui direto pro banho. Eu queria chegar de viagem e já ir pra casa do Luis dar pra ele, mas não ia conseguir, e dormi logo depois do banho.
Fiquei uns dias em Ribeirão, encontrei o Luis três vezes só, mas foram ótimas, como sempre são.
Agora estou de volta em Brasília, as aulas já começaram, minha rotina de estudante voltou ao normal. Mal posso esperar pra dar pro Cicero outra vez.

Vou deixar mais histórias de algumas aventuras que tive aqui no site, quando tiver mais tempo de digitar.
Como não sou assumido, todas as minhas experiências com homens são muito no sigilo, então são todas aventuras que valem a pena contar.

A primeira vez que transei em um local público foi em um shopping em Ribeirão, acho que vou contar sobre isso da próxima.
Espero que tenham gostado e que sirva de incentivo pra se arriscarem mais, viver é muito gostoso.


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269140 - Minha primeira vez: virando fêmea do vizinho quando era novinho - Categoria: Gays - Votos: 20

Ficha do conto

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Nome do conto:
Virei fêmea no ônibus da Buser

Codigo do conto:
269269

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/08/2026

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7

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