Tive vontade e pronto dei o Cu - Em boa Segurança - Final



Quando eu e o Raul voltamos para trabalhar, quase todos os clientes já tinham ido embora. O Miguel estava recebendo os últimos pagamentos dos clientes no caixa e o David já estava começando a arrumar as coisas. Eu e o Raul começamos a fazer o mesmo, e eu fiquei surpreso quando vi que os dois seguranças também começaram a arrumar o bar; eu não esperava isso deles.

Por volta das 6h30, já não havia clientes; o Miguel deu-nos, em dinheiro vivo, a cada um o seu pagamento. Fiquei surpreso: era bem mais do que ele me tinha prometido. Deu-me um abraço e agradeceu pela ajuda no fim de semana. Eu até fiquei sem graça e, logo em seguida, ele saiu. Dois caras já o estavam esperando; os seguranças, o Marcão e o Alcides, seriam os responsáveis por fechar o bar quando tudo estivesse arrumado. Logo em seguida apareceram os namorados do Raul e do David e, como já estava praticamente tudo arrumado, perguntaram-me se podiam sair; é claro que concordei. Aqueles dois caras tinham-me dado fodas incríveis naquela noite, e também já só faltava arrumar umas caixas e eu faria aquilo rápido. Quando eu já estava para ir embora também, o Marcão chama-me e eu vou até junto dele:

- O que foi, Marcão?

- Já vais embora?

- Já, já está tudo arrumado.

- Não queres ficar mais um pouco? - e o sacana apertou o pau, e eu percebi logo o que ele queria.

- Cara, estou todo estourado, isto hoje foi muita putaria por aqui.

- Eu vi, cara - ele se aproximou de mim, ficamos bem juntinhos - mas eu só tive direito a uma mamadinha, estou aqui cheio de tesão por ti, cara.

- Caralho, tu não tens mulher em casa?

- Tenho, e ela está lá muito bem – e, com a maior naturalidade, ele levou a mão ao meu pau e falou bem ao meu ouvido – pensei que tu também estivesses com tesão por mim.

O Marcão começou a beijar o meu pescoço, meteu a mão dentro das minhas calças e agarrou no meu pau, que estava mole, mas, ao ter um homem daqueles me agarrando assim, começou logo a endurecer.

- Porra, é tudo viado neste bar? Assim não aguento.

O sacana do Marcão sorriu e começamos a nos beijar e, porra, que delícia de beijo daquele mulato.

- Depois que a gente experimenta macho, não tem mais como ficarmos sem, acho que tu aprendeste isso direitinho este fim de semana - o sacana tirou a mão do meu pau e enfi­a-a na minha bunda.

- Sim.

- Não sou viado não, cara, mas sou louco para foder com um cara assim como tu - e começou a meter o dedão dele no meu cu.

- Aiiii... caralho, Marcão, não te quis ofender não.

- Não me ofendeste não – e tirou a minha camisa - esse teu jeito de macho só me deixa mais louco por ti – e começou a passar a mão no meu peito peludo e eu tirei a camisa dele também, e caralho, que peito de homão, todo musculado e o safado era peludinho também.

- Tu também me deixas maluco, cara.

Começamos a nos beijar de novo, nossos peitos peludos roçavam um no outro e sinto um cara se encostando em mim e começando a beijar o meu pescoço. Me assustei, olhei, era o Alcides.

- Já estavam começando a diversão sem mim, seus safados?

- Tu também, Alcides? – perguntei eu, surpreendido.

- Eu também o quê? – ele não entendeu nada.

- Ele também está louco para te ter, seu gostosão - respondeu o Marcão, bem safado…

Começamos a nos beijar, os três; porra, que delícia. O Alcides também é um cara bem gostoso, branquinho, cabelo rapado, barbudo, ainda mais musculado que o Marcão; tirou a sua camisa e vi que o cara é lisinho, com o corpo todo tatuado, veio logo sobre mim e enfiou logo a língua toda na minha boca, e caralho, que puta beijão! Eles são muito masculinos, jamais imaginaria que gostassem de foder com cara, e enquanto eu beijava o Alcides, o Marcão se ajoelhou na nossa frente e, bem safado, desceu as minhas calças, agarrou o meu e deu uma chupada.

- Uhmmm porraaaa, que issooo… – falei genuinamente surpreendido e ele começou a me mamar cheio de vontade.

- Ele gosta, e esse teu pau é um tesão – falou o Alcides.

Demos mais um beijo demorado, caralho, e eu estava a ter muito prazer naquela mamada e, para meu espanto, o Alcides também se ajoelhou na minha frente e me olhou bem sacana:

- E eu também gosto.

Caralho, os dois começaram a revezar a chupada no meu pau. Eu tinha ali na minha frente dois homenzarrões a se deliciarem com o meu pau, que tesão. Eles se beijavam, me chupavam e eu só assistia, todo satisfeito, até que os dois pararam de me chupar e o Alcides se levantou e começou a se despir, ficando completamente nu. Ele é todo musculoso, sem nenhum pelinho, completamente lisinho, mas a surpresa foi o seu pau: um homem tão grande, tinha um pau bem pequeno, pouco mais que uns 10?cm, mas bem teso. Pensei que eles iam voltar a me mamar, mas não; ele deitou-se numa mesa de barriga para cima com as pernas bem abertas e olhou para mim como uma puta no cio.

- Vem, Chicão, sê meu macho.

Fiquei sem reação, tudo aquilo me parecia surreal: um cara daqueles querendo ser comido por mim. Mas o Marcão veio até mim e me beijou, agarrando no meu pau, que estava teso que nem pedra:

- Vai, cara, enfia-lhe a tua piroca, que o cu dele gosta.

Porra, olhei para o Alcides, ele segurava as pernas, o cuzinho dele estava bem escancarado para mim, e caralho, aquele buraquinho piscava muito; que tesão ver um cara daquele esperando para eu o foder, não o fiz esperar e fui até ele, agarrei as suas pernas e as ajeitei bem para encaixar o meu pau no seu cuzinho.

- Vou meter sem dó, cara.

- Mete, que eu gosto.

Comecei então a penetrá-lo, porra, o cara era bem apertado.

- Nossa, que cuzinho apertado!

- Esse teu pauzão é que é do caralho, uhmmmmm.

Continuei a forçar e o meu pau ia entrando e ele gemia, não sei se de dor ou de prazer.

- Que pau grande, caralho, porra…

- Aguenta que tu gostas – falou o Marcão, se posicionando atrás dele, lhe dando o seu pau para chupar.

O Alcides agarrou logo no pauzão do Marcão e deu uma boa sugada na cabecinha; caralho, que tesão! Eu me entusiasmei ao ver aquilo e enfiei o meu pau todo nele.

- Caralho, Chicão, vai com calma - ele reclamou.

- Vou com calma, caralho, não querias pau, agora aguenta.

Comecei a socá-lo bem devagar, eu sentia a pressão daquele anelzão no meu pau, aquele macho era mesmo apertado, não sei se por dar pouco o cu ou por não estar acostumado a paus do meu calibre.

- Ah, seu sacana, estás a me arrebentar todo, mas o pior é que gosto dessa dorzinha, caralho.

- Então toma, não tenho dó de cu de macho… – tirei e enfi­ei o meu pau todo.

- Isso, fode ele com tudo, Chicão!

Comecei a socá-lo mais rápido e o Alcides não reclamou mais e mamava o Marcão cheio de vontade; porra, que delícia foder um homem daqueles. O seu pauzinho estava bem durinho; em poucas estocadas começou a babar e, ao fim de algum tempo, ele começou a urrar, louco de prazer.

- Aahhhhh caralhooooo, issooooo, fode-me gostoso, porraaaaaa, uhmmmmm.

- Isso, seu safado, toma piroca do teu macho!

Eu segurava nas suas pernas e bombava aquele cu, tirava o meu pau e aquele cuzinho ficava todo aberto, e em seguida enterrava-o todo nele; ele ia à loucura.

- Aiiiiooo caralhoooo, isso é que é foder, porraaaaa, issooo, uhmmm, fode, fode-me todo, Chicão do caralho....

Ele falava no meio das chupadas ao Marcão, que nos olhava todo divertido, e eu continuava a socá-lo, bem socado, e de repente só o ouço bem aflito:

- Aaiiio, porraaaaaa, aaiiooo, porraaaaaa, caralhooooooo.

O pauzinho dele começou a gozar, nossa, que pauzinho gozão, estava bem teso e começou a encher o seu peitão de leite.

- Caralho, estou a fazer-te gozar com o meu pau, Alcidezinhoooo?

- Ai, fode-me, meu macho gostoso do caralhooooooo… porraaaaaa, que delícia de tesão!!

Soquei sempre até ele parar de gozar; quando terminou, a minha metida ficou desconfortável para ele.

- Para um pouco, Chicão - me pediu ele e eu saí de dentro dele, ele ergueu-se e demos um beijo delicioso – caralho, poucos caras me fizeram gozar assim pelo cu, tu fodes gostoso para caralho, cara.

- É, mas gostoso é esse teu cu apertado.

Voltamos a nos beijar e o Marcão veio até ao nosso lado e agarrou no meu pau, que continuava rijo que nem pedra.

- Agora é a minha vez.

Pensei que ele ia comer o Alcides, mas não; ele me deitou em cima da mesa. O Marcão estava com aquele seu pauzão bem duro; agradou-me a ideia de dar para ele. Queria saber como seria aguentar aquele pauzão, mas também não era isso; ele subiu para cima da mesa também e, de frente para mim, abaixou-se e, já de cócoras, enfiou o meu pau no seu cu.

- Nem imaginas o quanto eu quero experimentar esta vara

- É tua…

Porra, o Marcão começou a descer no meu pau, que tesão; só não gozei na hora porque já tinha gozado tanto naquela noite que, a cada vez, era mais difícil eu gozar. Ao contrário do Alcides, o cu dele era perfeito para o meu pau; ele aguentava bem e logo vi aquela bundinha morena, bem peluda, a tocar nos meus pentelhos.

- Porraaa, como tu és grande, Chicão!

- Estou vendo que tu gostas – e ele sorriu, bem sacana.

- Gostas para caralho.

Nossa, o cara começou a cavalgar o meu pau; que maravilha ver aquela bundinha descer e subir no meu pau. O Marcão era bem experiente e tinha muito tesão a cavalgar; a certa altura colocou os braços para trás, apoiou as mãos na mesa e começou a subir e a descer bem rápido no meu pau.

- Aaaaaioooo, nossaaaa, que delícia de piroca.

- Issoooo, cavalga gostoso na minha piroca, seu gostosão.

Era tesão demais, eu olhava para aqueles seguranças machos e via a cara de prazer deles, nossa que delícia, e o pau dele estava bem duro naquela cavalgada louca. O Alcides nos observava já de pau duro de novo e batia uma punheta, e ao fim de algum tempo senti aquele cuzinho guloso do Marcão chegar ao ponto.

- Eu vou gozar assim, Chicão, com este picão enterrado em mim… – o segurança safado cavalgava cada vez mais rápido, e eu via aquele seu picão a voar ali na minha frente.

- Goza, caralho, goza com o pau do teu macho atolado nesse cu gostoso.

- Ai, porraaaaaa, que assim fico louco...

Aqueles caras podiam ter aparência de machos safados, mas adoravam ser tratados como uma putinha. Ele não abrandava a cavalgada; eu estava louco de desejo ao ver aquele homem gozar daquele jeito e o espetáculo logo começou:

- Aaaiiiiiiii..., caralhooooooo.... que pau gostoso, porraaaaaa.... uhmmmmmmm

Sempre cavalgando e sem se tocar, tal como o seu amiguinho, aquele pauzão dele começou a jorrar porra para todo o lado e ele cavalgava feito um louco.

- Isso aí, caralho! Goza!

- Aaaaaaaiiiiiii, porraaaaaaaaaa, uhmmm, que tesãoooooooo!

Aquele morenão estava exausto no fim da gozada, todo suado, mas com uma cara de satisfação maravilhosa. Nossa, ainda estava eu com o Marcão sentado no meu pau e sinto o Alcides agarrar nas minhas pernas e falar para o Marcão:

- Temos que fazer o nosso macho gozar.

- O pau dele ainda está bem duro dentro de mim.

- Ele também precisa de pau. [Riso sacana]

Os dois safados olharam um para o outro, e o Marcão saiu de cima de mim. O Alcides, me segurando pelas pernas, puxou-me a bunda para a ponta da mesa e colocou as minhas pernas nos seus ombros.

- Queres piroca? Não queres, machinho? - É claro que eu queria; ainda por cima, não tinha gozado.

- Quero.

- Vamos te fazer bem gostoso, tu mereces. És um macho do caralho.

Ele enfiou logo o seu pauzinho no meu cu, entrou fácil; eu já tinha levado muita pirocada naquela noite, o meu cu estava bem larguinho, e o Alcides começou a socar-me bem forte. Confesso que ver um homenzarrão daqueles a me foder me deixava bem excitado. O meu pau continuava bem duro e Alcides socava-me bem forte; eu comecei a gemer de prazer, e o Marcão então fez o que já tinha feito com ele: me deu o seu pau para chupar. Estava uma delícia, todo babado, com gostinho da porra dele e comecei a mamá-lo cheio de tesão e aquele picão ficou logo duro de novo na minha boca; quando já estava bem teso, ele se afastou.

- É a minha vez - falou ele para o Alcides, que logo saiu de dentro de mim. Reparei que entre eles o Marcão é quem comanda.

O Marcão então deitou-se de barriga para cima em cima de duas mesas e apontou aquela geba negra para mim.

- Vem sentar, seu gostosão.

Eu subi na mesa e, de frente para ele, ia me abaixar para encaixar aquela delícia no meu cu. Confesso que estava cheio de vontade de sentir aquela geba negra dentro de mim.

- Assim não, quero-te de costas para mim.

- Tudo bem.

Virei-me então de costas para ele e, de cócoras, agarrei no seu picão e encaixei no meu cuzinho e comecei a sentar. Caralho, como era grande aquele pau!

- Aaaai, porra! - O meu cu estava bem arrebentado, mas senti aquele pauzão a arrebentá-lo ainda um pouco mais.

- Isso, senta gostoso, Chicão.

Fui descendo devagarinho e aquela pirocona entrou toda em mim. Nossa, como o meu cu aguentava uma coisa daquelas? O Alcides estava na nossa frente e se punhetava bem rápido; estava super excitado ao me ver sentar no seu amiguinho e, então, cheio de tesão, comecei a cavalgar nele.

- Ahhhhh caralho, isso! Delícia ver essa bundinha peludinha a subir e a descer, meu pau - safado do Marcão me provocava e segurou na minha cintura - cavalga, cavalga com mais vontade, gostosão!

Ele começou então a ritmar a cavalgada e eu comecei a foder aquela geba negra, nossa, que tesão que sentia, que delícia foder assim num cara macho!

- Aaaai, porraaaaaa - gemi todo satisfeito.

- Está gostoso, né, Chicão?

- Para caralhooooo!

- Ainda vai ficar mais...

Ele me empurrou para baixo e fiquei sentado com o seu picão todo dentro de mim; depois ele me puxou com força para trás e caí sobre ele, ficando deitado com o seu picão atolado em mim, e então vi o Alcides chegar perto da gente; ele agarrou as pernas do Marcão e puxou-as para a ponta da mesa. Eu continuava com o pau dele atolado em mim, fiquei com as pernas todas abertas e o meu cu todo escancarado para o Alcides, e senti ele encostar o pau dele no meu cuzinho que já estava bem preenchido com o pau do Marcão; fiquei assustado e ele me olhou com cara de sacana.

- Relaxa, vai ser bom - e senti ele a começar a forçar o seu pauzinho no meu cu.

- Que vais fazer, cara? - O meu pau amoleceu na hora, estava assustado, dois paus era demais para mim.

- Vou-te fazer ter a melhor gozada da tua vida.

O Marcão me abraçava forte e começou a mordiscar a minha orelha.

- Relaxa, Chicão, a gente sabe o que está fazendo, só queremos te dar prazer.

A verdade é que eu estava super excitado ali com aqueles dois homens me cercando e tentei relaxar, e o Alcides forçou um pouco mais e a cabeça do pau dele entrou; nossa, senti as minhas últimas pregas a rasgarem.

- Aaii, porra, caralho... O que estás a fazer, cara?

- Já estou dentro, gostosão, relaxa.

Nossa, sinto o pau dele a escorregar todo para dentro do meu cu; depois daquela dor inicial o meu cu ficou solto e o Alcides começou a me socar. O Marcão estava parado, mas eu sentia o seu picão bem teso dentro de mim.

- Que delícia de cu, Chicão, aguenta bem os picões dos teus machos - falava o Alcides.

- Caralho, estás a arrebentar-me todo - era verdade, mas o meu pau já estava a ficar duro de novo, e porra, aquilo era bom.

- E não é gostoso?

- É, porra... - respondi todo embriagado.

Então, assim que falei, o Marcão começou a movimentar o seu pau também dentro de mim, e nossa, não sei explicar, senti um calor e um tesão misturado que me levaram à loucura.

- Aaiiiiiiii, caralhooooo, seus putões, o que vocês estão fazendo comigo, porra... - eu gemia que nem uma putinha, estava bom demais aquilo.

- Te dando a melhor foda da tua vida, seu gostoso - disse o Marcão bem sacana.

- Toma pica, seu gostosão - berrou o Alcides.

Os dois começaram a me socar bem forte, eles tinham experiência naquilo, me socavam no mesmo ritmo, e sem que eu tocasse sequer no meu pau sentia um prazer do caralhooooo!

- Aaaai, porraaaaaa, que eu vou gozarrrrr!

- Goza, gostoso, Chicão - falou o Alcides todo satisfeito.

- Aaaaaaah, caralho, não aguento mais - o Marcão berrou; senti o pau dele pulsar. O cara começou a gozar dentro de mim, e o meu pau automaticamente largou um enorme jato de porra no meu peito.

- Aaai foda-seeeeeee, que tesão!

Eu berrava de prazer com aqueles a socar o meu cu e o Alcides me olhava todo eufórico.

- Aaaaaaaaahhhh caralho, toma mais leite neste cu, Chicão!

Ele também começou a gozar, e eu tive uma das melhores gozadas da vida, e com certeza a melhor daquela noite; eu jorrei leite em cima de mim e aqueles dois safados, muito dentro do meu cu. Quando terminamos, eu desfaleci. O Alcides tirou o seu pau de dentro de mim, e eu fiquei em cima do Marcão, a recuperar forças enquanto o dele ia amolecendo dentro de mim, e o leite deles escorria do meu cu, até ele sair também.

Eles eram dois bons camaradas; deixaram-me recuperar e só depois é que o Marcão me tirou de cima dele e me olhou bem sacana:

- Foi ou não foi a tua melhor gozada da noite?

- Caralho, nem sei o que dizer, que puta de putaria que eu fiz este fim de semana.

- Vais dizer que não foi bom? - Veio o Alcides sobre mim e dei um beijo rápido.

- O problema é esse, é que foi tudo bom demais.

A seguir, levantei-me, vesti-me e fomos os três embora. Cheguei a casa todo arrebentado, exausto, já eram umas 8h; a minha esposa e os rapazes já estavam acordados, eles acordam sempre cedo. Dei um beijinho em cada um e fui dormir. Acordei bem ao fim do dia, eles ficaram todos felizes quando acordei; olhei para a minha família e decidi que não voltava mais ao bar, tinha gostado demais daquele fim de semana, mas gosto ainda mais da minha família. Na segunda-feira falei com o Miguel e expliquei-lhe por que não ia mais trabalhar no bar dele, ele entendeu, mas o problema é que eu tinha gostado daquilo tudo e agora mesmo, já passados uns meses, ainda me lembro de cada uma daquelas fodas; cada vez tem sido mais difícil passar sem uma boa pirocada, não sei quando, mas com certeza eu vou ter uma recaída e quando isso acontecer eu venho aqui contar para vocês….

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico catcm82

Nome do conto:
Tive vontade e pronto dei o Cu - Em boa Segurança - Final

Codigo do conto:
273350

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
28/09/2026

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