Era meia-noite e meia quando chegou o Miguel. O bar ainda tinha pouco movimento, pois só pelas 3h da manhã é que a casa começa a encher. Assim que chegou, veio logo me cumprimentar. Eu já estava sozinho no balcão, o Raul e o David estavam a falar com clientes conhecidos, e ele me deu um abraço apertado e o safado passou logo a mão na minha bunda; como eu já estava vestido só com a cueca jockstrap, ele deu uma boa alisada nela.
- Oi, Chicão, os rapazes te receberam bem?
- Não poderiam ter me recebido melhor. — O safado, ao me ouvir dizer aquilo, sem demora levou a mão ao meu rabo e enfiou um dedo no meu cu.
- Safado, este cu está aberto... para qual deles deste este cuzinho?
- Para os dois... [Riso safado]
- Mas que safado! E eu que ainda cheguei a pensar que não aparecerias mais aqui.
- Que é isso, cara? Eu disse que vinha.
- Estou a ver que ganhei mesmo um novo funcionário.
- Vou ficar aqui a trabalhar muito tempo, Miguel.
- Uhmm, que delícia... — O clima esquentou e quase começamos a nos beijar, até que ouvimos alguém falar:
- Oi, não quero interromper nada, mas podem me servir uma bebida?
Era um puto de um cara gostoso, um homem da minha idade e da do Miguel, alto, bem encorpado, loirinho com o cabelo curtinho, olhos verdes e uma cara de safado. Miguel soltou-me e foi logo atendê-lo, e a partir dali não pararam mais de conversar. Eu continuei a trabalhar; logo apareceu outro cliente e me pediu uma bebida, mas eu não conseguia deixar de olhar para eles, e o Raul, bem sacana, notou:
- Para de olhar, cara, o Miguel é mesmo assim; aquele cara é bem o tipo dele, ele não sossega enquanto não foder com ele.
- Eu gosto de olhar, cara, não sei explicar, mas me dá tesão ver dois caras assim se enrolando.
- Se é isso, tudo bem...
Era mesmo só isso; ver assim dois caras tão masculinos se curtindo me deixava completamente teso, e os clientes adoravam me ver assim de pau feito; recebia muitas cantadas e algumas gorjetas, mas nenhum cliente me chamava a atenção, só aqueles dois caras, e me distraí por uns 5 minutos e, quando tentei encontrá-los, eles tinham desaparecido.
- Cadê o Miguel e o gostosão? — perguntei ao Raul; naquele momento, estávamos os dois atrás do balcão.
- Não sei, cara, já devem estar enrolados por aí.
- Caralho, posso ir ver? — o Raul sorriu, bem sacana.
- Vai lá, o movimento ainda está muito fraco, e estou vendo que tu és muito curioso...
Dei uma volta por todo o bar e nada de encontrar o Miguel e o gostosão, e deveria ser fácil encontrá-los, pois o bar estava praticamente vazio àquela hora. Foi então que me lembrei de ir ver no banheiro e, surpresa total: o Miguel estava de joelhos, mamando o gostosão. Porra, o gato tinha um pau enorme, para aí uns 22 ou 23?cm, cabeçudo, grosso, cheio de veias, bem retinho, e o Miguel mamava-o cheio de vontade. Nossa, ele chupava a cabecinha daquele picão e depois engolia-o quase todo. O safado do meu amigão era bem experiente, não se engasgava nem um pouco, e o gostosão segurava bem forte na cabeça dele quando ele engolia tudo e ficava assim paradinho, e depois fazia um vai e vem na boca do Miguel, e o meu amigão gemia. Estavam os dois completamente pelados; e o Miguel batia uma punheta no seu próprio picão enquanto o gostosão fodia a sua boca; eu estava de pau duro só de ver aquela cena e, de repente, alguém me acordou do meu transe:
- Ele chupa bem para caralho, aposto que logo, logo vai dar o cu para aquele gatão.
Olhei, era o David, estava ao meu lado e ficou parado também a assistir.
- Não, o Miguel não dá o cu.
- Não? Ainda és um pouco ingênuo, Chicão — e o safado do David tirou o pau para fora e começou a se punhetar.
- Ele dá? — perguntei perplexo.
- Espera para veres…
Porra, será que o meu amigo de sempre me tinha enganado? Só sei que estava cheio de tesão, coloquei o meu pau para fora e comecei a tocar uma punheta também, e reparei que, nas boxes do banheiro, dois clientes também estavam a tocar punheta ao ver aqueles dois homenzarrões em ação, e o meu amiguinho e o seu gostosão pareciam gostar de ser observados. O gostoso continuava fodendo a boca do Miguel, às vezes tirava o pau da boca do Miguel e batia com ele na cara dele; o meu amigo estava completamente submisso àquele macho e, no meio daquela excitação toda, senti o David a agarrar o meu pau.
- Caralho, Chicão, tens um pauzão tão grande como o do gostosão.
- Gostas dele?
- Adoro, sou louco por um pau assim…
Agarrei nele pela cabeça e dei-lhe um beijo.
- Desfruta então.
O David ajoelhou-se na minha frente e botou logo a boca no meu pau, uhmmm porraaa, que delícia de boquinha! Fiquei louco com a chupada daquele garotão, agarrei nele pelos cabelos e o afastei do meu pau momentaneamente.
- Caralho, que chupada gostosa.
- Gostas, Chicão?
- Adoro.
Segurei a cabeça dele pelo queixo e meti o meu pau naquela boquinha e enfiei tudo. O garoto engoliu-o todo. Nossa, que delícia. Depois deixei-o mamar como ele gostava; ele segurava o meu pau com as mãos, engolia a cabeçinha e sugava bem gostoso. Depois descia pelo tronco, ia até às bolas e lambia cada uma delas. Nossa, eu estava adorando aquilo, que delícia de boca que aquele rapaz tinha, e depois voltava a me chupar. Que tesão…
Eu estava sempre atento ao Miguel e ao gostosão, que, a certa altura, levantou o Miguel do chão, e só vi o meu amigão curvar-se e, com as duas mãos, abrir as suas nádegas, e o gostosão meteu o pau no cu dele; porra, nem teve que se esforçar, entrou bem fácil… e o Miguel gemeu como uma putinha, todo satisfeito, e o gostosão começou logo a socá-lo bem forte e ele aguentava tudo e gemia. Eu fiquei pasmado a olhar e o David parou de me chupar e falou-me com cara de safado:
- Não é que ele gosta de pau no cuzinho?
- Ele é um sacana mentiroso e, também, tu gostas?
- Adoro, mas um pau assim tão grande, não sei não…
Agarrei nele pelo pescoço e dei uns tapinhas na cara dele.
- Não te faças de santinho, chupaste, agora vais ter que aguentar o meu picão nesse teu cuzinho — o safadinho sorriu, bem sacana.
Peguei nele e o coloquei de quatro mesmo ali no chão, virado para o Miguel e o gostosão. O gostosão estava a arrebentar o Miguel todo. Puta que pariu, o Miguel! Vê-lo levar com o pau daquele jeito me deu uma raiva dele; no meu cu ele não ia tocar mais. Na próxima vez que ele quisesse transar comigo, eu é que iria arrebentar aquele cu peludo dele. Me concentrei, então, no David; o garoto tem uma bunda perfeita, redondinha e bonita; mesmo sendo peludo, ele a tem raspadinha. Cuspi no meu pau e encostei a cabecinha no seu buraquinho; ele olhou para trás:
- Enfia com calma, cara, tu és muito pirocudo — e eu, em resposta, dei-lhe um tapa e a minha mão ficou marcada na sua bunda.
- Não tenho paciência para buchinhas, aguenta como um macho.
E forcei, uhmmm, o cuzinho do cara estava apertado, senti muita resistência, mas a cabecinha entrou.
- Ai, porraaaaaa... — o garoto gostou, aquilo era um gemido de prazer.
- Estou dentro, seu gostoso.
- És tão grande, Chicão.
- Tu gostas, que eu sei.
O safadinho gostava de se fazer de difícil, mas gostava de ser tratado assim e, nossa, o cuzinho dele era tão apertadinho e quentinho; que delícia, fui forçando, sentia aquele anelzinho a se esticar para o meu pau e fui entrando nele, e, quando já estava quase tudo, empurrei o resto que faltava de uma só vez.
- Ai, porra, caralhoooo, Chicão.
- Estou todo dentro.
- Uhmmmm, que tesão, caralhooooo.
O safadinho começou logo a movimentar a bunda no meu pau, que delícia! Eu já tinha comido o cu de várias gatinhas, inclusive da minha mulher, mas nada se comparava àquele de macho. Agarrei forte na cintura dele e dei uma esticada forte.
- Ai, porra, Chicãooooo, que delícia de piroca — o safado gemia bem alto e os dois caras que estavam a ver o Miguel com o gostosão se aproximaram da gente.
- Delícia é este teu cu quentinho — e nova estocada.
- Ai, porra, que me vais arrebentar todo.
- Todinho, vou deixar este cuzinho bem arrombado.
Nossa, comecei a meter o pau bem forte nele, o David só gemia, e gemia bem alto. Um dos caras ia se aproximar dele para lhe dar de mamar, mas eu intervi:
- O pontinho é só meu.
O David olhou para mim e sorriu todo satisfeito.
- Sou só teu, meu macho; quero que me arrebentes todo.
- Assim? — e dei uma estocada forte.
- Ai, issoooo, que delíciaaaaa.
- Toma, caralho.
Os dois caras que estavam me observando comer o David eram bem gostosos e esqueceram completamente o Miguel e o gostosão, mas eu os observava; o gostosão estava acabar com o cu do Miguel; o meu amiguinho só gemia de prazer, era um safado filho da puta, mas eu tinha ali nas minhas mãos outro cara bem gostoso e acabei esquecendo aqueles dois também. Aquele garotão dava aquele cu maravilhosamente para mim, eu o fodia como queria. Nossa, que fodão, eu fiquei completamente louco por aquele gostosinho do David, subi as mãos um pouco mais acima da sua cintura e fiquei de cócoras, assim o meu pau entrava mais rápido naquele cu; levei o David à loucura.
- Aaaaiiii, porra, Chicão, ai que tesão de piroca, meu macho.
- Toma, seu safado. – Tesão ouvi-lo me chamar de seu macho.
- Eu assim gozo, meu macho, fodes bem demais...
- Mas é para gozares mesmo, caralho! Quero te ver gozando como meu pau atolado neste cu.
Nossa, ele começou a ficar todo assanhadinho, rebolava ainda mais aquela bunda contra o meu pau e só dizia besteiras até que ouvi-o berrar:
- Aaaaaiiiiiii, caralho, que delícia, isso, me fode gostoso, meu macho.
Caralho, senti o cuzinho dele se contrair no meu pau e o garoto começou a gozar sem sequer tocar no seu pau.
- Aaaaiiiii, que delícia, hummmm.
- Toma, caralhooooooo.
Eu, automaticamente, comecei a encher o cu dele de leite. Nossa, que tesão! Que delícia de foda, cada gozada era melhor que a outra com aqueles caras; enchi o cu dele de porra. Quando terminei de gozar, estava exausto e ele também.
- Caralho, tu és um macho delicioso demais, cara, fodes maravilhosamente.
- Ainda bem que gostaste, acho que vou ficar viciado nesse cu.
- É teu, cara, que tesão.
Lembrei-me do Miguel e do gostosão, olhei para eles: o Miguel estava de joelhos e o gostosão estava se punhetando rápido à sua frente; os outros dois caras se juntaram a eles e, depois, começaram, os três, a gozar no seu rosto. Nossa, como eu me tinha enganado com o Miguel! Saí dali e fui trabalhar de novo atrás do balcão… O David ficou lá, exausto, a recuperar forças, sentado no chão…
Por favor, façam sugestões para a continuação do conto.
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