Quando cheguei em casa, fui recebido pelos meus três filhos e pela minha mulher, logo esqueci o que havia acontecido. Lá em casa há sempre muita agitação com três rapazes pequenos. Não fui logo dormir; primeiro almocei com eles, quis aproveitar um pouco a minha família. Depois contei para a minha esposa como tinha sido a noite, claro que a foda eu ocultei; ela tem mente aberta como eu e ficou contente por eu ter gostado do trabalho, iria ser um bom extra que passaríamos a ganhar para o orçamento familiar.
Depois do almoço fui dormir; estava exausto, pedi à minha mulher que me acordasse no fim da tarde, pois queria passar mais algum tempo com ela e os rapazes antes de voltar ao bar para trabalhar, o que aconteceria por volta das 22h. Acordei antes de a minha esposa me chamar, comecei a lembrar da foda com o Miguel e o meu pau ficou duro como pedra, e ela entrou no quarto para me acordar; como eu estava a dormir só de cueca, ela reparou logo no meu volume.
- Nossa, maridão, que volumão é esse?
- Acordei com tesão, amor.
A Rute é safada, não é por acaso que já vamos ao quarto, filho. Ela adora foder; assim que viu o meu pau bem duro, ajoelhou-se logo, no chão, junto à cama, agarrou o meu pau e puxou-o para fora.
- Adoro te ver assim, amorzão.
A safada estava muito grávida, oitavo mês de gestação, mas, mesmo assim, me fez uma mamada deliciosa, que só terminou quando gozei na sua boquinha. Ela é louca por isso, e eu também; ela tomou o meu leite todinho e, no fim, levantou-se toda satisfeita, depois deitou-se na cama e abriu bem as pernas. Eu sabia o que ela queria: adoro lamber aquela sua xoxotinha, fiz um linguado nela até que ela tivesse o orgasmo também. Ela geme muito na hora e eu fico doidão; ultimamente, as nossas fodas eram assim, com o barrigão enorme que ela tem, não arriscamos foder.
- Vai tomar meu gato, tens que estar bem cheio para os viados darem muito em cima de ti.
- Queres vir comigo?
- Depois, tomo, vou ver os rapazes; se os deixar muito tempo sozinhos, vão fazer asneiras....
Sorri e fui ao duche, ele nem imaginava o quanto davam mesmo. A partir dali, o tempo passou muito rápido e logo chegou a hora de ir trabalhar.
Quando cheguei ao bar, só lá estavam o David e o Raul, os outros dois barmens. Perguntei pelo Miguel, e contaram-me que ele, por norma, só chega depois da meia-noite, hora em que o bar abre. Como eles já trabalhavam lá há muito tempo, explicaram-me o trabalho que eu precisava fazer; então fiquei com o Raul a organizar as bebidas no balcão e o David iria guardar no armazém, que fica na parte de trás do bar, os produtos que tinham chegado durante a tarde.
Na noite anterior, eu mal tinha conversado com eles; o Miguel ficou quase sempre ao meu lado ensinando-me as rotinas do bar, mas logo me entendi com o Raul. Ele é bastante conversador, e conversa vai, conversa vem, eu aproveitei para perguntar sobre algumas coisas que tinha achado estranhas no dia anterior:
- Cara, é normal vocês irem embora com clientes? — Tinha achado estranho os dois irem embora cedo com clientes na noite anterior.
- Não, cara, mas às vezes acontece; porém ontem não foi esse o caso.
- Não?
- Não — sorriu maliciosamente — os caras com quem eu e o David fomos embora são os nossos namorados.
- Me desculpa, cara, estava te julgando errado.
- Estavas nada, já saí daqui com muitos clientes. Se são gostosos e eu estou afim, não tenho problemas com isso, mas ontem não foi esse o caso. Isso te incomoda?
- Não, só achei estranho vocês terem ido embora cedo e não terem ajudado a arrumar as coisas no fim.
- O normal é ajudarmos a arrumar tudo, mas o Miguel ontem deixou-nos ir embora mais cedo; acho que ficou interessado em ti.
- Que é isso, cara? Somos amigos de infância — tentei disfarçar.
- Tu és um puto de um gostosão, fazes bem o estilo dele; e ele notou que ficaste vidrado quando ele estava a comer aquele segundo cara, ele comentou isso comigo.
- Como não havia de ficar? Aqui só acontece putaria; mas eu estava, era espantado, de ver como aquele cara gemia no pau dele.
- Tu gostaste de ver, que eu sei. - Riso sacana. — Eu notei que ficaste com tesão, ou vais negar?
- Vais dizer que tu não ficaste?
O safado veio até junto de mim, passou a mão na minha bunda e falou bem ao ouvido. Gostei da ousadia dele e me deixei levar.
- É claro que fiquei, mas para mim é normal. Já tu, segundo o que sei, és macho, casadinho e papaizinho.
E o safado começou a enfiar a mão por dentro das minhas calças e foi direto à minha bunda; eu não falei nada e comecei logo a ficar de pau duro, e ele continuou e senti o dedo dele rodopiando o meu buraquinho.
- Aposto que o Miguel ontem comeu este cuzinho — e enfiou o dedo no meu cu.
- Aaaiii porraaaaa… — gemi. — Vocês aqui são todos assim?
- Assim como? — E enfiou um segundo dedo e enterrou os dois. Nossa!
- Safados, porra.
- Isso somos. Bem safados, mas tu também és, que foste logo dando o cu para o nosso chefão no primeiro dia.
- Quem disse?
- Ninguém, foi este cuzinho.
Ele tirou as mãos de dentro das minhas calças e começamos a nos beijar. Porra, aquela vontade de dar o cu estava outra vez no máximo. O Raul é um garoto, deve ter uns 25 anos, um carinha bonito, com cara de safado, baixinho, deve ter 1,70?m, todo bem feitinho com o corpo tatuado. Já eu, com os meus 1,92?m de altura, era um gigante ao seu lado, mas o carinha sabia me deixar louco e, enquanto nos beijávamos, ia sempre passando a mão na minha bunda.
- Aposto que estás sentindo uma falta do caralho do pauzão do nosso chefão — e voltou a levar a mão ao meu reguinho e começou a estimular o meu buraquinho — o Miguel fode bem para caralho.
- O que importa isso? — falei apertando o pau dele, que estava bem duro dentro das suas calças. — Agora estou aqui contigo e aposto que tu estás cheio de vontade de me comer.
Eu lá queria saber do Miguel, aquele garoto era um safado, e tinha despertado novamente a minha vontade para dar o cu; eu queria que fosse ele a me comer.
- Um papaizão gostoso como tu me deixa cheio de tesão…
- Uhmmm… deixa ver esse tesão.
Desapertei o cinto das suas calças e ele largou novamente a minha bunda e puxei-as um pouco para baixo; o pau dele apareceu já bem duro.
- Estás bem teso, seu safado.
- Deixaste-me assim, caralho; agora vou ter que te comer.
- Gostas de foder um macho como eu, é? — A pergunta não era inocente. O garoto podia não ser comedor, eu segurava no seu pau e punhetava-o.
- Com um macho como tu, eu topo tudo — e o safado levou a mão ao meu cuzinho — vou te foder todinho, Chicão.
- Que delícia…
Demos mais um beijo e eu não parava de agarrar o seu pau; depois, sorri para ele e, em seguida, ajoelhei-me na sua frente. Eu não conseguia tirar o olhar do seu pau, puxava o prepúcio para baixo e me aparecia aquela cabecinha rosinha; nossa, me crescia água na boca. Ele tem um belo pau. Mas caralho, o que estava a passar comigo? Sempre tinha sido heterossexual e eu estava cheio de vontade de mamá-lo, então fui logo dando uma sugadinha naquela cabeçona…
- Porraaaa, cara — ele estremeceu todo quando botei a boca no seu pau.
- Tens aqui um belo pau, cara. Estou cheio de vontade de mamá-lo — falei bem safado enquanto batia uma punhetinha nele e ele levou a mão à minha cabeça.
- Então, chupa gostoso, papizão; porque tu despertaste o macho que tenho dentro de mim, vou te foder todinho.
Porra, me dava tesão ouvi-lo falar assim; botei a minha boca naquela pica e a chupei muito bem. Era do tamanho da do Miguel, uns 18?cm, sabia a pau mal lavado, mas gostei do sabor, e comecei a dar sugadas bem gostosas naquela cabeça rosadinha; o garoto gemia, era delicioso mamá-lo assim, caralho, e eu já sabia como chupar um pau.
- Porra, Chicão, que boquinha é essa? Uhmmmmmm...
Eu continuava dando sugadinhas naquela cabecinha saborosa e depois abocanhava-a o máximo que podia. Botei o meu para fora e comecei a punhetar-me, e o garotão, sempre gemendo de prazer, começou a forçar a minha cabeça contra o seu.
- Engole tudo, seu gostosão.
O cara fez mais pressão na minha cabeça, o pau dele sumiu na minha boca e o meu nariz tocou nos seus pentelhos; eles tinham um cheiro forte de pau, e isso me excitava muito. Eu sentia o meu cu latejar e ele começou literalmente a foder a minha boca, caralho, aquilo me dava tesão, eu me engasgava, babava muito, mas ele não tirava o pau da boca, sempre a fode-la; eu sentia o meu cu cada vez com mais contrações, nossa, queria ser muito enrabado. Ele ficou assim um tempo até que me soltou e me deixou respirar.
- Me come, cara — falei logo, não sei explicar, mas eu estava morrendo de vontade de dar o cu para ele.
- Estás assim com tanta vontade, seu gostosão?
- Estou, cara.
- Tens uma boca do caralho, sabias?
- Sabia, mas o meu cu é melhor.
- Já vou ver… levanta-te daí…
Levantei-me, e ele me debruçou sobre o balcão do bar, e eu empinei a minha bunda toda para ele.
- Fode-me!
Porra, eu estava louco para dar para ele. Queria logo o pau dele me comendo, mas ele não me fodeu de imediato; sorriu bem safado, ajoelhou-se atrás de mim e apertou minha bunda com as mãos.
- Que caralho de bunda mais gostosa, Chicão.
- É tua, safado.
- És uma delícia de macho, sabias? — e senti a língua dele passar no meu reguinho, tremi todo, adorei.
- Caralhoooo Raul… Uhmmm… Porraaaa… — Aquilo era tão bom.
- Que cuzão, Chicão, nossa, estou louco por ele, vou me divertir muito com ele — e enfiou o dedo polegar nele.
- Aaaiiii, nossaaaaa… que isso é tão gostoso… desde que me fodas, podes te divertir à vontade — e o safado se empolgou e enfiou novamente dois dedos no meu cu; porra, aquilo já era tão bom, que gemi gostoso — aí, caralho, uhmmmm.
- Este cuzinho já levou piroca, está bem soltinho, que tesão.
- Me come logo, garotão, estás a me deixar louco.
- Estás no ponto, papaizinho…
Ele levantou-se e encostou o seu pau no meu cu e começou logo a forçar. Caralho, só então percebi que o meu cu estava todo ardido desde ontem, e senti dor.
- Vai com calma, garoto.
- Vou o caralho, se aguentaste bem o pau do Miguel, também vais aguentar o meu — e meteu quase a metade.
- Aaahhhhh, seu sacaninha.
- Tu gostas, que eu sei, seu gostoso.
- Gostoso, mas vai com calma, cara.
- Sê macho, porra, senão perco o tesão — e enfiou o resto.
- Aaaiiii, porraaaa… seu sacana gostoso — nossa, meu cu ardia, mas era uma delícia; senti tudo dentro de mim.
- Estou todo dentro, Chicão.
- Meu cu é teu, seu sacana.
Ele não esperou e começou logo a me socar; o meu cu ardia, mas eu queria tanto aquilo e, quando se gosta, o tesão vem e, em poucas estocadas, comecei a ter um prazer do caralho!
- Cuzão bom — o garotão segurava a minha cintura e dava estocadas fortes no meu cu.
- Porra, tu comes bem, Raul, isso fode-me gostoso, fode.
Estava tão boa aquela foda, nossa, que prazer o Raul me estava dando; o garotão não ficava atrás do Miguel, e foi então naquele momento que reparei que o David nos observava e estava a bater uma punheta, e o Raul falou:
- Vem te juntar a nós.
O David ficou parado, não falou. Eu olhei para o seu pau, o garotão tinha um picão.
- Vem, cara — falei eu também.
- Posso mesmo? Não quero me entrometer na vossa foda.
- Vem logo, cara, vem dar de mamar ao nosso papaizão; ele quer.
O safado do Raul não parava de me socar, e vi o David se aproximar. Eles são da mesma idade; ele foi tirando a roupa e logo ficou todo peladinho. Olhei para ele e reparei melhor: ele é moreno e também tatuado, com alguns pelinhos no peito e barbudo, um pouco mais alto que o Raul. O seu pau também é um pouco maior que o do Raul, devia ter uns 21?cm, encostou-o na minha boca.
- Nem acredito que vou te dar de mamar, Chicão – agarrei o pau dele, que, além de grande, era grosso e cheio de veias, e olhei nos seus olhos.
- Podes acreditar, estou cheio de vontade de te mamar. És tão safado como o Raul?
- Ele é mais…
Entendi logo: o David tem aquele ar de machinho, mas deveria ser passivo. Eu, então, me apoiei na cintura dele e botei a boca naquele seu pau gostoso, e comecei a mamá-lo. Nossa, estava tão salgadinho; o carinha estava muito excitado e já estava alargando gotinhas de porra. Aquilo me excitou muito e comecei a mamá-lo com vontade, e, porra, que sensação maravilhosa! Nunca tinha sentido um prazer assim, mamando, ao mesmo tempo que era bem socado no cu.
- Olha só como o nosso papaizinho dá o cu — falou o Raul, todo safado, para o seu amiguinho.
Eu estava completamente submisso a eles e rebolava gostoso no pau do Raul, sempre mamando o David, com muita vontade.
- Que homão do caralho e chupa bem.
- Queres comê-lo?
- Não, cara, quero gozar nesta boquinha barbuda.
- Vem cá, sê macho, cara.
O Raul saiu de dentro de mim, foi até o David e agarrou o pau dele, tirando-o da minha boca; eu fiquei sem reação, só os observando; e notei que eles tinham muita química entre si.
- Tens que dar mais uso a este pauzão, vais gozar, mas é dentro do cu do nosso papaião, entendeste? Deu um tapinha na cara dele e depois começaram a se beijar.
Porra, aqueles garotos eram muito foda. Eu os observava bem excitado com aquilo; quando pararam de se beijar, o Raul, o mais safado, veio até mim e deu-me uma palmadinha na bunda.
- Chega cá, seu gostosão, já te vamos dar piroca
Deitou-me em cima de uma mesa, de barriga para cima, abriu bem as minhas pernas, e ofereceu o meu cu para o David; depois veio até o meu rosto e falou-me bem sacana:
- Estás louquinho para provar o pauzão do David, não estás, Chicão?
- Tu és um sacana, Raul — e olhei para o David, já estava no meio das minhas pernas a roçar o seu picão no meu cu. — O que ele disse é bem verdade. Fode-me, garotão.
O David sorriu, bem sacana, veio sobre mim e começou a enfiar o seu pau; nossa, como era gostoso! O David é muito masculino, tem aquele seu peito peludo, é barbudo e tem a voz grossa; isso mexia comigo e me deixou ainda mais excitado. Assim que ele começou a me penetrar, senti o meu cu ainda mais alargado; o pau dele era maior do que os anteriores que já tinha recebido, grosso.
- Aaaiii, nossaaaa, porraaaa, Davidão, tu és bem grandão — e o sacaninha enfiou tudo.
- Mas este cuzinho gosta e gosta bem. — e deu-me uma estocada bem forte, porra que delícia.
- Caralhooo seu safado, me fode bem gostoso então, porra!
As minhas palavras o deixaram bem puto e ele começou a socar o meu cu sem dó. Nossa, que tesão, ele também fodia bem, o meu pau estava a estourar; e eu só queria mais.
- Aaaiiii, isssooooo fode Davidãooooo — ele dava socadas cada vez mais fortes. — Ai, porra, que tesãoooo.
- Toma, papaizão, tesão é foder um macho como tu, caralhoooo...
Eu ia gemer mais, mas o Raul agarrou o meu cabelo e meteu o seu pau pela minha boca adentro; nossa, tinha novamente o meu cu e a minha boca cheios, só que eu não ia aguentar mais aquele prazer, não; já sentia um calor a subir dentro de mim, ia gozar em breve.
- Caralho, ele gosta mesmo de pica, Raul.
- Fode-o bem fodido que o nosso papaizão gosta, vamos deixá-lo viciado nas nossas pirocas.
Mas eles imaginaram que eu já estava. Porra, nunca tinha sentido um prazer assim. Ficamos a foder assim algum tempo, mas eu cheguei ao meu limite e tirei o pau do Raul da minha boca.
- Aaaaaaiiii, porra! Eu vou gozar, seus putões! Soca, soca bem forte, Davidão!
O Raul enfiou novamente o pau na minha boca e o David começou a me socar com tudo, e caralho, o meu primeiro jato saiu. Que puta de gozada boa.
- Foda-se, ele está gozando sem se tocar — falou o David para o Raul.
- Fode bem o Chicão, que ele gosta de piroca.
- Porraaaa, é muito tesão ver um cara assim, macho, a gozar com o meu pau. Eu vou gozar também, cara.
Nossa, eu senti logo a leitada dele inundar o meu cu, caralho; já estava bom, ficou ainda melhor. Eu gozava muito e mamava o Raul cheio de vontade; estava a ter uma das melhores sensações da minha vida. Que gozada, nossaaaa! O meu peito ficou cheio de porra e o David ficou a encher o meu cu de leite. Só quando o meu pau começou a jorrar menos leitinho o Raul tirou o pau dele da minha boca.
- Queres provar o meu leitinho, queres?
- Quero.
- Então toma.
Ele estava a se punhetar e começou a gozar na minha cara; percebi que gozar assim lhe dava tesão, e eu achei excitante, eu próprio já tinha gozado muitas vezes assim em caras de muitas mulheres.
- Vou encher essa tua barbinha de macho de porra.
O garoto gozou pra caralho, fiquei com o meu rosto, mas principalmente a minha barba, coberto de leite. O David continuava a me socar, já tinha gozado e o pau dele ia amolecendo muito lentamente dentro de mim; eu estava completamente satisfeito.
- Caralho, vocês são foda, estou arrebentado.
O safado do Raul sorriu e veio me beijar, lambendo parte da sua porra na minha barba.
- Não é para ficar com moleza, não, temos um bar para abrir dentro de meia-hora.
- És sempre assim, filho da puta.
- Sempre, e ainda mais com caras gostosos como tu.
O David nos observava divertido; depois os dois me puxaram e começamos a nos beijar, os três, e aqueles dois safadinhos lamberam o meu corpo nas partes que estavam meladas de leitinho. E depois fomos correr para fazer o serviço; o bar tinha que abrir à meia-noite...
Por favor, continuem a dar sugestões para a continuação do conto.
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Compartilhem suas opiniões, votem e tragam sugestões para a história. Agradeço muito pelos seus comentários e pela leitura.
Que delicia pode continuar ja fico me imaginando eu de 4 com os meus futuros colegas de farda macetando meu bumbum
Caralho que delicia ... Agora ele tem que comer os dois
Maravilha! Também quero?!
Delicia, começar um emprego novo assim já no primeiro e segundo dia, imagina como estará no final do mês. Preciso de um emprego desses também...
catcm82