Enrabado pelo negão no trabalho

Pessoal, este é o meu terceiro conto, e acho que vai ser até mais curto que os outros, mas ainda longo. Pra quem não me conhece, vamos lá de novo rs
Sou homem, bi, tenho 20 anos, sou branquinho e baixinho, magro mas não magricela. Tem mais detalhes sobre mim nos meus outros contos.
Não sou assumido, então ninguém sabe que eu sou bi além dos que já me pegaram.

Pois bem, como não sou assumido, quando transo com algum homem é sempre no sigilo. Eu também não frequento ambientes LGBT, tipo boates nem bares, e nem uso aplicativos.
Não sou de ficar de pegação com homem, o que eu gosto é de dar, de ser enrabado, ser feito de mulher por um macho. Eu deixo isso acontecer naturalmente, e acaba sempre sendo com homens que também querem manter em sigilo que comeram um viadinho, o que torna tudo muito mais gostoso na minha opinião.
O que vou contar agora aconteceu há pouco mais de 1 ano, quando eu tinha 19 e trabalhava num cursinho como auxiliar de TI.

Eu trabalhava de auxiliar de TI à noite em um lugar que dava cursos, e meu trabalho era simples, basicamente preparar as salas de aula. Ligar projetor, preparar computador, testar som, essas coisas.
Além das salas de aula lá tinha um auditório grande que alugavam com uma salinha multimidia do lado, e quando tinha quando tinha algum evento no auditório tinha que preparar tudo também e ficar na salinha controlando audio e luz.
Era muito legal quando tinha evento, adorava ficar lá na salinha.

Quando chegava o período de férias lá eles faziam obras, reparos, renovações e coisas mais demoradas. Eu tinha que ir lá de todo jeito, mesmo sem nada pra fazer. Eu acabava ficando lá das 18h até as 22h na salinha de TI mexendo na internet, estudando, vendo filme.. enfim. Ficava apenas o segurança na portaria, eu na salinha, o pessoal da direção no 2º andar e uma ou outra pessoa que estivesse fazendo algum serviço. A salinha do TI era bem nos fundos, bem fora de vista dos alunos, e só dava pra entrar com cartão de acesso.

Em um desses dias à toa, chegou um técnico de som pra trocar as caixas de som do teto do auditório. Ele ia precisar da minha ajuda, e achei até bom pois lá à noite era um tédio.
Se chamava Edvaldo, era negro, mais alto que eu, tinha uma barriga de cerveja e cara de ter mais de 40 anos. Não muito simpático, era mais sério mesmo, mas até agradável. Não era bonito, mas pelo menos não tinha mau hálito. Se tem uma coisa que me corta completamente o tesão em alguém é um hálito ruim..
Nos primeiros 2 dias quando ele chegou, o porteiro me chamou no rádio dizendo que ele estava chegando. Assim eu já abria a porta da salinha do TI, ele buscava o que precisava e íamos pro auditório.
Trabalhar com o Edvaldo era tranquilo, ele soltava umas piadas aleatórias de duplo sentido, e era engraçado pois ele era sério e ria pouco, então sempre dava aquela impressão de que ele não estava brincando.
Eu já tinha dado uns sinais bem leves de que gostava de macho, mas não tinha dado mole pra ele, nada nesse sentido. Eu gosto de flertar, então às vezes entro na onda pela diversão mesmo. Nem sabia se ele tinha pescado nada no ar.

No segundo dia, eu tava na salinha multimidia do auditório mexendo no painel enquanto ele instalava as caixas novas quando ele precisou ir à salinha do TI buscar ferramenta.
Eu dei meu cartão pra ele abrir lá, ele foi e me devolveu. Mas precisou ir de novo, e de novo, então dei a ele o meu cartão e fiquei com um temporário.
No dia seguinte era sábado, e apesar de não ter aula sábado, eu ainda tinha que ir lá. Só que sábado ficava realmente só o porteiro, e não era o mesmo porteiro pois eles variavam a escala. Esse porteiro liberou a entrada do Edvaldo e não me chamou no rádio.
Nem eu sabia que o Edvaldo iria lá no sábado, achei que ficaria lá sozinho.

No tédio, coloquei um pouco de pornô e assisti alguns videos. Eu não me masturbava na empresa, só procurava videos até encontrar algum que eu gosto, depois salvava o link pra ver depois quando fosse me masturbar.
A salinha não tinha câmera e eu usava meu notebook pessoal pra isso. Além de que a porta não abria de uma vez, ela apitava antes de destravar de fato, o que me daria tempo de fechar alguma aba aberta se precisasse, então me senti super seguro.
Mas nessa segurança toda e sabendo que eu estava basicamente sozinho no prédio, esqueci o notebook com um video rolando e fui mexer em outras coisas.

Eis que do nada a porta apita e o Ednaldo abre. Fiquei surpreso com ele lá, com sua mala de ferramentas, e ele também parecia surpreso em me ver. Disse que achou que eu não estaria lá, pois era sábado. Eu expliquei que eu trabalhava de segunda a sábado, mas só à noite, e que eu também achei que ele não iria lá no sábado. Ele disse que como tinha ficado com meu cartão, quis adiantar o serviço. Nisso, ele colocou a mala de ferramentas na mesa e viu o que estava na tela do meu notebook. Eu esqueci completamente que deixei o video rolando.
Não tinha som, mas o video estava lá em tela cheia. Era um cara com uma pica enorme, socando num viadinho branquelo igual eu.
Ele viu ao mesmo tempo que eu vi, e eu fiquei completamente sem saber o que dizer. Senti meu rosto queimar e devo ter ficado muito vermelho, mas ele ficou vendo por uns segundos.
Eu já estava fritando internamente, pensando no que dizer. Meu plano era agir naturalmente e dizer algo tipo "Sabe como é, sabadão, tem que se divertir e tal". Mas no video tava muito claro que era pornô gay, que era um macho enrabando uma bichinha.
Mesmo assim falei "Opa, esqueci de tirar isso aí" tentando soar natural. E ele sem tirar os olhos do computador perguntou se era eu no vídeo.

Fiquei surpreso com a pergunta. Como assim eu? De onde ele tirou isso? Mas parecia eu mesmo, eu tinha pesquisado justamente esse tipo de coisa, pra me imaginar dando igual o rapaz do vídeo.
No susto respondi muito rápido que não, que era um cara qualquer aí. Ele na maior naturalidade se voltou pras ferramentas dele e falou que parecia comigo, e pronto.
Deixou o video rolando lá em tela cheia e foi agindo normalmente, eu morrendo de vergonha. Pegou o que precisava e perguntou se eu ia ajudá-lo no auditório hoje também ou se ia ficar na salinha pra "terminar o serviço".
Gente, eu queria me enfiar num buraco no chão de vergonha. Ele tava achando que eu tava me masturbando quando ele chegou, e que ele interrompeu.
Tentei rir pra disfarçar, falei que ia lá ajudar, que tava só vendo de curiosidade mesmo, que não tava fazendo nada. Ele só acenou com a cabeça e foi andando.
Acho que poucas vezes na minha vida senti tanta vergonha.

Fui com ele e o clima ficou muito estranho. Ele agiu completamente normal, mas eu não conseguia, fiquei tenso.
Trocamos 2 caixas, que deve ter demorado quase 1 hora e aí fomos testar. Ele ligava o áudio e eu mexia nos controles da salinha até achar o correto pra cada caixa. Nenhuma funcionou. Trocamos os cabos, nenhuma funcionou. Ele veio na salinha ver o painel. Clima estranho de novo, e ele do nada falou que eu não precisava ficar com vergonha. Aí é que eu fiquei com mais vergonha ainda, mas fui sincero e falei que era tenso ser pego assim né. Ele disse que já foi pego várias vezes, que não tem nada de mais, todo o mundo vê um pornô de vez em quando. Eu repeti que mesmo assim, era uma coisa íntima.
Ele virou pra mim perguntou se eu tava com vergonha porque era pornô ou porque era pornô de viado. Aí me pegou de surpresa. Eu estava com vergonha justamente porque era pornô gay, e principalmente porque ele achou que era eu.
Eu dar uma de que não tinha vergonha de ver pornô, disse que era porque ele tinha achado que era eu, e ele fez uma cara de confuso. Disse que o rapaz parecia comigo, e que na hora ele pensou que era um video pessoal meu que eu tinha gravado com alguém.

Eu entendi que ele não tava me tratando como hetero mais, desde que viu aquilo ele concluiu que eu era completamente gay, mas ele não me tratou diferente por isso. Aí relaxei um pouco mais, disse que não era eu, mas que ninguém podia saber que eu tava vendo isso lá, senão eu perderia meu emprego.
Essa foi das poucas vezes que eu vi ele rir. Ele riu e disse que jamais contaria, que só tava tentando me deixar à vontade porque viu que eu fiquei sem graça. E ainda falou que se fosse eu no vídeo também não teria problema nenhum.
Respirei mais aliviado, mas aí ele soltou a bomba. Disse que ele é que ficou sem graça com o tamanho da jeba que tava entrando no cu do rapaz, que ele achou que era eu levando aquela vara toda.
Gente, aí tinha duas opções. Me fazer de bobo ou ser sincero. O cara já tinha certeza de que eu era gay, pra quê explicar ou enrolar? Resolvi ser sincero e disse que eu nem aguentaria algo daquele tamanho não.
Ele perguntou se eu já tinha tentado e eu disse que não, que nunca tinha nem visto um pau daquele tamanho de verdade. Perguntou se nem com um consolo eu tinha tentado, eu disse que não, e que com certeza não ia caber também, que ia me rasgar.

Essa foi das poucas vezes que um homem tomou a iniciativa comigo. Ele disse que caber caberia sim, que era só saber comer. Disse que ele mesmo tinha um pau grande e que sua esposa nunca se acostumou, mas ele sempre comia porque sabia como meter sem machucar.
Eu instintivamente olhei pro pau dele e vi que tava duro já, com volume na calça. Ele viu que eu tava olhando e se virou de frente pra mim, perguntou se eu queria ver. O cara de pau não perdeu tempo nenhum. Mas eu fui pego de surpresa pelo meu próprio tesão, eu nem tinha sentido que tava com tesão, estava morrendo de vergonha até um minuto atrás. Quando dei por mim respondi automaticamente que sim. Ele largou os cabos que estava mexendo, foi até a porta do auditório e trancou. Voltou até a salinha e fechou essa porta também. Dali a gente conseguia ver a porta do auditório se o porteiro resolvesse entrar e daria tempo de disfarçar. Enquanto ele foi trancar as portas, eu pensei "Será que ele vai querer me comer?". Quando ele voltou e fechou a porta da salinha eu tive certeza que ele ia sim.

Ele já foi abrindo o ziper da calça e eu vi o volume na cueca. Gente que tesão, não precisei falar nada. A salinha tinha carpete no chão, eu só me ajoelhei e já fui pegando no pau dele por cima da cueca. Tirei da calça e ele tava com um cheiro de suor gostoso, cheiro de macho.
Ele tinha muito pentelho, muito mesmo. Parecia que não raspava há anos, mas mesmo assim era um pau grande. Não tão grande quanto o do video, que era algo surreal, mas era o maior que eu já vi, sei lá uns 19cm e grosso. Pauzão preto, cabeçona roxa com pele encobrindo, um pouco torto pra esquerda, pesado. Bom de bater no rosto e na lingua. Puxei a pele pra trás pra expor a cabeça, veio aquele cheirão de pau, muito forte mesmo, até um pouquinho azedo. Fiquei louco. Cheirei bastante, lambi, punhetei, lambi a cabeça que já tava soltando baba, chupei, tentei engolir mas mal cabia na boca. Fui chupando sofrido e ele não falava muita coisa só me mandava chupar. A essa altura eu já era bom de boquete, então num certo ponto senti que se continuasse ele iria gozar.

Como eu queria dar mesmo, parei de chupar na hora e antes que ele pudesse reclamar eu já tirei minha calça, minha cueca, fiquei de quatro num degrauzinho que tinha lá e pedi pra ele me comer logo. Ele cuspiu na entradinha do meu cu e disse que ia me maltratar. Aí fiquei com medo. Lembrei que o pau dele era grande. Até aquele dia o maior tinha sido do Luis, que era um pouco maior que a média só. O desse cara parecia um pepino grande.

Pedi pra ele ir com calma, que era grande demais e ele só me disse pra relaxar senão ia doer. Encaixou a rola e forçou. Achei que ele ia forçar um pouco e parar, mas não. Ele continuou forçando e forçando até passar a cabeça.
Gente, essa doeu. Foi a vez que mais doeu na minha vida. Doeu muito, fiquei sem ar, uma pressão incrível e a dor não passava, ele não tirava o pau e eu não conseguia nem falar nem gemer. Mas ele só ficou parado lá, sem se mexer por mais de um minuto, depois tirou e ficou punhetando pois parece que tinha amolecido um pouco de ter ficado parado.

Meu tesão quase tinha sumido de dor. Daí foi aquele processo, ele colocava mais, parava, tirava, colocava mais, passava saliva.. assim até entrar tudo.
A dor foi diminuindo mas não parou nunca, ficou sempre doendo um pouco, eu me sentia um cabaço virgem. Mas depois de uns minutos e algumas fincadas de dor mais forte, eu consegui empinar direito, como eu queria.

Aí sim, deixei meus joelhos bem espaçados e os pés juntinhos, abaixei o rosto e curvei as costas. Desse jeito é como me sinto mais aberto e exposto pra levar pica, e entra melhor pra mim. Ele aumentou o ritmo e eu me senti igual o rapaz do video, todo aberto levando uma pica enorme. Toda hora ele parava pra cuspir no pau dele, lubrificando até que ficou tudo melecado e entrando mais fácil. Ele nem precisava me puxar pela cintura mais, eu mesmo jogava a bunda contra ele e sentia o pau dele bater no meu estomago. Cada estocada era uma pressão forte lá dentro, e o barulho das batidas não era aquele "plac plac plac" seco, era mais um "blek blek blek" molhado de tanto saliva que ele passou.

Ele me mandou gemer mais alto igual cadela, mas eu gemia baixinho, tinha medo de gemer alto por estar lá no trabalho, apesar de o auditório ter isolamento acústico e a salinha mais ainda. Uma hora ele pegou meu rosto com a mão e me mandou abrir a boca. Eu abri achando que ele ia por o dedo pra eu chupar e ele cuspiu dentro da minha boca. Na hora senti nojo, não sabia que ele ia fazer isso, mas logo na sequência ele me deu um beijo e chupou minha língua, me desmanchou todo. Me mandou abrir a boca de novo e dessa vez eu até coloquei a língua pra fora e falei "aaahhhh". Ele cuspiu de novo, eu engoli com o tesão comecei a gemer igual uma vagabunda mesmo, falei um monte de putaria. Disse que ele tava arreganhando meu cu, que era a puta dele e ia ficar viciada naquela pica.
Ele nem respondia, só metia e batia na minha bunda, de vez em quando cuspia na minha boca e me beijava. Acho que ele me comeu assim por uns 20 minutos sem mudar de posição e por mim poderia até ter sido mais, tava uma delícia. Anunciou que ia gozar e tirou a rola de mim. Eu queria que ele gozasse dentro, mas assim que ele tirou já começou a gemer alto e bater punheta, eu me ajoelhei na frente dele. Ele nem apontou a rola pra mim, eu é que cheguei o rosto perto e abri a boca de novo pra receber porra. Logo no primeiro jato eu coloquei a boca na cabeça da rola dele pra ir engolindo. Saiu muita porra, apesar de não ter esguichado com força.. Deixei ele minha boca, e quando acabou eu engoli fiquei sugando a cabeça mais um pouco, chupando até sentir que tava mole e não ia sair mais nenhuma gota de porra.

Ele guardou a rola, fechou o zíper da calça e eu ali, sentado no chão só de camiseta, sem calça, completamente arrombado. Não tinha gozado ainda, mas de alguma forma tava completamente satisfeito.
Ele disse que depois disso não ia mais conseguir trabalhar e que voltaria na segunda-feira. Enquanto eu me vesti, ele foi guardando as ferramentas. Fomos pra salinha, e eu sentindo um vazio enorme e uma sensação estranha. Parecia que ele tinha reconfigurado meu intestino todo por dentro.
Quando chegamos na salinha, ele foi preparando a mala pra ir embora e eu disse que ele ia ter que me comer de novo na segunda-feira, que eu queria viciar no pau dele. Ele riu e disse que eu tinha uma um cuzinho apertado e que dava igual puta. Me deu um tapa na bunda, achei que ia me beijar de novo mas não. Só pegou a mala e saiu. Depois disso, fui obrigado a bater uma lá mesmo. Não deu 2 minutos de punheta e gozei litros, ainda sentindo meu cu ardendo de ter levado pica.

Na segunda quando ele voltou, transamos de novo no auditório, do mesmo jeito. Esperamos ficar mais tarde e com menos gente lá, trancamos tudo, eu mamei no pau dele e ele me comeu de quatro. Fez tudo de novo, cuspiu na minha boca e chupou minha língua, me deu uns tapas e gozou fora.
Não consegui fazer ele gozar dentro nenhuma vez, ele sempre tirava muito rápido e sem avisar. Repetimos a dose mais umas duas vezes até que o serviço dele terminou. Nessa semana só dei uma vez pro Luis, pois todo dia estava sendo enrabado pelo Edvaldo.
Eu quis pegar o número dele pra marcar de novo, mas ele não quis me passar. Disse que eu ia acabar vacilando e a mulher dele era muito ciumenta. Já procurei por ele nas redes sociais mas não encontrei, acho que não tem.

Por um tempo eu pensei até em ligar pra empresa onde ele trabalhava pra solicitar um serviço lá pra minha casa, ver se assim eu o via de novo, mas desisti da ideia. O Luis me comia bem demais, e por mais que o pau dele não era tão grande, era até mais gostoso pois eu aguentava outras posições, então fiquei satisfeito. Eu sempre acabo mencionando o Luis, mas é porque ele foi disparado o que mais me comeu e ainda me come, e eu tive poucos parceiros.
O que eu sinto mais falta mesmo é da forma que o Edvaldo me comia. Sempre de quatro e bem fundo igual a uma puta, sempre cuspindo em mim e me beijando depois, me usando igual boneca.
Eu não gozei dando pra ele nenhuma das vezes, mas sempre me sentia estranhamente satisfeito e todas as punhetas que bato lembrando dele me comendo me fazem gozar muito.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Enrabado pelo negão no trabalho

Codigo do conto:
269355

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/08/2026

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