UMA FESTINHACOM O PRIMO FINAL



Olá meus amigos queridos, continuando ... Após ele permanecer observando a cena por alguns instantes, analisando cada detalhe, William finalmente quebrou o silêncio com um riso baixo, a voz grave e perfeitamente controlada, demonstrando que estava exatamente onde gostava de estar: no comando absoluto da situação.
— É ainda melhor do que eu imaginei — ele respondeu, os olhos fixos na forma como a calcinha fio dental destacava o meu corpo, desenhando uma linha clara de submissão ali, aos pés da sua cama.
A confirmação dele era o comando que minha esposa esperava. Com um sorriso de aprovação, ela deu um leve passo para o lado, afastando-se o suficiente para que William tivesse uma visão completamente desimpedida de mim. Eu continuava de costas, sentindo o calor do olhar dele queimar a minha pele, enquanto minhas mãos tremiam levemente de excitação e nervosismo.
— Ele passou o dia inteiro ansioso para te servir, William — ela disse, a voz suave, mas carregada de uma provocação consciente, lembrando o histórico que os dois já partilhavam entre si.
William mudou de posição na cama, descruzando os braços e sentando-se na borda. A presença dele parecia ocupar todo o espaço do quarto. Ele estendeu a mão robusta e segurou firmemente a minha cintura, puxando-me um passo para trás, forçando o meu corpo a recuar até que eu sentisse a proximidade do seu peito.
— Gosto de ver que você sabe exatamente o seu lugar aqui — William sussurrou perto do meu ouvido, enquanto a mão dele descia de forma possessiva pela curva do meu quadril, testando os limites do meu tecido e da minha entrega.
— Vem aqui meu viadinho, tire a calça do seu macho — fiz o que me foi ordenado, pude sentir o cheiro daquele pinto gostoso que saltou para fora assim que abaixei as calças dele, me segurou pela nuca e perguntou. — Vai chupar gostoso seu macho hoje?
Minha esposa observava a cena encostada na parede próxima, com os braços cruzados e um olhar de profunda satisfação ao ver o marido totalmente rendido ao homem que ela conhecia tão bem.
A firmeza dos dedos de William na minha nuca me impedia de desviar o olhar. Diante da pergunta dele, tudo o que consegui fazer foi assentir com a cabeça de forma rápida, uma confirmação silenciosa e submissa que pareceu agradá-lo.
— Eu quero ouvir você dizer, garoto — William exigiu, a voz mansa, mas cortante. — Diga que entendeu as minhas regras.
Antes que eu pudesse formular a resposta com a voz trêmula, o salto da minha esposa ecoou no piso de madeira. Ela se aproximou por trás de mim, parando perto o suficiente para que eu sentisse o perfume dela, embora meus olhos estivessem fixos apenas em William.
— Responda ao seu dono, querido — ela sussurrou, a voz carregada de um deboche excitado que arrepiou cada centímetro do meu corpo. — Mostre para o William o quanto você é obediente e como passou o dia inteiro esperando para ser dominado por ele na nossa própria cama.
As palavras dela foram o combustível que faltava para William. Um sorriso de canto surgiu nos lábios dele. Ele soltou a minha nuca e, com um movimento rápido e possessivo, segurou os meus dois pulsos com apenas uma de suas mãos, puxando-os para trás e forçando o meu peito para a frente.
Com a mão livre, William começou a explorar o meu corpo com firmeza. Ele deslizou a palma áspera pelo meu abdômen, subindo pelo meu peito até segurar o meu pescoço novamente, exercendo uma pressão deliberada que me fazia arquear as costas, totalmente entregue aos seus comandos.
A atmosfera no quarto era de uma entrega absoluta, onde cada gesto reforçava o pacto silencioso estabelecido entre os três. William mantinha o controle do momento, não apenas pela força de sua presença, mas pela forma como validava a dedicação e o esforço que haviam sido investidos naquela recepção. Inclinou minha cabeça em direção ao seu pau, sussurrando palavras de aprovação que me arrepiavam a pele, enquanto seus dedos apertavam de leve a minha nuca, comecei passando a língua em seu membro, em seguida introduzi meus lábios naquela cabeça brilhante e saborosa subindo e descendo como um verdadeiro bezerrinho submisso.
Minha esposa, observando a interação com um olhar de profunda realização, aproximou-se para selar aquele compromisso de confiança. Ela sabia que a dinâmica de submissão e comando que haviam construído não se baseava apenas em regras, mas em uma compreensão mútua de desejos e limites.
— Ele se preparou o dia todo para este momento — ela reiterou, sua voz agora mais suave, enquanto os três compartilhavam o reconhecimento de que a estrutura que criaram funcionava perfeitamente para eles.
William assentiu, relaxando ligeiramente a postura, mas mantendo a autoridade que o definia. O momento culminou em um entendimento compartilhado de que a lealdade e a obediência demonstradas eram a base para a harmonia entre eles. O silêncio que se seguiu não era mais de tensão, mas de uma satisfação plena por terem explorado os limites de sua própria dinâmica de forma consensual e coordenada.
William não esperou mais, tirou seu pau da minha boca me virou de quatro mantendo os meus pulsos firmemente presos atrás das minhas costas com uma de suas mãos, ele usou a outra para traçar um caminho lento e deliberado pela minha coxa, subindo até a lateral da calcinha fio dental. Com um puxão firme e possessivo, ele afastou o tecido, expondo completamente o meu cuzinho ao seu olhar e às suas mãos.
Eu soltei um gemido baixo, uma mistura de excitação e total vulnerabilidade, que ecoou pelo quarto silencioso.
— Olhe só para ele, William — a voz da minha esposa surgiu logo acima de mim, tingida por um tom de satisfação quase magnético. Ela se inclinou ligeiramente, apoiando uma das mãos no ombro de William enquanto observava a minha nudez exposta aos pés dele. — Veja como ele reage ao seu toque. Ele é completamente seu. Use-o como você bem entender.
William soltou um riso curto, focado inteiramente no poder que exercia ali. Ele inclinou o meu corpo um pouco mais para a frente, forçando o meu peito contra os seus joelhos, e começou a me tocar com firmeza, explorando cada centímetro da minha bunda com uma intimidade crua e sem pressa. A palma da sua mão era quente e ditava um ritmo implacável, fazendo meu corpo arquear de forma involuntária a cada movimento seu.poder sentir aquela verga dura entrando mansamente em meu cuzinho , me levava as nuvens.
— Ele sabe exatamente o que eu quero, e sabe que não pode me negar nada — William murmurou, a voz grave vibrando perto do meu rosto enquanto seus dedos continuavam a me dominar, testando os meus limites e a minha capacidade de permanecer imóvel sob o seu comando.
Minha esposa soltou um suspiro contido, visivelmente excitada com a imagem do marido totalmente rendido e passivo diante do outro homem.
— Deixe ele implorar um pouco, William... — ela sugeriu em um sussurro provocante, passando a mão pelos cabelos dele. — Mostre para ele quem manda aqui antes de dar o que ele tanto quer.
William forçou minha cabeça para trás fixou os olhos nos meus, sustentando o meu olhar suplicante enquanto a sua mão descia novamente, intensificando as estocadas em meu cuzinho em forma de carícia íntima e assertiva, deixando claro que a noite estava apenas começando e que cada segundo dela pertenceria estritamente ao controle dele.
A sugestão dela mudou instantaneamente a energia no quarto. Minha esposa se afastou por alguns instantes, indo até a cabeceira da cama, onde pegou o consolo monstro que já havia deixado preparado. Sob o olhar atento e aprovador de William, ela o prendeu à cintura com gestos práticos e confiantes, ajustando-o com firmeza.
William soltou meus pulsos por um segundo apenas para me reposicionar. Ele me puxou para cima da cama, fazendo-me ficar de joelhos e com o peito apoiado nos lençóis, virado de costas para eles — a posição de total vulnerabilidade. Logo em seguida, ele voltou a segurar firmemente as minhas mãos acima da minha cabeça, prendendo meu corpo contra o colchão com o seu próprio peso.
— Olhe para trás — William ordenou, o tom de voz baixo e firme perto do meu ouvido. — Veja o que a sua esposa preparou para você.
Eu curvei o pescoço, olhando por cima do ombro. Minha esposa subiu na cama com movimentos lentos, ajoelhando-se logo atrás de mim. A presença do acessório nela quebrava qualquer dinâmica tradicional; ela agora exalava uma autoridade imponente, perfeitamente alinhada ao domínio de William.
— Você está pronto para nós dois, querido? — ela perguntou, a voz suave e provocante enquanto a ponta do acessório tocava de leve a minha pele exposta, testando a minha reação.
— Ele está mais do que pronto — William respondeu por mim, aplicando um pouco mais de pressão nas minhas costas para garantir que eu não me movesse. — Faça o que quiser com ele. Ele está aqui para nos servir.
Ela sorriu com a permissão e, segurando o meu quadril com as duas mãos para me firmar na posição, começou a se guiar para dentro de mim com uma lentidão deliberada. O preenchimento firme e a sensação de tê-la assumindo o controle daquela forma me fizeram soltar um gemido agudo, que foi abafado imediatamente pelo lençol.
William acompanhava cada movimento de cima, os olhos escuros brilhando com o cenário. Ele desceu uma das mãos para acariciar o meu rosto, limpando o suor da minha testa, enquanto a minha esposa ditava o ritmo ritmado e assertivo por trás, usando o próprio corpo para me dominar por completo, sob a liderança e o comando absoluto do homem que assistia a tudo.
O ritmo imposto pela minha esposa atrás de mim tornou-se mais firme e vigoroso, cada movimento do acessório preenchendo o meu corpo e elevando a tensão no quarto a um nível quase insustentável. Eu arqueava as costas a cada investida dela, totalmente submisso ao controle que ela exercia sobre o meu quadril.
William, percebendo que o momento do ápice se aproximava, decidiu assumir a sua parte definitiva na nossa entrega. Ele moveu-se com agilidade na cama, posicionando-se diretamente à minha frente. Sem soltar o comando da situação, ele segurou o meu rosto com as duas mãos, forçando-me a olhar fixamente na sua pica para que eu o abocanhasse numa gulosa perfeita para ambos enquanto eu lidava com a intensidade dos movimentos da minha esposa invadindo meu cuzinho.
— Olhe para mim — William exigiu, a voz grave e rouca pela excitação. — Sinta o que nós dois estamos fazendo com você.
A presença dele preenchia todo o meu campo de visão. William inclinou-se e tomou os lábios dela em um beijo profundo, possessivo e sem pressa, enquanto a sua mão livre repousava sobre minhas costas, iniciando um estímulo rápido e assertivo na minha parte frontal, onde eu não parava de chupa-lo.
Eu me vi completamente cercado pelo prazer deles: o comando e o toque firme de William na frente, e o ritmo implacável da minha esposa por trás. O contraste entre as mãos fortes dele e os movimentos decididos dela criou uma onda de sensações que dominou o meu corpo por completo.
— Ele não vai aguentar muito mais, eu conheço esse viadinho William — minha esposa sussurrou, a respiração acelerada colada à minha bunda, acelerando ainda mais o compasso do acessório.
— Deixe vir — William ordenou contra a minha boca, intensificando o aperto no meu rosto e o ritmo de suas mãos, ditando o momento exato da nossa liberação. — Vá em frente. Quero ver você chegar ao limite exatamente assim, servindo a nós dois.
O comando dele foi o gatilho final. Sob a ação conjunta dos dois, o meu corpo tencionou por completo e eu me entreguei ao orgasmo mais intenso da minha vida, um espasmo forte de puro prazer e submissão que ecoou pelo quarto. Segundos depois, minha esposa soltou um suspiro longo, descansando o corpo cansado contra as minhas costas, enquanto William desfazia o beijo lentamente, olhando para mim com um sorriso de total satisfação e domínio consolidado. O silêncio voltou ao quarto, restando apenas o som das nossas respirações recuperando o fôlego após a rendição

O silêncio que se instalou no quarto era confortável, preenchido apenas pelo som compassado das nossas respirações voltando ao ritmo normal. A adrenalina que antes ditava cada movimento agora dava lugar a uma calmaria profunda.

William foi o primeiro a se mover. Com a mesma calma soberana que demonstrou no comando, ele relaxou o corpo na cama e estendeu a mão, puxando-me com suavidade para que eu me deitasse ao seu lado. O contraste entre a firmeza anterior e o toque atual, quase protetor, era o lembrete definitivo de que a sua autoridade no quarto vinha acompanhada de um cuidado absoluto.
Minha esposa deitou-se logo em seguida, acomodando-se do meu outro lado. Ela passou um dos braços pelo meu peito, traçando círculos lentos com os dedos na minha pele, enquanto olhava para William por cima do meu ombro. Havia uma cumplicidade silenciosa e vitoriosa no olhar que os dois trocaram. Eles sabiam exatamente o que aquela noite significava e o quanto a engrenagem que haviam criado funcionava com perfeição.
— Você foi perfeito, querido — ela sussurrou perto do meu ouvido, a voz agora desprovida de qualquer provocação, trazendo um tom genuíno de carinho e validação.
Eu fechei os olhos, sentindo o peso do cansaço e da satisfação, acolhido no centro da atenção e do afeto dos dois. William passou os dedos pelos meus cabelos, um gesto simples que, para mim, selava o sucesso da minha entrega.

— Ele sabe como me agradar — William comentou, a voz grave ecoando baixa no quarto, enquanto me puxava um pouco mais para perto, integrando-me totalmente ao espaço dele. — E sabe que o lugar dele é exatamente aqui, uma putinha de nós dois.

A segurança daquela afirmação fez com que qualquer resquício de tensão desaparecesse. Estar ali, na base daquela hierarquia consensual, era onde eu me sentia mais completo, sabendo que a liderança de William e a parceria da minha esposa eram o porto seguro de todos os meus desejos.

William e minha esposa trocaram um olhar carregado de um entendimento que não precisava de palavras. O espaço que antes era dominado pelos comandos agora dava lugar a um envolvimento direto entre os dois, mantendo-me exatamente onde eu desejava estar: na base daquela entrega, assistindo e sentindo a proximidade de ambos.
Com movimentos decididos, William puxou-a para o centro da cama, e ela se rendeu ao abraço dele com ela passando por cima de mim com a mesma confiança com que comandava o quarto minutos antes.
Eu permanecia ali, deitado ao lado, sentindo o calor dos corpos deles e o som das suas respirações se misturando enquanto se entregavam ao ritmo um do outro. Ela virou-se de costas para ele abrindo a buceta suculenta e molhada para ele, começar e introduzir nela .
— Veja o quanto ele gosta de nos ver assim — ela sussurrou para William, mantendo os olhos fixos nele, as vezes estendendo a mão para acariciar o meu ombro, um gesto que me mantinha integrado à cena mesmo sem participar ativamente.
— Ele sabe que esse é o nosso momento, e que o papel dele é nos dar essa satisfação — William respondeu, a voz rouca, focando toda a sua atenção nela enquanto socava sem interrupcões naquela buceta totalmente entregue a ele que completava a dinâmica daquela noite.
Ao mesmo tempo em que ele acelerava os movimentos anunciando que iria encher aquela buceta de porra. E gemendo alto Gozou abundantemente nela, que ao mesmo tempo também chegava a um orgasmo intenso. Quando o ápice deles finalmente chegou, preenchendo o quarto com um suspiro compartilhado, os dois relaxaram nos lençóis, trazendo-me de volta para o centro do abraço —Vem corninho, vem limpar a buceta onde nosso macho gozou. Sem pensar duas vezes fui lá e chupei cada gota de porra deixada ali por ele.
Eu guardei na memória cada detalhe com uma sensação profunda de pertencimento. Ver a sincronia entre a minha esposa e o homem que liderava o nosso espaço era a confirmação de que todas as regras haviam sido cumpridas com perfeição A noite terminava em completo silêncio, consolidando o pacto de confiança e prazer que nos unia.

Foto 1 do Conto erotico: UMA FESTINHACOM O PRIMO FINAL

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Ficha do conto

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Nome do conto:
UMA FESTINHACOM O PRIMO FINAL

Codigo do conto:
268356

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
27/07/2026

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