A Ruptura do Novo Mundo Final



A primeira quebra na minha nova rotina aconteceu exatamente cinco dias depois, testando a primeira e mais importante regra que havíamos selado naquele loft.
Eu estava no meio de uma tarde chuvosa no centro da cidade, tentando me distrair com os estímulos tecnológicos e o ritmo acelerado deste novo ciclo da minha vida, quando o celular no meu bolso vibrou de forma insistente. O visor exibia o número dele. No mesmo instante, meu coração deu um salto violento contra o peito e uma descarga de adrenalina correu pelas minhas veias, trazendo de volta o calor e o peso da pica dele à minha memória.
Atendi imediatamente, levando o celular ao ouvido com as mãos levemente trêmulas.
— Sim, meu senhor — respondi, mantendo a voz baixa e o tom de submissão automática que ele havia exigido.
— Esteja no loft em quarenta minutos. Traga a sua obediência pronta — a voz dele veio grave, firme e sem margem para saudações ou conversas cotidianas. O som do clique indicou que ele havia desligado logo em seguida.


A ordem prática e direta acionou o gatilho da minha total sujeição. Não houve espaço para hesitação, questionamentos sobre os meus compromissos ou desculpas. Desliguei o celular, mudei a minha direção na calçada e comecei a caminhar apressadamente em direção ao endereço dele, sentindo o meu corpo amolecer e o tesão crescer a cada passo dado rumo ao confinamento daquele quarto, sabendo exatamente o que me esperava ao cruzar aquela porta.
A minha chegada ao loft aconteceu exatamente trinta e cinco minutos após a ligação. O coração batia na garganta enquanto eu subia o elevador, sentindo o corpo trêmulo de antecipação. Aproximei-me da porta e, seguindo o protocolo de submissão, usei a chave que ele havia me entregado para entrar em silêncio, sem anunciar a minha presença de forma barulhenta.
O ambiente estava exatamente como na primeira noite: a penumbra acolhedora, o isolamento acústico perfeito e o aroma marcante de madeira e âmbar preenchendo o ar. Ele estava em pé, perto da grande janela de vidro, observando o movimento da cidade. Vestia apenas uma calça escura, deixando o peito largo à mostra. Ao ouvir o clique da fechadura, ele se virou devagar, com aquele olhar denso e avaliador que desarmava qualquer resquício de controle em mim.
— No prazo — disse ele, a voz grave ecoando no silêncio do espaço. — Muito bem.
Aproximei-me e parei a dois passos de distância, mantendo a cabeça baixa e as mãos unidas à frente do corpo, esperando o comando. Ele caminhou até a cômoda, pegou uma pequena embalagem e voltou para perto de mim.
— Tire a sua roupa — ordenou ele, com firmeza. — E coloque isto. Quero você completamente exposta para mim hoje.
Ergui os olhos por um segundo e vi o que ele segurava: uma calcinha fio dental preta, extremamente cavada e minimalista, feita para acentuar as curvas e deixar o corpo totalmente vulnerável. O meu lado feminino vibrou com a imposição. Sem proferir uma única palavra, comecei a me despir sob o olhar atento e fixo dele, que acompanhava cada movimento meu.
Fiquei completamente nua antes de vestir a peça que ele ordenou. O tecido fino do fio dental ajustou-se à minha pele, destacando a minha nudez e deixando a minha bunda totalmente descoberta e entregue à visão dele. O tamanho imponente do pau dele já começava a desenhar a calça, reagindo à minha prontidão em obedecer.
— Fique de costas para mim e curve-se sobre a poltrona — veio a nova ordem prática, fria e sem espaço para hesitação. — Quero ver o quanto você é putinha.
Acomodei-me na posição exigida, apoiando as mãos no estofado, com o quadril elevado e totalmente oferecido ao comando dele. Naquela postura de escrava, sentindo o ar fresco do loft na pele e o fio dental marcando a minha submissão, eu estava pronta para qualquer vontade que ele decidisse impor a seguir.
O silêncio do loft foi quebrado pelo som dos passos firmes dele se aproximando da poltrona. A minha pele arrepiou por inteiro antes mesmo do primeiro contato, sabendo que eu estava totalmente exposta e vulnerável naquela posição.
A mão dele, grande e pesada, pousou direto na minha bunda, exercendo uma pressão firme que me empurrou um pouco mais para baixo, obrigando-me a acentuar a curva das costas. Com a outra mão, ele deslizou os dedos de forma crua pelas minhas coxas, subindo até o tecido fino do fio dental preto, tirou para o lado lubrificou o dedo com saliva e introduziu levemente em meu cuzinho. O toque dele não tinha hesitação; era o toque de quem avaliava uma propriedade. Senti o dedo dele entrar levemente no meu cuzinho, expondo ainda mais a minha submissão no ar frio do quarto, enquanto a rigidez monumental da sua pica pressionava contra a minha bunda, revelando o tamanho impressionante que me dominaria a seguir.
Ele inclinou o corpo sobre o meu retirou o dedo, colando o peito largo contra as minhas costas. A sua respiração veio quente e pesada direto no meu ouvido, fazendo meu corpo amolecer instantaneamente assim que senti o calor do corpo dele.
— Olhe para a janela — ele comandou, com a voz baixa, rouca e carregada de autoridade. — Veja o reflexo do vidro. Quero que você assista exatamente ao que eu vou fazer com você agora. Você é minha putinha escrava, entendeu?
— Sim, meu senhor… — respondi em um sussurro sôfrego, com os olhos fixos no reflexo que mostrava a minha total submissão sob a imponência dele.
— Não se mova, não saia da posição e aceite tudo o que eu colocar em você.
Sem dar tempo para qualquer resposta, ele segurou firme no meu quadril com as duas mãos, usando o seu peso para ditar a entrada. A penetração foi direta, firme e absurdamente profunda. O impacto inicial da pica dele preenchendo o meu corpo por completo arrancou um gemido agudo e descontrolado da minha garganta, que ecoou pelo loft.
A angulação daquela posição permitia que ele atingisse o meu limite absoluto a cada investida vigorosa. O fio dental preto realçava o contraste entre a força bruta dos movimentos dele e a minha entrega total. Segurando-me com firmeza para que eu não saísse do lugar, ele impôs um ritmo implacável, transformando o estiramento intenso em um prazer puramente visceral e libertador, onde o meu lado feminino finalmente encontrava a sua expressão mais pura através da obediência cega.
O ritmo das investidas na poltrona foi interrompido abruptamente quando ele segurou a minha cintura com força, interrompendo o movimento no auge da minha sensibilidade. O meu corpo, ainda trêmulo pelo impacto daquela pica, protestou silenciosamente com a ausência do preenchimento, mas a minha mente submissa soube imediatamente que uma nova fase do meu julgamento estava prestes a começar.— Saia da poltrona — ele ordenou, com a voz pausada e o olhar fixo no reflexo do vidro. — Fique de joelhos no centro da cama, de frente para mim.Acomodei-me rapidamente no colchão, assumindo a postura exigida. Ele caminhou até a cabeceira e abriu uma gaveta de onde retirou um consolo da mesma medida da pica dele, projetado para simular perfeitamente o volume impressionante que eu já conhecia. O impacto visual daquele objeto na penumbra do loft acelerou o meu coração, despertando um misto de antecipação e excitação.— Você disse que queria experimentar tudo o que eu sou capaz de fazer — ele relembrou, posicionando-se de pé na beira da cama, com a sua própria rigidez monumental ao alcance dos meus olhos. — Agora você vai provar que a sua obediência não tem limites. Eu vou usar este brinquedo para manter você preenchida enquanto você usa a sua boca para me chupar. A nova ordem prática exigia uma entrega absoluta dos meus sentidos. Ele se aproximou por trás, acomodando o acessório com firmeza e iniciando uma introdução lenta e gradual. Sentir aquele volume ocupar o meu cuzinho de forma contínua e profunda arrancou um suspiro sôfrego dos meus lábios, criando uma sensação de preenchimento total que estabilizou o meu corpo na posição.— Agora, comece — ele comandou, inclinando o quadril levemente para frente, oferecendo-se ao meu alcance. Sem qualquer margem para hesitação, aproximei-me e passei a servi-lo com total dedicação, focando toda a minha atenção no prazer dele enquanto o consolo mantinha a minha bunda e meu cuzinho sob controle e inteiramente dominada. Naquela nova configuração de poder, dividida entre a ação de agradá-lo e a passividade de ser preenchida, o meu lado feminino experimentou o ápice da sujeição, totalmente entregue às dinâmicas criadas pelo meu dono . Ele soltou um urro e gozou uma quantidade enorme em minha boca, onde engoli até a última gota, depois limpei aquela pica com meus lábios, inclusive as bolas, ele não deixou eu tirar o consolo do rabo o resto da tarde, e me fazendo engatinhar pela casa com ele no cuzinho , me senti totalmente entregue aquele macho alfa, e sempre que ele me chamava estava sempre pronto para servi-lo.
Passados dois anos daquela primeira noite no loft, a rotina de total submissão havia se transformado no eixo central da minha existência neste ciclo. Eu havia me tornado a extensão perfeita das vontades dele; cada toque, cada chamado e cada ordem prática moldaram o meu corpo e a minha mente para pertencerem única e exclusivamente ao seu comando. Eu não era mais o homem confuso que havia atravessado um casamento insatisfatório; eu era a fêmea submissa, realizada e protegida pela autoridade daquele homem imponente e de uma pica monumental que havia me acolhido.
Entretanto, o tempo trouxe consigo uma tempestade biológica que nenhuma profetização poderia prever. A pandemia varreu o mundo com força implacável e, infelizmente, o levou de mim. A sua ausência deixou o loft silencioso e um vazio devastador no meu peito. Senti uma saudade profunda não apenas da proteção e do carinho pós-coito, mas da crueza do seu controle, do peso do seu corpo sobre o meu e da sensação avassaladora de ser preenchida e dominada por alguém tão magnífico.
Hoje, recuperada do luto e completamente adaptada às liberdades, ando pelas ruas e cafés atentos da cidade com os sentidos ainda mais aguçados. O meu lado feminino, agora totalmente liberto e consciente do seu papel, anseia por uma nova liderança. Olho para os homens ao meu redor em busca daqueles mesmos traços: ombros largos, uma postura de segurança inabalável e o vislumbre de um porte físico que prometa o mesmo preenchimento monumental de antes. Estou pronta para ouvir o telefone tocar novamente, para receber novas regras e me ajoelhar diante de um novo dono que possa substituir o passado, assumindo o controle absoluto do meu corpo e da minha obediência

Foto 1 do Conto erotico: A Ruptura do Novo Mundo Final

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Ruptura do Novo Mundo Final

Codigo do conto:
270528

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/08/2026

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