Olá mais uma vez. Demorei um pouco, mas finalmente consegui dar continuidade ao relato. Vamos aos acontecimentos. O tão esperado dia havia chegado. Para nossa alegria, ficamos responsáveis por buscar William na rodoviária. Chegamos alguns minutos antes do horário previsto e aguardamos próximo à plataforma de desembarque. Como costuma acontecer, houve um pequeno atraso, tornando a espera ainda mais longa. Quando o ônibus finalmente estacionou, a expectativa tomou conta de nós. Eu ainda não o conhecia pessoalmente. Assim que o vi descer, compreendi imediatamente por que ela falava dele com tanta admiração. Era um homem de presença marcante, alto, de porte físico robusto e postura naturalmente dominante. Sua simples presença chamava a atenção de todos ao redor. Acenamos de longe, e ele caminhou em nossa direção. Antes mesmo que eu pudesse cumprimentá-lo, ela correu para abraçá-lo com entusiasmo. O reencontro demonstrava a intimidade e a cumplicidade que existiam entre os dois, culminando com um beijo de língua ardente e demorado enquanto eu observava a cena tentando assimilar tudo o que estava acontecendo. Logo em seguida, ela voltou a si e fez as apresentações. — Primo, este é o meu corninho. Enquanto você estiver conosco, ele estará à sua disposição e também será mais uma fêmea para voce comer. A apresentação foi direta, exatamente como ela costumava agir. William sorriu de forma descontraída. Estendi a mão para cumprimentá-lo, mas ele respondeu com um aperto firme e, em seguida, me puxou para um abraço amistoso. — Muito prazer em conhecer você — disse ele com uma voz grave e tranquila. Respondi: — Espero que você aproveite esses dias conosco e se sinta em casa. — Tenho certeza de que vou aproveitar — respondeu sorrindo. Peguei sua pequena mala e fiz questão de carregá-la até o carro, num gesto que refletia o papel de corno manso e viadinho que eu já havia assumido naquela dinâmica. Seguimos até o estacionamento. Enquanto acomodava a bagagem no porta-malas, eles conversavam e riam naturalmente, como velhos amigos que não se viam havia muito tempo. A sintonia entre os dois era evidente, e isso apenas reforçava aquilo que eu já havia percebido desde o primeiro instante. Ambos foram para o banco traseiro do carro onde começaram , um amasso gostoso de se observar, ela abriu o ziper das calças dele e saltou para fora uma rola bonita grande e grossa que chegou a dar agua na minha boca , mas naquele momento apenas ela estava se deliciando com chupadas e linguada saborosas naquele falo suculento, a tal ponto de ele não aguentar e soltar um uivo e gozar intensamente em sua boca. Ela engoliu a metade e o restante segurou para vir e depositar o restante em minha boca seguido de um beijo. Permanecemos alguns minutos no estacionamento antes de seguir viagem. Depois, partimos para a casa dos pais de William, onde fomos recebidos com muita cordialidade para o almoço. A tarde transcorreu em um clima agradável de conversa e descontração. Ao final do encontro, deixamos William na casa dos pais e combinamos que voltaríamos mais tarde para buscá-lo. Naquela noite, ele passaria os próximos dias hospedado em nossa casa, e eu tinha a clara sensação de que aquela seria apenas a primeira de muitas experiências marcantes que ainda estavam por vir. Nesse período em que estávamos sozinhos em casa, ela me segurou pelos braços, aproximou-se e disse: — Vem cá. Vou te preparar para o nosso macho. Comprei algumas coisinhas para você usar, mas antes vou te depilar todinho. Fomos para o banheiro e entramos no chuveiro. Depois de ensaboar meu corpo, ela iniciou a depilação com extrema calma e precisão, conduzindo cada movimento com segurança, enquanto eu permanecia completamente entregue aos seus cuidados. A forma como conduzia aquele momento reforçava a sensação de que tudo fazia parte da preparação para o que ela havia planejado. Quando terminou, pediu que eu me virasse para que pudesse finalizar a depilação com o mesmo cuidado, certificando-se de que tudo estivesse impecável. Alem disso introduziu um dedo , depois dois até tres dedos em meu cuzinho, que me levou a loucura deixando meu pau duro ao extremo. Logo em seguida introduziu o chuveirinho em meu cuzinho abriu a agua para fazer uma limpeza total nele. Ao sairmos do chuveiro, seguimos para o quarto, ainda enrolados em toalhas. Ela pegou um creme hidratante, entregou-o em minhas mãos e, sorrindo, comentou: — Hoje é o seu dia de princesa. A frase fazia referência a um programa de televisão bastante conhecido na época, e ela soltou uma gargalhada antes de completar: — Passe bastante hidratante. Depois você vai vestir a calcinha fio dental que comprei especialmente para hoje. Segui suas instruções. Quando terminei e vesti a peça, ela observou atentamente e, em tom de brincadeira, deu um leve tapa em minha bunda, dizendo: — Assim está muito melhor. Hoje vou realizar uma fantasia que tenho há muito tempo. Depois disso, coloquei uma calça de moletom por cima para disfarçar. Por volta das 20 horas, fomos buscar William. Ao chegarmos, recusamos o jantar e permanecemos conversando por alguns minutos. Em seguida, decidimos ir a um barzinho, onde tomamos algumas cervejas, beliscamos petiscos e seguimos a noite em um clima descontraído, enquanto a expectativa pelo que ainda estava por acontecer permanecia no ar. Ao sairmos do barzinho, William caminhou entre nós e passou um braço sobre os ombros de cada um, numa atitude confiante, como quem naturalmente assumia o controle da situação. Com um sorriso de satisfação, olhou para nós e comentou: — Então quer dizer que, a partir de hoje, vocês duas serão minhas fêmeas? Ela sorriu imediatamente, como se já esperasse aquela provocação. Eu permaneci em silêncio por alguns instantes, sentindo o peso daquelas palavras e percebendo que elas resumiam exatamente a dinâmica que ela havia idealizado para aqueles dias. Pela primeira vez desde sua chegada, tive a nítida sensação de que uma nova etapa daquela experiência estava, de fato, começando. Ainda mais atrevido, sem demonstrar qualquer preocupação com quem pudesse estar por perto, ele deslizou as mãos e apertou, ao mesmo tempo, minha bunda e a dela, como um gesto espontâneo de quem se sentia completamente à vontade e naturalmente no comando da situação. Seguimos para casa. Assim que chegamos, fizemos questão de lhe mostrar cada ambiente, percorrendo todos os cômodos enquanto ele observava tudo com curiosidade. Por fim, chegamos à suíte do casal. Ali estava nossa cama king size, adquirida havia pouco tempo justamente porque imaginávamos que, em algum momento, viveríamos experiências diferentes daquelas que conhecíamos até então. William sorriu discretamente ao entrar no quarto, lançou um olhar demorado para o ambiente e comentou que aquele seria o cenário perfeito para os dias que passaríamos juntos. Pela expressão dela, percebi que toda a expectativa construída durante tanto tempo estava prestes a se transformar em realidade. Ele se deitou bem no centro da cama, cruzou os braços atrás da cabeça e, com um sorriso confiante, perguntou o que ela havia preparado para recebê-lo. Sem dizer uma palavra, ela segurou meu braço e me conduziu até os pés da cama. Posicionou-me de costas para ele e, lentamente, começou a retirar minhas roupas, revelando a lingerie que havia escolhido especialmente para aquela ocasião. Ela então voltou o olhar para William e, com um sorriso de cumplicidade, perguntou: — Era exatamente isso que você imaginava? Ele permaneceu observando a cena por alguns instantes, analisando cada detalhe, enquanto eu sentia o peso de seu olhar e percebia que toda a expectativa construída desde sua chegada culminava naquele momento. O silêncio que tomou conta do quarto dizia mais do que qualquer palavra, tornando o ambiente ainda mais carregado de expectativa. Continua..
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