- Que é isso, Chicão? Esse banheiro não é para foder, é para nós usarmos quando estamos aflitos. O Marcão está há um tempão aqui à espera.
- Me desculpem, caras… - respondo, todo envergonhado com a bronca que o Miguel estava a me dar.
- Por que não foi ao banheiro do bar? — falou todo indignado o Simão.
- Porque a esta hora é impossível mijar sem um viado me querer chupar — respondeu o Marcão, todo fodido.
- Este banheiro é para nós que trabalhamos cá, não para clientes safados como tu — falou logo o Miguel de seguida, todo irritado. Eu não sabia onde me meter, estava cheio de vergonha.
O Simão, então bem safado, foi até junto do Miguel e o safado deu-lhe um beijo.
- Relaxa, cara - e deu um tapa na bunda dele - não precisas ficar todo bravinho. Eu vou voltar aqui para tratar desta bunda de novo.
Puta que pariu, o Miguel se derreteu logo todo e o Marcão sorriu para mim com cara de safado.
- Deixem-me passar e entrar logo nesse banheiro, que o clima aqui já está esquentando de novo - falou o Marcão, divertido.
Mas o Simão foi logo embora de seguida; estava exausto e bem satisfeito, segundo ele. Ficamos então só eu e o Miguel.
- O que é isso, cara? Eu achava que eras muito macho, mas estás a ficar um grande viado; até no nosso banheiro foste foder com aquele cara...
- É Simão o nome dele, mas me desculpa, cara, eu ia até a arrecadação, mas tu estavas bem ocupado por lá...
- Tu és, mas é, um abusado; não tenho que te dar explicações do que eu faço aqui, e não é por seres meu amigo de infância que podes sair do teu trabalho para dar o cu para qualquer cliente - nossa, ele estava mesmo bravo comigo.
- Tens toda a razão, cara, me desculpa - fui até bem perto dele e fiz o mesmo que o Simão, o agarrei e ficamos coladinhos um no outro - não precisas ficar assim todo bravo comigo, afinal de contas foste tu que me deixaste assim safado quando me comeste ontem - ele começou logo a ceder.
- Mas não precisas dar o cu para qualquer um, cara.
- Estás com ciúmes, é?
- Não estou com ciúmes… só preocupado contigo, porque aquele cara é um sacana — ele respondeu com a voz toda trêmula, e eu passei a mão na bunda dele.
- Não precisas te preocupar comigo, eu sei bem cuidar de mim - e levei a mão ao reguinho dele - ele não é um sacana. Tu é que não lhe deste pau, tive eu que satisfazer aquele gostosão.
- Tu comeste o cara? - perguntou ele de boca aberta.
- Até ele gozar e eu encher o cuzinho dele de leite.
- Isso é verdade? - Nossas bocas estavam quase coladas, mas eu o virei rápido de costas para mim e comecei a massagear o seu buraquinho, e ele tremeu todo.
- Alguma vez te menti sobre as minhas fodas? - e enfiei o meu dedo no seu cuzinho.
- Ai porra, não - ele gemeu gostoso.
- E adorou, sabias?
- Não é de admirar, tu és um macho do caralho.
- Que tu só quiseste comer, não foi? - e enterrei o meu dedo todo nele.
- Aiiiii.... uhmmmm... - o meu amigão gemia de prazer - Não....
- Não? Mas tu me disseste que só fodias…
- Não sejas filho da puta comigo, Chicão; tu sabes que agora estou louco para dar para ti.
- Ai sim? - e enfiei um segundo dedo nele; o cu dele é bem acostumado.
- Ai caralho, tu estás tão sacana, Chicão.
- Sacana foste tu comigo, não sei se mereces que te coma - e tirei os meus dedos de dentro dele e soltei-o.
O Miguel virou-se para mim e viu que eu estava de pau duro parado a olhar para ele, e ele se ajoelhou na minha frente.
- Dá para me perdoar, meu macho?
Porra, o que era aquilo? Não esperava aquilo dele. Ele me olhava bem submisso, e aquilo me deu um puta tesão; agarrei-o pelos cabelos e comecei a bater com o meu pau no seu rosto.
- Sei não, tu foste muito sacana comigo, não mereces perdão…
- Me perdoa, meu macho, perdoa, faço tudo o que tu quiseres.
Eu passava o meu pau nos seus lábios e ele continuava imóvel, todo submisso a mim, e eu enfiei a minha vara na boca dele.
- Vamos ver se mereces o meu perdão...
O Miguel engoliu logo o meu picão todo, sem se engasgar; que porra, o sacaninha do meu amigão mama bem gostoso. O filho da puta já dava, com certeza, aquele cuzinho dele desde moleque, que safado; no dia anterior me quis comer, mas agora ali era o meu putinho, queria um macho que tratasse dele; agarrei-o então novamente pelos seus cabelos e cuspi na sua cara.
- Queres mais pau do teu macho, queres?
- Quero - nossa, como ele estava bem submisso; e o pau dele estava duro que nem pedra, percebi que era assim que ele tinha tesão para ser passivo.
- Então engole tudo.
Enviei novamente o meu pau na sua boca e as minhas bolas bateram no seu queixo.
- Isso, caralho, mama.
Eu agarrei nos seus cabelos e comecei a enfiar a minha geba naquela boquinha gulosa; ele se babava todo, mas não se engasgava, e então o Marcão sai do banheiro e olha para nós com cara de safado, não fala nada e fica nos observando. Eu metia o meu pau bem rápido e bem fundo na boquinha do Miguel; eu sentia o meu pau bater bem no fundo da sua garganta e, para minha delícia, o Marcão botou o seu picão para fora e começou a se punhetar. Uhmm, caralho, era uma geba negra, grande, grossa e bem cabeçuda, que tesão só de olhar; não podia pedir mais, o Miguel a me mamar que nem um doido e um gostosão mulato a se punhetar ao nos ver, mas a coisa ainda melhora mais, o Raul também apareceu....
- Nossa, isto aqui está mais animado do que lá dentro - falou logo o safado e com a maior naturalidade se ajoelhou na frente do Marcão, agarrou o seu pau e começou a mamá-lo; porra, eu quase gozei com aquela cena, e afastei o Miguel do meu pau.
- Levanta-te, filho da puta mamão.
O Miguel levantou-se e eu virei-o logo de costas para mim, porra como eu estava a ficar safado, tinha lá uma cadeira solta e eu peguei e coloquei a perna direita dele sobre ela, aquela bundinha dele ficou toda arreganhada para mim e encostei o meu pau no seu buraquinho, caralho senti o cuzinho dele piscar na ponta do meu pau.
- Queres pau, seu filho da puta?
- Quero tanto meu macho - e dei-lhe uma palmada.
- Mas tu não mereces.
- Ai não sejas mais sacana comigo meu macho, me come.
- És um safado, Miguel.
Eu estava cheio de vontade de comer aquela bundinha peluda; o safado sabia, olhava para mim e sorria bem malandro, então eu, bem sacana, meti o meu pau, entrou fácil, e eu enterro logo todo nele…
- Ai, nossaaaaaaa... como és pirocudo, Chicão — o safado gemeu.
- Tá gostosão, é?
- Aiiiiiii porra, está uma delícia.
- Estavas doidinho para provar o pau do teu amigão, né, seu viado?
- Louquinho demais - caralho, o meu amiguinho rebolava que era uma delicinha.
- E se fazendo de macho para mim, toma vara, caralho…
O cuzinho dele estava soltinho, e comecei a arrombá-lo com tudo, um tesão; ele se curvava um pouco para a frente e eu socava-o bem gostoso. Eu olhava para os outros dois e o Raul mamava cheio de vontade o Marcão, que não parava de olhar para nós.
Mas para minha surpresa, passado pouco tempo, o Miguel começa a se contorcer e a gemer mais alto:
- Aiii, caralhoooo, Chicão, tu és gostoso demais a foder…
- Aí sim? - e dei uma socada forte.
- Fodes que nem um macho, tu és um tourão, aiii, soca, soca bem forte, que vou gozar gostoso, porra....
- Então toma, seu sacana.
Eu agarrava na sua cintura e metia o meu pau grosso a toda velocidade naquele cu soltinho e ele começou a berrar:
- Aaaiiiiiii, caralhooooooo, que delíciaaaaaaaaa.
O meu amigão começou a gozar, filho da puta, ele nem tocava no seu pau, e logo aquele cara que fodia a noite toda e não gozava; o safado estava mesmo a adorar o meu pau.
- Caralho, já estás mesmo gozando, seu sacana?
- Aaaii, porra, é tesão demais isso, soca, soca bem forte, meu macho.
Continuei a socá-lo até ele gozar todinho; eu ainda não tinha vontade de gozar e, quando ele terminou, afastou-se de mim e eu parei de o foder.
- Safadinho, gozaste rápido, não aguentaste o tesão no pau do teu macho, foi?
- Sempre sonhei ser comido por ti, Chicão, só não pensei que fosse tão bom, olha que são poucos os caras que conseguem me fazer gozar pelo cu.
- Então por que ontem me comeste e me disseste que só comias?
- Porque eu sei quando um macho quer dar o cu, e tu querias, e também tinha vontade de ser eu a estrear o cuzinho do meu amiguinho garanhão, fazia tudo parte da fantasia....
- És um sacana.
- Tu também — puxou-me para ele e demos um beijo bem demorado; quando terminamos, o Raul estava ao nosso lado e agarrou o meu pau.
- Agora é a minha vez, seus tesudos, também quero provar esta piroca.
O Miguel sorriu e consentiu… e eu agarrei o Raul pelo pescoço e o empurrei para baixo, sendo bem bruto com ele:
- Te coloca de quatro no chão, vais ser a minha cadelinha que me vai fazer gozar.
- Aí, porra, meu cachorrão, vou te fazer gozar bem gostoso.…
O Raul foi logo se colocando de quatro no chão, nossa que bundão gostoso que ele tem, e o safado afastou bem as pernas para o seu cuzinho ficar todo abertinho para mim, e que delícia aquele buraquinho, piscava, mas piscava muito. Eu então agarrei logo na sua cintura e me agachei o suficiente para encaixar meu pau naquele buraquinho e comecei a forçar.
- Uiii porrraaaaaaaaa Chicão caralhooooo - a cabecinha do meu picão tinha entrado e nossa, o garoto era apertadinho.
- Aguenta, seu safadinho, ainda só entrou a cabecinha.
- Eu sei, caralho, eu aguento tudo, quero muito te ter todo dentro de mim, meu cachorro.
- Isso, aguenta bem o meu pau, minha cachorrinha.
Aqueles meus dois coleguinhas eram bem putinhas, o garoto gemia de dor, mas se comportava como um macho, aguentava tudo e eu, bem firme, fui enfiando meu pau todo nele; nossa, como era apertado aquele cu, uma delícia, assim que entrei todo nele dei logo uma estocada.
- Aaaiiii caralhooooooo, que me estás a rebentar todo, Chicão - agarrei nos cabelos dele e puxei-os até ele olhar bem para mim
- Tu gostas, seu safado… toma! - E eu dei uma estocada bem forte naquele cu apertadinho.
- Aiiii, porraaaaa, que me arrebentas todo, mas é tão bom... Uhmmmmm..... Que delícia de pau…
- É assim que eu gosto, garoto, geme gostoso no pau do teu macho.
Comecei a socar sem dó. Aquele garoto queria pica e eu não tinha gozado; queria encher aquele cu apertadinho de leite. Olhei para ver se via o Miguel, mas ele já tinha desaparecido, e quem eu vi foi o Marcão se aproximando de mim, vindo com aquele seu picão negro bem teso e falando logo:
- Vais ter que me chupar, cara, me tiraste esse putão; eu estava quase a gozar na boquinha dele.
- Não tirei nada, ele é que preferiu vir rebolar neste meu picão – e agarrei o pau dele, nossa, era enorme, lindo, grosso, cheio de veias, um pau bem gostoso – mas te mamo com todo o prazer.
- O prazer vai ser meu.
Não era preciso, mas ele colocou a mão na minha cabeça e a levou ao seu pau; desde que o tinha visto, desejava aquele picão, até crescia água na minha boca, e meti logo a boca nele enquanto socava o Raul. Uhmm, que delícia de piroca, mal cabia na minha boca.
- Uhmmmm, caralho, que maravilha, tu chupas diferente — gemeu o Marcão com a minha chupada.
- Gosta? É chupada de macho.
- Não fales não, chupa até tomares o meu leitinho, estou cheio de tesão para gozar…
Foda-se, ele agarrou forte a minha cabeça e me forçou a engolir quase a metade daquela geba negra, até me doíam as queixadas, mas eu o mamava cheio de tesão. E isso fazia com que eu socasse bem forte o Raul, que se contorcia no meu pau.
- Aaaiiii caralhooo, que delícia, aí me fode, fode aí que vou gozar tão gostosooooooo.... meu cachorrão...
Caralhoooo, eu senti o cu dele se contorcer todo e o garotão começou a gozar ali, sem se tocar, com as mãos apoiadas no chão, a jorrar muito leitinho, e o Marcão ficou louco ao ver aquilo.
- Aaah, seus filhos da puta gostosos, fodem bem para caralho e esse viado goza sempre assim, gostoso, com o pau atolado no cu - e tirou o pau da minha boca e se punhetava bem rápido:
- Queres leitinho, queres?
- Quero.
- Toma - o primeiro jato dele saiu e esporrou a minha cara toda – abre a boca, caralho.
Eu abri e ele enfiou o pau dentro dela, e eu comecei a sentir aqueles jatinhos de leitinho nela. Nossa, comecei a gozar também, a encher o cuzinho do Raul de leite; que cena era aquela! O Raul berrava, o Marcão gemia e eu tomava aquele leite quentinho todinho. Nossa, como é bom leite de macho, como eu gosto, porra! Nunca imaginei que fosse possível.
Gozamos os três para caralho; quando terminamos, o Marcão enfiou o pau dentro da calça e se foi, e eu desfaleci em cima do Raul, mas ele também logo começou a se arrumar e eu fiz o mesmo.
Mais um foda do caralho, que fim de semana estava a ser aquele?
Por favor, façam sugestões para a continuação do conto.
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catcm82