Passados alguns anos, eu estava escrevendo aqui no site de contos, despejando nas palavras toda a intensidade das memórias que guardava dos meus antigos donos e o desejo reprimido do meu lado feminino, que ansiava por voltar a obedecer. Para a minha surpresa, a crueza e a total entrega dos meus relatos chamaram a atenção de um leitor específico. No site, eu o conheci apenas pelo seu *nickname*: **Roy**. mais tarde nos apresentamos com nossos nomes verdadeiros, mas vamos deixar aqui como ele se apresenta no site.
Nossas interações começaram de forma sutil nos comentários, mas logo migraram para mensagens privadas. **Roy** não perdia tempo com amenidades cotidianas. Suas mensagens demonstravam uma inteligência afiada e uma postura de autoridade que fazia meu sangue correr mais rápido. Entretanto, havia um obstáculo físico: ele morava em outro estado. Para que o nosso primeiro encontro acontecesse, eu precisaria ir até a cidade dele, submetendo-me às primeiras e rígidas diretrizes antes mesmo de sair de casa.
Antes que eu iniciasse a jornada, os comandos dele pelo aplicativo foram claros e práticos. Ele ordenou que eu arrumasse a minha mala levando as minhas calcinhas — o símbolo máximo da feminilidade que eu tanto gostava de expressar — e exigiu que eu comprasse um lubrificante íntimo de boa qualidade, deixando óbvio que o uso da sua pica seria implacável. A ordem final de Roy foi específica: eu não deveria ir até a rodoviária central, mas sim descer em um ponto na entrada da cidade, às margens da rodovia, onde ele me buscaria de carro.
A jornada foi longa e exaustiva. Foram seis horas de ônibus enfrentando estradas, além de várias baldeações de um transporte para o outro. A cada troca de condução, o cansaço acumulado no meu corpo misturava-se a uma ansiedade avassaladora. Quando o motorista finalmente parou para que eu descesse no ponto indicado, a penumbra da noite já havia tomado conta de tudo. O local era completamente deserto, cercado apenas pela escuridão da estrada e pelo silêncio cortado pelo vento. Olhando ao redor, sem ver viva alma, cheguei a ficar genuinamente receoso. O medo instintivo misturou-se ao frio na barriga; eu estava longe de casa, vulnerável, prestes a me entregar a um desconhecido.
A incerteza durou poucos minutos. Logo, os faróis de um carro imponente cortaram a escuridão e o veículo parou exatamente diante de mim. O vidro fumê desceu devagar, revelando a silhueta de Roy. A presença física dele, mesmo dentro do automóvel, era avassaladora. Ele tinha ombros largos, um porte físico imponente e uma postura de segurança absoluta que desarmou o meu medo, transformando o receio em um tesão imediato, a vontade ali já era de começar um boquete, mas me contive rsrsrs.
— Entre e coloque a mochila no banco de trás — a voz dele veio grave, firme, preenchendo o espaço com uma autoridade incontestável.
Entrei no carro em silêncio. No trajeto curto até a casa dele, o tecido da calça dele não escondia o contorno nítido de uma pica gostosa que eu ja havia visto nas trocas de mensagens, que me fez engolir em seco. Ao chegarmos à residência, ele indicou o interior do imóvel com um gesto sério, ordenou que eu ficasse abaixado até ele entrar na caragem.
— Entre — ordenou, assim que trancou a porta principal. — Você teve uma longa viagem, enfrentou o deserto e a noite para demonstrar que sabe seguir ordens. Agora tire toda a sua roupa e fique de joelhos no centro da sala, de cabeça baixa, esperando pelo seu novo dono.
O cansaço da viagem desapareceu, substituído por uma descarga violenta de adrenalina. Sem proferir uma única palavra, deixei meus pertences de lado e comecei a me despir sob o olhar atento e frio dele, que avaliava cada movimento. Acomodei meus joelhos no chão da sala e abaixei a cabeça, entregando o controle de forma definitiva.
Ele se aproximou e parou bem diante de mim. Pude ver suas pernas fortes e a rigidez imponente da sua pica ao alcance dos meus olhos. Roy segurou o meu queixo com força, forçando-me a sustentar o olhar.
— Eu li cada uma das suas histórias, e sei exatamente do que o seu corpo precisa — disse ele, com um sorriso de canto dominador. — O seu antigo dono não está mais aqui, e a partir de hoje você se sujeita às minhas vontades. Você trouxe o que eu mandei? Está pronta para ser a minha putinha ?
Envolvida pelo calor daquela casa nova e pela pica que prometia me preencher por completo, o meu lado feminino vibrou em uma entrega total.
— Sim, meu senhor. Eu trouxe tudo… Eu sou sua — sussurrei, selando o início de uma nova era de submissão. Depois de me despir completamente colocar a calcinha fio dental e assumir a minha posição com a cabeça baixa ele me levou até ao quarto de hóspedes, ouvi os passos de Roy se direcionarem ao banheiro. Ele havia trabalhado o dia inteiro, e o cansaço do mundo exterior ainda pairava em seus ombros. Enquanto eu esperava na solidão daquele quarto desconhecido, o som da água do chuveiro batendo no box ecoava pela casa. Cada minuto daquela espera aumentava o meu frio na barriga e o meu tesão. Eu sabia que a água estava limpando o cansaço do dia dele, preparando o corpo do meu dono para exercer o controle absoluto sobre mim. Estar praticamente nua, sentindo um friozinho, após seis horas de viagem, era o ritual perfeito de esvaziamento do meu próprio orgulho.
O som da água cessou. Pouco depois, a porta do banheiro se abriu e Roy retornou à sala. Ele vestia apenas um calção leve, sem camisa. Sua pele ainda exalava o calor do banho e o aroma limpo do sabonete misturado ao seu perfume marcante. Ele parou bem diante de mim, com as pernas firmes levemente afastadas. A umidade do banho parecia destacar ainda mais o porte físico imponente e o volume daquela pica gostosa, que já desenhava o tecido da bermuda com uma rigidez impressionante, sem dizer nenhuma palavra, ele segurou os meus cabelos com firmeza, puxando a minha cabeça para trás para que eu olhasse diretamente para o seu pau.— Você viajou até aqui para me servir, não foi? — a voz dele veio grave, firme, ditando o tom do nosso pacto. — Eu trabalhei o dia todo, e agora o meu prazer está inteiramente nas suas mãos. A sua primeira ordem é usar a sua boca. Quero ver o quanto a sua obediência é real. Desça meu calção e mostre o que sabe fazer. O comando direto disparou uma onda de calor denso pelo meu abdômen. O meu lado feminino respondeu instantaneamente àquela autoridade. Sem hesitar, usei as minhas mãos trêmulas para abrir o calção dele, revelando a grandiosidade da sua pica nua, imponente e completamente limpa após o banho. Aproximei-me com total devoção, envolvendo-o e iniciando o serviço com a minha boca sob o controle estrito das suas mãos, que ditavam o ritmo segurando os meus cabelos. Naquela primeira tarefa prática, entreguei o resto da minha autonomia ao sabor das vontades de Roy.
O silêncio do quarto era quebrado apenas pelo som da minha total dedicação e pelos suspiros cada vez mais pesados que escapavam dele. Roy mantinha os dedos firmemente entrelaçados nos meus cabelos, ditando um ritmo preciso, profundo e sem pressa, que testava o limite da minha entrega a cada movimento. Sentir o volume e a rigidez monumental daquela pica, completamente limpa após o banho, trazia uma sensação de preenchimento que anestesiava qualquer cansaço da longa viagem.
À medida que o prazer dele aumentava, a pressão das suas mãos na minha cabeça tornou-se mais forte, um comando mudo de que o final estava próximo. O quadril dele começou a se mover de forma involuntária, ditando investidas mais firmes que alcançavam o fundo da minha garganta, forçando o meu lado feminino a aceitar aquela dominação absoluta. O corpo de Roy tencionou por completo; os músculos do seu abdômen e das pernas ficaram rígidos como pedra, indicando que ele havia atingido o limite da resistência.
— Aguenta… — ele rosnou baixo, a voz extremamente rouca e carregada de testosterona. No segundo seguinte, o clímax o atingiu com força total. Senti o estalo da descarga dele, um jato denso, quente e abundante de porra que inundou a minha boca. Seguindo a minha essência de total submissão e obediência, não recuei um único milímetro. Mantive-me firme na posição, engolindo e absorvendo toda aquela delícia com a boca até a última gota, limpando o meu dono com devoção enquanto ele soltava um longo suspiro de exaustão e despejava o peso das suas mãos sobre os meus ombros, completamente satisfeito com a minha prontidão em servi-lo. A transição para outra posição marcou o início da entrega mais profunda, onde os comandos específicos dados antes da viagem finalmente se transformaram em ação. Roy segurou o meu braço com firmeza e me virou, diminuiu as luzes, um ambiente com luzes ainda mais baixas e uma cama de casal ampla no centro. Ele indicou a minha mochila com o olhar e deu a próxima ordem prática: — Pegue o lubrificante. Abri a mochila com as mãos ainda trêmulas pelo tesão acumulado. Usando uma calcinha fio dental de renda preta, extremamente cavada, que destacava toda a feminilidade que eu tanto desejava expressar, sob o olhar atento e fixo dele, sentindo o tecido fino marcar a minha total nudez na parte de trás. Em seguida, peguei o tubo de lubrificante íntimo que comprei. Roy deitou-se na cama, virado para cima, com as pernas levemente afastadas, exibindo a sua pica voltada para cima que já se recuperava e voltava a ganhar uma rigidez impressionante Aproximei-me e, seguindo a dinâmica de submissão, espalhei uma quantidade generosa do líquido viscoso e gelado pelas minhas mãos, aplicando-o com cuidado ao longo de toda a extensão da rigidez dele e também em mim, preparando o corpo para o impacto do preenchimento. — Suba e sente-se — comandou ele, a voz grave e calma ecoando no quarto. — Controle o início, mas mude o ritmo quando eu mandar. Subi na cama com os joelhos afastados, posicionando-me diretamente sobre o quadril dele. Segurei a base da pica de Roy com uma das mãos para alinhá-la, com a entrada do meu cuzinho enquanto a outra se apoiava no peito largo dele. A minha vulnerabilidade era excitante. Desci o corpo devagar, centímetro por centímetro. O lubrificante cumpriu o seu papel, permitindo que a pressão intensa se transformasse em uma onda de calor profundo que invadiu o meu abdômen. À medida que eu sentava, senti os meus músculos internos se esticarem ao limite máximo para acomodar aquela picasuculenta em meu rabo. Soltei um gemido agudo e sôfrego, fechando os olhos enquanto empurrava o quadril até o fim, fazendo com que toda aquela rigidez espetacular sumisse completamente dentro de mim, colando a minha calcinha de renda direto contra a pele dele. Roy segurou a minha cintura com as duas mãos, mantendo-me presa e perfeitamente encaixada no seu topo, avaliando o meu rosto tenso com um sorriso de canto dominador. O meu lado feminino estava ali, totalmente preenchido e governado pelo meu novo dono. Com o preenchimento total estabilizado, o silêncio do quarto foi quebrado apenas pelo som sôfrego da minha respiração e pelos meus gemidos baixos de adaptação. Sentir toda aquela extensão monumental abrigada no meu interior trazia uma sensação de calor profundo que reverberava por todo o meu corpo. Apoiando as minhas mãos firmemente no peito largo de Roy, comecei a realizar os primeiros movimentos. Elevei o quadril devagar, deslizando milímetro por milímetro para cima, apenas o suficiente para aliviar a pressão interna, antes de descer novamente com o peso do meu próprio corpo. A presença do lubrificante facilitava o atrito, transformando o estiramento intenso em um prazer agudo e puramente visceral. A calcinha de renda preta se movia contra a pele dele a cada subida e descida, acentuando o apelo visual da minha total submissão. A cada vez que eu afundava o corpo e sentia a base dele colidir contra o meu cuzinho, fazendo com que aquela rola fantástica sumisse por completo dentro de mim, um arrepio forte subia pela minha espinha. Manter o controle daquele início era um exercício de pura entrega; eu precisava dosar a intensidade para não quebrar o ritmo, enquanto os olhos escuros e fixos de Roy acompanhavam cada expressão do meu rosto, avaliando a minha capacidade de suportar e acomodar toda sua pica. O meu lado feminino operava em sincronia perfeita com o comando dele, deliciando-se com a sensação de estar completamente dominada e preenchido na cama do meu novo dono. O ritmo dos movimentos sobre o quadril dele tornou-se mais urgente e fluido, impulsionado pelo calor que aumentava a cada atrito. Sentir a rola de Roy enterrada profundamente em mim gerava uma fricção intensa que esticava e preenchia cada centímetro do meu interior, acumulando um prazer agudo que desarmava qualquer tentativa de controle. A textura do lubrificante e o suor que começava a brotar na nossa pele criavam uma atmosfera de total entrega no quarto. A cada vez que eu subia e descia com força sobre ele, fazendo com que toda aquela rigidez sumisse dentro do meu corpo, um calor denso se espalhava pelo meu abdômen, subindo pela espinha e enchendo a minha mente de névoa. Roy mantinha as duas mãos grandes espalmadas na minha cintura, apertando a minha pele com firmeza e ditando a profundidade exata do encaixe. Os olhos dele estavam fixos nos meus, compenetrados e escuros pelo desejo crescente, alimentando-se da visão da minha calcinha de renda preta e do meu rosto totalmente transformado pelo tesão e pela submissão. O prazer foi se acumulando em ondas rápidas e elétricas. A respiração dele tornou-se curta, pesada e rouca, enquanto o seu quadril começava a dar pequenas e firmes investidas de baixo para cima, colidindo com força contra a minha base e acelerando o ritmo de forma inevitável. Eu já não conseguia segurar os gemidos altos e agudos que escapavam da minha garganta a cada impacto mais profundo. O limite de nós dois rompeu ao mesmo tempo. Roy travou os dentes, os músculos do seu peito e dos braços se contraíram ao máximo, e as suas mãos na minha cintura me puxaram para baixo com uma força avassaladora, cravando toda a sua pica dentro de mim até o talo, sem deixar um milímetro de folga. — Aguenta… fica presa em mim… — ele rosnou, a voz completamente tomada pelo ápice. No segundo seguinte, o clímax dele aconteceu lá dentro. Senti o estalo e a pressão do jato denso, quente e abundante inundando o meu cuzinho de uma só vez. O calor da descarga dele ecoou direto no fundo do meu útero imaginário, fazendo com que todos os meus músculos internos se contraíssem desesperadamente ao redor daquela grandiosidade em espasmos violentos de puro prazer. Meu corpo inteiro amoleceu e desabou para a frente, colando o meu peito ao dele, enquanto Roy soltava um rugido baixo de exaustão e satisfação, mantendo-me firmemente prensada contra o seu quadril para que eu absorvesse e sentisse cada pulsação do seu clímax definitivo dentro de mim. A calmaria que se seguiu ao clímax definitivo trouxe o silêncio de volta ao quarto, deixando apenas o som das nossas respirações pesadas diminuindo o ritmo na penumbra Roy não me afastou imediatamente. Ele manteve as mãos firmes na minha cintura por alguns minutos, deixando-me descansar o corpo exausto sobre o seu peito largo, sentindo as pulsações do seu coração desacelerarem. Quando ele finalmente se moveu, foi com uma autoridade cuidadosa. Ele me ajudou a deitar de lado e, com dedos firmes, removeu a calcinha de renda preta que estava encharcada, deixando a minha pele totalmente livre e exposta. Ele usou um tecido limpo para remover o excesso de lubrificante e do sêmen que escorria pelas minhas coxas, um ato de zelo que consolidava a sua posse sobre o meu corpo. Em seguida, ele me puxou para trás, envolvendo-me em um abraço de concha protetor. Adormeci envolto pelo calor dele, com a certeza de que a fêmea submissa em mim havia encontrado o seu porto seguro , nem vi quando ele se retirou durante a noite. A madrugada deu lugar às primeiras luzes da manhã que filtravam pelas frestas da cortina. Acordei antes dele, sentindo o corpo levemente dormente e marcado pela intensidade da noite anterior. Roy continuava dormindo profundamente no quarto ao lado. Ao me mover devagar até lá, vi que arolal dele, mesmo em repouso, ostentava um volume saboroso. O meu instinto de obediência e o desejo de agradá-lo falaram mais alto. Sem que ele precisasse dizer uma única palavra, deslizei para baixo dos lençóis em silêncio. Acomodei-me entre as pernas dele e, com total devoção, comecei a usar a minha boca para despertá-lo. O calor e o movimento suave da minha língua fizeram com que a rigidez dele respondesse de imediato, expandindo-se até atingir aquele tamanho que me fascinava. Roy soltou um gemido baixo, acordando com o estímulo, e sua mão tateou os meus cabelos na penumbra, ditando o ritmo compassado daquela primeira e deliciosa tarefa matinal. Quando terminei, subi o corpo e me aninhei novamente ao seu lado, sentindo um sentimento avassalador de libertação. Aquela viagem de seis horas, o medo na entrada da cidade e a entrega total a Roy haviam purificado a minha mente. Eu tinha provado a mim mesmo que o meu lado feminino estava vivo, livre das amarras do passado e perfeitamente sintonizado com um novo dono à altura. No entanto, uma ponta nítida de tristeza misturou-se àquela paz. O dia estava correndo e eu já teria que arrumar a minha mala para voltar no dia seguinte para a minha cidade original, encarando novamente a rotina normal, as baldeações e a distância. Olhei para o rosto sério de Roy, sabendo que a saudade daquela autoridade e daquele preenchimento absurdo começaria no instante em que eu cruzasse a porta de saída, torcendo secretamente para que o meu telefone não demorasse a tocar com a próxima ordem de retorno. O momento da partida trouxe de volta a realidade do espaço e do tempo, selando o término daqueles dois dias de total entrega e dando início à contagem regressiva para o próximo Roy era homem de muitas palavras de afeto, e o trajeto de carro até a rodoviária da cidade foi feito em tom de despedida. Eu olhava pela janela do passageiro, vendo a paisagem urbana passar, sentindo o meu corpo fisicamente marcado, dolorido de um jeito bom, e completamente preenchido pela lembrança da noite anterior e daquela manhã. A calcinha que eu usava por baixo da roupa normal servia como um segredo tátil, um lembrete constante de a quem eu pertencia agora. Quando ele estacionou o carro perto da plataforma de embarque, o peso da despedida caiu sobre mim. Desci e peguei a minha mochila no banco de trás. Roy saiu do veículo e parou bem diante de mim, com o seu porte imponente e os ombros largos bloqueando o movimento da rodoviária ao nosso redor. A pressa do ambiente público exigia discrição, mas o olhar escuro e focado de Roy mantinha a mesma autoridade de dentro do quarto. Ele deu um passo à frente, diminuindo a distância entre nós, e segurou o meu queixo com firmeza, forçando-me a olhar diretamente nos seus olhos.— Você provou que sabe obedecer e que aguenta o meu ritmo — disse ele, com a voz grave e pausada. — Volte para a sua cidade, continue escrevendo os seus contos e espere. Eu vou ligar quando quiser você aqui de novo.— Sim, meu senhor — respondi em um sussurro sôfrego, sentindo um nó na garganta e um calor súbito subir pela espinha. O toque dos dedos dele na minha pele foi breve, mas o suficiente para fazer o meu peito apertar de saudade antes mesmo de eu subir no ônibus. Ele deu as costas e caminhou de volta para o carro com aquela postura de segurança absoluta que me desarmava por completo. Caminhei em direção à minha plataforma, arrasado pela tristeza de ter que enfrentar as seis horas de viagem e as baldeações de volta, mas tomado por uma vontade avassaladora de querer tudo novamente. Sentar no banco do ônibus e ver a cidade dele desaparecer pela janela foi o início de uma nova espera, com o meu lado feminino totalmente rendido e ansiando pelo próximo comando de Roy.
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Que delicia de conto putinha, mais uma vez mostrou sua submissa e entrega para o macho escolhido, votado, e que venha a continuação destes momentos deliciosos.
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