Aqui está o meu primeiro conto de vários que pretendo trazer. Lembrando que são histórias reais vividas por mim, experiências que tive. Vamos lá: atualmente tenho 34 anos, 1,84m, pele branca e cabelos escuros. Desde bem cedo, sempre fui de certa forma muito tarado; quando criança, não podia ver uma cena mais quente na televisão que já ficava de pauzinho duro. Descobri a masturbação bem cedo: lembro de já tocar uma bela punheta. Naquela época, sentia apenas uma sensação de fraqueza e as pernas bambas. Era tudo o que podia sentir, já que obviamente ainda não gozava. Antes de ter minha primeira ejaculação, tive minha primeira experiência sexual, se é que assim posso chamá-la. No começo da puberdade, eu e meus primos vivíamos vendo revistas e vídeos pornôs juntos — naquela época, ainda em VHS. É claro que as comparações de dotes aconteciam. A propósito, nunca fui dotado: hoje meu pênis tem 5 cm mole e uns 16 cm duro (um pau mediano quando ereto), mas mole sempre foi motivo de vergonha e timidez. Também não sou circuncidado. Naquela época era menor ainda. Mas voltando à primeira vez em que tive contato sexual com outra pessoa: em um dia no meu quarto, meu primo estava pernoitando na minha casa e, após jogarmos videogame, estávamos nos preparando para dormir. Foi quando sugeri ver uma revista que eu tinha guardado. Peguei a revista, comecei a folhear e, logo em seguida, começamos a nos masturbar. Até que meu primo sugeriu fazermos o famoso troca-troca. Ele disse: — Se eu chupar o seu pau, você chupa o meu? Eu respondi: — Só se você fizer primeiro! Então ele se abaixou e abocanhou meu pequeno pau. Senti sua boca quente deslizando sobre meu pinto, o que me deixou em êxtase e ainda mais excitado. Ele se levantou e falou: — Sua vez. Lá fui eu, sem saber o que esperar ou que gosto sentiria com aquele membro dentro da minha boca. O pau dele, apesar da pouca diferença de idade (ele era um ano mais velho), era bem maior que o meu, e ele era circuncidado. Quando fui chegando perto, vi aquela cabeça exposta bem diante dos meus lábios, fechei os olhos e o engoli. Pude escutá-lo suspirando e seu membro ficando ainda mais rígido dentro da minha boca. Por ter gostado da sensação de chupá-lo, ainda fiz mais dois movimentos de vai e vem antes de tirar o pau dele da boca, enquanto ele havia feito um único movimento no meu. Quando olhei para o pau dele, vi que o tinha deixado bem babado. Então voltamos a nos masturbar até atingirmos o orgasmo — sem ejacular, já que nenhum dos dois ainda gozava. Quando terminamos, fomos dormir sem comentar nada sobre o que tínhamos feito.
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