A Ruptura do Novo Mundo




No meu passado, a sociedade e as circunstâncias me levaram a ser casado com uma mulher. No entanto, internamente, o meu lado feminino sempre foi muito mais forte, intenso e latente em mim, criando um constante descompasso entre a vida que eu levava e quem eu realmente era. Tudo mudou drasticamente durante uma tempestade de fúria sem precedentes: uma descarga de energia negativa rompeu um marasmo arrancando-me daquela realidade monótona desencadeada por um divórcio transportando-me instantaneamente para o período presente. Neste novo mundo, longe das amarras do passado, percebi que os meus sentidos homossexuais e a minha sensibilidade física não apenas desabrocharam, mas se intensificaram a níveis avassaladores. Eu me senti livre para ser quem era e profundamente atraído por homens, com cada novo desejo correndo direto pelas minhas veias de forma urgente.
O Encontro no Café e o Convite
Eu tentava me adaptar à rotina e à liberdade dessa nova era quando decidi parar em um café movimentado. Foi ali que ele apareceu, após semanas de conversas por um chat de relacionamento, sentando-se na mesa logo ao lado. Seus ombros largos e sua postura visivelmente segura trouxeram-me uma sensação imediata de magnetismo e proteção que eu nunca havia experimentado antes.
Quando ele se levantou por um instante para pegar um guardanapo, o tecido leve de sua calça de linho desenhou perfeitamente o contorno de um órgão genital impressionante, claramente acima da média, digamos uma Pica de respeito. O impacto visual foi totalmente físico; senti um calor súbito subir pela minha espinha e meu coração acelerar. Percebendo o meu olhar fixo e o meu desejo evidente, ele sorriu de canto, sustentando os olhos nos meus com uma intensidade magnética. Ele se aproximou na mesa e, com uma voz firme e sedutora, disse que havia notado a nossa sintonia e me convidou para irmos até o seu apartamento, um local mais reservado onde poderíamos ficar à vontade.
A Entrega no Loft
O loft dele ficava no último andar, iluminado apenas pelas luzes distantes da cidade que entravam por uma grande janela de vidro. Naquele espaço minimalista de concreto polido e paredes escuras, o isolamento acústico era absoluto, transformando o quarto em um verdadeiro refúgio. O cheiro de madeira e âmbar dele preenchia o ar, desfazendo o resto das minhas defesas. Fomos tirando nossas roupas, seguido de um beijo avassalador, fixei meus olhos novamente em sua rola totalmente rígida brilhando a cabeça e a grossura chegava próximo do incomum, a princípio dei uma exitada. Mas eu me deixei guiar inteiramente pelos meus instintos sexuais mais profundos, entregando-me à intensidade de ser possuído como uma verdadeira fêmea — a exata expressão daquela feminilidade que passei anos reprimindo no passado. Cada toque dele funcionava como um gatilho. Sentir a rigidez impressionante da Rola dele pressionando e dominando o meu corpo por completo apagou qualquer rastro de pensamento. Entreguei todo o controle a ele, aceitando aquela força e comando com um prazer primitivo e visceral. O clímax veio como uma onda inevitável: um espasmo forte que travou a minha respiração antes de se libertar em um suspiro profundo, coroado pelo calor denso da porra dele dentro do meu cuzinho agora deflorado deixando nossos corpos exaustos e conectados na calmaria que se seguiu.
A Confissão e a Proposta
Deitados lado a lado, com a respiração finalmente voltando ao ritmo normal e a pele ainda quente, o silêncio pós-coito transformou-se em uma cumplicidade profunda. Eu me virei de lado, apoiando o rosto na mão para encará-lo de perto, deixando que os meus olhos guiassem a coragem para iniciar a nossa primeira conversa real.
— Sabe… — comecei, com a voz ligeiramente rouca pelo esforço, mas mantendo o olhar firme. — Desde o momento no café, quando eu vi você se levantar, foi impossível não notar. Você tem um porte físico impressionante, mas o tamanho do seu pau é realmente fora do comum, acima de tudo o que eu já imaginei. É magnífico.
Ele deu um sorriso contido, de canto, visivelmente satisfeito com a honestidade direta do elogio, e passou a mão espalmada pela minha cintura, puxando-me ainda mais para perto. Encorajado pelo toque receptivo dele, deslizei a mão pelo seu peito e fiz a minha confissão definitiva:
— E sendo completamente sincero com o que estou sentindo agora… se você estiver de acordo e quiser isso tanto quanto eu, eu adoraria experimentar e sentir tudo o que você é capaz de fazer de novo.
Capítulo 2: O Despertar da Obediência
O elogio direto e a minha proposta explícita mudaram instantaneamente a atmosfera no quarto. O sorriso contido dele desapareceu, dando lugar a um olhar sério, denso e focado, que pareceu ler cada milímetro dos desejos que eu guardara trancados por uma vida inteira. Ele se moveu devagar, mas com uma autoridade que fez meu sangue correr mais rápido. Em um comando silencioso, ele segurou meu queixo com firmeza, erguendo meu rosto.
— Então você quer experimentar tudo o que eu posso fazer? — a voz dele desceu um tom, grave e pausada. — Você quer se entregar, mas não quer ditar as regras. Eu percebi o jeito que você me olha. Você não quer apenas prazer, você quer um dono. Você quer obedecer.
Aquelas palavras me atingiram como um choque elétrico. Sentir que ele havia decifrado perfeitamente a minha essência feminina e o meu anseio mais profundo por submissão fez meu corpo amolecer instantaneamente. Eu apenas assenti com a cabeça, incapaz de formular uma frase, totalmente desarmado.
— Ótimo — ele decretou, soltando meu queixo e se sentando na borda da cama. — A partir de agora, neste espaço, você não toma decisões. Suas vontades se sujeitam às minhas. Se quer sentir o que eu tenho a oferecer, vai fazer exatamente o que eu mandar, como um escravo dedicado ao meu prazer. Fique de joelhos no chão, agora.
A ordem veio sem hesitação, e a minha resposta foi automática. O resquício de orgulho do homem que eu tentava ser no passado desmoronou, dando lugar à fêmea submissa que finalmente encontrava o seu papel. Deslizei para fora dos lençóis e apoiei os joelhos no concreto frio do loft, posicionando-me diante dele, com os olhos fixos nos seus, o peito subindo e descendo com a respiração acelerada.
Ele olhou para baixo, avaliando a minha total sujeição com uma satisfação evidente. O tamanho imponente de sua anatomia já se destacava novamente, reagindo à minha obediência imediata.
— Muito bem — ele disse, passando a mão pelos meus cabelos com uma crueza que misturava posse e controle. — Essa é a sua posição. Daqui para a frente, você só se move quando eu ordenar, e cada toque meu vai servir para lembrar você a quem o seu corpo pertence agora. Prepare-se, porque eu vou usar você exatamente como você nasceu para ser usada.
O medo inicial transformou-se em um tesão avassalador. Ali, de joelhos, sem o peso do passado ou das convenções sociais, eu liberava toda a minha obediência, pronta para ser moldada pelas vontades dele.
O comando dele cortou o silêncio do loft, consolidando a minha nova realidade de submissão e transformando o tesão acumulado em uma ação de total obediência.
— Olhe para mim — ele ordenou, com a voz baixa e firme. — Quero que você use as suas mãos e a sua boca para me servir agora. Mostre-me o quanto você quer isso.
A ordem prática disparou um calor imediato pelo meu corpo. Sem hesitar, aproximei-me e envolvi a Rola imponente dele, sentindo de perto a textura e o tamanho impressionante que me fascinavam desde o café. Seguir o comando dele com dedicação, ouvindo os seus suspiros de aprovação enquanto ele segurava meus cabelos para ditar o ritmo da minha chupada, liberou o resto de qualquer barreira mental. Eu estava completamente entregue ao papel de servi-lo.
Após alguns minutos de total devoção naquele boquete,   segurou meus ombros com firmeza, interrompendo o movimento para impor a próxima etapa.
— Deite-se de costas na cama e puxe as suas pernas contra o peito ( famoso frango assado) — ele comandou, levantando-se. — Fique completamente exposta para mim.
Subi na cama rapidamente, deitando-me na posição exata que ele exigiu. O contraste entre a minha total vulnerabilidade e a imponência dele, de pé à beira do colchão, acelerou meu coração. Ele se posicionou entre as minhas pernas, segurando os meus tornozelos com força, e olhou fixamente nos meus olhos antes de iniciar a penetração.
A entrada foi firme, implacável e profunda. Sentir o tamanho monumental dele preencher o meu corpo por completo arrancou um gemido agudo do fundo da minha garganta. Cada investida dele era carregada de autoridade, ditando um ritmo vigoroso que não dava espaço para descanso. O controle era inteiramente dele: as mãos dele me mantinham fixo no lugar, enquanto o peso do seu corpo exercia uma pressão avassaladora. Naquela dinâmica de posse e obediência, a sensação de ser usada exatamente como eu desejava atingiu o ápice, transformando a dor inicial em um prazer puramente visceral e libertador.
O impacto físico e psicológico daquela penetração profunda reverberou por cada centímetro do meu ser, transformando a submissão em uma experiência sensorial absoluta. O tamanho monumental daquela Pica preenchia o meu interior de uma forma tão completa que eu sentia a pressão ecoar direto no meu abdômen, um estiramento intenso que caminhava na linha tênue entre o limite do suportável e o prazer mais agudo que já havia experimentado.
A cada investida firme e ritmada, uma onda de calor denso se espalhava a partir do ponto de contato, subindo pela minha espinha e fazendo minha mente flutuar, completamente desconectada do resto do mundo. Não existiam pensamentos sobre o casamento do passado ou as regras da sociedade; tudo o que restava era a textura da pele dele contra a minha, o impacto pesado do quadril dele batendo contra a minha bunda e o som das nossas respirações ecoando no loft.
Senti-me inteiramente desarmada e reduzida à minha essência mais crua. Havia uma libertação indescritível em não ter o controle de nada, em ser mantida presa pelos tornozelos, totalmente exposta e vulnerável sob a força dele. O domínio dele agia como um anestésico para as minhas inseguranças, permitindo que o meu lado feminino se manifestasse em sua totalidade através de gemidos involuntários que escapavam a cada movimento mais profundo. A sensação de ser preenchida daquela maneira gerava uma tensão acumulada que fazia meus músculos internos se contraírem ao redor dele em espasmos de puro tesão, ansiando pelo momento em que aquela força implacável me levaria ao limite definitivo da exaustão e do prazer.
O ritmo das investidas dele tornou-se ainda mais rápido e implacável, indicando que o limite da resistência de ambos estava prestes a romper. O preenchimento total e a força com que ele governava o meu corpo transformaram o prazer em uma urgência cega, onde cada movimento ecoava profundamente no meu interior.
— Aguente firme — ele rosnou baixo, com a voz carregada de testosterona, apertando os meus tornozelos com ainda mais força contra o colchão. — Você é minha. Sinta o meu peso.
Aquelas palavras e a visão do seu rosto tenso, focado inteiramente em me dominar, foram o gatilho definitivo. O ápice me atingiu como uma corrente elétrica avassaladora: meu corpo inteiro travou em um espasmo violento, e um gemido agudo, puramente feminino na sua intensidade, escapou da minha garganta enquanto os meus músculos internos se contraíam desesperadamente ao redor da Pica monumental dele.gozei como nunca havia gozado antes.
Ao sentir a força da minha contração e a minha total rendição, ele soltou um rugido baixo e deu as últimas três investidas, as mais profundas e brutais da noite. No segundo seguinte, ele descarregou. Senti o jato denso e quente inundar o meu cuzinho, uma onda de calor que pareceu selar a minha propriedade. O corpo dele desabou pesadamente sobre o meu, o peito largo subindo e descendo contra o meu busto, enquanto a respiração dele batia quente no meu pescoço. Mesmo exausto, ele manteve a posse, deixando claro através do peso do seu corpo que a dinâmica de comando e obediência havia se consolidado perfeitamente entre nós.
A transição do calor do ato para a frieza das regras estabeleceu o contorno definitivo da nossa nova relação. O peso do corpo dele sobre o meu deu lugar a um distanciamento calculado, projetado para consolidar a autoridade que ele agora exercia sobre mim no tempo presente.
Ele se levantou da cama sem pressa, caminhou até o banheiro e retornou vestindo um roupão escuro. Sentou-se na poltrona diante da cama, acendeu a luz de cabeceira e me olhou de cima a baixo enquanto eu continuava exatamente na mesma posição, exausta e submissa.
— Sente-se na borda da cama — ele ordenou, com o tom de voz calmo, mas que não admitia réplicas.
Aproximei-me da borda, mantendo a postura recolhida, os olhos baixos, esperando pelas suas diretrizes.
— Agora que você liberou a sua obediência, precisamos deixar claro como as coisas vão funcionar daqui para a frente — começou ele, cruzando as pernas. — Você queria um dono, e agora você tem. Estas são as minhas regras:
Disponibilidade absoluta: Sempre que eu chamar você para este loft, sua única resposta será o horário da sua chegada. Nenhuma desculpa ou atraso será tolerado.
Silêncio e submissão: Fora daqui, você vive a sua nova vida neste bairro. Mas, no momento em que pisar neste quarto, você perde o direito de escolha. Você não fala, não questiona e não dita o ritmo de nada, a menos que eu ordene.
Zelo pelo corpo: O seu corpo agora é o meu instrumento de prazer. Você vai se manter impecável, disponível e pronta para a minha anatomia sempre que eu exigir.
Exclusividade e segredo: Ninguém neste bairro pode saber o que acontece entre nós, e você pertence exclusivamente ao meu comando sexual.
Ele se levantou, caminhou até mim e ergueu o meu queixo com dois dedos, forçando-me a olhar diretamente nos seus olhos firmes.
— Você entendeu perfeitamente o seu papel como minha escrava aqui dentro? — perguntou, esperando a minha confirmação definitiva.
O peso daquelas exigências fez meu coração disparar, mas o tesão e o alívio psicológico de entregar o controle total da minha vida a um homem tão imponente falaram mais alto.
Aceitando a Submissão
Com as regras ditadas e o peso da autoridade dele pairando no ar, a minha resposta precisava ser tão limpa e definitiva quanto o comando que eu havia acabado de receber. Olhar para ele daquela posição, sentindo o calor do meu próprio corpo ainda marcado pela intensidade da anatomia dele, removeu qualquer vestígio de dúvida.
Encarei os olhos firmes dele, sustentando o toque dos seus dedos no meu queixo. Engoli em seco, deixando que a minha voz saísse baixa, mas perfeitamente clara e firme, carregada de toda a submissão que agora me definia:
— Sim, meu senhor. Eu entendi perfeitamente. O meu corpo e a minha vontade são seus a partir de agora. Eu vou obedecer a cada uma das suas regras sem questionar.
Para selar a minha aceitação de forma física e incontestável, deslizei suavemente para fora da borda da cama até tocar os joelhos no chão mais uma vez. Aproximei-me da poltrona onde ele estava, inclinei a cabeça e depositei um beijo suave e reverente sobre o dorso da sua mão, entregando ali o resto da minha autonomia. O alívio psicológico de verbalizar aquela promessa foi imediato e avassalador; no tempo presente, eu não precisava mais carregar o peso de escolhas ou de papéis que não me pertenciam. Eu era dele, e estar de joelhos aceitando aquele destino era a maior liberdade que eu poderia experimentar.


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Comentários


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tamanho ideal Comentou em 21/08/2026

Kabel, obrigado por ler meu conto foi apenas uma pequena mudança de estilo, prometo que já continuação usarei uma linguagem mais popular

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kabel-74 Comentou em 21/08/2026

Bom a história/relato é interessante, porém acho que a linguagem utilizada poderia ser mais popular, pois ficou algo muito coloquial.. Veja esse trechoTudo mudou drasticamente durante uma tempestade de fúria sem precedentes uma descarga de energia negativa rompeu um marasmo arrancando-me daquela realidade monótona desencadeada por um divórcio transportando-me instantaneamente para o período presente." Eu estou em dúvida nesse trecho se quis passar algo real ou no sentido figurado

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tamanho ideal Comentou em 21/08/2026

Esqueci de mencionar, tem continuação.... Bjs




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Ruptura do Novo Mundo

Codigo do conto:
270406

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/08/2026

Quant.de Votos:
2

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